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Jorge Luiz Ricardo Furtado
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Só de um ponto de vista vertical, mirando diretamente para baixo no abismo de sua própria existência pessoal, um homem é capaz de apreender
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A 'vida' parece uma formidável 'aritmética' que estamos dispostos a elaborar para nós mesmos, com todas as suas numerosas 'adições' e 'subtrações', 'divisões' e 'multiplicações' até que chegamos ao último passo: 'multiplicar por ZERO'.

Suññato lokaṃ avekkhassu
mogharāja sadā sato
attānudiṭṭhim ūhacca
evaṃ maccutaro siyā
evaṃ lokaṃ avekkhantaṃ
maccurājā na passati

'Olhe para o mundo como vazio, Mogharāja,
E, sempre vigilante, desenraíze
A visão persistente de um ego
Assim você cruzará o reino da Morte,
Pois o rei da morte não vê
Quem assim olha o Mundo (como vazio) '.

Towards Calm and Insight
(Some Practical Hints)
pág. 41


'Life' looks such a formidable 'sum' we are set to work out for ourselves, with all its numerous 'additions' and 'subtractions', 'divisions' and 'multiplications', until we come to the last step: 'multiply by NOUGHT'

Suññato lokaṃ avekkhassu
mogharāja sadā sato
attānudiṭṭhim ūhacca
evaṃ maccutaro siyā
evaṃ lokaṃ avekkhantaṃ
maccurājā na passati

'Look upon the world as void, Mogharāja,
And mindful ever, uproot
The lingering view of self
Thus will you cross the realm of Death,
For, the king of Death sees him not
Who thus looks upon the World (as void)'.

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fora isso  que senta e pensa  que pensa e passa que passa e volta que volta e sente que sente e sofre que sofre e surta que surta e levanta que levanta e pensa que pensa e passa que passa e volta que volta e senta que senta e sofre que sofre e sente que sen...

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Mesmo para a mulher ou homem médio consciente dos aspectos mais grosseiros de 'saṇkhārā' ('compostos') pode ser claro que a vida é uma série interminável de compostos. Mas a lástima é que, para eles, esses compostos parecem tão 'investidos por uma essência' e 'concretos' como o tronco do plátano que passam por algo substancial. Assim, todas as rotineiras 'fabricações', 'composições' e 'preparos' são reconhecidos como partes integrantes da vida. 'A variedade é o tempero da vida', eles dizem. Para eles, a 'correria' promete tanta 'animação' que, sem tais fabricações, a vida parece maçante. Sobre os destroços de um 'Castelo de Esperança' destruído, eles prontamente construirão outro. E para cada castelo construído sobre a terra, mil ou mais são construídos 'no ar'.

Towards Calm and Insight
(Some Pratical Hints)
pág. 23

Even to the average man or woman conscious of the grosser aspects of 'saṇkhārā' ('preparations') it may appear that life is an endless series of preparations. But the pity of it is that to them these preparations seem so 'essence-tial', and 'pithy' like the plantain trunk which simulates something substantial. So all the routine 'make-ups' 'concoctions' and 'preparations' are recognized as part and parcel of life. 'Variety is the spice of life', they say. For them, the 'rat-race' promises so much 'pep', that sans preparations, life seems dull. On the debris of one shattered 'Castle-of Hope' they will readily build another. And for every castle built on this earth, a thousand or more are built 'in-the-AIR'.

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O 'Propósito' da Vida

Um mau uso da palavra? 'Desculpa' seria um substituto melhor, porque não há nenhum propósito que não pressuponha em si mesmo alguma forma de vida. Todos os assim chamados 'propósitos' impostos à vida pelos mundanos para abrilhantá-la, não são mais que meros 'pretextos'. O buddhismo enfrenta diretamente o vazio total da vida quando a equipara com 'Dukkha' - a verdade amarga (do sofrimento). De acordo com a sua análise, se se pode falar do propósito da vida, este não é senão a tentativa de provocar a cessação da existência no samsāra - o ciclo vicioso. Esta é a única desculpa justificável.

Towards Calm and Insight
(Some Pratical Hints)
pág. 54

The 'Purpose' of Life

A misuse of the word? 'Excuse' would be a better substitute, because there is no purpose that does not itself presuppose some form of life. All so-called 'purposes' foisted on life by the worldling to brighten it up, are but mere 'excuses'.
Buddhism faces squarely the utter hollowness of life when it equates it with 'Dukkha' - the bitter truth (of suffering). According to its analysis, if one can speak of the purpose of life, it is none other than the endeavour to bring about the cessation of samsāric existence - the vicious circle. This is the only excuse that is justifiable.

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A relação entre 'memória' e 'atenção plena (mindfullness)' é por vezes um ponto de controvérsia. Enquanto a palavra em pali 'sati' denota ambos, há relutância em alguns seguimentos para aceitar qualquer ligação entre 'memória' e 'mindfulness'.
Suponhamos que em vez do termo 'mindfullness' usemos um termo como 'recollectedness (recolhido, ajuntado, reunido)' como equivalente em inglês para 'sati'. Então não haveria um abismo tão grande entre os dois significados tão bem expressos pelo original em pali. 'Memória', portanto, poderia ser representada por 'recollectedness' (ver 'anussati' - recollection [recordação, lembrança]), se a semelhança verbal for necessária.
Ser consciente é ser collected (recolhido)(isto é 'não-disperso' ver Oxford English Dictionary), e isso tem estrita relevância para o momento presente como exigido pela nuance mais sutil do termo em seu uso buddhista. Mas o resultado efetivo desta prática diligente de viver com uma 'mente recolhida' no momento presente é a capacidade de recordar - 're-colher' - coisas feitas e ditas há muito tempo ('cirakatampi cirabhāsitampi saritā anussaritā') de acordo com a definição padrão do termo pali em seu sentido genérico.
Então, afinal, foi apenas o conceito por trás do termo inglês 'mindfulness' que obscureceu toda a questão.

Towards Calm and Insight
(Some Pratical Hints)
pág. 53

The relation between 'memory' and 'mindfulness' is sometimes a point of controversy. While the Pali word 'sati' denotes both, there is reluctance in some quarters to grant any connection between 'memory' and 'mindfulness'.
Suppose, instead of the term 'mindfulness' we use a term like 'collectedness' as the English equivalent for 'sati'. Then there would not be such a wide gulf between the two meanings so well expressed by the Pali original. 'Memory', then, could be represented by 'recollectedness' (cf. 'anussati' - recollection), if verbal similarity is needed.
To be mindful is to be collected (i.e 'not-distracted' see Oxford English Dictionary), and this has strict relevance to the present moment as required by the finer nuance of the term in its Buddhist usage. But the net result of this diligent practice of living with a 'collected-mind' in the present moment is the ability to recall - 'to recollect' - things done and said long ago 'cirakatampi cirabhāsitampi saritā anussaritā') in accordance with the standard definition of the Pali term in its generic sense.
So, after all, it is only the conceit behind the English term 'mindfulness', that obscured the whole issue.


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