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Lethycia Dias
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Estudante de Jornalismo e blogueira literária
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Resenha: Clarice na cabeceira - Jornalismo
"Uma das maiores escritoras brasileiras, Clarice Lispector, enquanto trabalhava sua ficção, manteve intensa atuação na imprensa, para a qual escreveu cerca de cinco mil textos, entre fragmentos de ficção, crônicas e colunas femininas, para diversos jornais ...

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Resenha: Americanah
"Lagos, 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às Universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estad...

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Resenha: Anna Kariênina
"Estruturado em paralelismos, o livro se articula por meio de contrastes - a cidade e o campo; as "duas capitais" da Rússia (Moscou e São Petersburgo); a alta sociedade e a vida dos mujiques; o intelectual e o homem prático, etc. Os dois principais personag...

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"Durante a Segunda Guerra Mundial, 1 milhão de mulheres russas foram convocadas pelo Exército de seu país para lutar no front ou colaborar de forma direta ou indireta na guerra. Mas, se para os homens, a guerra é uma experiência que representa virilidade, bravura, coragem, heroísmo, da qual se deve falar com orgulho, as mulheres não sentiram a mesma coisa. Para as mulheres, a guerra foi uma experiência devastadora - física e emocionalmente, que causou medo, vergonha, repressão e até mesmo perda da própria identidade." Em "a guerra não tem rosto de mulher", a escritora e jornalista Svetlana Aleksiévitch reuniu relatos de dezenas delas.
#AGuerraNãoTemRostodeMulher #Jornalismo #LeiaMulheres #Relatos #Reportagem #SegundaGuerraMundial #SvetlanaAliksievitch
"Durante a Segunda Guerra Mundial, 1 milhão de mulheres russas foram convocadas pelo Exército de seu país para lutar no front ou colaborar de forma direta ou indireta na guerra. Mas, se para os homens, a guerra é uma experiência que representa virilidade, bravura, coragem, heroísmo, da qual se deve falar com orgulho, as mulheres não sentiram a mesma coisa. Para as mulheres, a guerra foi uma experiência devastadora - física e emocionalmente, que causou medo, vergonha, repressão e até mesmo perda da própria identidade." Em "a guerra não tem rosto de mulher", a escritora e jornalista Svetlana Aleksiévitch reuniu relatos de dezenas delas.
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"Durante a Segunda Guerra Mundial, 1 milhão de mulheres russas foram convocadas pelo Exército de seu país para lutar no front ou colaborar de forma direta ou indireta na guerra. Mas, se para os homens, a guerra é uma experiência que representa virilidade, bravura, coragem, heroísmo, da qual se deve falar com orgulho, as mulheres não sentiram a mesma coisa. Para as mulheres, a guerra foi uma experiência devastadora - física e emocionalmente, que causou medo, vergonha, repressão e até mesmo perda da própria identidade." Em "a guerra não tem rosto de mulher", a escritora e jornalista Svetlana Aleksiévitch reuniu relatos de dezenas delas.
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"Durante a Segunda Guerra Mundial, 1 milhão de mulheres russas foram convocadas pelo Exército de seu país para lutar no front ou colaborar de forma direta ou indireta na guerra. Mas, se para os homens, a guerra é uma experiência que representa virilidade, bravura, coragem, heroísmo, da qual se deve falar com orgulho, as mulheres não sentiram a mesma coisa. Para as mulheres, a guerra foi uma experiência devastadora - física e emocionalmente, que causou medo, vergonha, repressão e até mesmo perda da própria identidade." Em "a guerra não tem rosto de mulher", a escritora e jornalista Svetlana Aleksiévitch reuniu relatos de dezenas delas.
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"Durante a Segunda Guerra Mundial, 1 milhão de mulheres russas foram convocadas pelo Exército de seu país para lutar no front ou colaborar de forma direta ou indireta na guerra. Mas, se para os homens, a guerra é uma experiência que representa virilidade, bravura, coragem, heroísmo, da qual se deve falar com orgulho, as mulheres não sentiram a mesma coisa. Para as mulheres, a guerra foi uma experiência devastadora - física e emocionalmente, que causou medo, vergonha, repressão e até mesmo perda da própria identidade." Em "a guerra não tem rosto de mulher", a escritora e jornalista Svetlana Aleksiévitch reuniu relatos de dezenas delas.
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"Durante a Segunda Guerra Mundial, 1 milhão de mulheres russas foram convocadas pelo Exército de seu país para lutar no front ou colaborar de forma direta ou indireta na guerra. Mas, se para os homens, a guerra é uma experiência que representa virilidade, bravura, coragem, heroísmo, da qual se deve falar com orgulho, as mulheres não sentiram a mesma coisa. Para as mulheres, a guerra foi uma experiência devastadora - física e emocionalmente, que causou medo, vergonha, repressão e até mesmo perda da própria identidade." Em "a guerra não tem rosto de mulher", a escritora e jornalista Svetlana Aleksiévitch reuniu relatos de dezenas delas.
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"Durante a Segunda Guerra Mundial, 1 milhão de mulheres russas foram convocadas pelo Exército de seu país para lutar no front ou colaborar de forma direta ou indireta na guerra. Mas, se para os homens, a guerra é uma experiência que representa virilidade, bravura, coragem, heroísmo, da qual se deve falar com orgulho, as mulheres não sentiram a mesma coisa. Para as mulheres, a guerra foi uma experiência devastadora - física e emocionalmente, que causou medo, vergonha, repressão e até mesmo perda da própria identidade." Em "a guerra não tem rosto de mulher", a escritora e jornalista Svetlana Aleksiévitch reuniu relatos de dezenas delas.
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