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Davi Araújo
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Poeta e/ou louco – não por ter perdido a razão, mas por ter perdido tudo, exceto a razão –, sou o atávico modernete, com espelhos falsos nos óleos e labirínticos ecos nos olvidos. Aquele que flana cirandarilho a fumar espirais que mentaliza mentoladas. Em teoria, pratico um Teo-simbolismo bop barroconcreto. Desde a primeira vez que nasci, leio em demasia à quilo que a reescrever Nada compreendo, analfabetização que inaugura minha fase autoral, se me é de direito indo mal e bem-vindo assim, sinistro, voltar de tão monge. Críptico empírico e amigo ambíguo, fiquei múltriplo, fiz-me e desfiz-me hum ano demasiados loves fora, resto eu: esfingédipo. Confesso que nunca me confessei, pois paripasso pari-passeei estreito ao largo de idealismologias e ideologialismos, com espírito incorreto, coração quase deserto, além do futuro hermeticamente aberto. Sólido e solitário, fiz (Davi) da vida máscara, de cada lida verve em queda livre, vide a masturbação verborrágica desta ontologia fonética. Infelizmente estou feliz. Às penas peço ficções paralelas e visões para lê-las, que só acre dito na profaníssima trindade: Amor, Poesia e Liberdade.
Poeta e/ou louco – não por ter perdido a razão, mas por ter perdido tudo, exceto a razão –, sou o atávico modernete, com espelhos falsos nos óleos e labirínticos ecos nos olvidos. Aquele que flana cirandarilho a fumar espirais que mentaliza mentoladas. Em teoria, pratico um Teo-simbolismo bop barroconcreto. Desde a primeira vez que nasci, leio em demasia à quilo que a reescrever Nada compreendo, analfabetização que inaugura minha fase autoral, se me é de direito indo mal e bem-vindo assim, sinistro, voltar de tão monge. Críptico empírico e amigo ambíguo, fiquei múltriplo, fiz-me e desfiz-me hum ano demasiados loves fora, resto eu: esfingédipo. Confesso que nunca me confessei, pois paripasso pari-passeei estreito ao largo de idealismologias e ideologialismos, com espírito incorreto, coração quase deserto, além do futuro hermeticamente aberto. Sólido e solitário, fiz (Davi) da vida máscara, de cada lida verve em queda livre, vide a masturbação verborrágica desta ontologia fonética. Infelizmente estou feliz. Às penas peço ficções paralelas e visões para lê-las, que só acre dito na profaníssima trindade: Amor, Poesia e Liberdade.

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Meu livro em promoção. Apenas 5 euros. 
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O MENINO ARTEIRO
I  Coroa
de sonetos dá ao poeta o menino arteiro  Que
cresceu para errar honrando a sua infância  Meia
noite e quarenta pousa fênix no ponteiro  Que
é ocaso e aurora a guiar minha alternância  Vim
doutro mundo por barão assinalado  A
minha liberdade negreir...
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