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As Pessoas dualistas só vêem a luz na escuridão, só dão o valor quando o perdem, não compreendem que a vida tem muitas formas de vivê-lá, só
As Pessoas dualistas só vêem a luz na escuridão, só dão o valor quando o perdem, não compreendem que a vida tem muitas formas de vivê-lá, só

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Por Prof Marcel Camargo
Desista de correr atrás de pessoas que não o incluem em nenhum de seus planos, que mal se lembram de que você existe, que colocam seu nome no final de qualquer lista. Não se humilhe por quem não consegue enxergar tudo o que você tem a oferecer. Aproxime-se daqueles que sorriem ao ver você chegar, que se dispõem a ouvir o que você tem a dizer, que r...

Leia mais em www.covildadiscordia.com.br/permita-se-desistir/ © Covil da Discórdia
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Não existe cura gay. A sexualidade e um processo bio psico social. Não se define sexualidade pelo sexo.
A sexualidade não é uma escolha no sentido racional do termo, e também não há evidências que ela seja determinada biologicamente. Na realidade, o termo mais adequado, “orientação sexual”, é utilizado porque afasta do ponto de vista semântico a ideia de escolha deliberada e também a determinação biológica.
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Há homens e mulheres narcisistas.
Segundo uma pesquisa americana De universidade de Búfalo, a maioria é a de homens. Em ambos os casos a assistência psicoterapêutica profissional e recomendada.
https://m.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=yw69smHNhrU
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#ArtigosVeraFelicidade #BlogVeraFelicidade #psicoterapiagestaltista

O que se deve buscar é o intrínseco e não o aleatório de contingência homogeneizante balizada enquanto regras que refletem maiorias ou minorias, nem tudo tem que ser organizado em torno de homens, ou de mulheres, ou de pobres, ou de ricos, ou de negros, ou de brancos, ou de obesos, ou de magros... Continua ->

#psicologia
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Paulo Crespolini
Psicólogo- CRP 06/132391, licenciado em Filosofia e pesquisador em Psicologia Analítica
"Não seja a plateia dos raivosos nem bata palmas aos estressados"
Agende o seu atendimento psicológico: (11) 9 7752–7000
Quanto mais uma pessoa grita, menos ouvida ela se sente. Quanto mais autoritária ela é, menos autoridade parece possuir. Quanto mais irritada fica, menos controle ela tem sobre si, sobre os outros e sobre as situações que a rodeia. Quanto maior opressão para com os demais, menor é a liberdade para consigo. Com todo o respeito aos artistas de palco é possível ponderar que os irritados e os estressados valorizam uma boa plateia. Ao perceberem que não há público também constatam que não existem razões para o espetáculo. De antemão, convém ressaltar:
Ninguém deve ficar no auditório, dando salva de palmas, assistindo ao show dos zangados. Se for para assistirmos que seja a uma apresentação devidamente organizada para essa finalidade. Ela sim merece aplausos vibrantes.
Do contrário, estaremos nos comprometendo com o adoecimento dos outros, dando vazão a sintomas que a muitos fazem sofrer, inclusive a eles próprios, os irritados. O estado emocional de estresse-irritação permanente pode apontar para uma depressão intermitente, uma ansiedade generalizada, um transtorno de conduta ou um transtorno explosivo. Somente a avaliação psicológica poderá afirmar se aquilo é uma perturbação mental propriamente dita ou se decorre de um episódio circunstancial. Ainda assim, por detrás do estresse exacerbado, da irritação descontrolada e do autoritarismo cruel pode estar alguém profundamente ferido pelas dificuldades da vida.

Afinal, pessoas feridas ferem. Quem está machucado também machuca. É um engano pensar que contusões graves e fraturas expostas só existem no corpo. Adiante disso, há vivências de intenso sofrimento que se convertem em feridas psicológicas. Elas surgem no momento em que nos sentimos: afetivamente aniquilados, desprovidamente abandonados e desesperadamente solitários. Dores psíquicas precisam de duas coisas: reconhecimento e tratamento. Do contrário, existe o risco de ferirmos a muitos, lançando sobre eles feridas que, de tão nossas, somente nós podemos cicatrizá-las."

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Paulo Crespolini
Psicólogo- CRP 06/132391, licenciado em Filosofia e pesquisador em Psicologia Analítica
"Se aceite, de verdade, sem implorar pela aceitação dos outros"
Agende o seu atendimento psicológico: (11) 9 7752–7000

Por mais que você se esforce para respeitar a todos é possível que muitos não lhe respeitem. Inclusive, seu corpo. Só não deixe de respeitá-los por esse motivo. Você não precisa ser magra, negra, branca, ruiva, alternativa, gentil, esbelta, recatada ou sempre jovem para ser bonita. Muito menos carece de cabelo crespo, liso ou loiro para ser aceita. Você não necessita ser másculo, sensual, atlético, alto, metrossexual para ser reconhecido. Tanto mulheres quanto homens podem ser tudo isso e mais um pouco. Contudo, o belo ainda reside no amor-próprio.

A intervenção de um esteticista, de um médico ou de um odontólogo pode sim resgatar a autoestima. Mas, não há procedimento estético ou cirúrgico que corrija uma pessoa que não se ama, não se respeita e não se valoriza.
Abrace o seu próprio corpo por inteiro, pois é ele a primeira casa que você habita. Encare cada ruga. Tenha a coragem de acolher as estrias que traçam a sua pele. Aceite os cabelos grisalhos e, até mesmo, o início da calvície. Há procedimentos médicos e estéticos para cada um deles. No lugar de simplesmente corrigir, eles vêm para melhorar. Inclusive, para que nos amemos ainda mais. Cada um possui o direito sobre o seu próprio corpo. Ninguém tem a prerrogativa de impor a ele suas próprias regras, visando dominá-lo, coagi-lo ou vilipendiá-lo.
Mas, às vezes, sem o perceber de fato, consentimos com tudo isso e acabamos menosprezando o cuidado para com aquilo que nos faz bem.
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Os envolvimentos emocionais fundados em grandes afinidades costumam gerar, logo no início, um enorme medo da continuidade do relacionamento.

O medo inicial surge de modo mais intenso nos relacionamentos potencialmente ótimos. Muitos veem isso como paradoxal e desprovido de sentido.

O fato é que a dimensão do medo acompanha a intensidade do encantamento: quanto maior for o fascínio pelo novo parceiro, maior será o pavor!

O medo é triplo: medo de perder a individualidade, medo da dor que adviria numa eventual ruptura e ainda o medo relacionado com a felicidade.

Não é que a felicidade em si nos provoca medo. O problema é que sentimos que ela aumenta demais as chances de sermos vítimas de uma tragédia.

Quando aquele que está vivendo o encantamento amoroso percebe que o parceiro se retrai, deve sempre cogitar que isso se deve ao medo do amor.

É claro que o medo do envolvimento não é a única causa de retraimento de um parceiro amoroso: ele pode ter se decepcionado por alguma razão.

Em ambos os casos, a boa atitude é a mesma: dar "marcha à ré" diante da postura mais retraída do parceiro e aguardar suas próximas reações.
______________________________
- Algumas considerações feitas pelo Dr. Flávio em nov/2014: http://bit.ly/2oq0xiQ
- Livro relacionado "Uma história do amor... Com final feliz": http://bitly.com/UdMR3F. Primeiras páginas: http://bit.ly/1LErfcE
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Há mulher que querem ser apenas desejadas. Se trocam através seus corpos pela segurança, pelo patrimônio, pelo aparente status social. Depois do prazer concedido pelos corpos são desprezadas, se esforçam pelo trabalho doméstico e são humilhadas e ridicularizadas pela baixa inteligência.

Há outras mulheres que não querem ser amadas. São conquistadas como objetos e troféus do prazer pela vaidade de serem generosas com os egoístas e os avarentos. Se perdem da qualidade da virtude da generosidade, pois alimentando os egoístas sem ética e sem freio moral, a generosidade se torna um defeito que lhes dão um ar de superioridade. São mulheres dignas de pena por perderem o próprio respeito, o valor pessoal, permitem aos outros fazê-las perder a identidade, o respeito próprio e até a dignidade. Não acreditam no amor de alianças que evoluem pela união e tão pouco no amor próprio.

Cedem todas as suas poucas riquezas sem nada em troca e se sentem superiores aos egoístas. São as vítimas empáticas dos psicopatas calculistas, frios e possessivos. As generosas com ar de superioridade são vaidosas, dão a própria vida por serem vítimas da empatia, vão perdendo tudo, até a própria expectativa de existência no presente e no futuro de suas vidas. Sem saber dizer "Não" alimentando o egoísmo do outro, sendo o vaidoso prazer objeto e tolerando as humilhações de um psicopata.

Por Prof Marcel Camargo
Não semeie em corações estéreis
Tem gente que não quer, não sabe, recusa-se a amar, a se lançar, a se permitir ser invadido por alguém. Por medo, por covardia, por traumas, sabe-se lá, ou porque simplesmente perdeu a esperança de ser feliz no amor. Inúmeras são as razões para o fechamento do próprio coração, várias são as dores que antecedem um coração frágil e machucado. E, caso a pessoa não se ajude, amor nenhum quebrará o muro da indiferença que então se instala.
Nem sempre o amor é bonito, nem sempre será para sempre. Existem rompimentos mais ou menos tranquilos e existem finais que podem tanto fortalecer quanto enfraquecer os sonhos da essência de cada um. E algumas pessoas nunca receberam o amor verdadeiro que cura e ilumina, ou seja, tornaram-se incapazes de perceber quando há verdade tranquila nos sentimentos alheios....
Leia mais em http://www.covildadiscordia.com.br/nao-semeie-em-coracoes-estereis/ © Covil da Discórdia
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O que separa e machuca as pessoas não é a distância. É a indiferença.
"Café"
Por Guilherme Antunes
http://www.fasdapsicanalise.com.br/cafe/ "Aonde quer que eu vá, eu descubro que um poeta esteve lá antes de mim."
Sigmund Freud
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