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Alberto Cuddel
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Somos, porque existimos um no outro, a poesia nasce em nós, como fonte de expressão primeira do sentir que nos une!
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Porque eu te perdoo Anuncia-se em mim O perdão que me dou Para te perdoar em mim… Percorremos o inexplorável caminho do erro Amamos na humanidade que nos concedemos Erramos, sim erramos por amar, por amor No perdão que te concedo, perdoo-me… Perdoo-me por…
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Crendices do tempo Creias tu, que o tempo Malogrado medidor da dor Da humanidade que contemplo Fingida felicidade, assim ao dispor Dos passos que se atravessam nas ruas… Creias tu, que a vida, não te corre nas veias Mas nas mãos, e nas memórias, Que ainda…
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Não amor…  Não paixão, hoje não quero fazer amor,  Também não podemos f@..r que o Facebook não deixa escrever…  Ensaiemos então em todas as posições o belo acto de concepção… Usemos as cavidades falantes…  Beijemos, provemos nossos corpos…  Mas geme…
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Poema do dia 17/01/2018 Já quis ser fim… Mas sempre que me terminei, Iniciei-me novamente… Já quis ser entardecer e renasci noite Já quis ser madrugada e renasci aurora Já quis ser rio mas renasci no mar Já quis ser Inverno mas renasci Primavera Já quis…
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Protocolado… Palmilhei a saudade como quem palmilha uma estrada plana, Contornando os paralelepípedos desalinhados da calçada, Não sei se te procurava, Ou na vã esperança esperava ser encontrado, Ainda que não perdido no tempo, Sentia em mim plena…
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Conversas soltas Conversas soltas sobre deuses Outros demónios Que nos atazanam a vida Ou meramente os dias… Os passos que vos interrompem as palavras Compassadamente coxos Espiam-vos as letras plagiadas Ideias copiadas, preguiçosas mentes E mentes com…
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Liberta-me Liberta-me da opressão do desejo Das vontades inscritas no corpo Da fúria constante calada no beijo Na língua, no calor e no sopro… Liberta-me de mim mesma na alma Profana-me as carnes, eleva-me ao prazer Sê em mim toda a tua máscula vontade…
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Poema do dia 16/01/2018 Quanto tempo vivemos sem que o saibamos? Não espero que a morte sobrevenha em mim Para que saiba que não vivi verdadeiramente… Pesa-me que os sonhos sejam apenas sonhos Que se calem desejos, que não os satisfaçamos De que nos seve…
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Choro Choram secos botões de rosa Sem água que os mantenha Os dias chorosos são memória… As estepes condenam os lençóis Nada de nuvens a sul, oeste, nada Apenas um areal seco, onde bobeavas amor… Já não choras saudade, Os dias arrastam-se, iguais a outros…
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Despedida Nos bolsos nada levo, nem carrego as lágrimas que verto Ainda ontem tinha de ti tanto a receber, tanto a levar Como tudo o que fora teu, fora meu também, mas hoje nada Nem tão pouco as chaves de uma porta que range, escuta Arrasto-me hoje, com…
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