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Antonio Ja Batalha
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Antonio Ja's posts

UM DIA.

Menino que brinca no lago,
Criança rabina,
Não fica sossegado,
Brinca com um barquinho,
E um peixe encarnado,
Barquinho de jornal,
Que pelo vento perfilado,
Não vi outro igual.
Na imaginação,
Embarquem com ele,
Entrem os heróis
marinheiros,
Na escuridão perdida,
Vencendo os piratas,
Em hábeis emboscadas,
Em lutas travadas.
Cuidado!
O vento mudou!
Oh!
O barquinho virou,
E como era de papel.
O barco se afundou.
Com o barco afundado,
E o sonho mudado,
A criança correu,
A bola chutou,
O peixinho nem se viu,
A criança?
Sorriu,
O sol se escondeu,
O dia acabou.
Por: António Jesus Batalha.

NO AMOR.

No amor crescemos,
Envelhecemos lado a lado,
Lutamos vencemos,
P‘lo mundo partilhado,
Por abismos nesta terra dividida,
Passagem,
Que para nós não é contida.

A luz remoça a neve,
Que nos teus cabelos cai,
A claridade dos dias,
Pela noite ela se vai,
A alegria da vida,
Que eu em ti amo,
Minha rosa alegre,
Que assim te chamo.

Palavras da tua boca,
recreia e ensina,
Têm medida no mundo,
neste mundo que te estima,
Quero-te para sempre
em minha vida inteira,
Minha rosa mui querida,
Minha linda companheira.
Por: António Jesus Batalha.

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O meu treino de hoje,são servidos?
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MENINO MAGRO.

Aquele menino magro,
Que para um pedaço de pão,
Assim revolve os caixotes,
Olha bem! É teu irmão.

Com maneira desajeitada,
Nariz sujo e pingando,
Olhos frios com lágrimas,
Mal tratado plos humanos!

Lutando para viver,
Nesta selva desleal,
Vai crescendo, crescendo,
Até ser homem,quem sabe?

Talvez servo do mal!
É dura,e pesada sua cruz.
O menino sem esperança.
É teu irmão, e de Jesus.
Por: António Jesus Batalha.

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O meu treino de hoje, muito bom.

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Deve relembrar o código da estrada, afim de não ter problemas com a justiça e com os outros condutores.
https://antonioalvessite.wordpress.com/2017/06/03/paineis-adicionais/

NOS ACOSTUMAMOS.

Nos acostumamos a ver os rios,
a correr sempre para baixo,
A chuva que cai a encher o riacho.
Nos acostumamos ao sol quente no verão,
aos ciclos certos em cada estação.
Nos acostumamos,
aos políticos corruptos
Ás verdades que se foram,
ás mentiras ingressas,
Ao pobre que leva a vida a sofrer,
ao desempregado
que não tem nada que comer.
Nos acostumamos,
a ficar de boca calada,
os ricos mais ricos,
e o pobre sem nada.
Nos acostumamos,
a olhar de lado para nosso irmão,
Não sorrir para ele,
nem estender-lhe a mão.
Nos acostumamos,
a sermões vazios
e palavras sem sal,
Cânticos sem poder,
música igual,
Nos acostumamos,
a pagar, para a bênção receber,
e nos ficamos de braços caídos
sem nada fazer.
Nos acostumamos,
a viver como mendigos,
comer migalhas beber água podre
como os perdidos.
Nos acostumamos,
a Palavra não ler,
a não orar antes de comer,
a perder a visão e andar como cegos,
querendo apenas satisfazer nossos egos.
Nos acostumamos,
a viver de bênçãos passadas,
viver sem amigos promessas quebradas.
Nos acostumamos.
a outros costumes que eu não vou falar,
deixando aqui espaço para você pensar.
Por António Jesus Batalha.

NOS ACOSTUMAMOS.

Nos acostumamos a ver os rios,
a correr sempre para baixo,
A chuva que cai a encher o riacho.
Nos acostumamos ao sol quente no verão,
aos ciclos certos em cada estação.
Nos acostumamos,
aos políticos corruptos
Ás verdades que se foram,
ás mentiras ingressas,
Ao pobre que leva a vida a sofrer,
ao desempregado
que não tem nada que comer.
Nos acostumamos,
a ficar de boca calada,
os ricos mais ricos,
e o pobre sem nada.
Nos acostumamos,
a olhar de lado para nosso irmão,
Não sorrir para ele,
nem estender-lhe a mão.
Nos acostumamos,
a sermões vazios
e palavras sem sal,
Cânticos sem poder,
música igual,
Nos acostumamos,
a pagar, para a bênção receber,
e nos ficamos de braços caídos
sem nada fazer.
Nos acostumamos,
a viver como mendigos,
comer migalhas beber água podre
como os perdidos.
Nos acostumamos,
a Palavra não ler,
a não orar antes de comer,
a perder a visão e andar como cegos,
querendo apenas satisfazer nossos egos.
Nos acostumamos,
a viver de bênçãos passadas,
viver sem amigos promessas quebradas.
Nos acostumamos.
a outros costumes que eu não vou falar,
deixando aqui espaço para você pensar.
Por António Jesus Batalha.

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