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ROSANE SILVEIRA
Um ser em constante aprendizado tenho defeitos pra caramba mas vou me aprimorando como pessoa um dia eu chego lá
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O estranho encontro

Maria era uma mulher bonita, de belos cabelos castanhos, corpo esguio e com uma vontade intensa de viver todos os momentos que a vida pudesse lhe oferecer. Tinha paixão pela vida, achava que a liberdade era tudo o que se podia ter; não se contentava com pouco, porém não tinha amores frívolos, sempre foi assim até que conheceu Luis, que a princípio era tudo o que ela imaginava como homem, o príncipe encantado há muito esperado.
Foi praticamente amor à primeira vista, conheceram-se e enamoraram-se e em pouco tempo já estavam casados, dividindo a mesma vida, a casa e o pior, o mesmo lugar para as escovas de dente. A principio viviam uma eterna lua de mel, jantares sempre acompanhados um do outro, ligações no meio dia, só para dizer “eu te amo” e assim seguiu-se até que Maria engravidou. Logo Luis resolveu que Maria não precisaria mais trabalhar, o que ganhava daria para suprir toda a necessidade da casa. Argumentou. Ou seja, a mulher independente de outrem virou Amélia, apesar de não se chamar Maria Amélia! Observa-se que sua vida começou a mudar ai. Logo veio seu primeiro filho, Antonio Pedro, um bebê lindo, que a ver de Luis precisaria muito de Maria por perto.
Maria tolamente deixou seu emprego, um cargo de confiança em uma multinacional. A próspera mulher de negócios logo se tornou a dona de casa perfeita, deixou de administrar sua vida pessoal para administrar sua casa o que fazia com maestria. A princípio tudo parecia perfeito. Porém Maria por mais que tentasse não conseguia se adaptar a situação de total alienação. Vivia uma vida chata, sem graça e desprovida de ambições.
Com o passar do tempo, as presenças de Luis era mais escasseada, não havia mais ligações de “eu te amo” no meio do dia a muito não sabia mais o que era um fim de semana juntos. Maria sabia que seu marido a traía com uma advogada estagiária da empresa, e ela também sabia que não podia fazer nada, aliás nem queria fazer.
Não tinha mais forças para tentar reaver seu casamento e mudar a situação. Porém, a vida prega peças e da noite para o dia os conceitos de Maria à cerca da vida e de si mesmo mudaram. Para tanto precisou acontecer um milagre...
Aquele parecia como um dia qualquer se não fosse por um inusitado encontro, encontro esse que o destino fez questão de dar uma mãozinha e deixar marcado na vida de Maria como ferro em brasa.
Tudo aconteceu numa maravilhosa e ensolarada manhã de primavera, era um contraste berrante com a tristeza que se abatia sobre o rosto de Maria. Pensou em dar uma volta para espairecer, não foi de carro, preferiu ir de ônibus para olhar a vida, as pessoas... Pegou um ônibus no terminal o que foi bom, pois estava vazio. Mais ou menos, no meio da viagem, um homem de muito boa aparência sentou-se ao seu lado, ela olhou meio de soslaio, mas deu pra notar que era muito bem apessoado com cabelos e olhos castanhos lindos e um corpo de dar inveja a qualquer garotão de academia. Sentou-se ao seu lado, ele lia um livro que parecia bem interessante o que não fazia com que Maria deixasse de imaginar que uma vez ou outra ele roçava o braço em seu seio. Ou sua imaginação andava muito fértil ou aquele homem queria mais contato do que simplesmente sentar-se ao seu lado. Maria então resolveu testar sua impressão e fazer um joguinho de sedução, afinal não tinha nada a perder. Sua vida já era chata mesmo. Deixou-se ser tocada e seus pensamentos iam de um lado para o outro na mesma proporção em que o cotovelo do homem ia suavemente lhe tocando enquanto folheava o livro. Era uma sensação maravilhosa, estava sendo desejada de novo. E tinha ali, ao alcance da mão (...) continua no www.rosanesilveiracronicas.blogspot.com

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O estranho encontro          Maria era uma mulher bonita, de belos
cabelos castanhos, corpo esguio e com uma vontade intensa de viver todos os
momentos que a vida pudesse lhe oferecer. Tinha paixão pela vida, achava que a
liberdade era tudo o que se podia t...

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Pessoas são como casas emocionais
Há algum
tempo atrás estava refletindo sobre nosso eu interior e cheguei a conclusão que
todos nós somos como casas emocionais. Todos nós temos portas que evitamos
abrir, cômodos que temos medo de entrar e gavetas interiores que temos receio
de mexer e orga...

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Falando entre amigos
 FALANDO ENTRE AMIGOS E, falando entre amigos quero te dizer que nada melhor do que falar entre amigos, com a alma lavada e o coração exultando de felicidade por ter em alguém um porto seguro, uma mão estendida e melhor alguém que te compreenda e não te acu...

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Falando entre amigos
 FALANDO ENTRE AMIGOS E, falando entre amigos quero te dizer que nada melhor do que falar entre amigos, com a alma lavada e o coração exultando de felicidade por ter em alguém um porto seguro, uma mão estendida e melhor alguém que te compreenda e não te acu...

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Tem coisa que não faz sentido, não tem aquela de é ou não é. Nada de objetivos, coisas fundamentadas...vida sempre vida, regrada? Seria? Nada faz sentido ou tudo é um sentido amplo e aguçado? Nada faz sentido ou é um sentido tão amplo que se perde de sua es...

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 AUTOFLAGELO E DEPENDÊNCIA AFETIVA (... o medo de amar é o medo de ter que a todo o momento escolher com apreço e precisão a melhor direção...). Será que estamos na direção certa em um relacionamento amoroso? Será que não estamos nos doando mais do que rece...

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Mulher nasceu para ser
amada não assediada Tive recentemente um
contratempo cibernético com um “senhor” até então muito respeitado no meio, com
vários amigos e amigas em comum. No entanto, nunca imaginei que uma situação
tão precária me colocaria em xeque e...
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