Profile cover photo
Profile photo
Rafael Araujo
47 followers
47 followers
About
Rafael Araujo's posts

Post has shared content

Post has shared content

Post has shared content
Cansada (o) de permanecer em relações onde não há reciprocidade? Desapegue e exercite o respeito e o amor próprio! Não insista para ficar, você merece mais! 

Bom dia!

http://www.lysispsicologia.com.br/reflexao-do-dia/se-nao-reciproco-nao-insista/

Post has shared content
22 de abril de 1500
Terra à vista!... já tinha dono e ninguém sabia hahaha

Photo

Post has shared content
Constatação "in loco" ✰ Artigo de Humberto de Luna Freire Filho

Vou contar uma historinha para os meu leitores e principalmente para os comunistas brasileiros que não conseguem ver um palmo à frente do nariz. Uma historinha que não é tão curta, mas mesmo assim resolvi postar a título de esclarecimento a todos os que são realmente inocentes úteis nas mãos de uma quadrilha, que há treze anos institucionalizou a corrupção no país, segregou a sociedade, desmoralizou as instituições, faliu as empresas estatais, desprezou a ética, a moral e o conceito de família e mais, deixou doze milhões de desempregados e vinte e cinco milhões de subempregados.

Em 1991, viajando por terra a partir de Londres, entrei na ex-União das Repúblicas Socialistas Soviética (URSS), já denominada Comunidade dos Estados Independentes (CEI), após perder os antigos territórios incorporados a partir de 1922 e submetê-los a um regime central, direto de Moscou, que persistiu até 1991 quando Mikhail Gorbachev, entre 1985 e 1991, estabeleceu a Glasnost, a transparência, que sem dúvida deu maior liberdade de expressão ao povo russo, e em seguida o surgimento da Perestroika que vinha a ser a reestruturação do sistema Soviético de governo, que estava com uma economia totalmente falida.

O Cazaquistão, a Bielo-Russia, a Ucrânia, a Geórgia, a Letônia, a Lituânia e a Estônia tiveram sua autonomia recuperada. Essas três últimas às margens do mar Báltico. Entramos na CEI pelo norte da Finlândia após cruzarmos a Escandinávia (Dinamarca, Suécia e Finlândia). A primeira cidadezinha em território da CEI, após a fronteira finlandesa, chamava-se Viborg, pobreza total. Lá não encontrei nada para um almoço, apenas salada de pepino, e de “sobremesa”, doce de…pepino.

Fomos salvos, eu, a mulher, e os dois filhos, pelas latas contendo deliciosos biscoitos, que eu havia comprado na Dinamarca para presentear parentes e amigos na volta ao Brasil. Ainda bem que os parentes me perdoaram. Seguimos o roteiro programado até a cidade de Leningrado, hoje chamada São Petersburgo, seu antigo nome antes da revolução Bolchevique, que foi posteriormente trocado para homenagear Vladimir Ilyich Ulyanov, o Lenin.

Finalmente chegamos a Leningrado, uma linda cidade, cortada pelo rio Neva, mas infelizmente mal cuidada e quase destruída pelo regime; ficamos três dias. Valeu a pena pela arquitetura da cidade, sua história, seus monumentos aos mortos da segunda guerra mundial, quando a cidade sofreu um cerco de 700 dias pela tropas alemães; o Museu do Hermitage, antigo palácio de inverno da família Romanov e nunca pelos dirigentes comunistas.

Saímos de Leningrado rumo a Moscou; tivemos que pernoitar na cidade de Novgorod, afinal ainda estávamos a mais de 300 km de Moscou. Resolvi descer até o restaurante do hotel e tirar a diferença daquele não almoço de Viborg, mas também nada encontrei que pudesse minimamente chamar de jantar; apenas fui cercado por prostitutas e tive que voltar ao meu apartamento. Coitadas, elas não tinham culpa, eram mais algumas das vítimas do famigerado regime comunista.

Finalmente chegamos a Moscou, essa bem cuidada, como não podia deixar de ser, cartão de visita do regime. Teatro Bolshoi, Kremlin, Praça Vermelha, Universidade de Moscou e sua biblioteca com mais de 120 km de estantes, a antiga Vila Olímpica, etc. Quatro dias depois deixamos Moscou e a CEI em direção à Polônia, mas não sem antes comprar as matrioskas para presentear parentes e amigos, em substituição aos biscoitos dinamarqueses.

A Polônia sob a presidência do anticomunista Lesch Walesa, que sedimentou a política de independência a Moscou iniciada pelo seu antecessor Wojciech Jaruzelski, já dava sinais de recuperação econômica. Lá compramos alguns cristais, “especiarias da casa” e no dia seguinte rumamos para a Alemanha não sem antes cruzar o território da antiga Alemanha Oriental, pobre, quase desértica, após a queda do muro de Berlim, e ainda mostrando a destruição com paredes crivadas de balas, a marca registrada da segunda guerra mundial.

Nunca estive em Cuba, nem na Venezuela, a exemplo do comunista Chico Buarque que também nunca lá esteve, mas descreve a ilha presídio como um paraíso terrestre. Porém pude comprovar na antiga União Soviética, na Polônia e na Alemanha Oriental, o que representou e ainda representa o comunismo em algumas partes do mundo. O “camarada” prefere passar férias em Paris, onde tem apartamento às margens do Sena, degustando um Tinto “Barca Velha” safra 2004 ao preço de R$ 2,999,99 a garrafa, paga pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac – Lei Rouanet). Não é verdade Chico?

Humberto de Luna Freire Filho - médico

Vindo dos Pampas às 3/12/2017 


Photo

Post has shared content

Post has attachment

Post has shared content
Apanhei, mas aprendi. Hoje não saio gritando minha felicidade aos quatro ventos. Tem pessoas que não suportam a felicidade alheia. São pessoas que fingem amizade só para estar por perto, frequentam os mesmos ambientes, observam cada passo afim de encontrar algum ponto fraco, e ao menor deslize, elas vão golpear pelas costas. Mais vale ser feliz em silêncio do que despertar maldades nos outros.

Autoria - Scheila F. Scisloski
Arte - Holly Kallie

Disponível em: http://assuntoseachadosdascheila.blogspot.com.br
Photo

Post has attachment
Versão de Touch The Sky.

Post has shared content
A curiosa história da mulher que fez a Inglaterra acreditar que havia dado à luz 18 coelhos http://bbc.in/2dfbZa2
Photo
Wait while more posts are being loaded