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Máquinas de Combate
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Contando a história militar.
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A história do Eurofighter Typhoon, um dos aviões de combate mais avançados da atualidade, confira também as imagens da miniatura deste incrível caça da comunidade européia.
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Nesta quarta-feira, dia 06, a Marinha Russa lançou um ataque com mísseis de cruzeiro a partir de quatro navios no Mar Cáspio.

O alvo foram pontos do Estado Islâmico na Síria, ao todo foram 26 mísseis que atingiram 11 alvos. Os mísseis de cruzeiro lançados pelos navios russos percorreram 1500 km até atingirem seus alvos.

#syrianwar   #naviosdeguerra   #mísseis   #guerra   #militar   #marinha  
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A Segunda Guerra Mundial foi o conflito que causou mais mortes e destruição no século XX. Esse conflito foi marcado por reviravoltas, ascensão e queda de regimes totalitários e um envolvimento militar de um maior número de nações comparadas a Primeira Guerra Mundial. Mais de 55 milhões de pessoas perderam a vida durante os seis anos que durou o conflito.

Confira a resenha completa lendo o Artigo no blog.
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Artigo destacando o modelismo, desde a sua origem até os dias atuais.

Conheça seus segmentos, nomenclaturas e muito mais.
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Avião em miniatura Embraer EMB-314 A-29 Super Tucano.
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Combate ar-ar Mi-24 Hind Vs Bell AH-1J Sea Cobra

A Guerra Irã-Iraque que durou de 1980 a 1988 foi um grande palco de combates aéreos envolvendo aviões contra aviões, aviões contra helicópteros, helicópteros contra aviões e helicópteros contra helicópteros.

Os iraquianos empregaram seus Mi-24 e Mi-25 em uma variedade de tarefas que incluíram destruição de veículos, destruição de blindados, destruição de pontes, escoltas, infiltrações, colocação de minas, reconhecimento e até mesmo guerra química.

O início da guerra Irã-Iraque teve uma incursão de cinco Mi-24 iraquianos cruzando a fronteira iraniana, sendo que um deles foi abatido por um McDonnell Douglas F-4E Phantom II. Em novembro de 1980 aconteceu o primeiro combate aéreo envolvendo helicópteros, isso ocorreu perto de Dezful no Irã. Dois AH-1J Sea Cobra iranianos manobraram e posicionaram atrás dos Mi-24 Hind iraquianos e os atacaram com armas anti-tanque TOW. Um dos Hind foi abatido imediatamente, o outro também foi atingido mais caiu 6 milhas do local onde foi atingido inicialmente.

O segundo encontro estes os dois tipos aconteceu em 24 de abril de 1981 perto de Panjevin, no Irã. Novamente, dois AH-1J Sea Cobra iranianos abateram dois Mi-24 Hind iraquianos.

Em 14 de setembro de 1983 um Mi-24 Hind iraquiano disparou contra um Sea Cobra iraniano próximo a Basra derrubando o helicóptero persa. Em 5 de fevereiro de 1984 um enfrentamento envolvendo vários Mi-24 contra um grupo de Sea Cobra provocou a derrubada de três Sea Cobra. Em 25 de fevereiro outro grupo de Mi-24 Hind iraquianos abateram três Sea Cobra iranianos.
Em 15 de fevereiro de 1986 outro Sea Cobra foi abatido por um Mi-24, em 18 de fevereiro o Sea Cobra deu o troco e uma formação abateu um Mi-24.

O último duelo entre os Hind e Sea Cobra aconteceu em 22 de maio de 1986 com nova perda de um Sea Cobra para o Hind iraquiano.
O final do conflito contabilizou seis Hind abatidos contra dez Sea Cobra, dando uma taxa de 10:6 a favor do helicóptero de fabricação russa contra o seu rival norte-americano.

Outros modelos foram empregados nas lutas entre helicópteros, os iraquianos ainda abateram seis AB-214 e AB-212. Os iraquianos que voavam os tipos Mi-8, Mi-24 e AS-342L Gazelle tiveram a seu favor 53 helicópteros inimigos abatidos.

Importante ressaltar que ainda há outras reinvindicações de ambos os lados que não foram confirmadas, mas os embates entre Hind e Sea Cobra foram confirmados e também suas perdas.

Os iranianos além do vasto material de origem norte-americana, pois eram governados pelo Xá Reza Pahleve antes da revolução islâmica de 1979, era um grande aliado dos Estados Unidos e os persas obtiveram vários equipamentos considerados de ponta na época, incluindo aviões como o F-14 TomCat.

Além dos equipamentos havia também toda a doutrina e treinamento dos iranianos largamente inspiradas nas táticas norte-americanas.
O Iraque aliado dos soviéticos tinha equipamentos soviéticos e francês. Suas táticas também eram baseadas nos ensinamentos soviéticos.

O duelo entre Hind e Sea Cobra foi um duelo secundário entre as táticas russas e norte-americanas.

Fonte.: Livro Russian Gunship Helicopters

#helicopteros   #aeronáutica   #guerra   #combateaereo   #dogfight   #iriaf   #forcaaerea  
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Frota de Su-35 da Força Aérea Russa será aumentada.

Novo pedido de 48 Su-35 aumentará o total para 96 aeronaves em serviço com a Força Aérea Russa.
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Ingleses rebatem indianos sobre a suposta derrota dos Typhoon para os Sukhois por 12 x 0

Os “Top Guns” da Índia alegaram que humilharam a nata da RAF durante um exercício de duas semanas que ofereceu aos pilotos britânicos uma rara oportunidade de voar contra alguns dos mais recentes caças russos concebidos.
Na Operação Indradhanush a Força Aérea Indiana (IAF) trouxe quatro caças de sua frota de aeronaves SU-30MKI Flanker de concepção russa à RAF Coningsby em Lincolnshire, para enfrentar o caça Typhoon FGR4 da RAF.
O exercício foi apreciado pelos pilotos britânicos como uma oportunidade de treinar ao lado de aeronaves de concepção russa, em meio a crescentes tensões no Mar Báltico – onde a RAF desdobrou caças após o início do conflito na Ucrânia – e interceptações mais freqüentes de bombardeiros russos ao largo da costa britânica.
No entanto, para o desespero de oficiais da RAF, os seus homólogos indianos deram um passo incomum de reivindicar publicamente ter chegado a uma retumbante vitória de 12 – 0 contra os seus adversários no Reino Unido.
Em entrevista à televisão indiana, o Capitão do Grupo da IAF Ashu Srivastav reivindicou a vitória sobre a aeronave britânica durante combates a curta distância – o que levou uma fonte da RAF a rotular sua reivindicação como “cômica”.
O Capitão Srivastav disse que o desempenho de seus pilotos foi “excepcional”, enquanto outros relatos da mídia indiana disse que as aeronaves da IAF foram capazes de derrotar o avião mais avançado da RAF não só no combate 1 x 1, mas também em situações em que um piloto da IAF foi confrontado com dois Tufões (2 x 1).
Respondendo às reivindicações indianas, a fonte da RAF disse que foram claramente concebidas para o “público interno”. Ele disse ao “The Independent”: “Deve ter havido alguma lembrança nublada sobre os voos na volta para a Índia, pois as manchetes da imprensa indiana não têm qualquer relação com os resultados dos cenários táticos cumpridos no exercício.”

“Os Typhoon lutaram com um braço atrás das costas”

A fonte da RAF também ressaltou que os Typhoons efetivamente lutaram “com um braço atrás das costas”, pois eles não fizeram pleno uso dos seus sistemas de armas mais avançados.
Tony Osborne, o chefe da sucursal da “Aviation Week” de Londres, também sugeriu cautela ao lidar com as reivindicações indianas. “Estas pontuações de estilo críquete reivindicados pela IAF parecem impressionante, mas devem ser tratadas com cautela e certamente não como um indicador realista de capacidade de combate”, disse.
“Temos de ver essas pontuações através da névoa de bravata do piloto, do orgulho nacional e também do politicamente correto. No entanto, o Su-30MKI é um dos aviões para o qual o Typhoon foi projetado para atacar e derrotar, e, sem dúvida, nas mãos certas apresentaria um desafio potente. Hoje [embora] o objetivo seria engajar aviões como o Su-30MKI à longa distância antes que os dois pudessem se reunir em um duelo a curta distância (dogfight).”
Mesmo o piloto indiano admitiu que os Su-30s eram “menos bem sucedidos” nos exercícios de combate de longo distância.
Especialistas em aviação também relembraram o exercício realizado em 2011, quando caças da RAF dizimaram as fileiras dos pilotos vsitantes da IAF, o que levou o então Marechal do Ar da RAF, Stephen Dalton, a comentar: “Bem, eles perderam”.
Um porta-voz da RAF disse sobre os exercícios deste verão: “Nossa análise não coincide com o que foi relatado, pilotos da RAF e o Typhoon tiveram um bom desempenho durante todo o exercício com e contra a Força Aérea Indiana. Ambas as [forças] aprenderam muito com o exercício e a RAF está ansiosa para a próxima oportunidade de treinar ao lado da IAF”.
A RAF tem sete esquadrões de Typhoon na linha de frente, mas tem sido relatado recentemente que a frota de jatos velozes da RAF, que está prevista para encolher ao seu menor tamanho na história até o final da década, está esticada até ao limite durante a realização de operações no Oriente Médio e do Báltico.
Esta semana, funcionários do Ministério da Defesa prorrogaram a desativação dos velhos jatos Tornado de ataque por causa da escassez de aviões necessários para bombardear alvos do Isis.
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Ao contrário do que muitos diziam...a aquisição segue adiante.
GRIPEN NG BR: Senado aprova operação para compra dos caças para a FAB

O Senado aprovou nesta quarta-feira, a autorização para que o Ministério da Defesa, por meio do Comando da Aeronáutica, contrate uma operação externa US$ 4,5 bilhões com a Swedish Export Credit Corporation (AB SEK) para financiar o projeto FX-2. O pedido teve uma tramitação relâmpago no Senado, sendo votado diretamente em plenário e não tendo sido apreciado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
A mensagem presidencial com a operação chegou ao Senado nesta quarta. Ele seria apreciado pela CAE, mas como a comissão havia cancelado sua reunião, um acordo de líderes partidários permitiu que a matéria fosse votada em plenário. O texto seguirá para a promulgação, porque a matéria só precisa tramitar no Senado.
O presidente da CAE e líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), deu parecer em plenário a favor da operação. Ele explicou que, dos US$ 4,5 bilhões previstos, 95% dos recursos estarão atrelados à coroa sueca (moeda daquele país) e o restante em dólares. Ele disse que a maior presença de recursos em coroas suecas servirá para uma proteção cambial.
Delcídio explicou ainda que os juros da operação são “extremamente compatíveis”, sendo menores do que os captados pelo Tesouro Nacional. Segundo ele, até 2026, o país vai pagar apenas os juros, de 2,9% ao ano, e, a partir daí, haverá a amortização do montante principal da dívida. “Sem dúvida nenhuma a capacidade alavancadora desse projeto é extraordinária”, disse o líder do governo.
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que, embora a oposição sempre tenha sido contrária a iniciativas de se acelerar o processo legislativo, a relevância da matéria é motivo para excepcionalmente votar a matéria no plenário. “Nós, da oposição, consideramos essa questão não de governo, mas de Estado”, destacou o tucano.
O presidente do DEM no Senado, senador Agripino Maia (RN), afirmou que, apesar do atual momento de crise, a operação decorre de uma reivindicação “justíssima” da Aeronáutica.
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