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#PESQUISA365 Informações Inteligentes
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#NotíciasDePesquisas 📉📊
Poupar dinheiro não é um hábito do consumidor brasileiro, nem mesmo entre aqueles que têm renda maior. É o que diz o Indicador Mensal de Reserva Financeira.

Acompanhe mais notícias de pesquisas:
👉 http://www.pesquisa365.com.br/brasileiro-nao-tem-o-habito-de-poupar-segundo-pesquisa/
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👉📊 Uma pesquisa inédita feito pela Ideia Big Data para o Brazil Institute do Wilson Center, aponta um descrédito da população brasileira com o Congresso, a falta de interesse com o Legislativo e expectativas de poucas mudanças com as eleições de novembro. O levantamento, obtido com exclusividade pelo GLOBO, aponta que 72% dos eleitores escolheram temas relacionados à honestidade como prioridade na hora de votar em seus deputados e senadores.

— Trabalho há quinze anos com pesquisas de opinião e nunca vi uma liderança tão forte de temas relacionados à honestidade na cabeça dos eleitores — afirmou Maurício Moura, presidente da Ideia Big Data.

O levantamento foi feito com 5.003 pessoas em 37 cidades brasileiras entre os dias 9 e 13 de janeiro e será base para um debate que o Brazil Institute promove na manhã desta quarta-feira no Wilson Center com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Em uma pergunta aberta (sem sugestões de respostas), 38% dos eleitores indicaram que o mais importante para seu voto é a honestidade do candidato ou o fato de ele não ser corrupto. A pesquisa mostra ainda que 13% dos entrevistados apontaram a transparência; 11% optaram por “estar fora das acusação da Operação Lava-Jato”; e 10% disseram que o seu candidato tem de ser novo ou de fora da política.

Moura afirma que todos estes itens estão conectados com a questão da honestidade.

Na sequência das respostas, aparecem como prioridade experiência e grandes propostas (cada tema teve 5% das citações); ser da localidade do entrevistado (4%); entender os problemas do eleitor e representar os pobres (3% das citações cada um dos temas); e trabalhar duro e ser inteligente (2% para cada um). Outras respostas somam 4% do total.

A IMAGEM DO CONGRESSO

Uma série de perguntas confirma o desencanto dos brasileiros com o Congresso. Quase um em cada três entrevistado — 73% — disseram não concordar com a expressão “O Congresso Nacional está trabalhando pelos brasileiros acima de outros interesses”, contra 22%, que disseram não saber, e apenas 5%, que concordaram com a afirmação.

Em outro item da pesquisa, 84% não concordaram com a frase “o Congresso representa o povo brasileiro”. Por outro lado, 79% dos entrevistados disseram não se lembrar em quem votou em 2014. Dos 21% que lembram, 85% admitiram que não acompanham seu trabalho, contra apenas 15% que seguem seus legisladores. O levantamento ainda aponta que 39% dos entrevistados espera que a futura formação do Congresso após a eleição em outubro será igual à atual, 35% melhor e 26%, pior.

— A princípio, essa resposta pode indicar um otimismo, mas não: como a imensa maioria da população não se sente representada pelos congressistas, temos que somar as respostas dos que esperam que (a representatividade) vai piorar com os que acham que continuará na mesma, o que indica que 65% dos eleitores estão pessimistas — disse Moura.

A pesquisa aponta que a população também está cética sobre a aprovação da Reforma da Previdência: somente 26% acreditam que ela será aprovada em 2018, contra 55% que não acredita que ela passará e 19% dos que disseram não saber. Somente 22% colocam a mudança no sistema de aposentadoria e pensões como prioritária, abaixo da reforma política (59%), mas acima da reforma tributária (13%).
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👉📉 Em outubro de 2018 os brasileiros irão às urnas mais uma vez a fim de escolher um novo representante para Presidente da República. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pesquisaram quais são as características desejadas para o próximo presidente na opinião dos brasileiros e também a lista de prioridades para aquele que vencer a disputa. O levantamento mostra que para 47% dos brasileiros o combate à corrupção deve estar na lista de principais prioridades do novo governante – já 39% citaram o investimento na saúde e 33% o investimento na educação. Em seguida aparecem a segurança pública (32%) e a geração de empregos (29%).

Ao avaliar como deveria ser o próximo presidente, 70% desejam que seja alguém que realize projetos de melhorias para a população na saúde e educação e em obras de infraestrutura. Entre as principais características pessoais que são determinantes para que votem em um candidato estão a honestidade (50%), ser alguém que cumpre o que promete (35%) e que saiba abrir mão dos seus interesses particulares em benefício dos interesses da população (32%).

Já a maior parte dos entrevistados (63%) afirma que não votaria de forma alguma em um candidato envolvido em escândalos de corrupção e 34% jamais votariam em alguém distante da população e que não conhece os problemas do povo.

“Tudo vai continuar a mesma coisa”: 47% estão indiferentes em relação às eleições

A pesquisa mostra que 47% dos brasileiros estão atualmente indiferentes com a eleição presidencial de 2018, por acreditarem que tudo continuará a mesma coisa. Outros 26% estão otimistas, acreditando que as coisas vão melhorar e 16% estão pessimistas.

Entre os que acreditam na melhora do país após as eleições, os principais motivos são a crença de que o próximo presidente poderá tirar o Brasil da crise (47%) e porque os políticos e empresário corruptos estão sendo presos (34%).

Entre os que acham que as coisas vão piorar depois das eleições, os principais motivos são considerar que o povo brasileiro não sabe votar nem cobrar seus governantes a realização das promessas feitas (50%), porque os principais políticos e empresários envolvidos em corrupção não foram presos ou punidos (49%) e porque mesmo com as prisões e investigações já realizadas a corrupção não acabou (44%).

A nota média para a esperança de que o Brasil vai melhorar depois das eleições é de 5,6, em uma escala de 0 a 10.

Somente 6% dos brasileiros esperam continuidade das atuais diretrizes do presidente

Ainda que um percentual expressivo dos entrevistados esteja indiferente a respeito do presidente da república a ser eleito em outubro, sete em cada dez entrevistados esperam que o novo governante faça uma grande mudança em relação ao que vem sendo feito (74%). Outros 20% desejam mudanças, mas também querem a manutenção de alguns programas e reformas e somente 6% esperam continuidade às diretrizes do atual presidente.

“Não há consenso total entre os brasileiros em relação às reformas estruturais em andamento no país, de acordo com a pesquisa”, afirma o superintendente do SPC Brasil, Flávio Borges. “Algumas são consideradas fundamentais e deveriam prosseguir, enquanto outras são tratadas com menos importância – sendo que, neste caso, boa parte dos entrevistados pensa que o melhor seria o presidente eleito em 2018 interrompê-las, ou então continuar com elas, desde que haja correções de rumo”.

Em relação às medidas e reformas que já estão em andamento:

Reforma Trabalhista

– 47% a consideram pouco ou nada importante e 46% importante ou muito importante;
– 58% acreditam que o próximo presidente deve continuar com a reforma; mas 49% avaliam que a proposta precisa de ajustes;
– 31% acreditam que a reforma deve ser paralisada.

Reforma da Previdência

– 49% a consideram pouco ou nada importante e 45% importante ou muito importante;
– 58% acreditam que o próximo presidente eleito deve continuar com a reforma; mas 50% acreditam que a proposta precisa de ajustes.
– 31% acreditam que o próximo presidente deve paralisar a reforma.

Reforma Política

– 66% a consideram importante ou muito importante e 27% a consideram pouco ou nada importante;
– 73% acreditam que o próximo presidente eleito deve dar continuidade a reforma; mas 60% esperam que a proposta tenha ajustes;
– 11% acreditam que o próximo presidente deve paralisar a reforma.

Mudanças na Política Econômica

– 66% consideram as mudanças na política econômica importante ou muito importante e 25% consideram as mudanças pouco ou nada importante;
– 72% acreditam que as mudanças devem continuar, principalmente com grandes ajustes (59%);
– 12% acreditam que o próximo presidente deve paralisar as mudanças.

Metodologia

O SPC Brasil entrevistou 682 pessoas, entre 27 de novembro e 07 de dezembro de 2017, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.
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📊 Responda 8 perguntas sobre a administração do atual governador do Amazonas: https://pesquisa.fbapp.io/governo-amazonino
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😲 A pena de morte é proibida no Brasil desde a Proclamação da República, em 1889. A única exceção prevista pela Constituição brasileira é “em caso de guerra declarada” pelo presidente e referendada pelo Congresso Nacional.
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👉 http://bit.ly/Palamentares_ChefesExecutivos

📈📊 Com 39 páginas, o estudo incluiu também as fanpages do governador Amazonino Mendes e do vice-governador Bosco Saraiva, bem como do prefeito Arthur Virgílio Neto e do vice-prefeito Marcos Rotta.
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👉📊📈 http://bit.ly/Portais-jornais-sites-Jan2018

O Núcleo de Inteligência Digital (NID) da #PESQUISA365 realizou um monitoramento para identificar quais os portais, blogs e sites de notícias do Amazonas que possuem maior interação com seus seguidores no Facebook. O período de captação dos dados foi de 1º de novembro a 31 de dezembro de 2017.
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💰💲💸 85% dos brasileiros tiveram que fazer cortes no orçamento em 2017 e 31% temem não conseguir pagar as dívidas este ano. Corrupção e crise econômica são os problemas do país mais citados a serem resolvidos em 2018

Os brasileiros chegam ao fim de 2017 com a sensação de que o auge da recessão mais grave enfrentada pelo país já ficou para trás. Porém, ainda é tempo de contabilizar perdas e mudanças na gestão do orçamento familiar impostas pela crise. Assim, 2018 traz otimismo, mas também cautela. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pesquisaram quais são as expectativas e projetos dos brasileiros para 2018 e mostram que, mais da metade dos brasileiros (54%) estão mais otimistascom o cenário econômico de 2018 e 58% acreditam que a sua vida financeira também será melhor. A pesquisa mostra que as principais metas financeiras para este ano são juntar dinheiro (45%) e sair do vermelho (27%).

Porém, em uma nota que vai de 1 a 10, onde 1 é muito ruim e 10 é muito bom, a expectativa para a economia brasileira para 2018 é de 5,7 e a da vida financeira pessoal é de 6,7. Entre os que acham que a situação da economia vai piorar (13%), as principais consequências serão ter de evitar gastos com coisas desnecessárias para guardar dinheiro (54%), comprar menos (45%) e ficará mais difícil de economizar e fazer reserva financeira (41%). Já 19% acreditam que o cenário econômico em 2018 será igual a 2017.

Como medida para superar os problemas decorrentes da crise econômica em 2018, a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito (26%), organizar as contas da casa (25%) e aumentar a renda fazendo trabalhos extras (22%).

De acordo com o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a insegurança de parte significativa dos brasileiros é resultado de uma combinação de fatores. “De um lado, o cenário de incerteza em relação a eleição presidencial que se aproxima, com alto grau de imprevisibilidade e que também afeta a percepção do mercado; do outro, a lentidão do país para superar os obstáculos que impedem a retomada da atividade econômica, situação agravada pelos níveis de desemprego ainda elevados”, afirma Pellizzaro. “Fica a impressão de que a qualquer momento é possível ter de enfrentar uma demissão, por exemplo. Isso só vai mudar a médio prazo, à medida que as pessoas forem sentindo a melhora dos indicadores econômicos no dia a dia”.

Em 2018, apesar dos problemas econômicos do país, 38% não gostariam de abrir mão de fazer uma reserva financeira, 29% não querem abrir mão dos planos de celular e internet e 23% do plano de saúde. Segundo os entrevistados, os principais fatores que podem influenciar o aumento do seu consumo no ano que se inicia são o preço dos produtos (47%), as promoções (40%) e a melhora na economia (32%).

O levantamento do SPC Brasil mostra ainda que em 2018, pensando na vida financeira, 44% pretendem fazer alguma reserva, 14% querem financiar uma casa própria e 12% pretendem financiar um automóvel.

Entre os principais temores para 2018 estão possíveis problemas de saúde (40%), ser vítima de violência ou assalto (32%) e não conseguir pagar as dívidas (31%). A corrupção foi lembrada, sendo para 86% dos brasileiros, o problema mais importante do País a ser resolvido em 2018, seguida pela crise econômica (61%), a violência(58%), saúde (47%), educação (41%), e o desemprego (37%).

Retrospectiva 2017: 85% dos brasileiros tiveram que fazer cortes no orçamento

Se 2018 começa com boas expectativas para a economia do Brasil e para a vida financeira pessoal, o ano que passou deixou más lembranças na vida dos consumidores: para 55% dos entrevistados a economia piorou em 2017 se comparada a 2016 e apenas 13% acham que ela melhorou.

Considerando as finanças pessoais, quatro em cada dez (41%) afirmam que também piorou na mesma base de comparação. Dentre os principais motivos, os mais citados são o aumento do valor de produtos e serviços sem o aumento paralelo dos rendimentos (55%), a diminuição da renda familiar (31%) e o endividamento (28%). Entre os 20% que acreditam que melhorou, os principais fatores são ter conseguido organizar o orçamento (36%), porque mais pessoas da casa estão trabalhando (20%) e porque seus negócios prosperaram (18%).

A pesquisa mostra que 85% tiveram que fazer cortes ou ajustes no orçamento em 2017, principalmente as refeições fora de casa (63%), a compra de itens e vestuário, calçados e acessórios (56%), e itens supérfluos de supermercado (49%).

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o aumento dos níveis de consumo estará em grande parte associado à criação de postos de trabalho e à melhora da atividade econômica, como um todo. “O consumo está começando a reagir, mas a intensidade dessa reação dependerá da volta dos investimentos e das políticas de combate ao desemprego. Só assim a confiança do consumidor poderá ser reestabelecida”, avalia.

Dívida dos brasileiros inadimplentes em 2017 chegou ao valor médio de R$ 3.902

Ao final do ano de 2017, aproximadamente 59,9 milhões de brasileiros estavam negativados, segundo estimativa do SPC Brasil. Entre os consumidores que ficaram com o nome sujo ao longo de 2017 (17%), 81% possuem parcelas no cartão de crédito pendentes, 69% estão com dívidas vencidas no cartão de lojas e 67% com parcelas pendentes em carnês ou boletos. As contas que estão a mais tempo sem pagar são as parcelas do cartão de crédito (9 meses, em média) e as dívidas do cartão de lojas (média de 8,6 meses). E as que estão a menos tempo são as contas do telefone (2,7 meses) e a de água e luz (1,6 meses).

Em média, o valor total da dívida em atraso é de R$ 3.902, entretanto, 57% não souberam declarar o valor. Cerca de 34% pretendem limpar o nome, mas não têm uma previsão definida. Entre quem pretende limpar o nome em 2018, a média de tempo prevista para efetuar os pagamentos e sair da lista de negativados é de quatro a cinco meses.

Para a economista, os brasileiros tiveram que fazer sacrifícios e mudanças para lidar com a crise, o que impactou diretamente os hábitos de consumo. “Muitas pessoas viram suas contas fugirem ao controle, ocasionando o endividamento e uma série de dificuldades financeiras. Ao mesmo tempo, aqueles que planejaram os gastos e organizaram as finanças atravessaram este período de forma menos atribulada. Essa atitude faz toda a diferença na gestão das contas o dia a dia”, explica Kawauti.

Em relação ao emprego, 35% consideram-se estáveis em seus cargos. Entre os 19% que estão desempregados atualmente, 49% estão nessa situação há mais de um ano, sendo a média de 10 meses sem trabalho.

74% realizaram pelo menos um projeto que tinham para 2017

O levantamento ainda mostra que 74% conseguiram realizar pelo menos um projeto que tinham para 2017, sendo que os principais são: cuidar da saúde (24%), ter mais tempo livre para o que gostam (15%) e poupar dinheiro (13%).

Já 94% não conseguiram realizar pelo menos algum projeto que haviam planejado para o ano passado, principalmente juntar dinheiro (35%), fazer uma grande viagem (25%) e conseguir pagar as contas atrasadas (25%). Perguntados sobre os motivos para não conseguirem cumprir estes os planos, os preços altos (41%), a quantidade restrita de dinheiro já direcionada ao pagamento das contas mensais (41%), o desemprego (18%) e a falta de organização financeira (17%) foram os mais citados.

Metodologia

O SPC Brasil entrevistou 682 pessoas, entre 27 de novembro e 07 de dezembro de 2017, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

http://www.pesquisa365.com.br/principal-meta-dos-brasileiros-para-2018-e-juntar-dinheiro-mostra-pesquisa-do-spc-brasil-e-cndl/
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🔖💰 A maioria (67%) da população também vê mais prejuízos que benefícios na venda de companhias brasileiras para grupos estrangeiros.
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👉📊 https://goo.gl/ZbiY3f
O levantamento ainda aponta que 51% dos brasileiros consideram que o tema “como acabar com a corrupção” é pouco discutido no País, apesar do avanço da Lava Jato.
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