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Qualityfarma Farmácia de Manipulação
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Morosil®
A célula adipocitária armazena energia e acumula triacilglicerol durante excesso nutricional.
É bem conhecido que a disfunção do metabolismo dos adipócitos desempenha um papel
importante no desenvolvimento da obesidade e resistência à insulina. O adipócito sintetiza e
segrega moléculas biologicamente ativas denominadas adipocitocinas - a adiponectina é uma
das mais importantes, é específica e altamente expressa nos adipócitos. Ao contrário da maioria
das proteínas secretadas pelo tecido adiposo, a adiponectina é secretada inversamente ao
tamanho do adipócito, ou seja, ao conteúdo de lipídio nele presente.
Adipócitos com baixo conteúdo de lipídio secretam hormônios insulina-sensível como a
adiponectina, leptina e outros peptídeos, já os adipócitos com alto conteúdo de lipídeo induzidos
por dietas gordurosas causam diminuição da produção de hormônios insulina-sensíveis,
resultando na resistência à insulina. Desta forma, as concentrações séricas de adiponectina
são menores em indivíduos obesos, uma vez que se correlacionam negativamente com a
porcentagem de gordura corpórea, além de fatores de risco cardiovascular, como pressão
arterial, colesterol total, LDL-colesterol, triglicérides e ácido úrico.
É a ação antioxidante da antocianina que regula as disfunções dos adipócitos. Pensando em
todos os seus benefícios, a Galena apresenta mais um importante aliado no gerenciamento
do peso, o Morosil®. Um extrato seco obtido a partir do suco das Laranjas Vermelhas Moro -
cultivadas no mediterrâneo, exclusivamente na área em torno do vulcão Etna, na Sicília (Itália)
– que é a principal fonte dos pigmentos de antocianina em especial cyanidin-3-glucoside (C3G),
um excelente antioxidante, que geralmente não são encontrados em outras frutas cítricas, além
de conter elevada concentração de vitamina C, flavonóides e ácidos hidroxicinâmicos.
Estudos comprovam que a Laranja Vermelha Moro possui ações exclusivas.
• Promove uma redução acentuada no tamanho dos adipócitos pela diminuição do acúmulo
de lipídeos e aumento da sensibilidade à insulina: Nos adipócitos, a antocianina especifica C3G
inibe a expressão do Peroxisome proliferator-activated receptor (PPARγ), que modula vários
genes envolvidos no metabolismo de lipídios, incluindo Acil-CoA sintetase e lipase lipoprotéica
(LPL), controla também a expressão da proteína transportadora de ácidos graxos, ambos
envolvidos na captação de lipídeos pelos adipócitos. E através da adiponectina, ocorre a redução
dos níveis de triglicérides no músculo e fígado, reduzindo assim a resistência à insulina. Esse
efeito é consequência do aumento de moléculas envolvidas tanto na metabolização de ácidos
graxos, quanto na dissipação de energia muscular.
• O mecanismo sinérgico dos polifenóis totais do extrato da Laranja Vermelha Moro, em
especial a antocianina C3G, promove o gerenciamento do peso e a redução dos triglicerídeos
e do colesterol total pela diminuição da HMG-CoA redutase, enzima fundamental na síntese
do colesterol, levando a uma redução do colesterol tecidual e um consequente aumento na
expressão dos receptores de LDL.
Nome Científico
Dose usual
Atributos do produto
• Extrato do suco das laranjas vermelhas
 Moro, ativo natural, cultivadas em torno do
 vulcão Etna na Sicília, Itália
• Potente sinergismo entre os componentes
 antocianinas, flavonoides, ácido ascórbico
 e ácidos hidroxicinâmicos na ação antioxidante
• Contém a antocianina especifica C3G, uma
 importante aliada na redução de medidas e no
 gerenciamento do peso
• Além da ação na redução de medidas possui
 excelente ação antioxidante
• Inibe a expressão de PPARγ, estimulando a
 síntese de adiponectina
• Modifica o metabolismo dos adipócitos
• Reduz a gordura abdominal de 25 a 50 %
• Aumento da sensibilidade à insulina
• Reduz significativamente os níveis de
 triglicerídeos e colesterol total
Citrus sinensis (L.) Osbeck
400 mg a 500 mg ao dia
Até 50% menos barriga e
100% mais felicidade!Sugestões de
Fórmulas
uso IN e OUT
IN OUT
Referências bibliográficas Literatura do fornecedor – Bionap (Itália) - 1. Titta L, et al.., Blood Orange juice inhabits fat accumulation in mice. Int J Obesity 34(3):578-588 (2009). 2. Tsuda T, et al., Microarray profiling of gene expression in human adipocytes
in response to anthocyanins. Biochem Pharmacol 71:1184-1197(2006). 3. Tsuda T., Regulation of adipocyte function by anthocyanins; possibility of Preventing the Metabolic Syndrome. J Agric Food Chem 56:642-646 (2008). 4. Tsuda T et al., Anthocyanin
enhances adipocytokine secretion and adipocyte-specific gene expression in isolated rat adipocytes. Biochem Biophys Res Commun 316(1):149-157 (2004).5. Guo H, et al., Cyanidin 3-glucoside protects 3T3-L1 adipocytes against H2O2 – or TNF-α-induced
insulin resistanc by inhibiting c-Jun NH2-terminal Kinase activation. Biochem Pharmacol 75:1393-1401 (2008).
EFICÁCIA DO MOROSIL®
Redução da gordura abdominal
Resultado
APLICAÇÃO DO MOROSIL®
Redução da medida abdominal, aumento da
saciedade e controle glicêmico
Morosil®..............................................................................400 mg
Fibregum BTM...............................................................................3 g
Dissolver o conteúdo de um envelope em 1 copo de água
e tomar imediatamente.
Redução da retenção hídrica
Cacti-NeaTM.....................................................................................1 g
Tomar 1 dose pela manhã.
Definição da silhueta, redução de medidas e
tonicidade muscular
Actigym™.....................................................................................5%
Remoduline®..................................................................................4%
Creme Xalifin 15® qsp....................................................................60 g
Aplicar na região das coxas, abdômen e braço 2 vezes ao dia.
Um estudo recente publicado na conceituada revista International Journal of Obesity mostrou que o extrato da Laranja Vermelha Moro - obtido do suco
enriquecido - diminui o ganho de peso e o acúmulo de gordura induzida em animais alimentados com dieta hiperlipídica.
O extrato da laranja Moro promove redução da gordura abdominal de 25 a 50 %.
O exame histológico do tecido adiposo demonstra também uma redução acentuada no tamanho dos adipócitos, devido à diminuição da capacidade de
acumular gordura.
Morosil® pode ser administrado em cápsulas, sachês e adicionado em alimentos funcionais como bebidas instantâneas.
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O verão se aproxima e muitas pessoas começam a se preocupar com os quilinhos a mais conquistados durante o inverno, onde o chocolate quente e o fondue passam a fazer parte do cardápio. E é nesse momento que começa a procura por substâncias, chás e ervas que ajudem a queimar as calorias, e os fitoterápicos são uns dos componentes que pode auxiliar nesse processo de emagrecimento.
Atualmente três fitoterápicos têm sido bastante utilizado por médicos e nutricionistas como coadjuvantes no emagrecimento. São eles: a Faseolamina, o Citrus Aurantium e a Caralluma Fimbriata. 
Muitas pessoas recorrem ao fitoterápico por ser um produto natural e aparentemente não acarretar em riscos para a saúde de quem os utilizam, porém quando compramos um fitoterápico pronto para o consumo, não temos a certeza de que todos os ingredientes estejam ali na forma e concentração que necessitamos.
Hoje vou falar sobre a Caralluma Fimbriata, que tem aparecido bastante em revistas que falam sobre dietas. Lembrando que o fitoterápico é apenas um coadjuvante no processo de emagrecimento, e que, sozinhos, eles não fazem milagres. Para alcançar o resultado desejado é necessário associar o seu uso a uma alimentação saudável e à prática de atividade física.
A Caralluma fimbriata é uma planta bastante conhecida e consumida na Índia, onde é utilizada como supressor de apetite durante os longos períodos de caça. Trata-se de um cacto suculento comestível, que cresce de forma selvagem na Índia, plantado como arbustos na beira de estrada ou como divisa de jardins.
Muito procurado atualmemente, principalmente por mulheres preocupada com peso, a Caralluma fimbriata é um fitoterápico que não possui muitos estudos científico comprovando seus efeitos como supressor de apetite, e nem mesmo quais são os efeitos colaterais do seu uso indiscriminado. Há apenas um estudo realizado com humanos, onde indivíduos de 25 a 60 anos, acima do peso considerado ideal (IMC acima de 25kg/m²) e sem doenças crônicas foram acompanhados durante 60 dias. Os indivíduos não utilizaram nenhum medicamento para emagrecer, somente cápsula com 500mg de extrato seco de Caralluma fimbriata duas vezes ao dia, somando 1g/dia. No começo do estudo os indivíduos receberam orientações dietéticas e de atividade física, visando uma perda ponderal de 5 a 10% do peso corporal durante o acompanhamento. Os pesquisadores constataram que houve uma significativa redução na circuferência de cintura, além de um aumento na saciedade e uma redução na compulsão alimentar e na sensação de fome.
Nesse mesmo estudo, os pesquisadores relataram poucos efeitos colaterais, que ficaram limitados somente ao começo do estudo, quando os indivíduos relataram sintomas envolvendo o trato grastrointestinal, como distensão abdominal, flatulência, constipação e gastrite. Porém, esses sintomas estavam presente tanto no grupo que recebeu o extrato de Caralluma fimbriata quanto no grupo que recebeu maltodextrina (ou seja, placebo).
Além do seu efeito na redução do apetite, a caralluma teria também um efeito na diminuição da vontade de comer doces. Além de agir mantendo a carga glicêmica estável, auxiliando assim na diminuição da circunferência de cintura, ou seja, diminuindo a gordura abdominal, que estaria ligada ao risco aumentado de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e outras doenças crônicas.
Sendo assim, o importante é que se houver o consumo de fitoterápicos manipulado, que seja na quantidade correta recomendada. Também vale ressaltar que o uso da caralluma é permitido somente na forma de extrato seco. A única forma autorizada do produto é a manipulada, que só pode ser vendida por farmácias registradas na vigilância sanitária e com prescrição de um profissional habilitado.
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Camellia Sinensis

A Camellia sinensis é a planta que dá origem aos chás branco, verde, preto e Oolong. O chá verde é muito popular na cultura oriental, passando a ser consumido no ocidente devido as suas propriedades de melhorar a saúde e emagrecimento. Atualmente cerca de 2/3 da população mundial consome o chá, sendo produzidos cerca de três bilhões de kilograma de chá por ano. Estima-se que o consumo per capita ao redor do mundo é de 120 ml de chá produzido por dia.
A Camellia sinensis passou a ser bastante estudada pelos cientistas devido sua composição. Rica em compostos como catequinas, bioflavanóides e taninos, que confere ao chá verde uma boa atividade como antioxidantes, a Camellia sinensis ajuda no combate dos radicais livres, auxiliando na prevenção de diversas doenças, entre elas o câncer.  O chá proveniente desta planta, também é rico em magnésio, potássio, ácido fólico, vitaminas C, K,  B1 e B2, que são importante para o funcionamento do nosso organismo.
O que diferencia os chás encontrados no mercado atualmente é a forma como estes são produzidos. O chá verde representa cerca de 90% da produção chinesa, produzido a partir das folhas da Camellia sinensis que são colocadas no vapor e em seguida passam por um processo de secagem. Essa forma de produção do chá faz com que os ingredientes não sejam oxidados, mantendo assim o bom potencial antioxidantes da planta e preservando seus nutrientes.
O chá preto constitui cerca de 90% da produção da Índia, onde as folhas da Camellia sinensis passam por várias etapas de processamento, dentre elas a fermentação, que consiste em uma ação enzimática de flavonóis e teaflavinas.
O chá Oolong é produzido pela oxidação parcial das folhas da Camellia sinensis, o que ocorre com a ação da enzima polifenol oxidase, presente na folha da planta. É o mais consumido na região sul da China, e por paroximadamente 2% da população mundial, enquanto o chá verde é consumido por 22% da população mundial e o chá preto por 76% a 78% da população mundial, sendo mais difundido nos paises ocidentais.
O chá Branco, proveniente dos brotos e flores da Camellia sinensis, contém uma quantidade menor de cafeína e um sabor mais delicado. Entretanto, possui uma quantidade maior de polifenóis, o que confere ao chá propriedades semelhantes ao chá verde, porém mais pronunciadas. Para fazer uma infusão, são necessárias duas colheres de chá da erva para um xícara de água quente.
Mas qual desses chás eu devo tomar? Isso vai depender dos seus objetivos. Por isso, é importante a consulta a um profissional habilitado para que este prescreva o melhor chá para cada situação. Lembrando que os chás podem sim, ter efeitos indesejados. O chá verde, por exemplo, é contra-indicado para pessoas hipertensas e com hipotireoidismo, devendo ser usado com cautela por pessoas com Glaucoma.
Também importante, é a forma como o chá é preparado. O chá verde, por exemplo, deve ser preparado com água mineral (de boa fonte) fervida em panela de vidro (de preferência) de forma que a água não entre em ebulição. Em seguida, as folhas secas devem ser colocadas em uma xícara de porcelana (ou cerâmica) branca por dentro. Coloca-se a água na xícara, espera cerca de 5 minutos com o recipiente abafado, e em seguida coa o chá com uma peneira, de preferência que seja de inox. O chá deve ser bebido assim que preparado para manter suas propriedades terapêuticas.
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Suplementos são na maioria das vezes vitaminas, minerais e aminoácidos que complementam a alimentação. Importante para pessoas com carências nutricionais e também para praticantes de atividade física ter um melhor desempenho ou repor perdas nutricionais durante essa prática.
Atualmente, no ritmo de vida que vivemos, perdemos muitos nutrientes com estresse, falta de tempo de preparar alimentos saudáveis ou mesmo pelo consumo exagerado de produtos industrializados. Com isso os suplementos passam ser necessários no dia a dia, com prescrição médica ou de nutricionistas.
Mas o que é perigoso é comprar suplementos por conta própria e sair utilizando vários produtos juntos sem nenhuma orientação profissional. Suplementos parecem ser inofensivos, mas dependendo da quantidade ou do componente podem ter conseqüências desagradáveis.
Nessa sessão do site iremos explicar os efeitos de cada componente dos suplementos, com objetivo de compartilhar informações com os leitores para saberem o efeito no organismo de cada um deles. Mas lembre-se que nenhum suplemento substitui uma alimentação saudável. Como o próprio nome diz, ele vem para suplementar à alimentação. Terá um melhor resultado associado com hábitos de vida saudáveis.

Tipos de Suplementos:
Suplementos Hipercalóricos
São suplementos que possuem um valor energético alto. Esses suplementos são compostos por carboidratos e aminoácidos essenciais, ou seja, aminoácidos que não produzimos no nosso organismo.
Suplementos Hiperproteicos/aminoácidos
São suplementos proteicos
Possuem compostos de aminoácidos essenciais ao nosso organismo que ajudam na formação de músculos.
Suplementos Termogênicos
Ajudam no aumento do metabolismo. Contribuem na perda de peso e gordura corporal.
Suplementos Antioxidantes
Rico em nutrientes antioxidantes, ajuda na limpeza do organismo. Quem pratica muita atividade física acaba liberando muitos radicais livres no organismo que são responsáveis pelo envelhecimento precoce ou mesmo que levam a doenças como o câncer. Esses antioxidantes ajudam na eliminação desses radicais livres.
Suplementos Polivitamínicos e Minerais
Para pessoas que necessitam complementar vitaminas e minerais no dia a dia.
Suplementos Hormonais
São substâncias que estimulam a produção de hormônios. Muito cuidado no seu consumo porque hoje em dia nas academias são muito comercializados. Sempre é necessária uma avaliação médica para analisar necessidade de utilizá-los.
Fonte:  ANutricionista.Com - Cristiane Mara Cedra - CRN3 19470 - Nutricionista em São Paulo.
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Mitos e verdades sobre o consumo da soja

Fonte da imagem: www.musculacaovegana.com.br
A soja é uma opção de consumo dado seu excelente perfil nutricional, no entanto, sua ingestão ainda está permeada com alguns mitos e dúvidas.

1.    A soja é um alimento considerado pobre nutricionalmente e sua proteína não é de qualidade como as fontes animais.
MITO. O grão de soja é composto em média por 30-40% de proteínas de alto valor biológico que alia a boa digestibilidade ao perfil de aminoácidos presentes. A soja fornece todos os aminoácidos essenciais em quantidades adequadas para suprir as necessidades humanas nas diferentes faixas etárias. Além disso, contém 30% de carboidratos e 20% de lipídios em sua maioria mono e poli-insaturados, bem como vitaminas, minerais, fibras insolúveis e compostos bioativos com destaque às isoflavonas.
Dentre os alimentos de origem vegetal, a soja apresenta qualidade proteica superior, sendo considerada a única fonte de proteína vegetal completa, podendo ser comparada às fontes de proteína animal, dada a paridade observada nos indicadores de qualidade proteica como o PDCAAS (Protein Digestibility Corrected Amino Acid Score).

2.    As isoflavonas são substâncias semelhantes ao estrogênio e seu consumo pode ser prejudicial à saúde.
MITO. As isoflavonas são fitoquímicos que possuem estrutura química parecida ao estrogênio, porém não atuam de forma semelhante a este hormônio em nosso organismo, podendo em muitos casos exercer ação antiestrogênica.

3.    Há benefícios à saúde atribuídos ao consumo de soja.
VERDADE. Os benefícios à saúde atribuídos ao consumo de soja são devidos, principalmente, ao efeito combinado da proteína de soja às isoflavonas. Dentre eles, destacam-se efeitos positivos sobre a saúde cardiovascular evidenciada pela potencial redução dos níveis de LDL-colesterol, controle dos níveis glicêmicos, atuação anticancerígena com potencial atuação protetora contra o câncer de mama e próstata, manutenção da saúde óssea entre outros.

Referências:
Publicado por nutritotal [www.nutritotal.com.br]
Acesse o material “A Soja e seus Compostos sob a Ótica de Especialistas da América Latina” no site do Unilever Health Institute para visualizar as referências.
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O consumo de café reduz o risco de desenvolver diabetes tipo 2?


Fonte de imagem: www.saudedica.com.br

Sim. Estudos demonstram uma associação inversa entre o consumo de café e o risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2 (DM2).
Pesquisadores americanos publicaram uma metanálise que incluiu 28 estudos prospectivos, abrangendo uma população estimada de mais de um milhão de participantes e com mais de 45.000 casos de DM2. O tempo de seguimento variou de 10 meses a 20 anos e o consumo alimentar foi avaliado através de questionário de frequência alimentar. Os resultados demonstram que os participantes que aumentaram seu consumo de café para mais de 1 copo/dia durante um período de quatro anos tiveram um risco 11% menor de desenvolver DM2 nos 4 anos posteriores, em comparação com aqueles que não fizeram alterações no consumo. Já os indivíduos que diminuíram a ingestão de café para mais de 1 copo/dia tiveram risco 17% maior de desenvolver DM2. Mudanças no consumo de chá não foram associados com o risco de DM2.
Os mesmos pesquisadores publicaram outro estudo, dessa vez para comparar as tendências dessa associação com a utilização de café cafeinado ou descafeinado na mesma população. Na comparação entre os efeitos desses cafés, dados demonstraram uma associação inversa entre o consumo desses cafés e o risco de DM2, confirmando que o efeito de redução de risco de DM2 através do consumo de café promove uma resposta dependente das quantidades ingeridas. Mais ainda, os resultados demonstraram que tanto o café cafeinado como o café descafeinado promoveram uma redução comparável no risco de desenvolvimento do DM2.
Um estudo com o objetivo de evidenciar o mecanismo dessa relação avaliou a associação entre o consumo de café e vários biomarcadores relacionados com a DM2, como marcadores hepáticos (γ-glutamil transferase, fetuin-A, e globulina), marcadores de dislipidemia (lipoproteína de alta densidade – colesterol e triglicérides), inflamação (proteína C-reativa), adipocina (adiponectina) e metabólitos. Os resultados verificaram que o consumo de café foi inversamente associado com os níveis de fetuin-A e PCR em mulheres e γ-glutamil transferase e triglicérides em homens. O consumo de café tende a ser inversamente associado com o risco de DM2 em ambos os sexos, alcançando significância apenas em homens. Os autores afirmam que esses marcadores explicam a relação inversa entre o consumo de café a longo prazo e o risco de desenvolvimento de DM2.
No entanto, um estudo publicado na revista Nutrition revisou a literatura sobre os efeitos do consumo de café em diferentes fatores envolvidos na patogênese do DM2. Os autores afirmam que, no geral, as evidências experimentais e epidemiológicas estudadas elucidam os efeitos protetores do consumo de café no DM2, envolvendo múltiplos mecanismos preventivos, mas que apesar das fortes evidências disponíveis na literatura, ainda é incerto se o uso do café deve ser recomendado para pacientes com diabetes e/ou qualquer paciente em risco de desenvolvimento de DM2 como uma terapia complementar para prevenir a progressão da doença.

Autoria de Alweyd Tesser, publicado por nutritotal [www.nutritotal.com.br]

Referências:
Bhupathiraju SN, Pan A, Manson JE, Willett WC, van Dam RM, Hu FB. Changes in coffee intake and subsequent risk of type 2 diabetes: three large cohorts of US men and women. Diabetologia. 2014;57(7):1346-54.
Ding M, Bhupathiraju SN, Chen M, van Dam RM, Hu FB. Caffeinated and decaffeinated coffee consumption and risk of type 2 diabetes: a systematic review and a dose-response meta-analysis. Diabetes Care. 2014;37(2):569-86.
Jacobs S, Kröger J, Floegel A, Boeing H, Drogan D, Pischon T. Evaluation of various biomarkers as potential mediators of the association between coffee consumption and incident type 2 diabetes in the EPIC-Potsdam Study. Am J Clin Nutr. 2014; 100(3):891-900
Akash MS, Rehman K, Chen S. Effects of coffee on type 2 diabetes mellitus. Nutrition. 2014;30(7-8):755-63.
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Alimentos que combatem a dor e evitam problemas na coluna. Conte com eles!

Fonte da imagem: www.dicassaude.com.br
Seus hábitos alimentares interferem diretamente no funcionamento de todo o seu corpo, inclusive no desempenho da sua coluna vertebral. “Alimentos ricos em gorduras trans, margarinas, produtos à base de xarope de milho, comidas processadas e refinadas, álcool em excesso e pouca variação de frutas, verduras e proteínas são os principais responsáveis pelo aumento da gordura abdominal e pelo excesso de peso das pessoas”, afirma a Drª Júlia Rios*, nutricionista credenciada à POSTAL SAÚDE em Brasília. É esse peso extra que vai trazer impactos aos discos intervertebrais, causando ou piorando quadros de dor crônica na região das costas.
Combatendo as dores
A nutricionista explica que o aumento no consumo de alimentos anti-inflamatórios (açafrão, azeite de oliva, atuam, cavala, sardinha, arenque – ricos em ômega 3), frutas e vegetais de cor vermelha-arroxeada, abacate, castanhas em geral e frutas cítricas ajuda a reverter os quadros de inflamações. Para combater a dor, Júlia recomenda alimentos ricos em magnésio, tais como banana, aveia, semente de abóbora e vegetais verde-escuros, que controlam a contração muscular.
Energia para os músculos
Para manter o trabalho muscular ao longo do dia, tanto para a atividade física quanto para as tarefas diárias, seu corpo conta com uma reserva chamada glicogênio, proveniente dos carboidratos que você ingere. Para manter essa reserva abastecida, é importante apostar em carboidratos complexos, tais como os cereais integrais, mandioca, batata-doce, mandioquinha, batata-baroa, cará, inhame e algumas frutas.
Proteínas
As proteínas são principais responsáveis pela formação da massa muscular. “É importante priorizar as proteínas de boa qualidade e pouca gordura, sempre intercalando os tipos, inclusive utilizando as de origem vegetal, para evitar alergias e promover uma boa digestão”, orienta.
Vitaminas e minerais
A vitamina K (vegetais verde-escuros, óleos vegetais, entre outros) auxilia na prevenção da osteoporose (que é mais uma das causas de dores nas costas). Vitaminas do complexo B, que estão presentes nos produtos de origem animal e em algumas algas, e vitamina D são importantíssimas na fixação do cálcio na matriz óssea.
Abacate para o bem-estar
Júlia destaca que o abacate tem o poder de aumentar os níveis de serotonina (o hormônio do bem-estar) no organismo, o que ajuda a diminuir a incidência do estresse (que altera um hormônio chamado cortisol e causa, entre outros problemas, o aumento da gordura abdominal), “O ovo, a banana e a aveia também trazem benefícios. Os alimentos orgânicos são sempre preferíveis, por diminuírem a quantidade de compostos tóxicos no organismo”, afirma a nutricionista.
Procure um profissional
Não é novidade que uma boa saúde começa de dentro para fora. Mas é sempre bom lembrar e, mais importante ainda, agir. Procure um nutricionista, pois esses cuidados começam com uma avaliação do estado nutricional e físico, que vai identificar possíveis carências e/ou excesso de nutrientes, e tratar ou evitar o desencadeamento de problemas.

*Júlia Azevedo Rios Silva (CRN/1 8285), formada em Ciência da Nutrição pelo UniCEUB (2012), pós-graduada em Terapia Nutricional e clínica (GANEP), pós-graduada em Nutrição Esportiva Funcional e pós-graduada em Fitoterapia Funcional (VP UNICSUL).

Referência:

Revista + Saúde. Ano 1; Edição 5; Setembro/2014. Postal Saúde.
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