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Zita Paiva
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“Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem.” ―Bertolt Brecht
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TRANSFERÊNCIA DAS PENSÕES DA BANCA, PARA O ESTADO?
MAIS UMA VEZ O GOVERNO NÃO ACAUTELOU NEM PROTEGEU O INTERESSE PÚBLICO. MAIS UMA VEZ O GOVERNO NÃO DEFENDEU O ESTADO. MAIS UMA VEZ FAVORECEU O PRIVADO.

ALGUNS EXEMPLOS.
- OS CONTRIBUINTES VÃO FICAR A PAGAR AS REFORMAS MILIONÁRIAS QUE OS OUTROS OFERECERAM??? JARDIM TEM REFORMA DE 167 MIL EUROS MÊS DA BANCA, QUE AGORA FICOU PARA O ESTADO PAGAR? http://goo.gl/tmGWXy
- EMIDIO RANGEL, 27 MIL DE REFORMA ... http://goo.gl/IFX8To

Medina Carreira convida Jorge Bravo, especialista Sustentabilidade dos Sistemas de Segurança Social, que vem explicar que o governo, tal como nas PPP, não acautelou a defesa do interesse nacional, quando realizou a fusão das pensões privadas com as públicas. Ao que tudo indica, o público vai ter que cobrir o dinheiro que vai faltar nas das PT, da banca, dos correios... Os fundos transferidos não vão ser suficientes para pagar as reformas, deles.
Os pressupostos foram muito optimistas... tal como nas PPP que foram construídas com previsões de tráfico, inventadas e "optimistas".
Se o governo quisesse proteger o interesse dos pensionistas, teria colocado uma clausula no contrato que obrigaria a que, em caso de falta de fundos, esses teriam de ser repostos pela entidade patronal... pelos correios, pela banca, pela PT etc... mas não. Eles distribuiram reformas de luxo e agora deixam para os outros pagar??
Quando o dinheiro faltar, o contribuinte paga, como sempre.


Jorge Bravo -
Professor Universidade de Évora
Doutorado em Economia (U. Évora, 2008), Mestre em Economia Monetária e Financeira (ISEG/UTL, 2002), Licenciado em Economia (U. Évora, 1996).
Áreas de investigação: Sustentabilidade dos Sistemas de Segurança Social; Hedging de Riscos Demográficos e Financeiros na Banca e Seguros; Construção de Tábuas de Mortalidade Prospectivas e Modelos Estocásticos.

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Resumo do video. (clique na imagem para ver o video)
Toda a crise teria solução, se os nossos políticos, e partidos políticos não fossem corruptos, há décadas Mas os portugueses continuam a defende-los e a atacar quem os denuncia...
"Pedro Santos Guerreiro, diretor do Jornal de Negócios, foi categórico: os canais de evasão para paraísos fiscais foram e continuam a ser protegidos pelas elites portuguesas e europeias."
1- o caos que nos arruína.
- Em 2011, 25% da riqueza produzida em Portugal, não pagou impostos.
- Num só ano, excedeu mais de metade do valor do empréstimo pedido à Troika. 43,5 mil milhões de rendimentos não tributados.
- Este tipo de evasão fiscal é perpetuado na maior impunidade, pela chamada economia oculta. Na maioria através da corrupção, de negócios ruinosos para o estado e de facturação falsa com empresas fantasmas. - - Estas fortunas, resultantes destes negócios ilícitos, são transferidos para offshores, e regressam a Portugal livres de impostos, através de complexas operações de branqueamento de capital.
- Portugal com 25% de economia paralela, está muito acima da média dos países da OCDE, que é de 16%.
- Só para termos uma ideia dos reflexos criminosos que esta situação representa na economia portuguesa, caso estes rendimentos ocultos pagassem impostos, o PROBLEMA DO DEFICIT DESAPARECIA!
- E bastava que a percentagem da economia paralela fosse semelhante à média da OCDE, para que Portugal tivesses um deficit de apenas, 3,9%
Porque os governos e partidos não resolvem este problema grave?
2 - Marinho Pinto responde "Não há vontade politica."
Há é palhaçada e folclore a fingir que querem combater estes crimes.
Os políticos são muitas vezes, antes, durante e depois dos cargos políticos, empregados das empresas que cometem estes crimes.
Basta ver os políticos que passaram pelo governo muitos já trabalhavam nessas empresas e outros, depois de sair dos governos, voltaram para essas empresas. Mesmo sem experiência nenhuma de gestão. Mas vão para administradores, pois negociaram em nome do estado, voltuosos interesses públicos.
Isto deveria originar um inquérito parlamentar, se tivéssemos um parlamento a sério, mas não temos, temos é um parlamento infiltrado por pessoas ao serviço desses jogos e desses interesses ocultos.
A quantidade de pessoas no parlamento, que patrocinam directamente interesses privados, com as leis que se produzem no parlamento, é um ESCÂNDALO EM PORTUGAL. Mas ninguém se escandaliza.
Aliás a única preocupação dos políticos e mesmo dos portugueses, é atacar e desacreditar as pessoas que denunciam isto.

3 - Em 2004 o vice presidente do Banco Mundial, que esteve em Portugal, disse que se não fosse a corrupção, nós poderíamos ter um índice de desenvolvimento económico, semelhante à Finlândia.

Em Portugal o capital não paga impostos, nem as grandes fortunas, só o trabalho é que paga impostos.
O problema em Portugal, que faz com que tudo continue a evoluir neste sentido, é que todos se preocupam em desacreditar, criticar e silenciar os poucos que denunciam a corrupção, por isso o grande mal será sempre o silêncio das pessoas honestas.
Já todos sabemos que o rei vai nu, mas será que vale a pena alguém avançar e dizer -
O rei vai nu? Ou que isto é uma choldra?

4 - Marinho Pinto desvenda mais uma arma poderosa que eles, os corruptos, criaram para se proteger do povo e da justiça. Os tribunais arbitrais.
Tal como criaram as offshores para fintar as finanças, também os tribunais arbitrais foram criados para corromperem a justiça.
Veja bem o descaramento descrito nas palavras de Marinho e Pinto. O que se esconde por trás dos tribunais arbitrais, onde se ocultam os saques descarados aos portugueses. Só os muito ricos possuem dinheiro para constituir um tribunal arbitral, onde os juízes são escolhidos pelos interessados... ??? Não perca esta escandalosa explicação, da forma como eles dividem o saque.

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/03/marinho-pinto-desmascara-quem-nos.html#ixzz4ZXoz44jX

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Canal do Youtube que denuncia a corrupção e alerta para a cidadania activa.
NESTE CANAL DE VIDEOS, PODE FICAR A CONHECER ALGUNS DOS MAIS GRAVES ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO E ABUSO DE POLÍTICOS, EM PORTUGAL.
Basta escolher em baixo a lista do tema que mais lhe interessa e ir vendo os vídeos, nem que seja um por dia.
É importante partilhar para que cada vez mais pessoas saibam. Nunca se esqueça que a ignorância do povo é a melhor arma dos corruptos. Por isso ajude a partilhar e subscreva o canal, Portugal agradece. Em baixo encontra as várias listas de reprodução sobre temas específicos, basta clicar na faixa dos vídeos ou no nome da lista e será encaminhado para essa mesma lista de vídeos. Neste outro link será direccionado para a página principal do canal.

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2014/07/canal-do-youtube-que-denuncia-corrupcao.html#ixzz4ZddbRrd2

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Banqueiros, os monarcas da sociedade, coroados pelos governos?
Como os bancos romperam o contrato social ao promoverem os seus interesses particulares.
Não era previsível que os bancos fossem assim. Qual será o seu futuro – e qual deverá ser o papel financeiro dos governos?
A relação, inerentemente simbiótica, entre bancos e governos foi recentemente subvertida. Na época medieval, os banqueiros ricos emprestavam aos reis e aos príncípes, que eram os seus maiores clientes.
DEPENDENTES DO ESTADO - Mas agora são os bancos que estão necessitados e dependentes dos governos para se aprovisionarem, como durante os resgates pós-2008, que os salvaram de uma falência causada pelos seus maus empréstimos ao sector privado e pelos jogos especulativos.
CHANTAGEM - Ainda assim, os bancos continuam a intimidar os governos – não por terem dinheiro em caixa, mas sob a ameaça de uma falência que arrastaria consigo toda a economia, caso não lhe seja dado um controlo completo da política fiscal, dos gastos e do planeamento económico público.
ROUBO - Este processo é a "privatização dos ganhos e a socialização das perdas.
É uma parceria na qual um dos parceiros rouba o outro.

A alta finança corrompeu as agências de regulação, falsificou a contabilidade através de truques e financiou as campanhas dos seus apoiantes para desactivar a fiscalização pública. O resultado foi deixar os bancos controlar a forma como a economia distribui o seu créditos e os seus recursos.
Se algo há de positivo na actual crise da dívida, é que ela torna impossível a manutenção da presente situação e das suas tendências.

Outrora, as actividades dos bancos eram conhecidas de todos. Os bancos recebiam depósitos e emprestavam-nos, pagando menos ao depositantes do que cobravam em juros por empréstimos de risco ou com pouca liquidez.
SEGURAR O LUCRO O risco era suportado pelos banqueiros, e não pelos depositantes, nem pelo governo. Hoje em dia, trata-se cada vez mais de emprestar quantias irresponsáveis a especuladores que as usam para actividades comercias de curto prazo. As crises financeiras aprofundaram-se e começaram a afectar camadas mais amplas da população à medida que a pirâmide da dívida disparou e que a qualidade do crédito se afundou até à categoria tóxica do "empréstimo trapaceiro".
MOLDAR A LEI - Com o passar do tempo, os bancos procuraram sempre anular a vigilância reguladora, ao ponto de descriminalizar a fraude.

O desmantelamento das tentativas públicas de orientar a banca no sentido da promoção do crescimento económico (e não apenas no sentido de enriquecer os banqueiros) permitiu aos bancos transformarem-se em algo que ninguém previa. Os seus maiores clientes são outras instituições financeiras, seguradoras e imobiliárias – e não empresas industriais.
Desde 2008, os resgates públicos têm eliminado os maus empréstimos da contabilidade do bancos, com elevadíssimos custos para os contribuintes – cerca de 13 mil milhões de dólares nos Estados Unidos, e ainda mais, proporcionalmente, na Irlanda e nas economias que estão agora sujeitas à austeridade para pagar a desregulação do "mercado livre".
CHANTAGEM - Os banqueiros têm a economia refém, ameaçando com um crash monetário caso deixem de ter injecções de liquidez, empréstimos dos bancos centrais quase a custo zero, hipotecas ou outras garantias necessárias aos seus jogos de casino. A política que daí resulta torna os governos demasiado fracos para ripostar.
Os maiores bancos concederam tantos empréstimos irresponsáveis que estão neste momento completamente dependentes dos estados. No entanto, tornaram-se suficientemente poderosos para fazerem o poder legislativo agir apenas em seu benefício.Os media e mesmo alguns teóricos economistas foram mobilizados para se apresentarem como especialistas, numa tentativa de convencer a opinião pública de que a política financeira deve ser deixada nas mãos de burocratas – escolhidos pelos bancos, como se nenhuma política alternativa restasse aos governos senão subsidiar almoços grátis financeiros e coroar os banqueiros como monarcas da sociedade.

O actual dilema da dívida
Dantes, o fim do jogo consistia em cancelar/perdoar parcialmente as dívidas incobráveis. Isto significava perdas para os bancos e para os investidores. Mas hoje em dia, o montante da dívida geral está estabilizado – através da transferência das dívidas incobráveis da contabilidade dos bancos para uma dívida pública, que os contribuintes têm de pagar para salvar os bancos e os seus credores das perdas.
A premissa é que estes resgates permitirão aos bancos voltar a emprestar o suficiente para permitir à economia voltar a crescer e pagar as suas dívidas.
Adivinhando o futuro, os banqueiros estão a ficar com o máximo de dinheiro dos planos de resgate e a usá-lo para comprar rapidamente a maior quantidade de propriedades tangíveis e direitos de propriedade que podem, enquanto os seus lobistas mantêm abertas as torneiras dos subsídios públicos.

Não era assim que se esperava que os bancos evoluíssem. Se os governos têm de garantir os empréstimos bancários, então também podem emprestar directamente – e receber os juros.
Efectivamente, desde 2008 que o crash da economia sobre-endividada levou os governos a tornarem-se os maiores accionistas dos maiores e mais ameaçados bancos – Citybank nos Estados Unidos, o Banco da Irlanda e o Royal Bank of Scotland na Grã-Bretanha. E ainda assim, em vez de aproveitar a oportunidade para gerir estes bancos como serviços públicos e diminuir as taxas sobre o serviços dos cartões de crédito – e, sobretudo, parar de emprestar a especuladores – os governos deixam estes bancos ser parte de um "capitalismo de casino" que se tornou o seu plano empresarial.
Os actuais governos transferem as perdas dos bancos para os seus orçamentos nacionais, impondo uma pesada carga aos seus contribuintes – enquanto deixam os banqueiros ficar com a riqueza.
Esta troca de "dinheiro por lixo" transformou a crise das hipotecas e o colapso geral da dívida num problema fiscal.

Qual deve ser o papel dos bancos?
Voltamos assim ao problema inicial: qual deve ser o pa


ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/12/banqueiros-os-monarcas-da-sociedade.html#ixzz4Zb3fNPjj

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Resumo do video.
Toda a crise teria solução, se os nossos políticos, e partidos políticos não fossem corruptos, há décadas Mas os portugueses continuam a defende-los e a atacar quem os denuncia...
"Pedro Santos Guerreiro, diretor do Jornal de Negócios, foi categórico: os canais de evasão para paraísos fiscais foram e continuam a ser protegidos pelas elites portuguesas e europeias."
1- o caos que nos arruína.
- Em 2011, 25% da riqueza produzida em Portugal, não pagou impostos.
- Num só ano, excedeu mais de metade do valor do empréstimo pedido à Troika. 43,5 mil milhões de rendimentos não tributados.
- Este tipo de evasão fiscal é perpetuado na maior impunidade, pela chamada economia oculta. Na maioria através da corrupção, de negócios ruinosos para o estado e de facturação falsa com empresas fantasmas. - - Estas fortunas, resultantes destes negócios ilícitos, são transferidos para offshores, e regressam a Portugal livres de impostos, através de complexas operações de branqueamento de capital.
- Portugal com 25% de economia paralela, está muito acima da média dos países da OCDE, que é de 16%.
- Só para termos uma ideia dos reflexos criminosos que esta situação representa na economia portuguesa, caso estes rendimentos ocultos pagassem impostos, o PROBLEMA DO DEFICIT DESAPARECIA!
- E bastava que a percentagem da economia paralela fosse semelhante à média da OCDE, para que Portugal tivesses um deficit de apenas, 3,9%
Porque os governos e partidos não resolvem este problema grave?
2 - Marinho Pinto responde "Não há vontade politica."
Há é palhaçada e folclore a fingir que querem combater estes crimes.
Os políticos são muitas vezes, antes, durante e depois dos cargos políticos, empregados das empresas que cometem estes crimes.
Basta ver os políticos que passaram pelo governo muitos já trabalhavam nessas empresas e outros, depois de sair dos governos, voltaram para essas empresas. Mesmo sem experiência nenhuma de gestão. Mas vão para administradores, pois negociaram em nome do estado, voltuosos interesses públicos.
Isto deveria originar um inquérito parlamentar, se tivéssemos um parlamento a sério, mas não temos, temos é um parlamento infiltrado por pessoas ao serviço desses jogos e desses interesses ocultos.
A quantidade de pessoas no parlamento, que patrocinam directamente interesses privados, com as leis que se produzem no parlamento, é um ESCÂNDALO EM PORTUGAL. Mas ninguém se escandaliza.
Aliás a única preocupação dos políticos e mesmo dos portugueses, é atacar e desacreditar as pessoas que denunciam isto.

3 - Em 2004 o vice presidente do Banco Mundial, que esteve em Portugal, disse que se não fosse a corrupção, nós poderíamos ter um índice de desenvolvimento económico, semelhante à Finlândia.

Em Portugal o capital não paga impostos, nem as grandes fortunas, só o trabalho é que paga impostos.
O problema em Portugal, que faz com que tudo continue a evoluir neste sentido, é que todos se preocupam em desacreditar, criticar e silenciar os poucos que denunciam a corrupção, por isso o grande mal será sempre o silêncio das pessoas honestas.
Já todos sabemos que o rei vai nu, mas será que vale a pena alguém avançar e dizer -
O rei vai nu? Ou que isto é uma choldra?

4 - Marinho Pinto desvenda mais uma arma poderosa que eles, os corruptos, criaram para se proteger do povo e da justiça. Os tribunais arbitrais.
Tal como criaram as offshores para fintar as finanças, também os tribunais arbitrais foram criados para corromperem a justiça.
Veja bem o descaramento descrito nas palavras de Marinho e Pinto. O que se esconde por trás dos tribunais arbitrais, onde se ocultam os saques descarados aos portugueses. Só os muito ricos possuem dinheiro para constituir um tribunal arbitral, onde os juízes são escolhidos pelos interessados... ??? Não perca esta escandalosa explicação, da forma como eles dividem o saque.


ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/03/marinho-pinto-desmascara-quem-nos.html#ixzz4ZXoz44jX

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- 14 milhões/ano só salários de generais.
As despesas com pessoal vão absorver 55,7 por cento do orçamento do Ministério da Defesa, em 2007. Segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2007, no próximo ano os gastos consolidados com pessoal vão ascender a 1057,8 milhões de euros, um valor que representa mais de metade de uma despesa total de 2046,6 milhões de euros.
A despesa com a aquisição de equipamentos militares, não ultrapassa os 311,6 milhões de euros, uma verba muito inferior aos gastos de 1057,8 milhões de euros em despesas com pessoal.
MARINHA
Tem um efectivo de 10 340 homens: estão no Quadro Permanente (QP) 1490 oficiais, 2390 sargentos e 3660 praças. No Regime de Contrato (RC) estão 2800 homens.
EXÉRCITO
Tem um efectivo de 21 965 militares: estão no QP 2915 oficiais e 4190 sargentos. Em RC estão 14 860 homens.
FORÇA AÉREA
Tem um efectivo de 7520 homens: estão no QP 1510 oficiais e 2380 sargentos. Em RC estão 3630 militares. fonte
"A Marinha conta com mais almirantes no activo e na reserva em efectividade de serviço do que o número de navios em actividade operacional. Ao todo, no final de 2008, existiam 52 almirantes em situação efectiva de serviço, um número superior aos 40 navios operacionais referidos no relatório e contas do Ministério da Defesa de 2007. No total de 40 navios, 24 são lanchas de fiscalização, fragatas e corvetas." fonte

Uma análise realizada pelos americanos ás forças armadas portuguesas, ridicularizou o despesismo, a incompetência e a inércia.
"Um país de generais sentados
"Há uma cultura nas Forças Armadas em que, quase sempre, a melhor decisão que se pode tomar é não tomar decisões, dizem os americanos. Até para uma banda tocar é preciso autorização de topo.
Como a maioria dos aliados da NATO, Portugal encontra-se abaixo do padrão oficial que determina 2% do PIB para o orçamento de defesa. Portugal está nos 1,3 por cento e gasta esse dinheiro de forma imprudente. Portugal tem mais generais e almirantes por soldado do que quase todas as outras forças armadas modernas: 1 para cada 260 soldados. Em comparação, os Estados Unidos têm um rácio de 1 para cada 871 soldados". Mais: existem ainda "170 generais adicionais que recebem o ordenado por inteiro enquanto se mantêm inativos na reserva". Fonte

"EUA dizem que Portugal compra “brinquedos caros e inúteis” por “orgulho” “No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e acções do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O ministério compra armamento por uma questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos (actualmente atrasados) e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)”, lê-se num pequeno parágrafo a meio do telegrama de seis páginas citado pelo Expresso." fonte
De notar que por questões de segurança as compras hiper-milionárias do ministério da defesa estão, por lei, isentas de concurso público? (Segredo militar?) Ficará assim mais claro porque razão se efectuam tantas compras inúteis e com casos de corrupção neste mesmo sector?

NOTICIAS NO FINAL DE 2012
- "Forças de segurança vão receber um aumento de 10,8% OE 2013.
Miguel Macedo garante aumento na ordem dos 10,8% para PSP, GNR e SEF O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, disse hoje que as forças e serviços de segurança vão receber, em conjunto, um aumento de 10,8 por cento em 2013."
- "Portugal é o terceiro país da Zona Euro com mais polícias.
Portugal está na frente do pelotão europeu em duas vias: despesa pública com segurança e ordem pública e número de polícias por habitante. No primeiro caso, o Estado português é apenas ultrapassado pelo eslovaco na dimensão dos seus gastos nesta área, com 2,4% do seu Produto Interno Bruto (PIB) aí alocado, o que compara com 1,8% na média da Zona Euro."
- "A despesa de Portugal com Defesa é superior à média da Zona Euro ultrapassando-a no pagamento de salários e nos consumos intermédios."
- Portugal tem em efetividade de funções cerca de 190 generais, dos quais quase mais de 60% exercem cargos em organismos fora das Forças Armadas. Por ano, a despesa com as remunerações desses militares ascenderá a 11 milhões de euros. Caso o Governo dê aprovação à proposta do Conselho de Chefes de Estado-Maior para a promoção de 30 generais em 2013, é provável, segundo fontes do setor, que alguns dos militares com esse posto possam vir a ser colocados na situação de supranumerário.fonte
Segundo a Wikipédia - Esta categoria contém as seguintes 3 subcategorias (de um total de 3).
A [×] Almirantes de Portugal‎ (70 P) - G [×] Generais de Portugal‎ (240 P) - M [×] Marechais de Portugal‎ (32 P)
- Salários disparam na GNR. O novo regime remuneratório dos militares da GNR, prevê um aumento de 5,5 por cento no Suplemento por Serviço nas Forças de Segurança, que passará a ser de 20 por cento da remuneração base mensal. A este aumento

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/exercito-nao-esta-em-crise-vai-de-vento.html#ixzz4ZPrM0cYD

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Duarte Lima, mesmo quando esteve "preso", roubou mais 6 milhões aos portugueses.
Se todos sabemos que Duarte Lima deve milhões de euros aos portugueses, devido ás dividas que deixou no BPN, como é possível a justiça portuguesa, o estado português e o governo português, permitirem que ele possua a liberdade de continuar a vender e a desfazer-se do seu património, que é nosso? E ao desbarato? (DUARTE LIMA OBTÉM PERDÃO DE DIVIDA, NOTICIA DE HÁ 2 DIAS)
"Duarte Lima vende casa no Algarve por 6,5 milhões
Duarte Lima, ex-deputado do PSD que está em prisão domiciliária pela compra de terrenos em Oeiras que lesaram o BPN em 53 milhões de euros, vendeu a luxuosa casa na Quinta do Lago, no Algarve, por 6,5 milhões de euros. O negócio foi realizado em Maio com o aval do Ministério Público (MP).
Ao que o CM apurou, a sociedade offshore Birdwells – cuja titularidade já tinha sido transferida para o filho do político, Pedro Lima, em 2009 – foi vendida a 23 de Maio a um cidadão holandês. O valor escriturado situou-se em 6,5 milhões de euros, sabe o CM, bastante abaixo do valor inicialmente pedido por Duarte Lima.
O também advogado tinha colocado o imóvel à venda antes de ser detido, um dos motivos pelos quais o MP admitiu o elevado risco de fuga do País. À época, a luxuosa mansão na Quinta do Lago estava avaliada em dez milhões de euros.
O CM sabe que Duarte Lima pediu autorização ao Ministério Público para avançar com a venda do imóvel, tendo inclusivamente entregue 500 mil euros do negócio para liquidar o valor da caução imposta pelo juiz Carlos Alexandre ao filho, Pedro Lima.
Na acusação do Ministério Público contra o ex-deputado do PSD pela compra dos terrenos sobrevalorizados de Oeiras com financiamento do BPN ao fundo Homeland, o procurador Rosário Teixeira sustenta que, através da conta no BPN da Birdwells, "Duarte Lima obteve financiamento para a aquisição do terreno onde viria a ser construída a vivenda" da Quinta do Lago. O crédito ascendeu a 2,25 milhões de euros.
Para o MP, "os pagamentos indevidos por via da encenação de preços montada ao Homeland foram utilizados por Domingos Duarte Lima para pagar os juros devidos por empréstimos bancários anteriores e de que tinha aproveitado em sede pessoal".
A Birdwells, relata a acusação, foi ainda utilizada para fazer o pagamento de serviços de jardinagem na mansão.
O antigo presidente do BPN José Oliveira e Costa vai a julgamento num novo processo relacionado com a gestão do banco pelo crime de falsificação de documentos na concessão de empréstimos através do Banco Insular (BI).
O juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal, Carlos Alexandre, decidiu ontem emitir um despacho de pronúncia do ex-banqueiro e de outros arguidos – António Franco, ex-administrador do BPN, Vaz Mascarenhas, ex-presidente do Insular, e Ricardo Pinheiro, ex-director de operações do BPN. No processo que agora segue para julgamento, o primeiro a chegar à barra do tribunal além do processo principal, está em causa a concessão de empréstimos pelo Banco Insular de Cabo Verde – propriedade do BPN – com ‘cartas de opção de retoma de créditos’ associadas. Essas mesmas cartas obrigavam o BPN a assumir a responsabilidade pelos financiamentos. Na óptica do Ministério Público, a emissão destes documentos servia apenas para enganar as autoridades de supervisão de Cabo Verde, dando a ideia de que os créditos estavam garantidos. O esquema resultou num prejuízo para o banco de 185 milhões de euros.
INSTRUÇÃO PEDIDA EM 20 DIAS
A defesa dos seis arguidos do caso dos terrenos de Oeiras pode pedir a abertura da instrução – um dispositivo legal que permite aos acusados tentarem evitar a ida a julgamento – no prazo de vinte dias a contar da data da notificação da acusação.
BLOCO ACUSA PSD
O líder do BE, João Semedo, afirmou ontem em Lisboa ter "fortes razões" para "admitir" que "muitos milhões que circularam entre o BPN e a sua clientela favorita" serviram para financiamento partidário e de campanhas eleitorais, concretamente do Partido Social Democrata (PSD). fonte
Mais sobre o personagem tenebroso
Duarte Lima, um passado que envergonha o Al Capone
Duarte Lima, a origem do mal.
BPN, o self-service do dinheiro de Duarte Lima
Mas Duarte Lima não é o único protegido pela justiça...

30 - Tribunal protege Oliveira e Costa. Juíza indefere arresto de bens ao banqueiro e à sua mulher.
O antigo presidente do banco que gerou prejuízos superiores a dois mil milhões de euros aos contribuintes.
Em causa está o arresto de bens de montante superior a 214 mil euros, relativos a PPR e investimentos financeiros em sociedades detidas pelo BPN, que foram descobertos desde o final de 2010. ARTIGO COMPLETO.

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/02/duarte-lima-mesmo-preso-rouba-mais-6.html#ixzz4ZJWkjqvj

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Não convém que os eleitores o saibam e pouca informação é fornecida sobre a abstenção, mas o povo já devia ter percebido isso há muito tempo, bastaria olhar para o passado. A abstenção elevada tem protegido a corrupção, e desviado os indignados para a abstenção para que não possam utilizar o voto, contra os corruptos.
O povo acredita que o voto nulo, branco e a abstenção possuem um significado e poder e vivem nessa ilusão, utilizando estas opções para mostrar o seu descontentamento, a sua revolta e indignação, quando na realidade estão é a esgotar os seus esforços na nulidade. Assim, quando os cidadãos estão indignados com os crimes e o desempenho do PS, PSD e CDS, optam por protestar ou indignar-se através dessas atitudes eleitorais totalmente inócuas e que eles tanto agradecem. Porque o que eles gostam é de eleitores indignados que não votem contra eles.
A abstenção é uma espécie de muro de lamentações, sem qualquer consequência.
E à medida que o descontentamento cresce os votos dos militantes e dos grupos de portugueses favorecidos pelos partidos do arco do poder, servirão sempre de garante para legitimar a sua vitória, pois os restantes eleitores jamais se lembram de votar contra eles. Fazem birra e esperam em casa, que os mafiosos do poder se comovam e abdiquem.

A abstenção é tão inofensiva para os corruptos que são eles que mantêm 1,25 milhões de abstencionistas fantasma, porque não querem actualizar os cadernos eleitorais. Será assim tão difícil perceber isso? Não acreditem em falsos activistas que convencem as pessoas a não escolher nada, porque esses apenas querem que os que escolhem PS/PSD/CDS mesmo com poucos votos, ganhem eleições, por falta de adversários nas urnas. Para além de ganharem as eleições, ganham também mais deputados, pois os abstencionistas representam cerca de 117 deputados, que por falta de votos que decidam para que partido eles vão, são distribuídos automaticamente pelos 3 partidos mais votados. (video em baixo) Por isso o PSD/PS/CDS, agradecem a abstenção, duplamente.

É urgente que este cenário seja revolucionado. Que o povo comece a votar, unidos, contra eles. Que o povo se deixe de clubismos e utopias, e vote contra os que destroem o país há anos e anos, só assim será possível iniciar uma mudança em Portugal. Enquanto as pessoas continuam a imaginar e a sonhar com revoltas e revoluções e com políticos virgens e puritanos, continuaremos na mesma, por mais 40 anos. É preciso ter a noção de que o voto não serve apenas para votar a favor, mas também para votar contra, por isso nunca deixes de o usar para proteger o país e o teu futuro, da corrupção.
Procurem votar em partidos recentes, sem cadastro, sem vícios, sem passados obscuros, sem corrupção ou suspeitas de corrupção, que proponham mudar a lei eleitoral e implementar democracia participativa, e votem, façam justiça nas urnas. Não se abstenham, não os deixem impunes, mostrem que sabem quem são os maiores inimigos e corruptos de Portugal e votem contra eles, não pactuem com os de sempre. Derrubem-nos.
O esquema que tem criado um eleitorado que calado consente, é convencer os demais que calando-se/ abstendo-se, protestam.

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/11/o-poder-do-voto-voto-em-branco-e-nulo.html#ixzz4ZJRQKxqD
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A ditadura que se agiganta... A impotência do povo ou a ignorância?
O povo exige democracia e direitos mas ignorando os seus deveres de cidadania e a sua função cívica de protector da democracia. Os portugueses são pouco activos na politica e pouco cívicos. Estudos apontam que os factores que mais contribuem para a falta de participação dos portugueses na politica, são a imaturidade cívica e iliteracia politica. Aqueles que sabem o significado de democracia percebem o que quis dizer Thomas Jefferson, quando afirmou que: “O preço da liberdade é a vigilância eterna.”
O povo interessa-se pouco por politica, porque os partidos dominantes afastaram-no, e o povo não reagiu, não soube usar as armas da democracia e aceitou bovinamente. E ao afastarem-se permitiram que os políticos ampliassem o seu poder e impunidade. E o processo continua em evolução em fase bem avançada, cada vez mais evidente, mais dispendioso e mais perigoso.
É um ciclo vicioso, que lesa o povo e é portanto o povo que tem o dever e o poder de o quebrar. Como? Participando, informando-se, votando em massa contra os partidos que há 30 anos nos afastam do poder, e tomam para si, o que é nosso. Já basta de 30 anos de afastamento. Experimentem mudar.
Como quer o povo português ter direito a democracia se não a vigia?
Não a protege dos que lha querem roubar? Não a defende dos ataques constantes dos que a querem transformar numa ditadura?
É o povo que tem o dever e a função de ir ás urnas purgar a classe politica. Fazendo justiça, punindo os partidos que lesam o país, o povo e a democracia. Mas os portugueses insistem em não votar validamente, deixando impunes, nas urnas, os que já descaradamente e reincidentemente nos roubam.
Porque em Portugal ainda se ignoram as regras da democracia apesar de já vivermos há décadas em democracia, os portugueses desconhecem como se usa o voto válido e expresso, não sabem que apenas esta forma de voto, representa uma vontade... É o voto expresso a única forma de protestar contra algum partido, a única forma de criticar politicas, punir criminosos políticos, ou mostrar indignação, é apenas votando contra/favor que é escutado o cidadão lá no alto do pedestal da elite politica. O resto são filosofias e subjectividades para iludir os eleitores ingénuos, e os afastar do voto válido, pois esse sim tem poder para mudar o resultado das eleições.
Nos países com democracias mais evoluídas e maduras e com povos mais cívicos, a corrupção sucumbe perante o poder punitivo e devastador do voto. Na Suécia 90% dos eleitores votam. Não é por milagre que a corrupção definha, não, nem é porque eles possuem melhores leis... é apenas porque prezam a democracia, zelam por ela, e nas urnas, não perdem a oportunidade de punir os corruptos a quem não perdoam o mínimo deslize.

Mas em Portugal o povo continua inerte... acredita que desprezar a politica, e abster-se é que é punir os corruptos, e os corruptos agradecem esta ignorância, que há 30 anos os elege os fortalece e incentiva a prosseguir e a ir cada vez mais longe.
A democracia perde o sentido... o povo perde o poder e as defesas, a ditadura paira no ar, como um abutre, à espera que a vitima deixe definitivamente de estrebuchar.
Porque se os governos decidirem impor uma ditadura, fingindo que é uma democracia, eles possuem os meios para o fazer.

Já nos retiraram o poder do referendo, das petições, de escolher pessoas em listas abertas, para o poder, já nos retiraram o poder de travar saques descarados como o BPN e o BES, de decidir travar desfalques como as PPP... só falta retirarem o voto ou tornarem-no inútil. O voto é ainda a única arma que dispomos para mostrar que estamos atentos e que temos poder... somos 10 milhões, caramba. Não haverá gente lúcida e com coragem para exterminar de vez os partidos que se apoderaram da assembleia da republica? Não existirão em Portugal pessoas suficientemente revoltadas e indignadas, para votar em massa contra os partidos que há 30 anos nos roubam e enganam? 56% de votos desperdiçados em abstenção nulos e brancos, não chega para percebermos que temos que usar o voto e não desperdiça-lo?
abstenção voto branco nulo lei eleitoral
A ditadura disfarçada está a instalar-se... as manifestações são desprezadas, o desassossego é abafado... a indignação contra os crimes descarados é anestesiada, já não somos escutados, atendidos ou respeitados.
Acha que ter liberdade de expressão mas ser desprezado é democracia? Democracia é expressar-se e ser ouvido. É ser atacado e poder defender-se. É ser roubado e poder travar os criminosos. É ter ferramentas para se defender democráticamente.
Por isso pense bem nas próximas eleições, quando mais uma vez desprezar o último sopro de democracia que lhe sobra, O VOTO... USE-O para exterminar os partidos que nos estão a roubar a democracia.

Não existe prisão mais eficaz e duradoura, que a falsa ilusão de liberdade.


ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/03/sabia-que-portugal-vive-numa-ditadura.html#ixzz4ZEMnOUFs

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Sócrates hipotecou as finanças públicas até 2035.
O Estado assumiu os riscos e aos privados permitiram-se todos os ganhos.
José Sócrates foi, de entre os maus governantes que temos experimentado, dos que mais danos causaram ao país.
A sua governação fica marcada por casos de corrupção e pela promiscuidade entre interesses privados e gestão pública.
O facto de hoje Sócrates ser perseguido pela Justiça não surpreende. O que admira é que os seus cúmplices ainda não tenham sido incomodados.
Foi Sócrates quem levou o país à bancarrota, não por má gestão ou pela crise internacional, mas porque celebrou negócios ruinosos para o Estado.
Foi no seu consulado que se contratou a maioria das parcerias público-privadas (PPP).
Neste modelo de negócio, o Governo garantiu aos seus concessionários rentabilidades milionárias a troco de risco... zero!
O Estado assumiu todos os riscos e aos privados permitiram-se todos os ganhos.
Com as PPP, Sócrates hipotecou as finanças públicas até 2035.

Foi ainda da sua responsabilidade a estatização do BPN, banco que integrava o grupo SLN (Sociedade Lusa de Negócios). Este grupo gravitava na órbita do PSD de Dias Loureiro e Oliveira e Costa, mas foi nacionalizado por Governo do PS, que propôs a sua estatização, assumindo prejuízos de cerca de sete mil milhões. Nesta operação, os acionistas da SLN mantiveram intacto até hoje o seu património milionário.
Ao longo desses anos, Sócrates beneficiou despudoradamente alguns grupos económicos.
Saído do Governo, e sem quaisquer rendimentos pessoais, o ex-primeiro-ministro ostentava uma vida de opulência, vivendo na zona chique de Paris, deslocando-se em carros de luxo. Quem lhe garantia os recursos económicos eram empresários ligados ao grupo Lena. Grupo que, no tempo dos Governos de Sócrates, tinha deixado de ser um grupo empresarial de média dimensão, para ascender à condição de maior fornecedor do Estado.
A Justiça decidiu – e bem! – investigar estas trocas de favores. Sócrates será, em breve, acusado e julgado. Seja qual for o veredicto, e independentemente da forma como passar à história (como vilão ou como vítima), para mim Sócrates será sempre culpado pelo enorme dano que causou a Portugal. Paulo Morais

O Estado assumiu os riscos e aos privados permitiram-se todos os ganhos.

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/11/ha-40-anos-que-os-governos-lesam-o.html#ixzz4Z8B9e2Y8
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