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Como seria Mad Men nos dias de hoje?

Você sabe o que é: retargeting metrics, emoji idea, QR Code, branded content, banner copy, You Tube views, digital platforms...
Não sabe? Então sua cabeça ainda está nos anos 60. 

Muito divertido este artigo da AdNews
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Os perigos de uma realidade aumentada, diminuída ou substituída...
   ...são os destaques do artigo escrito pelo +Luli Radfahrer na sua coluna para a Folha de S.Paulo de 16/02/2016:

Realidade Diminuída

A ideia de "Realidade Aumentada", sobreposição de uma camada de dados na imagem que se vê, é cada vez mais popular. A melhoria da qualidade da conexão de dados e das câmaras de smartphones permite a diversos aplicativos que amplifiquem a percepção de seus usuários, agregando informações úteis à paisagem corriqueira.

A tecnologia é usada, de forma experimental, em guias, jogos e aplicativos sociais. Ela ainda precisa de um aplicativo "matador" que a justifique. Mas há poucas dúvidas de que ele surgirá, tornando a distinção entre o mundo que insistimos em chamar de "real" e sua projeção virtual ainda mais difusa.

Essa divisão, aliás, parte de um princípio equivocado. Muitos acreditam que a interferência no mundo digital é unidirecional. Essa visão ignora a relação de influência mútua entre o ambiente artificial e a sociedade que lhe dá origem. A interação com o mundo gerado por computadores não surge do nada. Sua prática altera a realidade social ao mesmo tempo que a reproduz e reforça.

É importante lembrar que o que pode ser aumentado também pode ser diminuído. Experimentos como o desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Ilmenau mostram que já é possível editar um vídeo automaticamente, removendo pessoas e objetos em tempo real. O que seria o sonho de qualquer censor soviético está cada vez mais próximo de se tornar realidade.

O processo é razoavelmente simples. A imagem tem sua resolução diminuída, a área indesejada é apagada e suas redondezas são copiadas e borradas, tomando o seu lugar. O resultado final é posteriormente restaurado para a resolução original. Tudo sem intervenção humana. Ele é um passo adiante do protótipo para remover pessoas do Google Street View por realizar o processo de "limpeza" em vídeos, à velocidade espantosa de cerca de 40 microssegundos por imagem, o que permite sua aplicação em streaming em tempo real.

A realidade aumentada, que hoje é mostrada através das telas pesadas, lerdas e incômodas dos smartphones, logo estará embutida em para-brisas, janelas, óculos e outras superfícies translúcidas. Tudo que for capaz de exibir vídeo poderá editá-lo em tempo real, removendo ou agregando imagens à dura realidade. Pichações, vandalismos, sujeira e moradores de rua poderão ser eliminados com o equivalente a um clique. Não é difícil imaginar um serviço que promova essa "limpeza" de forma automática, baseada nas preferências estéticas de seus usuários.

É um poder gigantesco. Sua capacidade de persuasão é inimaginável. A combinação de processos de realidade aumentada de altíssima definição com a remoção de partes indesejáveis do mundo real poderá criar uma visão completamente modificada do mundo. Na impossibilidade de sanear e limpar o planeta, não faltarão Marias Antonietas dispostas a maquiá-lo.

Esse cenário já foi imaginado pela ficção científica. No filme distópico de terror cult-alienígena "Eles Vivem" de 1988 (vide imagem), o herói descobre um óculos especial através do qual pode ver o mundo real escondido por trás de belas paisagens e mensagens publicitárias. Neste mundo, extraterrestres usam mensagens de motivação para manter os seres humanos motivados enquanto os escravizam. Os óculos imaginados aqui realizariam o processo contrário, mas a ideia base é a mesma.

A visão edulcorada de uma realidade mediada pode fazer com que a Internet consiga levar a cabo uma proposta alienante muito além do que imaginou a TV. Sob certos aspectos ela já existe, basta examinar qualquer linha do tempo do Facebook para se ter uma ideia do enorme poder de influência de uma visão de mundo restrita ou direcionada.

Em uma sociedade progressivamente mediada por processos digitais, o mapa se transforma no território. Seu conteúdo e parâmetros tomam a forma de novos códigos de conduta e instruções. É possível imaginar, nos piores cenários, que determinados locais ou vistas sejam eliminados da visão comum, tornados acessíveis apenas para os felizardos capazes de pagar pela mensalidade que garanta o privilégio de vê-lo. Pode-se, como hoje é feito com sementes transgênicas, assinar um serviço de visualização que transforme o mundo em uma versão personalizada do Netflix, em que a simples visão é transformada em um serviço.

A série inglesa Black Mirror usou essa edição da realidade como uma forma de punição judicial. É um cenário otimista em um ambiente de versões particulares da realidade e privatização dos espaços públicos.

A ordem simbólica expressa por meios digitais não emerge do nada. Ela é uma mera reprodução (ou extensão) do que sempre existiu. Uma sociedade não pode ser resumida ou representada em sua complexidade por facetas de sua cultura, mas à medida que representações aumentadas de seus desejos são aplicados no mundo real, corpos e objetos se tornam telas para a circulação de ideias, sinais e símbolos. É, sem dúvida, uma grande aplicação prática do que filósofos chamam de (pós-) modernidade líquida. 
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Tendências nas Redes Sociais em 2016
 
A inovação no mundo virtual é constante e a cada ano temos previsões de quais assuntos estarão em foco. Separamos para você algumas das tendências nas redes sociais em 2016.

Real time
Transmissões de conteúdo ao vivo são cada vez mais utilizados como marketing de conteúdo em Mídias Sociais, seja no Snapchat, ou até mesmo no Facebook. Esse ano isso deve ficar ainda mais forte, aliado também ao relacionamento com seu público de forma mais ágil e com publicações sobre assuntos que estão acontecendo no exato momento.

Realidade aumentada
Foursquare, o aplicativo de geolocalização, tem uma aposta para este ano: a realidade aumentada. É uma forma de interligar o mundo real com o virtual, que é vista por muitas pessoas, como Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, como o futuro da internet.

O Foursquare ficou conhecido como o aplicativo para check in e recomendação de locais e deve utilizar mais a seu favor a tecnologia da realidade aumentada para atrair ainda mais usuários em sua rede.

Conteúdo em vídeos
Os vídeos são grandes causadores de engajamento, e 2016 o reinado dessa forma de conteúdo deve continuar. Vídeos curtos são cada vez mais compartilhados e sua força é tão grande, que pode ser verificada com o sucesso avassalador de Instagram, Snapchat e até mesmo Periscope.

O Youtube, maior canal de vídeos do mundo continuará investindo milhões para se manter no topo das redes deste tipo de conteúdo, e oferece a grande oportunidade a quem deseja obter uma grande audiência a um custo baixo.

Mídia paga
Por mais que a compra de mídia em redes sociais já seja mais que uma realidade, a tendência é que em 2016 a necessidade de investimento em publicidade paga seja ainda maior. O alcance orgânico continuará diminuindo e torna-se cada vez mais imprescindível destinar uma boa verba para ferramentas como o Facebook Ads.

Privacidade
O investimento das redes sociais na privacidade dos dados dos usuários é uma forte tendência para 2016, já que tivemos casos de fotos e informações vazadas em algumas das principais redes utilizadas. O Snapchat, por exemplo, já sofreu com ataques de hackers, que divulgaram conteúdos privados de muitas pessoas, e diversos golpes foram descobertos no aplicativo de mensagens WhatsApp.

Botões Call-to-action
O conceito de call-to-action é simples: induzir o usuário a realizar alguma ação sendo intuitivo e objetivo. Os botões para recursos são cada vez mais usados em mídias sociais, como se pode verificar com o Pinterest, que permite o usuário realizar uma compra dentro da própria rede social. Instagram é outro canal que passou a utilizar botões CTA há pouco tempo, e que obteve um efeito positivo.

A tendência é que cada vez mais esses recursos sejam utilizados pelas redes sociais, de modo a incentivar o usuário a interagir mais efetivamente com sua marca.

Por: redação Comschool - jan, 13, 2016
Se preferir, veja original no link:   http://news.comschool.com.br/6-tendencias-nas-redes-sociais-em-2016/
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