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Valdeck Almeida de Jesus
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O poeta da verdade.
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MERCADO NEGRO: Feira da ressignificação comemora 1 ano de OCUPA PRETO
  Em parceria com o SLAM da
Quadra, o Ocupa Pret@, inicia seu projeto “Mercado Negro” - Feira da
ressignificação, que busca dialogar com empreendedores negros e negras, por
meio de uma feira multicultural, onde se debaterá estratégias de driblar o
racismo e...

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Paim comemora retirada da pauta das reformas trabalhista e previdenciária
Pedro França/Agência Senado Da Redação | 19/05/2017, 10h33 - ATUALIZADO EM 19/05/2017, 10h36 O discurso do presidente da República, Michel Temer, não foi o fato mais importante ocorrido na quinta-feira (18). Foi a retirada das reformas trabalhista e previde...

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Revista
Quilombo comemora 1º aniversário com lançamento de portal de notícias nesta
sexta-feira (26) na Casa do Olodum (Pelourinho)* Para
comemorar um ano de comunicação e resistência, a Revista Quilombo lançará
portal de noticias para o Movimento Negro. Pr...

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Escritor Sacolinha faz palestra em Itaberaba
O escritor paulista Ademiro
Alves de Sousa (foto), conhecido como Sacolinha, vai estar em Itaberaba-BA,
onde participa de um bate papo sobre sua produção literária e sua atuação
artística no contexto das periferias. O encontro acontece dia 25 de maio
de 201...

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Dia das Mães é dia de chorar... Sarau da Onça faz isso com a gente...Não de tristeza, de saudade, de memórias. Tudo isso está em capítulos anteriores e não tem como acessar, só olhar em perspectiva. E mãe a gente lembra todo dia. Esse dia de hoje é dia de chorar, pois ontem foi o lançamento de um sonho, um terceiro de uma infinidade de sonhos, imbricados, intrincados, interligados, de irmãos e irmãs do Sarau da Onça, que conseguiu, numa única obra, brilhante, reunir pessoas de vários saraus, pessoas de não saraus, da capital, do interior, de idades, origens, destinos diferentes. No calor da emoção do sarau que foi especialíssimo, pela lotação máxima da casa, pelas energias que rolaram, lutas ancestrais por afirmação, reconhecimento, autoconhecimento, projeções para futuros e passados, não consegui chorar. Fiquei entorpecido pelos suspiros de afogado (risos), emergindo e submergindo no mar de palavras e felicidades que inundaram o anfiteatro Abdias Nascimento. Até consegui declamar um poema, de memória (mesmo tendo esquecido a última estrofe): Minha Mãe, primeiro texto que tenho lembrança de ter escrito, mesmo primeiro texto publicado numa antologia organizada por Cristina Oiticica, esposa de Paulo Coelho, em 1984, nos idos anos de juventude. Juventude se foi, exceto a afetiva e memorial, pois hoje, segundo domingo de maio, após o temporal de poesias e rimas do coquetel de lançamento de "O Diferencial da Favela: Poesias e Contos de Quebrada", acordei para meu dia a dia. Após atividades comuns a quem mora só, atualizei redes sociais, respondi emails, li o jornal do dia, almocei. A sobremesa foi ler as dedicatórias e autógrafos no livro da super galera que o construiu, sonhou, esperou por meses, como uma mãe espera seu rebento por um tempo que nunca chega. Chorei, chorei, do início ao fim, lendo as letras dxs meninxs, lendo as entrelinhas, fazendo link com esses cinco anos que acompanho o Sarau da Onça, que completou seis anos de atividades ontem. Chorar é bom. Agradecer, aqui, eternamente, o acolhimento que recebi no grupo, onde hoje me sinto da família, não adotado, mas filho legítimo, irmão de sangue, de reconhecimento de uma irmandade, uma sororidade que não se traduz. E vou chorar mais hoje o restante do dia. Valdeck Almeida de Valdeck Almeida De Jesus Lotado. Salvador, 14 de maio de 2017
Dia das Mães é dia de chorar... Sarau da Onça faz isso com a gente...Não de tristeza, de saudade, de memórias. Tudo isso está em capítulos anteriores e não tem como acessar, só olhar em perspectiva. E mãe a gente lembra todo dia. Esse dia de hoje é dia de chorar, pois ontem foi o lançamento de um sonho, um terceiro de uma infinidade de sonhos, imbricados, intrincados, interligados, de irmãos e irmãs do Sarau da Onça, que conseguiu, numa única obra, brilhante, reunir pessoas de vários saraus, pessoas de não saraus, da capital, do interior, de idades, origens, destinos diferentes. No calor da emoção do sarau que foi especialíssimo, pela lotação máxima da casa, pelas energias que rolaram, lutas ancestrais por afirmação, reconhecimento, autoconhecimento, projeções para futuros e passados, não consegui chorar. Fiquei entorpecido pelos suspiros de afogado (risos), emergindo e submergindo no mar de palavras e felicidades que inundaram o anfiteatro Abdias Nascimento. Até consegui declamar um poema, de memória (mesmo tendo esquecido a última estrofe): Minha Mãe, primeiro texto que tenho lembrança de ter escrito, mesmo primeiro texto publicado numa antologia organizada por Cristina Oiticica, esposa de Paulo Coelho, em 1984, nos idos anos de juventude. Juventude se foi, exceto a afetiva e memorial, pois hoje, segundo domingo de maio, após o temporal de poesias e rimas do coquetel de lançamento de "O Diferencial da Favela: Poesias e Contos de Quebrada", acordei para meu dia a dia. Após atividades comuns a quem mora só, atualizei redes sociais, respondi emails, li o jornal do dia, almocei. A sobremesa foi ler as dedicatórias e autógrafos no livro da super galera que o construiu, sonhou, esperou por meses, como uma mãe espera seu rebento por um tempo que nunca chega. Chorei, chorei, do início ao fim, lendo as letras dxs meninxs, lendo as entrelinhas, fazendo link com esses cinco anos que acompanho o Sarau da Onça, que completou seis anos de atividades ontem. Chorar é bom. Agradecer, aqui, eternamente, o acolhimento que recebi no grupo, onde hoje me sinto da família, não adotado, mas filho legítimo, irmão de sangue, de reconhecimento de uma irmandade, uma sororidade que não se traduz. E vou chorar mais hoje o restante do dia. Valdeck Almeida de Valdeck Almeida De Jesus Lotado. Salvador, 14 de maio de 2017
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