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josé luís montero
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Poeta e se me dão licença, Agitador de pequenas coisas
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Estamos no mês de Abril de 2018 e aquilo aconteceu no mês de Abril de 1974. Fumava Negritas ou CT ou algum outro com estética poética. Era capaz de dormir no chão e ainda sou, mas, agora, só durante uns minutos. Procurava ou esperava a publicação da Filosofia da Alcova do Marques de Sade e a Literatura em espanhol sobre a Guerra Civil espanhola e o Movimento Libertário. A Lisboa, vindos dos quatro cantos do mundo e entrando a pé, em auto-stop ou em vertigem aventureira, chegavam pessoas de todos os selos e emblemas. Namorava-se. Amava-se. Sonhava-se. Também nos enganávamos. Também se confundiam palavras e conceitos. Mas, sonhava-se. A juventude; a idade dos instalados e a idade da sabedoria não eram idades porque todos procuravam o futuro.
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No entanto, não percebo esta corrida louca pela posse dos canudos. Sabedoria não a dão porque se antes eram sábios ou burros continuaram na mesma posição visto que os e-mails servem para comunicar e não para aprender e aprofundar no conhecimento. Qual é o verdadeiro motivo? Vaidade? Gabarolice saloia ou construção de uma personalidade falsa predisposta a enganar, intrujar o Zé que os ouve dizer, imóvel de pensamento e ação, que as suas reformas estão perto de falir? Talvez seja este todo que aborta as sociedades livres e martiriza, com a penúria como chicote, os cidadãos. E lá vão eles e os outros cada pouco tempo, enchendo as ruas e os lugarejos, de fotografias prenhadas de Photoshop a prometer o paraíso dos pancrácios a troco do voto. E votam. E contam os votos. E festejam com lágrimas ou champagne os resultados. E a mulher beija-os; e a sogra diz que são os melhores meninos do mundo. E as mães calam e padecem porque sabem bem que pariram gandulos.
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Estamos no elogio da vulgaridade. Os passeios do Presidente da República são a viva imagem; são imagem; gesto; não são feitos; não são essência; conteúdo. E a sociedade languidesce apanhada por um lucro pueril derivado dos ciclos económicos que quando acabam, a sociedade enterra-se na pobreza donde só saíra aparentemente. Mergulhamos na História e encontramos que depois das euforias económicas, entramos em depressões mais profundas e impérios emergem das cinzas de outros impérios. A economia nega-se porque ela própria se desmorona. Só existe uma realidade económica: a doméstica.
Povo sem alegrias
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Azedumes
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Ano Novo; Vida Velha
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É loucura pensar que Europa, depois do Brexit, iria colocar-se ao dispor do fracionamento de um País com a importância de Espanha. Estes inócuos do Pensamento levados pela cegueira ideológica nunca se pararam a pensar que acentuariam a debilidade que atravessa o Velho Continente. Mas, observemos só uma coisa: estão a viver-se mais mal que bem as negociações com Inglaterra; o movimento ou as opiniões contrárias ao Brexit acentuam-se e Europa marca um custo alto. A Libra deixou de ser essa Libra poderosa. E quando Inglaterra está a tremer pela loucura que provoca a sua pílula; surge o disparate de Catalunha. Abre-se outra frente; ataca-se, realmente, Europa. Os jogadores do tabuleiro político mexem as suas peças e Espanha tem no seu interior peões que lhes podem ser uteis.

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