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Antonio Alberto Teixeira de Sousa
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Apatia Profunda
Apatia Profunda
misanta2014.blogspot.pt
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Consomes vorazmente todas as palavras
Ditongos orais que te sobem pelas coxas
Na lívido que se eleva, no desejo perene
Lês-me como se me possuísses a alma
Humedecendo o dedo a cada página
Movimentos circulares nos lábios carentes
Cada verso, volúpia crescente,
És-me sorte e surpresa
Sonhando-me em ti
Na vontade voraz
Urgência de um orgasmo
Que venha a noite
O leito e as palavras
Sonhando o sexo que desejas
Aplacando em ti todo o tesão...

Tiago Paixão
22/07/2017
06:36
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Podia ser prazer!

Toma-me os braços,
Inibe-me o movimento dos pulsos
Deixa que as mãos apenas sintam o ar
Esse que sopras no gemido os teus lábios…

Venda-me…
Impede-me de te olhar
De te sentir na alma o contorno…

Comprime-me
Contra o leito
Sobe o peso movimentado
Do teu corpo freneticamente apaixonado…

Apenas não me deixes só…
Neste escuro silêncio que me aprisiona o peito!


Alberto Cuddel
#ComoFazerAmor
Podia ser prazer!
Podia ser prazer!
albertocuddel.blogspot.pt
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Existem vontades que escondo,
Que em mim de ti omito,
Existem queres que matam
Que doem, que atraiçoam
Existem forma verbais
Que remouo entre as paredes
De um cérebro doente,
Ainda que de mim, nada saibas!

Doem-me as lágrimas
E as asas por não as usar!

Sírio de Andrade
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Biografia:

Alberto Cuddel pseudónimo de António Alberto Teixeira de Sousa nascido a 14 de Janeiro de 1973, no concelho de Baião, na margem norte do rio Douro, cedo rumou ao litoral no concelho de Vila do Conde, estudou até ao 12º Ano. Casou em 1995 passando a residir no concelho da Maia, Por questões profissionais em 2008 rumou à área metropolitana de Lisboa, onde actualmente reside no concelho de Vila Franca de Xira. Escreveu o seu primeiro poema em 1991, e mais intensamente a partir de 1993, com o inicio da relação. Publica o seu primeiro livro em 2016 “Entre Pontos e Vírgulas, Poesia!” fruto de concurso numa das colectâneas onde participou “Retrato de Mim” do Grupo LLO Letras da lagoa de Óbidos

Participou nas colectâneas:

Poetas d’hoje Vol. II e III – G. poesia da Beira Ria - Aveiro
Contas-me uma história – Lagoa de Óbidos
Perdidamente Vol.1 - Pastelaria Studios
Som dos Poetas - Papel d'Arroz
V Antologia da LLO “De mim para ti”
Palavras de Cristal Vol IV - Modocromia
Aguarelas pe poesia e Encontro de poetas 2015/2016
Um litro de lágrimas - Pastelaria Studios
Percurso das palavras - Papel d'Arroz
Jardim de Palavras - Orquidea Edições
Mar de palavras 3ª Antologia - Orquidea Edições
À Flor da Pele Vol I - Incognita
Lugares e Palavras de Natal VOL IV e V - Lugar da Palavra Editora
Mar de Bruma - Poetas poveiros e Amigos da Povoa - Modocromia
O poder do vício - Papel d'Arroz
Sentimentos à solta II - Lagoa de Óbidos
Quando o Amor é Cego - Papel de Arroz
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Muitos homens procuram satisfazer plenamente as suas parceiras, ao ponto de elas fiquem com um sorriso na cara por todo o dia, que se sintam plenamente realizadas como mulheres... Muito já se estudou, muito já se escreveu sobre o assunto, qual a melhor posição, quais os atos preliminares, qual o vestuário adequado? Não é fácil estabelecer uma relação absoluta entre todos, para que realmente funcione em todas com a mesma eficácia. Mas também nós queremos deixar as nossas dicas para poderem aproveitar a plenitude do prazer que podem proporcionar num sábado de manhã :

1- acorde antes dela ( este passo é essencial)
2- prepare um bom pequeno almoço e leve-lho à cama!
3-tome o pequeno almoço com ela ( no final leve tudo para a cozinha e arrume)
4 - vista um bom avental, ajude em todas as tarefas da casa.
5- faça o almoço e o jantar.
6- repare em casa o que houver a reparar ( elas não resistem a ferramentas)
7 - leve-a e acompanhe-a nas compras
8 - no final do jantar arrume a cozinha
9 - assista a um filme com ela
10 - finalmente leve-a para a cama
11 - agora durma esta cansado demais para outros voos, mas ela estará satisfeita e com um grande sorriso...
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Sopra em mim o desejo
Chuva que me aplaca a dor,
Naturalmente ama-me!

O sentir que me desejas no corpo
Habilmente me conquista e arrebatas
Na habilidade latente da segurança
De mais inquietas ao sabor dos lábios!

Ama-me mesmo que nos chova o mundo
E o céu nos condene...

T. Paixão
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Negro desejo
 
O desejo veste-se de negro, escorre pelos dedos,
Pela devassidão sombria da tua mente pecaminosa,
Mesmo despida de ti, do mundo, continuas tu,
Aura espessa pesada, absorves a luz, os meus medos!
 
Canto negro do vento, rasgam-te joelhos dobrados
Absorves a devassidão do espirito, sugas-me a alma,
Paredes tortas, gemidos aos céus, cabelos apanhados,
Nem primeiro, nem último, por um bastaria na calma!
 
Corpo inerte na profundeza do olhar, no espaço e razão
Cavalgas longinquamente, por entre pedaços caídos
Arqueando ao amargo fel, da em ti louca devassidão!
 
Riscas da noite a luz, quentes braços, me envolvem,
Indícios de ensanguentados e tântricos gemidos,
A negro desejo me condenas, e meu prazer sorvem!
 
Alberto Cuddel®
In: O silêncio que a noite trás - 4

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Negro desejo
 
O desejo veste-se de negro, escorre pelos dedos,
Pela devassidão sombria da tua mente pecaminosa,
Mesmo despida de ti, do mundo, continuas tu,
Aura espessa pesada, absorves a luz, os meus medos!
 
Canto negro do vento, rasgam-te joelhos dobrados
Absorves a devassidão do espirito, sugas-me a alma,
Paredes tortas, gemidos aos céus, cabelos apanhados,
Nem primeiro, nem último, por um bastaria na calma!
 
Corpo inerte na profundeza do olhar, no espaço e razão
Cavalgas longinquamente, por entre pedaços caídos
Arqueando ao amargo fel, da em ti louca devassidão!
 
Riscas da noite a luz, quentes braços, me envolvem,
Indícios de ensanguentados e tântricos gemidos,
A negro desejo me condenas, e meu prazer sorvem!
 
Alberto Cuddel®
In: O silêncio que a noite trás - 4
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