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Imagem Astronômica do Dia (APoD)
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Descubrindo o Cosmos!
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Cometa Lovejoy através das ruínas do Castelo Mörby
Créditos e direitos autorais : P-M Hedén (Clear Skies, TWAN)
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131204.html

Este novo cometa é um tanto fotogênico. O Cometa Lovejoy, descoberto há apenas três meses, foi fotografado através das ruínas do antigo Castelo Mörby na Suécia, na semana passada, exibindo uma cabeleira de brilho esverdeado e caudas estendendo-se por vários graus. As últimas semanas têm sido um período incomumente ativo para observadores de cometas desde que quatro cometas se tornaram visíveis simultaneamente com binóculos: ISON, Lovejoy, Encke, e LINEAR. O cometa C/2013 R1 (Lovejoy) está atualmente visível a olho nu de locais escuros. Enquanto a Lua Nova de segunda-feira trará pouca iluminação, os próximos dias serão uma boa oportunidade de ver o Cometa Lovejoy enquanto ele alcança seu pico de brilho. Em duas semanas e meia, o Cometa Lovejoy irá chegar à sua máxima aproximação ao Sol a uma distância um pouco mais próxima que a da distância orbital da Terra ao Sol.

#Astronomia #Cometa #LoveJoy #Astrofotografia #APOD  
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As Nuvens Coloridas de Rho Ophiuchi
Créditos e direitos autorais : Rafael Defavari
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131203.html

As muitas cores espetaculares das nuvens de Rho Ophiuchi (soa como "ô-fi-ú-qui") iluminam os vários processos que lá ocorrem. As regiões azuis brilham principalmente por luz refletida. A luz azul da estrela Rho Ophiuchi e de outras estrelas próximas reflete mais eficientemente nesta região da nebulosa que a luz vermelha. Na Terra, o céu diurno parece azul pela mesma razão. As regiões em vermelho e amarelo brilham principalmente pela emissão do gás molecular e atômico da nebulosa. A luz de estrelas azuis nas proximidades - mais energéticas que a estrela brilhante Antares - expulsa os elétrons do gás, que então brilha novamente quando os elétrons se recombinam ao gás. O marrom escuro de algumas regiões é causado por grãos de poeira - nascidos nas atmosferas de jovens estrelas - que efetivamente bloqueiam a luz emitida atrás deles. As nuvens da estrela Rho Ophiuchi, bem em frente ao aglomerado globular M4 visível acima no canto esquerdo, são ainda mais coloridas do que humanos podem ver - as nuvens emitem luz em toda a faixa de comprimentos de onda do rádio aos raios gama.

#Astronomia #APOD #M4 #nebulosa #Astrofotografia  
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O Cometa Lovejoy Ante à Galáxia M63
Créditos e direitos autorais : Damian Peach
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131202.html

O Cometa Lovejoy foi capturado passando bem em frente à galáxia espiral M63.Descoberto há apenas três meses e atualmente próximo de seu brilho máximo, o Cometa Lovejoy pode ser visto próximo à ursa Maior de lugares escuros ao norte antes da alvorada a olho nu. Um rival inesperado do Cometa ISON, C/2013 R1 (Lovejoy), visto acima, está atualmente exibindo uma grande cabeleira verde e uma bela e texturizada cauda de íons. O Cometa Lovejoy está agora retornando ao Sistema Solar exterior, mas deve continuar sendo um bom alvo para binóculos por mais algumas semanas. Em contrapartida, a galáxia espiral M63, está bem distante e espera-se que permaneça estacionário no céu e mantenha seu brilho relativo por pelo menos alguns milhões de anos.

#Astronomia #Cometa #Lovejoy #Astrofotografia #APOD  
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Um Ataque de Laser ao Centro Galáctico
Créditos e direitos autorais : Yuri Beletsky (ESO)
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131201.html

Por que essas pessoas estão atirando no centro da nossa galáxia com um laser? Felizmente, este não é o primeiro passo numa guerra Galáctica. Nada disso, os astrônomos do Very Large Telescope (VLT), no Chile, estão tentando medir as distorções da atmosfera da Terra, que está em constante mutação. O imageamento constante de átomos em grandes altitudes excitados pelo laser -- que se parecem com uma estrela artificial -- permite que os astrônomos façam instantaneamente uma medição do turvamento atmosférico. Estas informações são realimentadas no sistema de um espelho do telescópio VLT, que então é ligeiramente deformado para minimizar este turvamento. Neste caso, um dos telescópios do VLT estava observando o nosso centro galáctico, então era necessária a medição do turvamento atmosférico naquela direção. Quanto à guerra intergaláctica, quando vista do nosso centro galáctico, não se esperam mortos ou feridos. Na verdade, a luz deste poderoso laser seria combinada com a luz do nosso sol para que juntas parecessem apenas brilhantes e esmaecidas como uma estrela distante.

#Astronomia #Astrofotografia #VLT #APOD #ViaLáctea  
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NGC 1999: Ao Sul de Órion
Créditos e direitos autorais : Adam Block, Mt. Lemmon SkyCenter, U. Arizona
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131128.html

Ao sul da grande região de formação de estrelas conhecida como a Nebulosa de Órion, está a nebulosa de reflexão azul NGC 1999. Nas bordas do complexo da nuvem molecular de Órion, a cerca de 1.500 anos-luz de distância, a iluminação de NGC 1999 é fornecida pela estrela variável que está lá encrustada, V380 Orionis. A nebulosa é marcada por uma mancha escura em formato de T virado de lado, perto do centro desta ampla vista cósmica que se estende por mais de 10 anos-luz. A mancha escura já foi considerada uma nuvem de poeira obscurescente vista em silhueta contra a brilhante nebulosa de reflexão. Porém, imagens recentes em infravermelho indicam que a mancha é provavelmente um buraco soprado através da própria nebulosa por jovens estrelas energéticas. De fato, esta região é abundante em jovens estrelas energéticas que produzem jatos e jorros que criam luminosas ondas de choque. Catalogados como objetos Herbig-Haro (HH), em homenagem aos astrônomos George Herbig e Guillermo Haro, os choques aparecem em vermelho nesta cena que inclui HH1 e HH2 logo abaixo de NGC 1999. Os jatos estelares e jorros empurram o material à sua volta a velocidades de centenas de quilômetros por segundo.

#Astronomia #Astrofotografia #Universo #Nebulosa #APOD #NGC1999  
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Cometa ISON Antes e Depois
Créditos e direitos autorais : +NASA, SOHO
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131129.html

O Cometa ISON deu um rasante solar ao alcançar o periélio, sua aproximação máxima do Sol, ontem, 28 de Novembro às 18:45 UT. O cometa passou a apenas 1 milhão de quilômetros acima da superfície do Sol, uma distância menor que um diâmetro solar. Estes dois painéis seguem o ISON antes (direita) e depois de sua aproximação, registrado pelo instrumento LASCO a bordo do satélite SOHO de observação solar. A luz em excesso do Sol é bloqueada pelo disco central ocultador do LASCO, com um disco branco indicando a posição e dimensões do Sol. O brilhante cometa é visto ao longo de seu caminho na parte inferior do painel anterior, mas algo muito tênue surge próximo do painel posterior (esquerda), potencialmente uma cauda de poeira se reconstituindo dos escombros restantes da passagem de periélio do ISON.

#Astronomia #Astrofotografia #Sol #ISON #Universo #APOD #Cometa  
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Nascer do Cometa ISON
Créditos e direitos autorais : Juan Carlos Casado (TWAN, Earth and Stars)
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131127.html

Irá o Cometa ISON sobreviver ao encontro íntimo com o Sol? Aproximando-se a cerca de um diâmetro solar da superfície do Sol, o destino de um dos cometas mais incomuns dos tempos modernos finalmente será determinado. O cometa pode lançar uma enorme quantidade de gelo e poeira em forma de uma cauda bastante desenvolvida - ou desintegrar-se completamente. Infelizmente, quanto mais perto o Cometa ISON chega do Sol, mais difícil fica para telescópios convencionais verem o cometa cada vez mais brilhante no fulgor do Sol nascente. Visto no curto vídeo em tempo acelerado acima, o Cometa ISON foi capturado nascendo sobre as Ilhas Canárias logo acima do Sol da manhã há alguns dias. Se o núcleo do cometa sobreviver, a cabeleira e as caudas que ele lança podem muito bem ser visíveis nascendo antes do sol nos próximos dias ou semanas. Alternativamente, satélites observando o Sol podem documentar uma das maiores desintegrações de cometa já registradas. Fique ligado!

#Astronomia #Astrofotografia #Universo #APOD  
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Nuvem Chapéu sobre Sierra Nevada
Créditos e direitos autorais : Guido Montañés
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131126.html

Poderíamos dizer que este foi um dia de clima badalado para as montanhas de Sierra Nevada. Em Janeiro, no momento que o Sol estava se pondo acima do distrito de Albayzín em Grenada, na Espanha, uma nuvem enorme surgiu como um sino cobrindo o pico Veleta. Esse tipo de nuvem Chapéu é formada quando o ar é forçado para cima por um cume de montanha, o ar então esfria, satura com a umidade e finalmente tem sua água molecular condensando-se em nuvens de gotículas. Tais nuvens com estrutura em forma de sino são incomuns já que o ar normalmente se move horizontalmente, tornando a maior parte das nuvens achatadas na base. Ondas verticais também podem prover camadas adicionais de nuvens lenticulares, como também pode-se observar acima. Dada a extensão fugaz da enorme nuvem em conjunto com a excelente coloração momentânea do pôr do Sol, poderíamos também considerar este como um dia de badalação para um fotógrafo realizado.

#Astronomia #Astrofotografia #Universo #APOD  
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Galáxia Anêmica NGC 4921 pelo Hubble
Créditos e direitos autorais: +NASA, +European Space Agency, ESA, K. Cook (LLNL)
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131125.html

Quão longe está a galáxia NGC 4921? Embora atualmente estima-se que esteja a 320 milhões de anos-luz, uma determinação mais precisa poderia ser combinada com sua já conhecida velocidade de recessão para ajudar a humanidade a melhor calibrar a taxa de expansão do universo visível. Com esse objetivo, várias imagens foram feitas pelo Telescópio Espacial Hubble para identificar marcadores distâncias estelares chave conhecidos estrelas variáveis Cefeidas. A NGC 4921 foi informalmente apelidada de anêmica por causa de sua baixa taxa de formação de estrelas e seu baixo brilho superficial. Na imagem, é possível ver, partindo do centro, um brilhante núcleo, uma brilhante barra central, um proeminente anel de poeira escura, aglomerados azuis de estrelas recém formadas, diversas galáxias companheiras menores, galáxias não relacionadas e distantes no universo e estrelas não relacionadas da Via Láctea.

#Astronomia #Astrofotografia #Universo #APOD  
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Da Califórnia às Plêiades
Créditos e direitos autorais : Rogelio Bernal Andreo (Deep Sky Colors)
http://apod.astronomos.com.br/apod.php?lk=ap131122.html

Uma viagem astronômica da Nebulosa Califórnia até o aglomerado estelar das Plêiades percorreria apenas 12 graus no céu noturno do planeta Terra. Isso equivale à extensão angular de 25 luas cheias percorridas pelo seu telescópio, passando pelas bordas das constelações Perseu e Touro. Este amplo e profundo mosaico de imagens da região explora as nebulosas de poeira desta paisagem cósmica e cores que seriam muito fracas para que seus olhos as vissem. À esquerda, catalogada como NGC 1499, a Nebulosa Califórnia tem mesmo uma forma familiar, embora seu litoral tenha 60 anos-luz de extensão e se encontre a 1500 anos-luz de distância. O brilho pronunciadamente avermelhado da nebulosa vem dos átomos de hidrogênio ionizados pela luminosa estrela azul Xi Persei, logo à direita. Na extremidade direita, o famoso aglomerado estelar das Plêiades está a cerca de 400 anos-luz de distância e tem cerca de 15 anos-luz de uma ponta a outra. Sua espetacular coloração azul deve-se ao reflexo da luz estelar na poeira interestelar. Entre os dois extremos encontram-se as estrelas quentes da associação Perseu OB2, além de escuras nebulosas de poeira ao longo da borda da vizinha e massiva nuvem molecular de Perseus.

(Legenda da foto: Tamanho da lua vista da Terra na escala 1:1)
#Astronomia #Astrofotografia #Universo #APOD  
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