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AS DEZ PRAGAS: A JUSTIÇA DE DEUS NO EGITO
(Lição 04 – 22 de Julho de 2018)

TEXTO ÁUREO
“Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas.” (Êx 7.3).

VERDADE APLICADA
As dez pragas foram uma manifestação da justiça de Deus sobre o Egito e uma prova do Seu grande poder.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
► MOSTRAR que, assim como Faraó, muitas coisas conspiram contra a vitória do povo de Deus;
► ANALISAR as pragas que vieram sobre o Egito e o objetivo de cada uma;
► EXPLICAR que Deus é poderoso e não mede esforços para cumprir as Suas promessas.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Êx 5.1 – E depois foram Moisés e Arão e disseram a Faraó: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto.
Êx 5.2 – Mas Faraó disse: Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? Não conheço o Senhor, nem tampouco deixarei ir Israel.
Êx 5.3 – E eles disseram: O Deus dos hebreus nos encontrou; portanto, deixa-nos agora ir caminho de três dias ao deserto, para que ofereçamos sacrifícios ao SENHOR nosso Deus, e ele não venha sobre nós com pestilência ou com espada.
Êx 5.4 – Então disse-lhes o rei do Egito: Moisés e Arão, por que fazeis cessar o povo das suas obras? Ide às vossas cargas.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS

INTRODUÇÃO
Nesta lição veremos que as dez pragas lançadas sobre o Egito não tinha apenas o objetivo de convencer Faraó a libertar os judeus da escravidão (Êx 3.20). Tinha também o propósito de aplicar a justiça divina sobre a nação do Egito por causa de sua crueldade, idolatria e tempo que mantiveram os israelitas em escravidão (Gn 15.13-14).

1. O CONFLITO COM O FARAÓ
Embora os Faraós tivessem muita força política e cultural, pois os egípcios os consideravam como filhos dos deuses, além de monarcas absolutos, e, Moisés fosse apenas um homem comum como qualquer um de nós não pode esquecer Deus o havia comissionado como embaixador do Seu reino (Êx 4.16; 7.1-2). O Senhor havia feito de Moisés o seu porta-voz que, os quais iriam representar seu próprio Ser e os interesses do Seu reino. Ele próprio disse a Moisés: “Eis que te tenho posto por Deus sobre Faraó.” (Êx 7.1). Então, para esse e outros embates que irão surgir Moisés estava emparelhado a Faraó, embora pareça que politicamente ele estivesse em desvantagem. Antes de comparecer à corte real Deus o encoraja realizando com ele alguns sinais em demonstração de que de fato poder e autoridade (Êx 4.3). Só depois da visível demonstração de que Deus lhe imbuíra de poder e autoridade para representá-Lo diante de Faraó, é que Moisés vai a faraó e exige que ele deixe o povo hebreu celebrar uma festa ao Senhor no deserto (Êx 5.1).

1.1. A retaliação do Faraó
Quando Moisés declara a Faraó os desígnios de Deus e pede para ele deixar o povo ir, este de imediato recusa o pedido e ainda diz: “Quem é o Senhor, para que eu lhe obedeça e deixe Israel sair? Não conheço o Senhor, e não deixarei Israel sair” (Êx 5.2). Nem as maravilhas operadas foram suficientemente capazes de quebrar a resistência de Faraó (Êx 7.9-13). Esta retaliação de Faraó, porém não seria o fim do embate, e sim, o começo, já que faraó não estava disposto a abrir mão do trabalho gratuito de milhões israelitas, além do mais, tudo estava dentro da soberana vontade permissiva de Deus, uma vez que as Escrituras diz que o Senhor permitiu que o coração do rei se endurecesse (Êx 7.3) a fim de que se cumprissem outros propósitos tais como: a) multiplicar no Egito os seus sinais e maravilhas (Êx 7.3); b) mostrar aos egípcios que Ele é Senhor e está no controle de todas as coisas (Êx 7.5); c) tirar os filhos de Israel do Egito com mão forte (Êx 7.5); d) anunciar em toda terra que Ele, Jeová, é Senhor todo poderoso (Êx 9.16); e) trazer juízo sobre todos os deuses do Egito (Êx 12.12). Não há razão para se interpretar aqui que Deus é o responsável direto pelo endurecimento do coração de Faraó (Êx 9.12; 10.1,20), muitos outros textos informa que o próprio faraó petrificou o seu coração e que Deus lhes outorgou várias outras oportunidades, mas ele persistiu em agravar seu coração (Êx 7.13,22; 8.15,19,32; 9.7,34). Vale ainda ressaltar que as imitações realizadas pelos magos do Egito vieram contribuir para que ele endurecesse ainda mais o seu coração (Êx 7.22; 8.7). Um coração obstinado é a pior coisa que pode acontecer, pois impede de crermos no que fatalmente irá ocorrer. Ao permitir que seu coração se endurecesse faraó trouxe consequências terríveis para ele e para o seu povo.

1.2. A queixa dos israelitas
Diante do que Deus vinha falando ao povo de Israel por meio de Moisés, era provável que todos esperassem uma negociação fácil, imediata, sem resistência e/ou sem retaliação. Mas este não era o plano imediato de Deus. O Senhor queria que todo o povo de Israel tivesse a oportunidade de contemplar o seu poder (Êx 7.3-5; 9.16; 12.12). O aparecimento de Moisés na corte real, exigindo a liberação do povo de Israel, suou como um desafio ao poder de Faraó, e este, ao invés de liberar, aumentou ainda mais o volume e a carga de trabalho do povo, intensificando mais a sua dor (Êx 5.8-14). Embora Moisés tenha fez tudo como Deus lhe ordenara sua obediência não deixou as coisas mais fáceis e nem impediu que ele e seu povo sofressem. Com isto quero dizer que o fato de estarmos realizando a obra de Deus em obediência não significa necessariamente dizer que vamos estar isentos ou livres das dificuldades, problemas, oposições e aflições. O próprio Jesus já nos alertou quanto a isto ao dizer: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, pois eu venci o mundo” (Jo 16.33). É bem verdade que algumas vezes nem conseguiremos entender o motivo de certas dificuldades ou aflições, mas o que nunca podemos é deixar de crer que Deus está no comando de tudo.

1.3. Moisés apresenta as queixas do povo diante de Deus
A dureza de coração de Faraó doeu na carne dos filhos de Israel e estes não hesitaram em se queixar (Êx 5.15-23). Foram primeiro até faraó (Êx 5.15), depois encontraram Moisés e Arão e os culparam pelas atitudes de faraó, dizendo: “O SENHOR atente sobre vós e os julgue! Vocês atraíram o ódio do faraó e dos seus conselheiros sobre nós, e lhes puseram nas mãos uma espada para nos matar”. (Êx 5.21). A esperança do cumprimento da promessa parece está agora mais longe e incerta do que nunca já que a situação só piorava ao invés de melhorar (Êx 5.6-14). Perplexo sobre o aparente mau êxito de sua vocação, Moisés apresenta as queixas do povo diante de Deus. Como servos de Deus precisamos sempre lembrar de que a Palavra de Deus nos adverte que é por lutas e tribulações, que alcançaremos a nossa entrar no reino de Deus (At 14.22; Jo 16.33; 1 Ts 3.3; 3 Tm 3.12).

2. A REALIDADE DAS PRAGAS
Naquela época o Egito era o país mais evoluído em ciências do mundo. O seu exercito era o mais numeroso, mais bem treinados e o mais bem armado no planeta terra. Isto significa dizer que humanamente falando não havia nada que pudessem salvar e libertar Israel da escravidão. Mas, o Deus que tudo pode, já havia tomado partido em favor de Israel e mandou Moisés declarar que, se Faraó não deixasse seu povo ir, Ele feriria os egípcios com várias pragas (Êx 3.19-20). A resposta brusca de Faraó indica que ele não tinha muito apreço por Israel e nem acreditava no poder Deus. Mesmo assim, Deus lhes deu outras oportunidades, mas ele preferiu resistir a Deus não dando ouvidos à Sua voz e por conta disto viu a sua nação ser completamente devastada pelas pragas. Com isto, ao invés de exercer influência se tornou uma advertência a todos os outros povos. Assim como Faraó, muitos já viram e até experimentaram os milagres de Deus, porém, os seus corações permanecem duros e inflexíveis. Lembre-se de que há um alto preço a se pagar por não dar ouvidos ao que Deus fala.

2.1. O efeito e as características das três primeiras pragas
A Bíblia deixa subtendido que por ocasião das três primeiras pragas os israelitas sofreram junto com os egípcios, mas que a partir da quarta, o Senhor, efetuou uma especial separação, livrando Israel de ser “punido” junto com eles (Êx 8.22-23). As três primeiras pragas foram: 1) as águas se tornam em sangue (Êx 7.14-25); 2) as pragas das rãs (Ex 8.1-15); 3) as pragas do piolho (Êx 8.16-19). Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como sendo a origem da vida e nutrição. Mas, Deus o transformou em sangue e sem utilidade alguma. Esta praga durou sete dias e foi causa de consternação e terror (Êx 7.14-25); na segunda praga, a praga das rãs, foi o próprio rio sagrado um instrumento ativo do castigo. Tinha rãs em todas as partes, em todos os cantos das casas, inclusive nas camas (Êx 8.3). O repentino desaparecimento dessa praga foi uma prova tão forte do poder de Deus, como o seu aparecimento (Ex 8.1-15); na praga dos piolhos, não houve aviso prévio a faraó foi particularmente uma coisa horrorosa para o povo egípcio (Êx 8.16-19). De um modo especial os sacerdotes egípcios costumavam raspar os pelos do corpo, a fim de que nenhum parasita pudesse achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois eles não podiam reproduzi-los, sendo obrigados a confessar que ali estava o "dedo de Deus" (v.19).

2.2. As pragas que causaram dor
As pragas relacionadas pelo comentarista da lição como que causaram dor, são: 4) as pragas das moscas (Êx 8.20-32); 5) a praga da peste dos animais (Êx 9.1-7); 6) a praga das úlceras (Êx 9.8-12). Antes do início da quarta praga, houve mais um embate entre Moisés e Faraó. Não havendo negociação, pois o coração de faraó continuava endurecido, Deus empesteou o Egito com moscas (Êx 8.20-32). A partir daqui Deus havia prometido a Moisés que a terra de Gósen, onde se concentrava as moradias do povo hebreu, não seria mais atingido com as pragas (Êx 8.22-23); a quinta praga se declarou em conformidade com a determinação divina (Ex 9.1-7). Todo o gado do Egito foi inteiramente destruído, escapando somente a dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a Faraó com o usual aviso; a sexta praga mostra que, da parte de Deus, tinha aumentado a severidade contra um monarca obstinado e de coração endurecido (Êx 9.8-12). Moisés aparece aqui como executor direto das ordens divinas. Ele próprio arremessa no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, com isso caiu uma praga de úlceras sobre o povo e sobre o gado (Êx 9.9-10). É provável que tenha havia um intervalo de tempo entre a quinta e a sexta praga, pois os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado na terra de Gósen, onde habitavam os israelitas, já que na quinta praga Deus já havia destruído todo o gado pertencente aos egípcios (Êx 9.6,10).

2.3. As pragas contra a natureza
A última classificação das pragas apresentadas pelo comentarista da lição são aquelas que tiveram relação com fenômenos naturais, os quais são: 7) a praga da Saraiva (Êx 9.22-35); 8) a praga dos gafanhotos (Êx 10.12-20); 9) a praga das trevas (Êx 10.21-29). Ficou, portanto, de fora dos comentários desta lição a última e mais terrível praga: 10) a morte dos primogênitos (Êx 10.24 - 11.10). Na praga da saraiva Deus mandou trovões, chuvas e fogo que corria pela terra, ferindo homens, animais, destruindo árvores e casas (Êx 9.23-25); Já na praga dos gafanhotos foram destruídas lavouras e vegetações do povo egípcio. Nesta ocasião os conselheiros de Faraó insistiram junto ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes ver que a nação já tinha sofrido demasiadamente (Êx 10.7). Faraó cedeu até certo ponto, mas começou a impondo concessões, dificultando com isto a liberação. Não aceitando as concessões impostas por faraó, Moisés, acatando a determinação de Deus, estendeu sua mão e terra cobriu-se de gafanhotos, destruindo toda vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez o rei manda chamar Moisés, promete deixar o povo sair, porém sendo a praga removida, novamente não cumpre sua palavra, e começa a impor novas condições, também não aceitas. Diante disto, intempestivamente começa a cair nova praga sobre os egípcios, trazendo agora uma horrorosa e densa escuridão sobre o Egito durante três dias (Êx 10.21-29). A praga das trevas mostraria a falta de poder do deus do sol, ao quais os egípcios também prestavam culto. Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações.

3. AS NEGOCIAÇÕES DO FARAÓ
As Escrituras nos ensinam que as coisas que aconteceram no tempo do Antigo Testamento são sombras das coisas futuras (Cl 2.16-17) e que elas servem de figuras das coisas celestiais (Hb 8.5; 9.24; 1 Co 10.6). Assim, no simbolismo do Êxodo o Egito prefigura o mundo (terra da escravidão), Faraó prefigura Satanás (inimigo do povo de Deus) e a escravidão prefigura a vida no pecado (velha vida). Com receio das pragas que já estavam atingindo duramente o Egito, faraó decide fazer algumas propostas ardilosas para Moisés e seu assistente Arão. Nenhum homem em sua vida ficou isento de alguma proposta sutil e tentadora do inimigo. Pela Palavra todos sabem que ser tentado não é pecado, o pecado é ceder à tentação (1 Co 10.13; Tg 1.12-15).

3.1. A primeira rodada de negociações
A primeira rodada de negociações, acompanhadas de propostas ardilosas e destruidoras da parte de faraó, ocorreu a partir da segunda praga (a praga das rãs), quando Faraó chamou a Moisés e Arão e disse: “Ide, e oferecei sacrifícios ao vosso Deus nesta terra.” (Êx 8.25). Em outras palavras a sua condição era: “Adorem a Deus, mas permaneçam no Egito”. O objetivo desta condição era que Israel tivesse “liberdade” de adorar a Deus, mas que ficassem “arraigados” no Egito. Queria que Moisés e o povo de Israel pensassem que estariam agradando a Deus através do culto, mas seu real propósito era que continuassem escravos. Como já dissemos, na figura e simbologia bíblica o Egito significa o mundo. Portanto, sacrificar sem sair do Egito seria o mesmo que adorar sem sair do mundo, isto é, sem uma transformação, sem uma mudança de vida, sem uma renuncia e abnegação a Deus. Nos dias de hoje o diabo continua seduzindo com este tipo de propostas e infelizmente muitos estão aceitando! Mas, Deus não se agrada de sacrifícios (adorações) feito nestas condições. Deus se agrada dos sacrifícios (adorações) daqueles que rompem com o Egito (mundo).

3.2. Uma segunda opção
Moisés não se deixando enganar pela aquela ardilosa proposta insiste com Faraó para que ele deixe o povo ir ao deserto e sacrifique ao Senhor conforme as instruções dadas por Deus (Êx 8.27). Faraó não satisfeito volta a insistir em querer fazer do seu jeito, então faz uma segunda proposta bem parecida com a primeira: “Deixar-vos-ei ir, para que ofereçais sacrifícios ao Senhor vosso Deus no deserto; somente que, saindo, não vades longe; orai também por mim” (Êx 8.28). Na primeira opção o intuito de faraó é que Israel sacrificasse “no Egito”, isto é, que eles não tenham suas vidas transformadas. Já nesta segunda opção seu objetivo é que Israel sacrifique “perto do Egito”, ou seja, que não se afastem da “influência do Egito”. Isto significa dizer que sacrificar na “divisa do Egito” é tão perigo quanto sacrificar “no Egito”. Moisés não se deixou enganar pela aparente humildade de faraó, pois sabia que ali escondia outra armadilha. Quem aceita Jesus, mas não rompe com as velhas amizades ou com as antigas influências correm sérios riscos de cair nas armadilhas do inimigo.

3.3. A terceira opção
Moisés e Arão foram levados outra vez à presença de Faraó e lá ele declara uma terceira opção: “... Ide, servi ao Senhor vosso Deus. Quais são os que hão de ir? E Moisés disse: Havemos de ir com os nossos jovens, e com os nossos velhos; com os nossos filhos, e com as nossas filhas, com as nossas ovelhas, e com os nossos bois havemos de ir; porque temos de celebrar uma festa ao Senhor. Então ele lhes disse: Seja o Senhor assim convosco, como eu vos deixarei ir a vós e a vossos filhos; olhai que há mal diante da vossa face. Não será assim; agora ide vós, homens, e servi ao Senhor; pois isso é o que pedistes.” (Êx 10.8-11). De acordo com esta nova proposta, eles deveriam ir mais tinham que deixar suas famílias para trás. Esta proposta mostra a intenção do adversário em impedir que toda a família sirva ao Senhor, dificultando a caminhada daqueles que já foram libertos. Lembremos o que disse Josué: “... Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). Sabendo que a libertação é para todos da família e da importância de todos estarem juntos adorando, Moisés não aceitou deixar ninguém para trás; nem velhos, nem esposas, nem filhos e nem filhas. Faraó recusou as condições impostas por Moisés e a resposta de Deus veio com novas pragas. Cuidado com as promessas sedutoras do maligno. Elas nunca são apenas o que aparentam ser. Se o que estiver em jogo for sua fé, sua vida espiritual ou sua família, não faça concessões! Oremos por nossas famílias, especialmente por aqueles que têm se colocar como obstáculos na nossa caminhada com Cristo.

CONCLUSÃO
Não se pode e nem deve fazer concessões quando o que está em jogo é a fé, a vida espiritual e a família. Depois de tantos percalços e juízos derramados sobre o Egito, o Senhor resolve por um ponto final naquilo que seria um longo período de jugo, mostrando que é fiel à Sua Palavra, quer seja para aplicação da justiça contra o pecado, quer seja no cumprimento de Suas promessas feitas a Seu povo.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:

REVISTA BETEL DOMINICAL: Jovens e Adultos. Israel 70 anos - o chamado de uma nação e o plano divino da redenção. Rio de Janeiro: Editora Betel – 3º Trimestre de 2018. Ano 28 n° 108. Lição 04 – As dez pragas: a justiça de Deus no Egito.

BÍBLIA DE ESTUDO NOVA VERSÃO INTERNACIONAL. Português. Tradução das Notas de Gordon Chown – Editora Vida. 2001.

REVISTA DO PROFESSOR: Jovens e Adultos. Moisés, o legislador de Israel. Rio de Janeiro: Editora Betel – 2º Trimestre de 2015. Ano 25 n° 95.

LIÇÕES BÍBLICAS - EDITORA CPAD. Maturidade Cristã nº 28 - 4º Trimestre de 1991. Estudos em Êxodos.

LIÇÕES BÍBLICAS - EDITORA CPAD. 1º Trimestre de 2014. Uma Jornada de Fé.

LINKS:
https://www.espacopregador.com/2016/11/as-quatro-propostas-de-farao.html > visitado em 10 de julho de 2018.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS:
Pr. Osmar Emídio de Sousa - Servidor Público Federal; consagrado a pastor pela Assembleia de Deus; formado em Direito e também bacharel em Missiologia pela antiga Escola de Missões de Brasília; e, em Teologia Pastoral, pela FATAD (Faculdade de Teologia das Assembleias de Deus de Brasília).
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AS DEZ PRAGAS: A JUSTIÇA DE DEUS NO EGITO
(Lição 04 – 22 de Julho de 2018)

TEXTO ÁUREO
“Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas.” (Êx 7.3).

VERDADE APLICADA
As dez pragas foram uma manifestação da justiça de Deus sobre o Egito e uma prova do Seu grande poder.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
► MOSTRAR que, assim como Faraó, muitas coisas conspiram contra a vitória do povo de Deus;
► ANALISAR as pragas que vieram sobre o Egito e o objetivo de cada uma;
► EXPLICAR que Deus é poderoso e não mede esforços para cumprir as Suas promessas.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Êx 5.1 – E depois foram Moisés e Arão e disseram a Faraó: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto.
Êx 5.2 – Mas Faraó disse: Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? Não conheço o Senhor, nem tampouco deixarei ir Israel.
Êx 5.3 – E eles disseram: O Deus dos hebreus nos encontrou; portanto, deixa-nos agora ir caminho de três dias ao deserto, para que ofereçamos sacrifícios ao SENHOR nosso Deus, e ele não venha sobre nós com pestilência ou com espada.
Êx 5.4 – Então disse-lhes o rei do Egito: Moisés e Arão, por que fazeis cessar o povo das suas obras? Ide às vossas cargas.
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Neste trimestre estudaremos sobre diversos assuntos relacionados ao dia a dia do povo de Deus, os quais são relevantes para o aperfeiçoamento de cada membro do Corpo de Cristo. São lições que muito contribuirão para motivar cada discípulo de Cristo à reflexão bíblica, tão necessária nos dias atuais, marcados pelo imediatismo, relativismo, pragmatismo, muitos modismos, distorções e desvios doutrinários, entre outros. Como membros do Corpo de Cristo, somos chamados ao crescimento e aperfeiçoamento, visando a nossa participação na edificação da Igreja para a glória de Deus (Ef 4.12; 2Pe 3.18). Portanto, trata-se de um processo dinâmico até a volta de Jesus Cristo. Nenhum membro do Corpo de Cristo está isento de participar na obra do ministério, pois o “aumento do corpo” se dá quando cada parte cumpre a sua responsabilidade (Ef 4.16). Que o Espírito Santo nos conduza neste estudo e nos capacite no enfrentamento dos muitos desafios nesses tempos trabalhosos e difíceis.
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O SACRIFÍCIO DA EXPIAÇÃO
(Lição 02 - 14 de Janeiro de 2018)

TEXTO ÁUREO
“E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para sua expiação.”(Lv 1.4).

VERDADE APLICADA
O sacrifício de Cristo proporcionou a reconciliação entre Deus e o homem.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
►INCENTIVAR o cristão a ter por princípio de vida a voluntariedade;
►MOSTRAR que Cristo é a realidade do sacrifício da expiação;
►ENSINAR que Deus sempre provê meios para que todos possam dEle se aproximar.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lv 1.2 – Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao Senhor, ofereceis as vossas ofertas de gado, de vacas e de ovelhas.
Lv 1.3 – Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem mancha; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o Senhor.
Lv 1.4 – E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para sua expiação.
Lv 1.6 – Então esfolará o holocausto e o partirá nos seus pedaços.
Lv 1.7 – E os filhos de Arão, os sacerdotes, porão fogo sobre o altar, pondo em ordem a lenha sobre o fogo.

INTRODUÇÃO
Os sacrifícios de animais foi instituído por Deus, eram a única forma de se aplacar a ira divina contra o pecado e aproximar o homem do seu Criador. Apesar disso, tais sacrifícios demonstraram ser ineficazes porque apenas aplacavam temporariamente a ira de Deus, mas não removiam o pecado. Sendo assim, era necessário um sacrifício único e perfeito, que propiciasse aos homens a certeza da reconciliação com Deus.

1. UMA OFERTA VOLUNTÁRIA
A oferta que agrada a Deus é aquela de livre e espontânea vontade, ou seja, tem de ser uma oferta voluntária. Aquilo que se oferta sobre alguma imposição, já não é oferta e sim uma obrigação, sendo assim, não agrada nenhumas das partes porque contraria o princípio da voluntariedade. O sacrifício oferecido a Deus só agradaria se fosse feito com alegria e total entrega. O sentido mais profundo da palavra “sacrifício” é dádiva, ou seja, um presente oferecido por amor a Deus. O holocausto era um sacrifício voluntário. Observe: “Se sua oferta for holocausto...” (Lv 1.3). Deus não quer nada forçado de ninguém, pelo contrário, Ele deseja que lhe ofereçamos nossos sacrifícios livremente.

1.1. Uma oferta de animal limpo
A separação de animais em categorias limpos e impuros veio pelo desejo soberano de Deus. Isto denota que Ele quer que seu povo viva de forma diferente dos outros povos no mundo. Preocupa-nos corretamente o pecado e seu poder destruidor. Por isso, como Igreja do Senhor precisamos fazer distinções entre o santo e o iníquo, entre o limpo e o imundo. Nossas meditações feitas no coração, podem ser representadas pelo ruminar, através da digestão do nosso alimento espiritual. Assim como a unha fendida, que denota a firmeza do nosso caminhar diante de Deus e da sociedade que convivemos. Jesus disse que somos o sal da terra e luz do mundo, (Mt 5.13,14). O sal é essencial para a comida. Sem sal, a comida fica incompleta, sem gosto e sem graça. Uma pitada de sal pode dar sabor a muita comida! O sal é tão importante que todas as ofertas de comida dedicadas a Deus deveriam ser temperadas com sal (Lv 2.13).

1.2. Uma oferta sem mancha
O animal a ser ofertado deveria ser um macho, e sem mancha, e ainda, teria de ser o melhor que ele tivesse em seus pastos. Sendo inteiramente destinado à honra Daquele que é infinitamente perfeito, ele deveria ser o mais perfeito de sua espécie. Isso apontava o poder e a pureza perfeitos que existiam em Cristo, que se ofereceu para morrer como o sacrifício perfeito, e a sinceridade de coração e a inculpabilidade da vida que deveria existir nos cristãos, que são oferecidos a Deus como sacrifícios vivos. Como o sacrifício devia ser sem mancha, perfeito, assim Cristo foi o “Cordeiro imaculado e incontaminado”, que “nos amou, e Se entregou a Si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus em cheiro suave” (1 Pe 1.19; Ef 5.2).

1.3. A mão sobre a cabeça
O ofertante deve colocar a sua mão sobre a cabeça de sua oferta, (v. 4). “Ele deve colocar ambas as mãos”, dizem os estudiosos judeus, “com toda a sua força, entre os chifres do animal”. Esse ato, ao colocar a sua mão sobre a cabeça da oferta, representava o seu desejo e a sua esperança de que esta pudesse ser aceita para que lhe trouxesse a expiação de seus pecados. Embora os holocaustos não dissessem respeito a algum pecado específico como ocorria com a oferta pelo pecado, ainda assim eles deveriam representar a expiação do pecado em geral. E aquele que colocava a sua mão sobre a cabeça do holocausto deveria confessar que havia deixado de fazer o que deveria ter feito, e que havia feito algo que não deveria ter feito. Ele deveria orar para que, embora ele próprio merecesse morrer, a morte do animal que estava sendo oferecido em sacrifício pudesse ser aceita pela expiação de sua culpa.

2. UMA OFERTA PARTIDA
A Preparação da oferta de holocausto chama atenção pela sua característica, o animal ao ser partido, todas as suas partes ficavam visíveis no altar. “Então ele esfolará o holocausto, e cortará em seus pedaços” (Lv 1.6). Isto significa que o Senhor não quer o exterior, Ele não quer a pele, o que é visto, mas o oculto, o interior. Nos chama atenção mais uma característica: o Senhor olhava não somente o sacrifício, mas principalmente para a pessoa que trazia. As aparências podem nos enganar, mas diante de Deus não há como esconder algo, pois aquilo que está oculto é revelado, Ele sabe a intenção do coração de cada um nós.

2.1. Uma oferta para ser aceita
O sacrifício no Antigo Testamento eram uma parte secundária, mas vital, da religião de Israel. Por meio dos sacrifícios, o povo expressava a fé e aprendia a natureza de um Deus santo, de uma humanidade pecadora e da necessidade da expiação. Através de sua fé e obediência, o povo também recebia perdão (Lv 1.4;4.20, 26,31,35; 5.10), baseado no sacrifício definitivo de Cristo (Rm 3.25; Hb 9.9-10; 10.1-4). No entanto, Deus se compraz com a sinceridade, quando nos apresentamos diante de Sua presença, Ele observa a maneira com que nos aproximamos do santo altar; o que nos motiva a comparecer. Isto tem peso ante Deus. Deus não está interessado em sofisticadas oferendas, Ele atenta para o nosso gesto de gratidão (Pv 21.3). Esses sacrifícios de animais não podiam tirar os pecados, eles forneciam apenas um modo temporário para lidar com o pecado até que Jesus viesse resolver de modo definitivo a questão do pecado. As pessoas do Antigo Testamento que estavam seguindo os mandamentos de Deus em relação a oferecerem sacrifícios. Ele graciosamente os perdoava quando, pela fé, ofereciam tais sacrifícios. Mas esta prática antecipava o sacrifício perfeito de Cristo. A verdadeira cobertura do pecado é obra de Deus, mas isso era simbolizado pelo ato expiatório com os animais, o homem é aceito pela vontade de Deus, assim, seus pecados são cobertos, limpos e pagados.

2.2. Uma oferta esfolada e partida
Conforme a ordem de Deus a Moisés, era necessário observar a risca a maneira como se oferecia sacrifícios. Havia uma regra como fazer o sacrifício, não podia ser de outra forma. O ofertante sacrificava o animal, esfolava e partia em pedaços, (v. 12). (Cf. Lv 8.20 e Ex 19.17). O sacerdote recebia o couro por seus serviços (Lv 7.8), mas o resto tinha de ser totalmente queimado, se fosse holocausto, para que fosse eficaz no perdão de pecados. Alguns estudiosos veem os grandes sofrimentos de Cristo simbolizados no ato de esfolação e de despedaçamento do animal. A verdadeira cobertura do pecado é obra de Deus (Jr 18. 23; Sl 78. 38), que era representado pelo ato expiatório com o animal. 0 homem é aceito pela vontade de Deus, e assim seus pecados são cobertos, limpos e apagados. Naturalmente, em Cristo, temos a realidade, verdade essa que era representada por aqueles atos simbólicos.

2.3. Uma oferta em Ordem
Várias porções do animal sacrificado eram postas sobre a lenha, a fim de serem queimadas, incluindo a gordura, sempre tão escolhida para propósitos de oferta. Os sacerdotes tinham de fazer esse trabalho, visto que estava diretamente ligado ao serviço do altar. Alguns estudiosos pensam que isso representa a crucificação de Jesus. O (v. 12) deste capítulo mostra que os pedaços do animal eram postos sobre o altar em determinada ordem. Os pedaços eram postos mais ou menos na mesma posição que tinham ocupado no animal vivo. O despedaçamento do animal servia para que a queima fosse mais fácil. Um animal inteiro precisava de muito mais tempo para ser consumido no fogo.

3. UMA OFERTA PARA APRECIAÇÃO DE DEUS
Por esse meio de ofertas, a pessoa também expressava completa submissão e dedicação ao Senhor. Outras passagens bíblicas mostram que esses sacrifícios eram realizados em diversas ocasiões. Os holocaustos representavam o sacrifício imaculado de Cristo a Deus. Sobre o altar do Calvário, o Cordeiro de Deus foi totalmente consumido pelo fogo da justiça do Senhor. A oferta era trazida para que ambos, oferta e ofertante, fossem apreciados e aceitos por Deus.

3.1. Fressura e pernas lavadas
As ofertas podem representar muitos sentidos de acordo com o texto estudado. A lavagem da fressura(entranhas)e pernas do sacrifício com água. (v. 9 e 13). A lavagem Ilustra a pureza de Cristo, a água fala da Palavra de Deus, a fressura do seu interior (motivos, desejos, vontade e coração) e as pernas da sua maneira de viver e andar. Jesus guardou sempre perfeitamente a Palavra de Deus no seu coração e no seu andar. Indica que só Jesus Cristo poderia ser o substituto pelo pecado aceitável ao Pai.

3.2. Uma oferta que todos podiam oferecer
As leis relativas aos holocaustos, se referiam aos rebanhos e às aves. E todas as pessoas podiam levar suas ofertas a Deus, as que não podiam se dar ao luxo e oferecer um boi, trariam uma ovelha ou uma cabra. Já os que não tinham condições de fazer isso seriam aceitos por Deus se trouxessem uma pomba ou um pombinho. Essa foi a oferta que Maria e José ofereceram quando apresentaram Jesus no templo. Pois Deus em sua Lei e em seu Evangelho, assim como em sua providência, contempla toda classe de pessoas, Ele não faz distinção entre o rico e pobre. Percebe-se que essas aves foram escolhidas para sacrifícios por serem brandas e pacificas, inocente e inofensivas, simbolizando a simplicidade e a humildade que havia em Cristo, também para ensinar a simplicidade e a humildade que deve haver na vida de cada cristão.

3.3. Uma oferta totalmente queimada
O holocausto era uma queima total, excetuando o couro, que era dado aos sacerdotes, como uma espécie de salário por seus serviços (Lv 7.8). Assim acontecia porque havia o envolvimento de pecado nessa oferta, e o sacrifício precisava ser consumido totalmente. O ato simbolizava tanto expiação quanto santificação. O holocausto tornava-se uma espécie de incenso, e esperava-se que o cheiro de carne queimada fosse agradável a Deus, Alguns intérpretes, supõem que a fumaça/incenso só tivesse um significado simbólico, tal como o incenso é usado em alguns segmentos atuais da cristandade. De fato, ninguém deveria imaginar que Deus realmente viesse cheirar e gostar do cheiro de incenso. Mas sabe-se que o incenso é um emblema da oração. A declaração de que o aroma era agradável a Yahweh, seja como for, é uma forma de pensamento. O foco aqui é a ideia de aceitação do sacrifício terminado, por ter Deus ficado satisfeito em que o homem reconhecera sua culpa e pedira perdão. Assim também, em Cristo, o sacrifício é, ao mesmo tempo, completo e aceitável, e Nele temos vida, e não morte. No trecho de Efésios 5.2, lemos que o sacrifício de Cristo foi, para Deus, um “aroma suave”.

CONCLUSÃO
Os sacrifícios do Antigo Testamento demonstraram ser ineficazes porque apenas aplacavam temporariamente a ira de Deus, mas não removiam o pecado. Desta forma, havia a necessidade de um sacrifício único e perfeito, que propiciasse aos homens a certeza da reconciliação com Deus. O sacrifício de Cristo, oferecido uma só vez, garante-nos a certeza da eterna salvação. Agora já não precisamos continuar fazendo os sacrifícios levíticos. O que aqueles sacrifícios não podiam fazer, foi feito pelo sacrifício de Cristo sobre a cruz.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Edição Revista e Corrigida, tradução de João Ferreira de Almeida, CPAD, 2008.

Bíblia de Estudo MacArthur. Edição Revista e Atualizada, tradução de João Ferreira de Almeida. Barueri, SP: SBB, 2013.

CHAMPLIN, Russell Norman, Ph. D. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo, volume 2, São Paulo: Hagnos, 2001.

DAVID S. Dockery. Manual Bíblico Vida Nova. São Paulo: Editora Vida Nova, 2010.
Site. Estudos bíblicos para cristãos e as igrejas, Palavra Prudente.

HENRY’S, Mathew. Comentário Bíblico Novo Testamento. Levítico. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

LAWRENCE, O Richards. Comentário Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
Lições Bíblicas CPAD Jovens e Adultos. Lição 10: A eficácia do sacrifício de Cristo. 3º Trimestre de 2001.

MACDONALD, William. Comentário Bíblico Popular. Antigo Testamento. São Paulo, Mundo Cristão. 1995.

Revista do professor: Jovens e Adultos. Levítico. Rio de Janeiro: Editora Betel – 1º Trimestre de 2018. Ano 28 n° 106. Lição 2 – O sacrifício da expiação.
UNGER, Merrill Frederick. Manual Bíblico Unger. São Paulo: Vida Nova, 2006.
COMENTÁRIOS ADICIONAIS Pb. Ancelmo Barros de Carvalho. Servo do Senhor Jesus.
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O SACRIFICIO DA EXPIAÇÃO
(Lição 02 – 14 de Janeiro de 2018)

TEXTO ÁUREO
“E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para a sua expiação.” (Lv 1.4).

VERDADE APLICADA
O sacrifício de Cristo proporciona a reconciliação entre Deus e o homem.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
► INCENTIVAR o cristão a ter por principio de vida a voluntariedade;
► MOSTRAR que Cristo é a realidade do sacrifício da expiação;
► ENSINAR que Deus sempre provê meios para que todos possam dEle se aproximar.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lv 1.2 – Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao Senhor, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de vacas e de ovelhas.
Lv 1.3 – Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem mancha; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o Senhor.
Lv 1.4 – E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para a sua expiação.
Lv 1.6 – Então esfolará o holocausto, e o partirá nos seus pedaços.
Lv 1.7 – E os filhos de Arão, o sacerdote, porão fogo sobre o altar, pondo em ordem a lenha sobre o fogo.
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A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA COMO ÚNICA REGRA DE FÉ
(Lição 11 – 10 de Dezembro de 2017)

TEXTO ÁUREO
“Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Tm 3.16).

VERDADE APLICADA
A Bíblia é a única fonte de tudo o que precisamos entender sobre Deus e Seu plano para a humanidade.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
► ENFATIZAR a importância da Bíblia, sua exatidão e seu poder de influência;
► MOSTRAR como a Bíblia pode nos moldar e nos tornar mais eficazes na vida;
► APRESENTAR a Bíblia como fonte inesgotável e sua superioridade a todos os demais livros.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Sl 119.89 – Para sempre, ó Senhor, a tua palavra permanece no céu.
Sl 119.93 – Nunca me esquecerei dos teus preceitos, pois por eles me tens vivificado.
Sl 119.105 – Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho.
Hb 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

INTRODUÇÃO
A Bíblia é a palavra de Deus para os homens, e como tal, precisa ser encarada como inerrante, infalível, e regra única de fé para todo cristão.

1. A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA
Por milênios Deus se revelou ao homem através de suas obras, está é chamada revelação natural através da criação, que ainda é válida até os dias atuais (vide Romanos 1.19-20). Porém, segundo o seu propósito, chegou o tempo em que Ele determinou alcançar o homem com uma revelação maior, mais ampla e de forma mais clara, o que fez de duas maneiras: a) Através da Bíblia, a Palavra Escrita; b) Através de Jesus Cristo - a Palavra Viva. Esta dupla revelação é muito especial, e consolidou-se como necessária com à queda do homem. Deste modo, os estudos das Escrituras se impõem, como o principal meio do homem natural vir a conhecer a Deus e a sua vontade para com a nossas vidas.

1.1. O livro que tem transformado o mundo
Nenhum outro livro tem sido tão largamente disseminado, nem exercido tão forte influência sobre o curso dos acontecimentos mundiais do que a Bíblia. As Escrituras Sagradas têm sido traduzidas em mais línguas, têm sido impressas em maior número de exemplares, têm influenciado mais o pensamento, inspirado mais as artes e motivado mais as descobertas do que qualquer outro livro. A Bíblia foi traduzida em mais de mil línguas, abrangendo mais de 90% da população do mundo. Suas tiragens somam alguns bilhões de exemplares. Os best-sellers que têm vindo em segundo lugar, ao longo dos séculos, nunca chegam perto do detentor perpétuo do primeiro lugar, a Bíblia. A influência da Bíblia e de seu ensino sobre o mundo ocidental está bem à mostra para todos quantos estudam a história. O papel de forte influência desempenhado pelo Ocidente sobre o desenrolar dos acontecimentos mundiais fica igualmente evidente. As Escrituras judeu-cristãs têm influenciado mais a civilização que qualquer outro livro ou combinação de livros do mundo. Na verdade, nenhuma outra obra religiosa ou de fundo moral no mundo excede a profundidade moral contida no princípio do amor cristão, e nenhuma apresenta conceito espiritual mais majestoso sobre Deus do que o conceito que a Bíblia oferece. A Bíblia apresenta ao homem os mais elevados ideais que já pautaram a civilização. A evidência da manifesta indestrutibilidade da Bíblia. A despeito (ou talvez por conta) de sua tremenda importância, a Bíblia tem sofrido muito mais ataques perversos do que seria de esperar, em se tratando de um livro. No entanto, a Bíblia tem resistido a todos os ataques e a todos os seus atacantes. Diocleciano tentou exterminá-la (c. 303 d.C.); no entanto, a Bíblia é hoje o livro mais impresso e mais divulgado do mundo. Críticos da Bíblia no passado taxavam-na de composta, na maior parte, por historietas mitológicas, mas a arqueologia lhes comprovou a historicidade. Seus antagonistas atacam seus ensinos, taxando-os de primitivos e obsoletos, mas os moralistas exigem que seus ensinos a respeito do amor sejam postos em prática na sociedade moderna. Os céticos têm lançado dúvidas sobre a confiabilidade da Bíblia; todavia, mais pessoas hoje se convencem de suas verdades do que em toda a história. Prosseguem os ataques da parte de alguns cientistas, de alguns psicólogos e de alguns líderes políticos, mas a Bíblia permanece ilesa, indestrutível. Ela se parece com uma muralha de um metro e meio de altura por um metro e meio de largura: é inútil tentar derrubá-la com assopros. A Bíblia continua mais forte que nunca, depois desses ataques. Assim se manifestara a seu respeito o Senhor Jesus: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Mc 13.31). Uma contribuição inegável das escrituras vem da reforma protestante, onde um de seus lemas o Sola Scriptura, evidenciava a necessidade central de embasar todas afirmativas nas escrituras e não em apologias da igreja e seus costumes dissociado do conhecimento da palavra, esta dissociação permitiu que a ciência investigasse livremente fatos que antes eram tido como intocáveis e sagrados pela igreja romana, junto ao ideal da reforma protestante, soma-se a influência de Max Weber Sociólogo Alemão que anos mais tarde já no século 19, editou uma obra chamada “A ética protestante e o espírito do capitalismo” que trouxe um novo viés, sobre o capitalismo e a maneira de exercer a política econômica dos países, a partir de então muitos conceitos de mutações sociais avanços financeiros mudanças de classe social, livre comercio foram aplicadas e isto possibilitou a evolução do sistema capitalista.

1.2. Um livro amado e odiado
Acima de todos os outros livros combinados, a Bíblia tem sido odiada, vilipendiado, ridicularizada, criticada, restrita, proibida, e destruída, mas tem sido em vão. Vejamos alguns ataques ao longo de sua existência:
Ano Quem O que? Intenção Resultado
Século II Luciano, Escritor Grego Escreveu os livros Dialogo dos Deuses e Dialogo dos Mortos Tentar ridicularizar a Bíblia Falhou
Ano 303 d.C. Diocleciano, Imperador Romano Publicou um decreto contra a Bíblia e os cristãos Destruir a igreja e queimar todas as Bíblia do império 50 anos depois seu sucessor Constantino mandou publicar 50 Bíblias à custa do estado
Ano 304 d.C. Porphyry, Escritor Grego Escreveu 15 livros contra a Bíblia e o Cristianismo Tentar provar que a Bíblia era uma fraude Falhou, e seus livros são desconhecidos
Seculo XVIII Voltaire, filósofo, escritor, líder do iluminismo Afirmou: Dentro de 100 anos a Bíblia e o cristianismo serão varridos Acabar com o cristianismo e instaurar o antropocentrismo Depois de sua morte a Sociedade Bíblica de Genebra usou sua casa para imprimir e distribuir milhares de cópia da Bíblia
Seculo XIX Robert Ingersoll. Líder ateísta e político americano Declarou: Dentro de 15 anos terei a Bíblia em um necrotério Descredibilizar a Bíblia Morreu exatamente 15 anos depois e foi para o necrotério.

Os céticos liberais do século 19 tentaram destruir a autoridade da Bíblia, afirmando que ela é cheia de mitos e que é historicamente imprecisa. Eles alegaram que a escrita não existia nos dias de Moisés. Eles duvidaram da existência de Ur dos Caldeus, das avançadas antigas cidades-estado e torres religiosas mencionadas em Gênesis 10-11, dos complexos códigos legais naquela época, de camelos na Palestina nos dias de Abraão, da existência do rei Davi e do Rei Salomão, da existência dos hititas e dos filisteus, de Sargão e Nabucodonosor e Beltsasar, para citar alguns. Eles disseram que o livro de Atos estava cheio de imprecisões históricas. Em todos esses casos e centenas mais, os céticos foram provados que estavam errados e a Bíblia foi provado que estava certa, como temos documentado neste curso na seção de arqueologia. Através dos séculos, muitos ataques contra a Bíblia se tornaram amargas perseguições junto com fortes tentativas de destruí-la. Muitos ataques contra a Bíblia vieram de escarnecedores. Mas houve alguns que, depois de examinarem os fatos, mudaram suas opiniões e foram convertidos. Aqui estão alguns exemplos:
• Gilbert West, um poeta inglês, que foi incluído em Lives of the Most Eminent English Poets, escrito por Samuel Johnson, enquanto era um estudante em Oxford resolveu desbancar o relato bíblico da ressurreição de Cristo. Em vez disso, ele provou para sua própria satisfação que Cristo ressuscitou dos mortos e publicou Observations on the History and Evidences of the Resurrection of Jesus Christ.
• George Lyttelton, um estadista Inglês, escritor e poeta que foi educado em Oxford, determinou-se provar que Paulo não foi convertido como a Bíblia diz. Em vez disso, Lyttelton escreveu um livro fornecendo evidências de que a conversão de Paulo foi real e que é evidência de que Jesus realmente ressuscitou dos mortos. O livro foi intitulado Observations on the Conversion and Apostleship of St. Paul.
• Frank Morison, um advogado, jornalista e romancista, começou a escrever um livro para disprovar a ressurreição de Cristo. Em vez disso, ele se converteu e escreveu um livro em defesa da ressurreição intitulado Who Moved the Stone?
• Simon Greenleaf, Professor Royall de Direito na Universidade de Harvard e uma das mentes mais célebres entre os juristas da América, determinou-se expor o "mito" da ressurreição de Cristo, de uma vez por todas, mas a sua análise aprofundada obrigou-o a concluir que Jesus ressuscitou dentre os mortos. Em 1846, ele publicou An Examination of the Testimony of the Four Evangelists by the Rules of Evidence Administered in the Courts of Justice.
• General Lew Wallace era um Governador Territorial nos dias que se seguiram à Guerra Civil Americana. Ele era um senador em Indiana com a idade de 29 anos e era considerado um homem muito estudioso. Ele não confiava no Cristianismo ou na Bíblia, assim ele se pôs a escrever um livro cético disprovando a ambos. Nos seus estudos ele descobriu que a Bíblia e Cristo são verdadeiros e se tornou um cristão devoto. O general Wallace nunca escreveu seu livro contra a Bíblia, ao invés ele escreveu a clássica novela cristã Ben Hur.
• William Ramsey, um renomado arqueólogo e estudioso inglês, foi para a Ásia Menor com o propósito expresso de provar que a Bíblia é historicamente imprecisa. À medida que esmeradamente se debruçava sobre antigos artefatos e detalhes, para sua surpresa ele descobriu que a Bíblia era precisa no menor dos detalhes. Ele concluiu, que o livro de Atos foi escrito durante a vida dos apóstolos e que é historicamente absolutamente preciso. A evidência foi tão convincente que Sir Ramsey se tornou um cristão e um grande estudioso e erudito da Bíblia, particularmente do Novo Testamento.
• Josh McDowell era um cético quando ele entrou na universidade para cursar direito, mas ele aceitou um desafio por alguns cristãos para examinar a alegação de que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele diz: "Eu decidi escrever um livro que iria fazer do cristianismo uma piada intelectual." Ele viajou por todo os EUA e Europa para reunir provas para provar o seu caso, mas em vez disso ele se converteu a Cristo e escreveu um livro defendendo a Bíblia, intitulado Evidence That Demands a Verdict (publicado em português como Evidências que Exigem um Veredicto). McDowell concluiu: "Depois de tentar esmigalhar a historicidade e a validade das Escrituras, cheguei à conclusão de que é historicamente [absolutamente] confiável. Se alguém descarta a Bíblia alegando que ela não é [totalmente] confiável, então deve-se descartar quase toda a literatura da Antiguidade. ... Eu acredito que nós podemos manter as Escrituras em nossas mãos e dizer: "A Bíblia é merecedora de [toda nossa] confiança e é historicamente [absolutamente] confiável" (The New Evidence, p. 68).
• Dr. Richard Lumsden, professor de Parasitologia e de Biologia Celular, foi reitor da escola de pós-graduação da Universidade de Tulane e treinou 30 doutores [seus orientandos]. Quando ele foi desafiado por um estudante a conseguir apresentar alguma evidência a favor da evolução, ele procurou refutar o aluno demonstrando a evidência científica da evolução. Em vez disso, ele se convenceu de que a evidência está faltando [não havia nenhuma evidência]. Isso o levou a um exame da Bíblia, o que levou à sua conversão a Jesus Cristo.
“Ao longo dos anos, a Bíblia tem sido uma poderosa bigorna que tem consumido os franzinos martelos dos escarnecedores.”
1.3. O livro mais exato da humanidade
A Bíblia tem se mostrado infalível ao longo dos anos, mesmo quando não conseguimos respostas, e encontramos questões onde não podemos fechar a conta, o tempo tem ainda prevalecido e mostrado o quanto da sua eficácia, um dos últimos casos conciliados entre a história e a bíblia é a afirmação de um rei por nome de Belsazar no comando da Babilônia, esta informação divergiu dos registros históricos durante séculos, Belsazar era filho de Nabonido e Nitócris, filha de Nabucodonosor e viúva de Nergal-sharezer, Durante muito tempo, a ausência de registros arqueológicos do nome deste rei pôs em dúvida o texto do Livro de Daniel, porém em 1854 Sir Henry Rawlinson encontrou uma inscrição de Nabonido na qual ele se referia ao seu filho mais velho. No final do século XIX, foram encontrados documentos de recibos e contratos, com a data do terceiro ano de Marduk-sar-uzur, que corresponde a Belsazar.
Durante muitos anos ciência, história e Bíblia andaram em lados opostos, mas a presente era mostra mais uma vez que por mais que a ciência tente provar a inexistência de Deus, ela somente esclarece a sua grandeza, recentemente Steven Meyer doutor em filosofia da ciência pela Cambridge university afirmou: “Eu acho que há um grande sorriso nos lábios de Deus, pois nos últimos anos todos os tipos de evidência apontando para a confiabilidade da Bíblia e sua criação do universo e da vida vieram à luz”. O corpo humano fornece uma grande quantidade de provas. É uma criação maravilhosa do ápice da obra física de Deus. Um corpo adulto compreende cerca de 75 trilhões de células, qualquer uma das quais é tão complexa a ponto de ser quase além da compreensão. Cada célula do corpo humano contém mais informação do que em todos os trinta volumes da Enciclopédia Britânica. A complexidade da célula humana mudou o pensamento da filosofia britânica do professor Antony Flew, considerado por muito tempo o maior e mais conhecido ateu do mundo. Em um simpósio em Nova Iorque em maio de 2004, ele chocou a todos, afirmando que havia chegado à conclusão de que Deus existe. Ele escreveu: “Para a surpresa de todos os interessados, como havia anunciado no início que agora eu aceito a existência de um Deus” (Existe um Deus, 2007, pág. 74).
Não existe prova maior do que a história se escrevendo desde o sonho do rei Nabucodonosor e a interpretação de Daniel dada por Deus sobre os reinos do mundo antigo. Nabucodonosor era um dos grandes conquistadores da história antiga. Numa série de batalhas, ele venceu os assírios, o povo que dominara a Mesopotâmia durante os séculos anteriores. Defendeu-se contra os egípcios e estabeleceu as fronteiras de um império extenso e próspero. Conseguiu dominar a pequena, mas importante terra que conhecemos hoje como a Palestina, uma região por onde passavam as principais rotas comerciais entre a Ásia e a África. Passou por Jerusalém em 605 a.C. e levou os jovens mais inteligentes e nobres para a Babilônia, onde seriam educados na sabedoria babilônica e teriam oportunidades de até participar do governo do império. Daniel foi um desses jovens, certa noite este rei tem um sonho, o rei sonhou com uma grande estátua de quatro partes principais. A cabeça era de ouro, o peito e os braços, de prata e o ventre e os quadris, de bronze. As pernas de ferro se apoiaram em pés feitos de uma mistura de ferro e barro. De repente, uma grande pedra, cortada sem ninguém tocar nela, esmagou os pés da estátua, e então esmagou o resto da imagem. O que restou da estátua foi levado pelo vento, mas a pedra se tornou em uma montanha que encheu a terra toda. A grande estátua do sonho do rei foi composta de quatro partes principais. Daniel as identifica como quatro reinos, começando com a própria Babilônia (a cabeça de ouro). Depois da Babilônia, teria uma sucessão de mais três reinos humanos. O próximo reino seria inferior à Babilônia, e foi representado pelo peito e os braços de prata. O terceiro seria maior, exercendo domínio “sobre toda a terra”. O mais forte dos quatro reinos seria o quatro, feito de ferro. Mas a mistura de barro mostra um reino dividido, com um lado frágil. Este reino seria esmiuçado pela grande pedra.
A parte mais importante da interpretação começa no versículo 44. A pedra representa o reino eterno de Deus. Ela não surge da terra; é cortada de um monte e desce para esmagar os reinos humanos. Diferente dos reinos dos homens que levantam e caem, este reino seria eterno e superior a qualquer império humano. Um detalhe que devemos observar é a profecia sobre a época na qual o reino de Deus seria estabelecido. Deus permitiu que Daniel olhasse para o futuro para afirmar que Deus ia fundar os seu reino “nos dias destes reis”, ou seja, durante o quarto império. Numa profecia feita 600 anos antes do nascimento de Jesus, Deus falou para os homens o tempo aproximado do estabelecimento do reino messiânico. Os quatro reinos humanos do sonho: No momento da interpretação dada por Daniel, o rei não tinha como saber a identidade dos outros impérios envolvidos nesta profecia. Neste capítulo, Daniel identificou apenas o primeiro reino, o de Nabucodonosor. Nós, porém, temos três vantagens quando estudamos o texto hoje. Primeiro, temos o resto do livro de Daniel, em que mais dois dos reinos são identificados por nome. Segundo, temos a história mundial que confirma a identificação dos próximos impérios e mostra, também, o quarto reino. Terceiro, temos os relatos bíblicos, que mostram quando o Cristo veio para estabelecer o reino de Deus. Juntando essas informações, podemos identificar as quatro partes da estátua do sonho de Nabucodonosor.




Inegavelmente a Bíblia se mostra infalível e exata ate mesmo onde não conseguimos compreende-la.

2. A BÍBLIA APLICADA A VIDA CRISTÃ
A palavra Bíblia significa O Livro. Um livro que possa sustentar simplesmente o título de “O Livro” deve ser um livro muito importante. É melhor chamá-lo de As “Sagradas Escrituras”. De qualquer modo, todo mundo sabe que o conteúdo é Deus e religião. Portanto, queremos saber quem o escreveu. Ele foi escrito por alguém como Hitler e Stálin, nos quais ninguém deveria crer? Ele foi escrito por um autor competente e popular como Churchill? Ele foi escrito por um pesquisador especializado, talvez o mais competente? Quem reivindica conhecer o suficiente sobre Deus e religião para escrever um volume de, digamos, 1.300 páginas em coluna dupla? É preciso perguntar também, que método foi usado para agrupar todas essas informações em 1.300 páginas de colunas duplas? Nós podemos facilmente ver os nomes da maioria dos escritores: Moisés, Davi, Isaías, João, e Paulo. Mas o que, se é que, algo, os fez serem mais competentes que Faraó, Absalão, Sargão, Herodes e Nero? A resposta para esta última questão é encontrada com grande clareza em dois versículos, o primeiro dos quais afirma o princípio geral, enquanto o segundo dá um exemplo particular: 2 Pedro 1.21 afirma: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”. O segundo versículo é Atos 1.16: “Convinha que se cumprisse a escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi”. O primeiro destes dois versículos mostra que os profetas não iniciaram a escrita da Bíblia. Não foi como se eles estivessem procurando Deus e tentando fabricar uma religião, e então escreveram os resultados de suas buscas e ingenuidades. Pedro diz bastante claramente que suas profecias não vieram da própria vontade deles. O original grego é até mais forte que a tradução portuguesa. Ele diz: “Profecia nunca veio pela vontade do homem.” Há alguns teólogos que põe grande ênfase sobre a vontade do homem. Ora, indubitavelmente a vontade do homem opera em certa área; mas há algumas coisas que um homem não pode fazer voluntariamente. Uma destas é iniciar uma mensagem de Deus. O homem pode inventar uma mensagem e reivindicar que ela vem de Deus. Assim também, há algumas religiões das quais pode ser dito apropriadamente que são o resultado da busca do homem por Deus. Mas não o Cristianismo. Os profetas hebreus e os apóstolos do Novo Testamento falaram a medida que foram conduzidos pelo Espírito Santo. O segundo desses dois versículos citados mostra que embora em um sentido os profetas realmente tenham falado – se você estivesse nas ruas de Jerusalém, você poderia ouvir Jeremias – contudo isto é só meia verdade. A parte mais importante é que o Espírito Santo falou. Ele não só “conduziu” os profetas; ele falou pelas bocas deles. Claro, o versículo só menciona Davi, e não Moisés ou Jeremias. Mas outros versículos, que serão dados agora, irão mostrar que os outros profetas, assim como Davi, falaram as palavras de Deus. E isso, porque o autor da Bíblia é Deus. Portanto, considere e tente sumarizar os seguintes versículos:
• Números 22:38: “Porventura poderei eu agora de alguma forma falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca essa falarei”.
• Números 23:5, 12, 16: “Então o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão... Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?... Encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs uma palavra em sua boca”.
• Deuteronômio 18:18: “Eis lhes suscitarei um profeta do meio de seus irmãos, como tu, e porei, as minhas palavras na sua boca; e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar”.
• 2 Samuel 23:2: "O Espírito do Senhor falou por mim, e sua palavra esteve em minha língua”.
• Isaías 1:20; 40:5; 55:14: “A boca do Senhor o disse”.
• Isaías 59:21: “Quanto a mim, este é o meu conserto, diz o Senhor: o meu espírito está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca da tua posteridade, nem da boca da posteridade da tua posteridade, diz o Senhor, desde agora e para todo o sempre”.
• Jeremias 1:9: “E estendeu o Senhor a sua mão, e tocou-me na boca; e disse-me o Senhor: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca”.
• Jeremias 13:15: “Escutai, e inclinai os ouvidos: não vos ensoberbeçais; porque o Senhor falou”.
• Jeremias 30:4: “E estas são as palavras que disse o Senhor, acerca de Israel e de Judá”.
Fundamentados nisto a Bíblia procede de Deus para o homem, e deve ser a única fonte confiável para um cristianismo saudável, “Sola Scriptura”.

2.1. A Bíblia deve ser o alimento da vida Diária
A igreja cristã e ortodoxa tem declarando que a revelação da palavra de Deus é absoluta e simplesmente necessária para a salvação da humanidade, visto que a palavra é a semente que causa o novo nascimento (1 Pedro 1:23), a lâmpada pela qual somos guiados (Salmos 119:105), o alimento pelo qual somos nutridos (Hebreus 5:13-14), e o fundamento sobre o qual estamos (Efésios 2:20).
Nas obras da criação e providência Deus manifesta a si mesmo claramente – de forma que “o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes [aos homens] manifestou” e sua natureza invisível tem sido claramente percebida desde a criação do mundo (Rm. 1:19-20) – essa revelação natural não pode ser suficiente para a salvação após o pecado, não apenas no sentido subjetivo, pois ela não tem, como um acompanhamento, o poder do Espírito, pelo qual a cegueira e rebelião humanas são corrigidas; mas também no sentido objetivo, pois não contém nada concernente aos mistérios da salvação, e a misericórdia de Deus em Cristo, sem quem não há salvação (Atos 4:12). O que pode ser conhecido sobre Deus é de fato apresentado, mas não o que deve ser crido.
Deus é conhecido a partir da criação como criador, mas não como redentor; seu poder e divindade, isto é, a existência do ser (numen) divino e seu poder (virtus) ilimitado são conhecidos, mas não sua graça e misericórdia salvadora. Sendo clara a revelação especial de Deus através das escrituras é fator de alimentação da alma para o homem se servir de sua palavra diariamente, pois somente ela tem o poder de transformar dia a dia a natureza pecadora de um homem, também como sustenta-lo no caminho da salvação.

2.2. A Bíblia e o Espirito Santo
“O Espírito é revelador de toda a divina verdade. Portanto, a autoria de toda a Bíblia deve ser atribuída ao Espírito”. Estas foram as palavras do grande teólogo americano Charles Hodge (1797-1878) que apresentou em sua Teologia Sistemática o real pensamento reformado acerca de inspiração das Escrituras. A doutrina que envolve o Espírito Santo em união com a Palavra talvez seja uma das doutrinas que mais tem sofrido ataques em nossos dias, visto que “fábulas bem engenhosas” tem adentrado no pensamento evangélico, em uma camuflagem de “intelecto” e “piedade”, isto é, o liberalismo racionalista. Esta é uma ideologia que tem arrebanhado a mente de muitos pastores, teólogos e cristãos em geral, e é nesse contexto de discussões e turbações que o cristão fiel volta à origem, retornando assim à antiguidade, à “velha” fé de nossos pais, às Sagradas Escrituras.
A Palavra de Deus, separada da ação poderosa do Espírito Santo, será apenas como mais um livro qualquer. “A palavra só, sem a iluminação do Espírito Santo, não nos serve nem se aproveita nada”.
A pessoa que não possui o Espírito Santo e por Ele não é iluminada não consegue, por mais esforço que essa pessoa faça, compreender a amplitude graciosa da Fonte de Vida que está registrada na Sacra Revelação Escrita dada por Deus. Por isso, “Se o Espírito de Cristo não vivificar a lei, ela não terá apenas proveito nenhum mas também será letal”.
A razão humana, por sua limitação, não compreende as profundezas da revelação da Palavra. “Ainda que as Escrituras levem consigo o crédito que se deve, para ser admitida sem objeção alguma, não está sujeita a provas nem argumentos, não obstante ela alcança a certeza que merece pelo testemunho do Espírito Santo. O homem, por sua própria natureza, é incapaz de enxergar a majestade divina em Sua revelação escriturística, pois “...o testemunho que o Espírito Santo dá, é muito mais excelente do que qualquer outra razão”. E nem mesmo os salvos, os filhos de Deus, possuem capacidade para se auto sustentarem na continuidade do entendimento bíblico. Isto mostra que o Espírito Santo ilumina o homem para a compreensão da Sua doutrina. “A Sua iluminação pode ser denominada a vista de nossas almas”.

2.3. A Bíblia forma o caráter humano
Em face das dúvidas relativas à eficiência pessoal numa época que questiona a validade da pregação precisamos de uma lembrança do desígnio de Deus para a transformação espiritual do ser humano. No final das contas, a pregação cumpre seus objetivos espirituais não por causa das habilidades do pregador, mas por causa do poder da Escritura proclamada. Os pregadores exercerão seu ministério com grande zelo, confiança e liberdade quando compreenderem que Deus retirou de suas costas as artimanhas da manipulação espiritual. Deus não está confiando em nossa destreza para a realização dos seus propósitos. Por certo, Deus pode usar a eloquência e deseja esforços adequados à importância do assunto em questão, porém sua própria Palavra cumpre o programa de salvação e santificação. Os esforços pessoais dos maiores pregadores são ainda demasiado fracos e manchados pelo pecado para serem responsáveis pelo destino eterno das pessoas. Por essa razão Deus infunde sua Palavra com poder espiritual. A eficácia da mensagem, mais que qualquer virtude do mensageiro, transforma corações. Somente a palavra de Deus tem a capacidade de moldar o caráter do homem mesmo que ele esteja perdido nas mais densas trevas, isto não provem de outra fonte senão do poder do Espírito de Deus atuando por meio da sua palavra.

2. A BÍBLIA É O LIVRO DOS LIVROS
A pesquisa do Ibope, encomendada pelo Instituto Pró-Livro, registrou que 50% das pessoas que não estão estudando e 31% dos estudantes entrevistados citaram a Bíblia Sagrada como o “gênero” de livro mais lido. A Bíblia Sagrada continua sendo o livro mais lido, em qualquer nível de escolaridade. Esse é o resultado da 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que destaca o Livro Sagrado em primeiro lugar nas listas entre os “livros mais marcantes” e os “últimos livros mais lidos”. Este é o terceiro ano consecutivo em que a Bíblia aparece nesta colocação. No “gênero” de livro que mais costuma ser lida a Bíblia foi citada por 50% das pessoas que não estão estudando e por 31% das que estão estudando. Nesta pesquisa, foi registrado, ainda, que entre as “principais motivações para ler um livro” estão os motivos religiosos (11%). Já o “local preferido para comprar livros”, 44% dos entrevistados prefere a livraria física, 19% pelas bancas de jornal e revista, 15% pelas livrarias online e 9% preferem as igrejas e outros espaços religiosos. Desenvolvida pelo Ibope, sob encomenda do Instituto Pró-Livro (IPL), entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa foi anunciada durante seminário, realizado em 18 de maio, em São Paulo. Foram entrevistadas 5.012 pessoas. No ano passado, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), distribuiu 7.622.674 Bíblias. O número representa um aumento de 0,13% em relação ao ano anterior. “A Bíblia Sagrada é o livro mais lido, traduzido e distribuído de todos os tempos. Essa pesquisa reforça a importância que a Palavra de Deus tem na vida das pessoas. Ela é fonte de orientação e conforto. Além disso, seus ensinamentos têm aplicação para todos os momentos da vida”, analisa o secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB, Erní Seibert. Para incentivar o hábito da leitura e fazer com que cada vez mais pessoas tenham acesso à Palavra de Deus, a SBB realiza uma série de programas. Entre eles, destaca-se o movimento “A Bíblia em Cada Casa”, que tem o desafio de colocar, até 2050, a Bíblia nos cerca de 50 milhões de lares brasileiros. Outro importante programa é o “Clube Uma Bíblia por Mês”, que reúne pessoas que se dispõem a doar, mensalmente, o valor de um exemplar da Bíblia Sagrada. Os recursos arrecadados permitem levar a Bíblia para pessoas que ainda não possuem um exemplar.

3.1. A bíblia é uma fonte inesgotável
Por mais que se pregue, se estude, se analise a Bíblia sagrada, ela continuará sendo uma fonte inesgotável e atualizada de ensinamentos, a Bíblia tem esta capacidade de se renovar frente as situações da vida, não que a palavra do senhor seja mutável, o que muda e a perspectiva e a maneira com que o Espirito Santo fala ao nosso coração, assim como as suas misericórdia que são novas a cada manhã (Lm 3:22-23) todos os dias o espirito santo pode falar novamente ao nosso coração.

3.2. A Bíblia é superior a todos os demais livros
Vejamos uma comparação entre a Bíblia e outros livros que tentam relatar a história dos homens e da criação. Nos mitos politeístas o universo é eterno e os deuses nasceram depois, na Bíblia, Deus é Eterno e Criador do Universo. (Até pouco tempo atrás imaginava-se que o universo fosse eterno, depois de E. Huble, a posição de que o Universo teve um começo passou a ter força.). O único livro antigo que fala que o Universo teve um começo são as escrituras do Deus de Israel. Nos mitos mesopotâmicos os deuses criaram um jardim para seu próprio gozo e os homens para serem seus empregados. na Bíblia o jardim foi criado para proveito do próprio homem. Nos mitos sumerianos a humanidade foi destruída por um dilúvio porque o barulho dos humanos trabalhando estava atrapalhando o sono dos deuses. Na Bíblia a humanidade foi destruída por um dilúvio porque se tornou corrupta. A Bíblia é a única capaz de transformar, nenhuma outra leitura religiosa (religiões antigas ou atuais) é capaz de tirar alguém da droga, da depressão, etc.

3.3. A Bíblia revela a pessoa de Cristo e a Salvação do Homem
Todo homem deveria ser grato a Deus pela sua palavra. Jonh Piper escreveu um excelente artigo relatando a sua gratidão, veja:
1) A Bíblia produz fé, a fonte de toda obediência. “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17);
2) A Bíblia liberta do pecado. “E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8:32);
3) A Bíblia liberta de Satanás. “Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável para com todos, apto para ensinar, paciente. Deve corrigir com mansidão os que se lhe opõem, na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento da verdade, para que assim voltem à sobriedade e escapem da armadilha do Diabo, que os aprisionou para fazerem a sua vontade” (2 Timóteo 2:24-26);
4) A Bíblia santifica. “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”. (João 17:17);
5) A Bíblia livra da corrupção e produz piedade. “Seu divino poder nos deu tudo de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude. Dessa maneira, ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornassem participantes da natureza divina e fugissem da corrupção que há no mundo, causada pela cobiça” (2 Pedro 1:3-4);
6) A Bíblia opera o amor. “Esta é a minha oração: Que o amor de vocês aumente cada vez mais em conhecimento e em toda a percepção” (Filipenses 1:9). “O objetivo desta instrução é o amor que procede de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sincera” (1 Timóteo 1:5);
7) A Bíblia salva. “Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres, pois, agindo assim, você salvará tanto a si mesmo quanto aos que o ouvem”. (1 Timóteo 4:16). “Portanto, eu lhes declaro hoje que estou inocente do sangue de todos. Pois não deixei de proclamar-lhes toda a vontade de Deus” (Atos 20:26). [Eles] estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar (2 Tessalonicenses 2:10);
8) A Bíblia dá alegria. “Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo” (João 15:11);
9) A Bíblia revela o Senhor. “Todo o Israel, desde Dã até Berseba, reconhecia que Samuel estava confirmado como profeta do SENHOR” (1 Samuel 3:21). PORTANTO, a Bíblia é o fundamento da felicidade no lar, vida e ministério, bem como a esperança da eternidade com Deus.

CONCLUSÃO
A Bíblia é, e continuará sendo nossa única fonte de fé e bussola que nos direciona a uma vida piedosa na presença de Deus.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS:
http://www.sbb.org.br/sem-categoria/biblia-sagrada-1o-lugar-no-ranking-dos-livros-mais-marcantes-e-lidos-do-pais-3.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Ev. Samuel da Silva Souza
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1º TRIMESTRE DE 2018

L E V Í T I C O
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Se no livro de Êxodo encontramos o registro da ação poderosa de Deus para libertar o povo de Israel da escravidão do Egito e conduzi-lo à Terra Prometida (Êx 3.7-8), no livro de Levítico lemos sobre as instruções de Deus para o Seu povo sobre como deveria se aproximar dEle, ter comunhão com Ele, cultuá-Lo e viver na Terra Prometida. A expressão que mais se destaca nesse livro é: santidade.

A mensagem central de Levítico é: “Santos sereis, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo” (Lv 19.2). Portanto, trata de assuntos que são totalmente relevantes também para a Igreja: redenção pelo sangue; ofertas; relacionamentos interpessoais; dízimo; ministério; bens materiais; ações de graças; entre outros. É um livro que aponta diretamente para Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, e Seu sacrifício na cruz. Tanto que alguns consideram o livro de Levítico como o “Evangelho do Antigo Testamento”. Que o Espírito Santo nos conduza neste estudo, a fim de que contribua para vivermos em santidade e comunhão com Deus.
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