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João Esteves
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O poeta poetiza
A poetisa também
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Acaba se sair publicada minha última tradução ao português, do romance “O Homem Que Não Beijava as Mulheres” no formato de livro eletrônico Kindle cujo autor é o espanhol MOHAMED BOUZITOUNE.
Este romance já esteve entre os e-books mais vendidos na Espanha e no México. Vejamos agora o desempenho junto ao leitorado lusófono ao qual o estou apresentando com este trabalho.
Segue o link da Amazon mas fique registrado que outras lojas virtuais também o estão oferecendo, como Kobo, Apple e Scribd.
Alea jacta est, mais esta vez
https://www.amazon.com.br/dp/B07CRCZ9HB/ref=tsm_1_fb_lk

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Fala aí, hoje, por mim e portanto por tantos quantos assim entendam, Paulo César Pinheiro.
Há mordaças e mordaças, como sempre houve. E também amordaçados que sabem dizer certas coisas, e mesmo amordaçados...
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Justamente no penúltimo dia do primeiro semestre do ano em curso, chegou-me uma boa notícia. O poeta piauiense Nathan Sousa, meu amigo e cliente, concorreu ao Prémio Internacional Nicanor Parra, do Chile, com seu poema “O Dedo Africano em Riste”.

A tradução ao espanhol que acompanhou seu poema e aqui segue é minha:

EL DEDO AFRICANO, EN RISTRE.
el dedo africano, en ristre.
hay fuego en las tiendas de los pueblos bakongo del norte de angola; llamaradas besan el bajo río zaire. hay fuego para espantar insectos y dar la luz sobre las cubiertas de colmo; el polvo ancestro en el piso de la sanzala; la brea de la diáspora en la cuna del atlántico.
son múltiplos y híbridos sus destinos de sangre y harina. sus mitos son de almas olvidadas. sus glorias son de silencio y de adiós, en la larga travesía de la fenda más profunda de la historia. “es aquí!”, apunta el dedo africano para el suelo de la discordia.
europa, américa, caribe! el barco avanza por los siglos. del exilio a la brutalidad neo nazista en pleno manifiesto francés.
la locura aguda del lenguaje ante el fuego modelando el grito, un nuevo grito. porque ningún negro sabrá decir libertad! a su manera y dolor. evocarán una palabra mestiza, diseñada entre la humillación y la urgencia de su léxico de revuelta. guardarás el ímpeto de sus orishas para ofertarlo a los que en la cuna han sabido saludar a la cura de un dios.
Poema: Nathan Sousa.
Tradução:João Esteves.

Fico, assim, muito alegre com a notícia. Tenho já, então, uma tradução premiada.
É minha primeira tradução premiada, e premiada internacionalmente, em meus mais de trinta anos de exercício profissional.
Chamo-a de minha primeira tradução premiada porque com certeza ainda espero ter outros trabalhos tradutórios concorrendo nacional e internacionalmente, quiçá conquistando mais títulos.
Bem, aproveitei o ensejo do prêmio internacional que teve minha participação como tradutor para encorajar escritores e escritoras a conhecerem meu trabalho mais de perto e me solicitarem também alguma tarefa tradutória de seu interesse, na certeza de que a confiarão a quem tem muito amor pelo que faz profissionalmente e pretende continuar sempre fazendo: traduzir.
Agradecido pela sua atenção e até qualquer momento.
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