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Fernando Santos
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Fernando Santos

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Há um ano Janot sabe que 
Aécio se atolou em Furnas
Documentos comprovam esquema que Janot agora omite

O Conversa Afiada republica reportagem da incansável Conceição Lemes para demonstrar que, como no mensalao ( o do PT), provas são solenemente ignoradas, quando não interessam ao Procurador ou ao Relator…

Os tucanos são inimputáveis.

Leia “lista do Janot sem tucano é Golpe de estado !” e “Aécio está atolado em Furnas”.


DEPUTADOS PEDEM INCLUSÃO DE CEMIG E LISTA DE FURNAS NO MENSALÃO TUCANO



Os deputados petistas Adelmo Leão, Padre João, Rogério Correia e Pompílio Canavez pouco antes de protocolar ofício na PGR

por Conceição Lemes

Nesta quinta-feira, os deputados estaduais Rogério Correia, Pompílio Canavez e Adelmo Leão e o deputado federal Padre João, todos do PT de Minas, protocolaram na Procuradoria Geral da República (PGR), em Brasília, pedido (na íntegra, abaixo) para a inclusão da Cemig na Ação Penal 536, o mensalão tucano, e análise da Lista de Furnas, a partir da denúncia feita em janeiro de 2012 pela procuradora Andrea Bayão, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.

O ofício é dirigido ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com cópia para o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do processo do mensalão tucano.

Canavez e Correia são, respectivamente, líder e vice-líder do bloco parlamentar de oposição Minas Sem Censura (MSC). Atualmente, é composto pelo PT, PRB e PMDB. Leão é vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

“A Cemig não pode ficar de fora do relatório do doutor  Janot. O esquema de corrupção foi até maior do que na Copasa, Comig e Bemge”, afirma o deputado Rogério Correia. “Na campanha de 1998, a Cemig repassou à SPMP&B R$ 1,6 milhão [em valores daquela época] para a campanha publicitária A energia do bem. Só que, na verdade, o recurso foi para o caixa 2 da campanha dos tucanos. O relatório do delegado Zampronha comprova claramente que nunca houve a produção da suposta campanha publicitária. A gráfica envolvida é uma gráfica fria, composta de laranjas do Eduardo Azeredo e do Cláudio Mourão.”

Zampronha é Luís Flávio Zampronha, delegado da Polícia Federal, autor de dois relatórios muito importantes.

Um é o do mensalão tucano, encaminhado ao ministro Joaquim Barbosa, do STF, em 4 de julho de 1998 (na íntegra, abaixo).

O outro foi feito para Ação Penal 470, ficou pronto em 2011, mas nunca foi colocado nos autos da AP 470, apesar de suas conclusões   contradizerem a tese do mensalão petista.

Estranhamente Joaquim Barbosa “guardou-o” no inquérito 2474, mantendo-o sob sigilo absoluto de justiça durante quase sete anos. Tem provas que poderiam inocentar alguns réus AP 470, entre os quais Henrique Pizzolato, ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil.

Mourão foi secretário de Administração de Azeredo na Prefeitura de Belo Horizonte [1990-1992] e no governo de Minas Gerais [1995 a 1º de janeiro de 1999]. Depois, o coordenador financeiro da  malsucedida campanha pela reeleição de Azeredo ao governo do Estado.

Mourão fez um documento (na íntegra, abaixo), onde relata toda a operação envolvendo dinheiro para a campanha: dos financiadores aos beneficiários.

A lista do Mourão é o mensalão tucano, denunciada pelo controvertido lobista Nílton Monteiro, atualmente preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, MG.

A Lista de Furnas, também denunciada por Nilton Monteiro, é de 2002 e diz respeito à eleição de Aécio Neves ao governo de Minas e à tentativa de eleger o sucessor de Fernando Henrique Cardoso ao Planalto, José Serra.

No início da semana, Aécio disse que a denúncia contra Azeredo não é problema do PSDB.

“É problema do PSDB, sim. O  desvio de recursos públicos foi para campanha tucana e aliados em todos os níveis: deputados,senadores e governador”, diz Rogério Correia. “O próprio Aécio recebeu  R$ 110 mil,que hoje significariam em torno de R$ 400 mil.”

Aécio nega ter recebido. O procurador-geral diz que a lista é autêntica, não foi forjada.

De público, há três confissões de gente que diz ter recebido os valores atribuídos a elas na lista: a  do ex-deputado federal Roberto Jefferson, a do deputado estadual Antônio Júlio (PMDB-MG) e a de um outro deputado que estava na lista e confidenciou o recebimento ao jornalista Ricardo Noblat. Noblat não deu o nome do deputado.

“É do DNA do senador Aécio Neves trair. Alckmin e Serra já experimentaram do veneno. Agora o Azeredo e também o deputado Pestana estão experimentando”, observa Rogério Correia. ”Pestana foi trocado por Pimenta da Veiga, o avô do mensalão, que será o candidato ao governo de Minas imposto pelo chefe.”

Pestana é o deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB mineiro.

“Vivemos num estado de exceção. O governo de Minas vive para o objetivo eleitoral do senador Aécio Neves (PSDB) chegar à Presidência da República. Nada que possa discordar dele e da política do governo mineiro pode ser denunciado ou investigado”, acusa Rogério Correia.

“No início do meu mandato, tucanos em conluio com a revista Veja, procuraram me vincular a denúncias falsas sobre a Lista de Furnas. Tentaram inclusive me cassar. A cassação só não ocorreu porque os movimentos sociais populares e a própria bancada do Minas Sem Censura reagiram.”

“A perseguição continua através da prisão do lobista Nilton Monteiro”, denuncia o deputado. “O objetivo maior da prisão do Nílton é desacreditar a Lista de Furnas e o mensalão tucano, duas pedras no sapato dos tucanos. A recente detenção do jornalista Marco Aurélio Carone segue a mesma lógica.”

Não é à toa que Rogério Correia leu com muita atenção as 84 páginas do relatório do procurador-geral Rodrigo Janot, que se manifesta pela condenação do deputado federal Eduardo Brandão de Azeredo (PSDB) e sugere pena de 22 anos de reclusão e 623 dias-multa ao ex-presidente do PSDB.

Viomundo – O que achou do relatório do procurador-geral da República?

Rogério Correia — É muito preciso. Pelo que pude entender, baseia-se no inquérito do delegado Zampronha [Luís Flávio Zampronha, delegado da Polícia Federal], que conta detalhadamente o que foi o mensalão tucano. Não é um documento do “ouvi dizer, por isso vou condenar”. É um documento com provas contundentes de caixa 2 e desvio de dinheiro público.

Viomundo – Quais os pontos fortes do relatório?

Rogério Correia — Destacaria dois. Primeiro: as provas. Ali, há  farta documentação comprobatória. No documento do doutor Janot, não se estabelece nenhuma teoria do domínio de fato de culpar alguém “por achar” que é culpado.

Segundo: a comprovação do uso de recursos públicos na campanha eleitoral de 1998. Demonstra, portanto, crime de improbidade administrativa, além do de corrupção.

Viomundo — O procurador-geral diz que a lista do Cláudio Mourão, a do mensalão tucano, não é uma montagem, a assinatura é do próprio Cláudio Mourão. Mas  Janot deixou de fora a Lista de Furnas. Ela não teria relação com o mesmo esquema de uso de recursos públicos? A Lista de Furnas também não foi denunciada por Nílton Monteiro?

Rogério Correia — São dois momentos distintos e que causam muita confusão.

A Lista do Mourão é de 1998, foi o mensalão tucano. Foi a campanha de reeleição de Eduardo Azeredo, financiada com recursos públicos. Foram gastos mais de  R$ 100 milhões em dinheiro da época, uma verdadeira fortuna.

A Lista de Furnas, também denunciada por Nilton Monteiro, é de 2002 e diz respeito à eleição de Aécio Neves. Esse caso de corrupção irrigou, através de processos licitatórios fraudulentos em Furnas e empresas que fizeram “caixinha”, a campanha tucana daquele ano não só em Minas, mas também em São Paulo, Bahia e outros estados.

A Lista de Furnas nem sequer foi julgada. Protocolei hoje ofício ao doutor Rodrigo Janot, com cópia para o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, para que levem para o Supremo Tribunal Federal  a Lista de Furnas, pois ela possui o nome de 156 políticos, entre os quais o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin.

A Lista de Furnas já teve sua veracidade comprovada pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal (na íntegra, abaixo). E posteriormente o caso de corrupção foi atestado pelo relatório de 2012 da doutora Andrea Bayão, na época procuradora do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (na íntegra, abaixo).

Viomundo — O que na sua avaliação o procurador-geral deixou de fora do relatório e que é importante?

Rogério Correia – O caso Cemig [Companhia Energética de Minas Gerais].

Para levantar recursos para a campanha de 1998, a SMP&B, do Marcos Valério, promoveu o Enduro da Independência e obteve recurso, a título de patrocínio, da administração direta e empresas públicas de Minas Gerais, como Copasa, Bemge, Loteria Mineira, Comig. Apenas uma pequena parte foi gasta com o Enduro. O grosso foi repassado, segundo o próprio Cláudio Mourão, à campanha do Azeredo e aliados.

A corrupção na Cemig foi até maior do que na Copasa, Comig e BEMGE. Ela repassou à SPMP&B R$ 1,6 milhão [ em valores da época] para a campanha publicitária A energia do bem. Só que, na verdade, o recurso foi para o caixa 2 da campanha dos tucanos, como comprova documento que obtive da própria direção da Cemig.

Esse valor foi pago à SMP&B em 21 de outubro de 1998. Já no dia seguinte, 22 de outubro, a empresa de publicidade repassou esses recursos, através de DOC’s bancários para cabos eleitorais de Azeredo, inclusive candidatos a deputado e deputados eleitos.

Foi um procedimento de segundo turno, um desespero tucano na tentativa de evitar a derrota anunciada nas eleições.

O relatório do delegado Zampronha comprova claramente que nunca houve a produção da suposta campanha publicitária. A gráfica envolvida é uma gráfica fria, composta de laranjas do Eduardo Azeredo e do Cláudio Mourão.

A Cemig, portanto, não pode ficar de fora do relatório do doutor  Janot até porque é uma estatal que já sofreu na mão dos tucanos através do processo de privataria.

A Cemig foi praticamente doada ao Banco Opportunity, de Daniel Dantas. Ela só foi resgatada por ação judicial, após CPI na Assembleia Legislativa, durante o governo Itamar Franco. Aliás, precisamos creditar essa façanha ao ex-presidente Itamar Franco, que se fez valer de seu governo para resgatar a Cemig para os mineiros.

Viomundo — Que mais provas existem nesse sentido?

Rogério Correia — Eu já tinha as cópias dos DOC’s  feitos no dia 22 de outubro de 1998 para os cabos eleitorais. Cópias que me foram entregues por Nílton Monteiro, o mesmo denunciante da lista do Mourão. Sabedor disso, eu enviei um ofício para a Cemig solicitando a confirmação desse repasse para a SMP&B. A Cemig me respondeu afirmativamente, reafirmando inclusive o valor R$1,6 milhão. São provas documentais.

No relatório do Zampronha, há também provas testemunhais de deputados que confirmam o recebimento desse recurso, alegando ser ele proveniente da campanha de Azeredo.

Viomundo — Tanto o Azeredo quanto o presidente do PSDB de Minas, o deputado federal Marcus Pestana, disseram que o procurador Rodrigo Janot baseou-se numa lista de um falsário para fazer a sua denúncia. O que acha dessa reação deles?

Rogério Correia — O próprio doutor  Janot coloca muito bem essa questão. O PSDB de Minas segue aquele velho ditado: ele rouba e grita “pega, ladrão!”.

A denúncia de Nilton Monteiro é cheia de provas, de documentos comprovadamente autênticos. Ou seja, não há para onde fugir. A única forma, então, é tentar desqualificar o denunciante. É o que fizeram comigo quando tentaram cassar o meu mandato, fizeram com Nílton Monteiro e agora fazem criminosamente com o jornalista que publicou as denúncias e está preso, infartado na prisão. Há aqui uma utilização do aparato do Estado de Minas Gerais para coibir aqueles que denunciam os esquemas tucanos.

Viomundo – E do senador Aécio Neves dizer que a denúncia contra Azeredo não é problema do PSDB?

Rogério Correia — É problema do PSDB, sim! O desvio de recursos públicos foi para campanha tucana e aliados em todos os níveis: deputados,senadores e governador. O próprio Aécio recebeu  R$ 110 mil,que hoje significariam em torno de R$ 400 mil.

É do DNA do senador Aécio Neves trair. Alckmin e Serra já experimentaram do veneno. Agora o Azeredo e também o deputado Pestana estão experimentando. Pestana foi trocado por Pimenta da Veiga, o avô do mensalão, que será o candidato ao governo de Minas imposto pelo chefe.

Viomundo – E da Folha de S. Paulo tentou comparar o deputado Eduardo Azeredo com o ex-presidente Lula?

Rogério Correia — Comparação indevida! Aliás, os dois esquemas de caixa 2 têm uma diferença crucial. No caso tucano, foi dinheiro público na veia. Lula não foi indiciado e não foi réu. Segundo os autos, com provas testemunhais e documentais, Azeredo comandou a quadrilha e de tudo cuidou. Com domínio do fato.

Viomundo –  O senhor não teme novas retaliações?

Rogério Correia — Eu fico sempre atento. Mas não existe a menor possibilidade de eu e o Minas Sem Censura deixarmos de fazer as denúncias.

Em tempos recentes, já houve duas tentativas de retaliação contra mim. Uma, quando Nilton Monteiro foi preso. Segundo ele, ofereceram-lhe um acordo de “delação premiada”, que me incriminasse como o “criador” da Lista de Furnas, que posteriormente foi comprovada verdadeira.

Agora, segundo o jornalista Marco Aurélio Carone, a mesma estratégia de “delação premiada” foi utilizada pelo promotor André Luiz de Pinho, na tentativa de incriminar a mim, aos deputado Sávio Souza Cruz (PMDB) e Durval Ângelo (PT) e ao nosso candidato ao governo, o ministro Fernando Pimentel, como já foi publicado pelo Viomundo.

Assim, estou sempre à espera de novas retaliações, mas não vou me furtar de fazer essas denúncias e prosseguir para que seja feita justiça nesse caso.

*****

OFÍCIO AO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, RODRIGO JANOT


Mensalão tucano – Relatório do delegado Luís Flávio Zampronha, da Polícia Federal

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2015/03/04/ha-um-ano-janot-sabe-que-aecio-se-atolou-em-furnas/
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Dia 13: todos às ruas 
e defender a Petrobras!
“Defender a Petrobrás é defender um projeto de desenvolvimento do Brasil”

O Conversa Afiada reproduz convite de movimentos sociais:


DIA 13 DE MARÇO – DIA NACIONAL DE LUTA EM DEFESA:

- Dos Direitos da Classe Trabalhadora

- Da Petrobrás

- Da Democracia

- Da Reforma Política 



CONTRA O RETROCESSO!

TODOS NA PAULISTA
Avenida Paulista, 901
Horário: a partir das 16h00

Um dos maiores desafios dos movimentos sindical e social hoje é defender, de forma unificada e organizada, o projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, justiça e inclusão social. É defender uma Nação mais justa para todos.

Defender os Direitos da Classe Trabalhadora

A agenda dos trabalhadores que queremos ver implementada no Brasil é a agenda do desenvolvimento, com geração de emprego e renda.

Governo nenhum pode mexer nos direitos da classe trabalhadora. Quem ousou duvidar da nossa capacidade de organização e mobilização já viu do que somos capazes.

Defender os trabalhadores é lutar contra medidas de ajuste fiscal que prejudicam a classe trabalhadora.

As MPs 664 e 665, que restringem o acesso ao seguro desemprego, ao abono salarial, pensão por morte e auxílio-doença, são ataques a direitos duramente conquistados pela classe trabalhadora.

Se o governo quer combater fraudes, deve aprimorar a fiscalização; se quer combater a alta taxa de rotatividade, que taxe as empresas onde os índices de demissão imotivada são mais altos do que as empresas do setor, e que ratifique a Convenção 158 da OIT.

Lutaremos também contra o PL 4330, que da maneira como está impostolibera a terceirização ilimitada para as empresas, aumentando osubemprego, reduzindo os salários e colocando em risco a vida dos/as trabalhadores/as. 

Defender a Petrobrás

Defender a Petrobrás é defender a empresa que mais investe no Brasil – mais de R$ 300 milhões por dia – e que representa 13% do PIB Nacional. É defender mais e melhores empregos e avanços tecnológicos. É defender uma Nação mais justa e igualitária.

Defender a Petrobrás é defender um projeto de desenvolvimento do Brasil, com mais investimentos em saúde, educação, geração de empregos, investimentos em tecnologia e formação profissional. 

Defender a Petrobrás é defender ativos estratégicos para o Brasil. É defender um patrimônio que pertence a todos os brasileiros e a todas as brasileiras. É defender nosso maior instrumento de implantação de políticas públicas que beneficiam toda a sociedade.

Defender a Petrobrás é, também, defender a punição de funcionários de alto escalão envolvidos em atos de corrupção. Exigimos que todos os denunciados sejam investigados e, comprovados os crimes, sejam punidos com os rigores da lei. Tanto os corruptores, como os corruptos.  A bandeira contra a corrupção é dos movimentos social e sindical. Nós nunca tivemos medo da verdade.

Defender a Petrobrás é não permitir que as empresas nacionais sejam inviabilizadas para dar lugar a empresas estrangeiras. Essas empresas brasileiras detêm tecnologia de ponta empregada na construção das maiores obras no Brasil e no exterior.

Defender a Democracia – Defender Reforma Política

Fomos às ruas para acabar com a ditadura militar e conquistar a redemocratização do País. Democracia pressupõe o direito e o respeito às decisões do povo, em especial, as dos resultados eleitorais. A Constituição deve ser respeitada.    

Precisamos aperfeiçoar a nossa democracia, valorizando a participação do povo e tirando a influência do poder econômico sobre nosso processo eleitoral.

Para combater a corrupção entre dirigentes empresariais e políticos, temos de fazer a Reforma Política e acabar de uma vez por todas com o financiamento empresarial das campanhas eleitorais. A democracia deve representar o Povo. Não cabe às grandes empresas e as corporações aliciar candidatos e políticos para que sirvam como representantes de seus interesses  empresariais em detrimento das necessidades do povo.

No dia 13 de março vamos mobilizar e organizar nossas bases, garantir a nossa agenda e mostrar a força dos movimentos sindical e social. Só assim conseguiremos colocar o Brasil na rota de crescimento econômico com inclusão social, ampliação de direitos e aprofundamento de nossa democracia.

Estamos em alerta, mobilizados e organizados, prontos para ir às ruas de todo o país defender a democracia e os interesses da classe trabalhadora e da sociedade sempre que afrontarem a liberdade e atacarem os direitos dos/as trabalhadores/as.

Não aceitaremos retrocesso!

CUT – Central Única dos Trabalhadores
FUP – Federação Única dos Petroleiros
CTB – Central dos Trabalhadores do Brasil
UGT – União Geral dos Trabalhadores
NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
UNE – União Nacional dos Estudantes
MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra
CMP – Central dos Movimentos Populares 
MAB – Movimento de Atingidos por Barragem 
LEVANTE Popular da Juventude 
FAF – Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar
MNPR – Movimento Nacional das Populações de Rua
FDE – Fora do Eixo
MÍDIA Ninja

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2015/03/04/dia-13-todos-as-ruas-e-defender-a-petrobras/
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Genoino está livre. Por unanimidade, Supremo extingue pena do ex-deputado

por Ivan Richard, da Agência Brasil, com edição de Aécio Amado

Condenado a quatro anos e oito meses de prisão no regime semiaberto na Ação Penal 470, o chamado mensalão, o ex-deputado José Genoino teve hoje (4) a pena extinta em decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF). Os ministros do STF acataram pedido feito pela defesa do ex-presidente do PT para que ele fosse enquadrado nos requisitos do indulto natalino, editado anualmente pela Presidência da República, que prevê perdão de pena a condenados com penas leves, réus primários e que tenham cumprido parte da sentença.

Como isso, Genoino, que já estava no regime aberto desde agosto do ano passado, passa a ser o primeiro condenado no mensalão a ter a condenação extinta. Apesar de não ter mais pendências com a Justiça, Genoino segue impedido de disputar cargos públicos por causa da Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura, por oito anos, de políticos condenados criminalmente por órgão colegiado.

“Só trago a plenário [questões relacionadas à Ação penal 470] quando haja agravo regimental. Mas como esse foi um julgamento emblemático e esta é a primeira situação de extinção de punibilidade, em parte pelo cumprimento da pena, em parte pelo pagamento da multa e agora por força do indulto, me pareceu bem dar ciência formal ao plenário e submeter à Corte a minha decisão reconhecendo a validade do indulto e, portanto, a extinção da punibilidade do réu José Genoino Neto”, disse em sua decisão o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso.

Genoino teve prisão decretada no dia 15 de novembro de 2013 e chegou a ser levado para o Presídio da Papuda, no Distrito Federal. No dia 20 de janeiro de 2014 ele fez o pagamento integral da multa a que foi condenado, de 180 dias-multa. Por determinação do então presidente do STF, Joaquim Barbosa, ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária uma semana após a decretação da prisão devido a problemas de saúde. Em abril do mesmo ano, o ex-parlamentar voltou a cumprir pena no presídio. Em 7 de agosto de 2014, o ministro Luís Roberto Barroso autorizou a mudança do regime semiaberto para o regime aberto.

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/genoino-esta-livre-supremo-extingue-pena-ex-deputado.html
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Fernando Santos

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Vargas e o barco de Dante

Belíssimo artigo de Roberto Amaral.

Um artigo que nos aproxima da história, esta delicada moça de olhar irônico que caminha tranquilamente sobre montanhas de cadáveres.

O conhecimento da história nos proporciona uma experiência quase apavorante diante do cenário de crise, como assistir, consciente, a própria cirurgia cardíaca.

Há algo que pode servir para nos acalmar, o único fator constante em meio às turbulências políticas: a nossa consciência.

Uma consciência guiada apenas pela história, assim como Dante, na famosa pintura de Delacroix, amparava-se apenas em Virgílio.

Enquanto singra o rio infernal, em meio à tempestade medonha, assediado pelos espíritos condenados que tentam virar o barco, um assustado Dante apoia-se no glorioso poeta romano, assim como nós, angustiados diante de nossas tormentas políticas, nos agarramos às lições da história.

Há um barqueiro, Caronte, conduzindo o barco em silêncio. Quem seria o Caronte de hoje? A presidenta?

Igualmente silenciosa, ela nos conduz às portas do inferno?

Os espíritos condenados são os marchadeiros do impeachment e seus asseclas nas redes sociais, meros zumbis de uma poderosa máquina de manipulação da opinião pública.

É sempre um pouco triste pensar que o nosso país, quando parecia finalmente avistar, não muito longe, a terra firme de uma longeva e sólida prosperidade, é tragado pela tempestade de crises políticas um tanto artificiais (e tanto mais furiosas quanto mais artificiais o são), provocadas por grupos de interesse opostos ao nosso sonho de liberdade e soberania.

Jamais deveríamos ter pensado que seria fácil.

Cometemos tantos erros!

No entanto, não adianta nos deixarmos esmagar pelo pessimismo.

O povo brasileiro vencerá essas batalhas. Pode demorar um pouco mais do que o planejado, mas vencerá.

Será uma vitória mais madura, mais consciente de si mesma,

Quando vencermos essas batalhas, tanto contra os interesses externos, quanto contra o egoísmo doméstico, ambos representados pela mídia corporativa, emergiremos como uma sociedade mais experiente e mais forte.

O Brasil de hoje se tornou grande e complexo demais para sucumbir por muito tempo aos desmandos de uma imprensa decadente, afeita a golpes e a conspirações espúrias.

O suicídio de Vargas, assim como a vitória de Lula, apenas tem postergado o enfrentamento inevitável entre dois Brasis, aquele dos privilégios, dos opressores, dos barões da mídia, e o Brasil dos trabalhadores.

A vitória final será dos trabalhadores, mas achávamos que ela estava logo ali, ao alcance da mão, quando a presidenta Dilma terminasse de inaugurar as grandes obras de infra-estrutura.

Não imaginaríamos que os barões da mídia e seus tentáculos dentro do Estado fossem capazes de covardia tão grotesca: interromper as grandes obras, atrasar o nosso desenvolvimento, tentar desmantelar a empresa que lidera todo esse processo, a Petrobrás.

Com seus bilhões depositados em bancos no exterior, eles não têm nada a perder com a crise no Brasil. Ao contrário, ganham com a desvalorização da moeda nacional. Não se desesperam com a crise, e tem a seu dispor o aparato midiático mais concentrado e mais poderoso do mundo.

A história nos ensina, todavia, que é nos momentos de crise que a consciência política se aprofunda, não no mesmo ritmo para toda sociedade, mas em camadas crescentes.

A nossa mídia, ao fazer uma aposta tão pesada, tão arriscada, pode estar apenas abreviando a sua morte inevitável.

Vamos ao artigo de Amaral.

O que Vargas ensina para a política atual

Por Roberto Amaral, ex-presidente do PSB (derrubado pela Globo).

Todo príncipe tem inimigos, porque, em regra, governar é tomar partido, por A ou por B, por isso ou por aquilo e atrás de tudo há, sempre, um interesse. Governar, é, pois, administrar interesses. Os inimigos são inevitavelmente nomeados quando o Príncipe escolhe com quem e para quem governar, ou, escolhendo não escolher, caminha indeciso entre os extremos da sociedade de classes e os interesses conflitados dos diversos grupos econômicos e seus tentáculos políticos.

Getúlio fez-se defensor dos pobres e assim despertou a desconfiança da classe média e o mau-humor dos ricos; Miguel Arraes, governador de Pernambuco, atraiu o desagrado dos usineiros e donos da terra, porque assumiu como seus os interesses dos camponeses; pêndulo político, Jânio Quadros decidiu-se pelos empresários e adotou uma política externa independente, com o que ganhou a desconfiança dos trabalhadores e perdeu o apoio dos conservadores.

Casos há em que o prestígio do governante se desgasta na divisão interclasses, pois não é raro o conflito revelar-se entre os setores produtivos e o sistema financeiro. Outras vezes, ao tentar atender igualmente aos interesses de gregos e de troianos (digamos assim: dos operários, da classe média e do grande capital), o Príncipe, pouco cioso na defesa da coisa pública, termina perdendo a confiança de todos e por todos é desamado. Collor, sem clara base social ou econômica de apoio, sem partidos, terminou seu mandato como sabemos.

Nesses casos, quando mais carecia de apoio, o Príncipe não encontrou seus defensores naturais.

O inimigo do príncipe é sempre um grupo de interesse, organizado ou não em torno de um partido. Pode ser uma das várias frações do grande capital, ou os grandes proprietários. O inimigo pode estar dentro ou fora dos muros da cidade. Pode ser um adversário externo, o que, em regra, leva à unidade dos súditos em torno do seu líder, adiando disputas domésticas. Assim, Vargas, que acalentara a expectativa de apoiar o Eixo, unificaria a nação em 1942 com a declaração de guerra à Alemanha, e, mais recentemente, a última ditadura argentina prorrogou sua própria agonia com o massacre de seus praças nas Malvinas. Terminadas as guerras, Vargas é deposto e a Argentina, redemocratizada.

Muitas vezes, esse inimigo – interno ou externo – precisa ser inventado para poder garantir a coesão doméstica, quando o soberano percebe a existência de crise em suas bases. Como justificativa do golpe de Estado que implantou a ditadura do “Estado Novo”, os militares brasileiros inventaram em 1937 a iminência de um levante comunista, brandindo estudo elaborado pelo próprio serviço secreto do Exército (refiro-me ao “Plano Cohen” redigido pelo naquela altura capitão Mourão, por ordem de seu comandante, gal. Goes Monteiro). Em 1954 os mesmos adversários, agora para derrubar o presidente constitucional, alegaram a existência de um ‘mar de lama’ inundando os porões do Palácio do Catete, com o que a oposição levantara a classe-média contra Vargas.

Juscelino Kubitschek reencontrou-se com as bases populares que o haviam elegido em 1955 quando seu ministro da Fazenda, conservador, se indispôs com o FMI. Fidel Castro, porém, não precisou inventar a invasão da Baía dos Porcos e o bloqueio econômico-político dos EUA para unificar o povo cubano. Praticamente derrotado, o Bush filho conquistou uma reeleição consagradora beneficiando-se do ataque às torres gêmeas em 11 de setembro de 2001.

O pior adversário, no entanto, é sempre o que está dentro de casa, faz parte do governo, frequenta os palácios ou integra as fileiras do exército. Dezessete anos passados da instalação do ‘Estado novo’, Vargas lamentaria o concurso dos inimigos íntimos para sua tragédia pessoal, ao presidir, na madrugada de 23 para 24 de agosto a última reunião de seu ministério. Sun Tzu, muitos séculos antes de Mazarini, Pombal e Maquiavel, ensinou que, sem harmonia no Estado, não adianta ter exército; sem harmonia no exército não pode haver formação de batalha. Harmonia não é apenas a paz aparente da ordem interna, mas é também a disciplinada eleição do objetivo comum, aquele que torna secundários todos os demais projetos. As tropas, formando um corpo unido, impedem que os bravos avancem sozinhos (e sejam aniquilados) e que os covardes abandonem a luta, como fizeram os soldados de Ricardo III, deixando-o à mercê de sua má sorte. O Rei Lear foi condenado à tragédia quando, embriagado pelos elogios falsos das filhas cínicas, dividiu o reino da Bretanha.

O que é, porém, harmonia interna? Ora não se trata de conceito de aplicação universal e pacificada.

Getúlio Vargas afagou as classes empresariais e com elas também terçou armas; afagou os trabalhadores e por eles foi amado, afagou amigos e inimigos, foi amado e odiado. Governou sem grandes pesadelos de 1930 a 1945. Mas quando a fortuna se voltou contra si, não lhe foi possível enfrentar a adversidade, pois emergira a dissensão em sua retaguarda: traído dentro do Palácio do Catete (presidência conquistada legitimamente em processo eleitoral democrático), sem controle sobre ações criminosas supostamente praticadas em seu nome e no seu entorno, sob o fogo de uma imprensa vituperina e de uma oposição reacionária clamando junto aos quartéis indisciplinados pelo golpe de Estado, descobriu que não contava com seus ministros: estavam muitos deles entre os conspiradores, negociando sua renúncia. Inclusive o vice-presidente Café Filho. Tardiamente, Vargas compreendeu o significado do isolamento a que fora condenado: sua solidão político-afetiva era uma metáfora de seu distanciamento da sociedade.

Os militares, aliados umas vezes e outras muitas conduzidos pelos líderes da oposição biliar e pela campanha dos grandes meios de comunicação, ao invés de defenderem o mandato de seu comandante, imperativo constitucional, conspiravam contra o Presidente, cujo partido não foi capaz de protegê-lo contra os ataques inimigos, sem limites na injúria, na calúnia e na difamação. Quedou-se acuado como o tatu-bola, enroscado em si mesmo. Ator, sujeito da História desde pelo menos 1930, líder dos trabalhadores, Vargas escolheu entregar-se ao império das circunstâncias. De nada lhe valera a base trabalhista – construída meticulosamente durante o período ditatorial – que não acorreu em defesa de seu mandato. Já havendo perdido o apoio da classe-média, desde sempre incomodada com seus namoros com os ‘marmiteiros’, via agora as massas populares – seu último esteio – também influenciadas pela onda moralista que percorria todos os escaninhos da sociedade, assustada pela campanha de imprensa com ecos no Congresso. Seus fiéis adversários ideológicos de direita encontraram-se nas ruas com o oportunismo e a incompreensão histórica da esquerda comunista, que também decidira fazer-lhe oposição.

Após campanha eleitoral marcada pelo nacionalismo e um sem número de teses comuns à esquerda de então – defesa da Petrobras e do monopólio estatal do petróleo, controle das remessas de lucros ao exterior, aumento real do salário mínimo, participação dos trabalhadores nos lucros das empresas etc. –, Vargas assumira a Presidência (1951) abraçando projetos progressistas e montara, para executá-los, um ministério de direita.

Seria, porém, traído pelo varguismo e a História, agora ingrata, não lhe deu tempo para a auto-crítica.

O anúncio do suicídio inesperado (embora reiteradamente anunciado em sua biografia), levantou como um sopro mágico as massas adormecidas que, como formigueiro atacado, ocuparam as ruas, em desespero, anárquicas, sem rumo, sem alvo, sem perspectivas. Sem azimute político, sem liderança, avançaram ao mesmo tempo sobre os jornais da imprensa golpista e da esquerda comunista, identificada com o golpismo. O despertar da consciência coletiva chegara muito tarde, e agora a mobilização era só uma catarse coletiva inaproveitada, que logo levaria de volta as massas ensandecidas para o sossego medíocre.

Outro príncipe, na História do mesmo país, ele também amado pelos trabalhadores e pelos pobres, viu-se igualmente sob o foco de terríveis ataques orquestrados entre a oposição partidária e os meios de comunicação de massa, agora poderosíssimos. Não lhe acorreu o socorro dos partidos de sua base de apoio, e mesmo o partido que fundara mostrava-se abatido em face das acusações que pesavam sobre seus membros. Ao contrário de muitos de seus antecessores, porém, o príncipe lembrou-se do Marquês de Pombal e decidiu romper com os áulicos, e trocou a solidão do poder pelo contato com as massas. Simplesmente optou pela Política, decidindo exercê-la na plenitude possível. Foi ouvido pelo país e emergiu vitorioso, nas eleições que se seguiram.

Roberto Amaral é ex-presidente do Partido Socialista Brasileiro, foi ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (governo Lula)

http://www.ocafezinho.com/2015/03/04/vargas-e-o-barco-de-dante/
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Janot manda arquivar indício sobre Aécio. Imagine essa capa da Veja, a imparcial

Então ficamos sabendo, pela Folha, que o senador Aécio Neves foi citado por uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato.

Diz o jornal que ainda, por força do sigilo dos processos, não é possível “entender qual teria sido a citação ao senador que ensejou o pedido” (de inquérito?) ,mas que “ao longo das investigações da Lava Jato, transpareceu que uma construtora citou Aécio, candidato derrotado à Presidência em outubro, como alvo de pressões por parte de empresários”.

Ninguém pode dizer, sem saber, se foi correta a decisão de pedir o arquivamento do indício surgido sobre Aécio, que não se sabe qual foi e sobre o qual ele, como qualquer pessoa, tem a presunção da inocência, embora isto ande em falta no Brasil.

Mas é curioso como esta “bomba” não vazou da “sigilosa” vara do Dr. Sérgio Moro.

Também imagino o empenho com que os delegados da Polícia Federal, os promotores e o Dr. Moro devem ter agido para aprofundar esta informação.

É capaz de ter prendido uns quantos e deixado mofar na cadeia até que confessassem as alegadas diabruras do senador.

Experimente imaginar o que aconteceria se houvesse menção a Dilma e Lula e o Dr. Janot mandasse arquivar, pelos mesmos motivos que está (ou estaria) arquivando a de Aécio.

Pizza! Corrupto! Dr. Janot é a vergonha do Brasil!

E acho que minha imaginação está sendo modesta, modestíssima.

Embora ela ainda me permita imaginar se a Veja, na semana das eleições, distribuiria pelas bancas uma edição com a capa acima.

Sei que o prezado leitor e a bem-humorada leitora têm certeza de que os “imparcialíssimos” editores do “florão da liberdade de imprensa” não deixariam de agir assim, não é?

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25132
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Então ficamos sabendo, pela Folha, que o senador Aécio Neves foi citado por uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato. Diz o jornal que ainda, por força do sigilo dos processos, não é possível “entender qual teria sido a citação ao senador que ensejou o pedido” (de inquérito?) ...
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Cunha e Renan se penduram na mídia para atingir Dilma

Olhem os dois títulos  de O Globo (capa e o da matéria, propriamente).

Bem, ao ler você verá que ninguém (um assessor, uma fonte, um ministro) não diz e nem sequer avalia coisa alguma.

Está evidente que são ambos, Renan Calheiros e Eduardo Cunha que “passam” para a oposição na certeza de que lá terão a indulgência da mídia diante do que forem acusados pela Procuradoria Geral da República.

Ou será possível imaginar que Dilma tenha “enfiado” as duas ínclitas figuras na “lista do Janot”.

Certamente não estão lá de favor, por indicação política. Estão “por merecimento”.

Renan, sobretudo, virou “unanimidade”.

Ontem, Aécio Neves, que dias antes disse horrores dele na eleição da Mesa do Senado, aplaudiu-o e disse que ele era o “presidente do Senado de todos os brasileiros”.

O Globo, note nos títulos, também faz sua parte para que creiam (se é que alguém pode crer nisso) que há uma manobra palaciana contra a dupla oriunda do collorismo.

Que, atirando contra o Planalto, leva automaticamente um upgrade para a beatitude.

Com isso e mais a necessidade de autorização do plenário para que possam ser processados no Supremo (o que só ocorrerá se surgirem  situações totalmente escancaradas, o que não é nada impossível para quem lhes conhece o estilo) os dois têm certeza de que ficam de fora, mesmo estando, eventualmente, dentro do embrulho de paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e companhia.

E o Dr. Janot fica segurando aquele cartaz-meme …

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25123
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Acusação contra Aécio 
acha ele atolado em Furnas
Mas, o Janot, bem … o Janot é republicano … E mineiro …

A partir do R7:



ACUSAÇÃO CONTRA AÉCIO CITA SUPOSTO ENVOLVIMENTO COM PROPINA EM FURNAS


Senador do PSDB teria recebido dinheiro ‘através de sua irmã’ pela empresa Bauruense



Em depoimento ao Ministério Público ao qual a reportagem teve acesso, o doleiro Alberto Youssef, um dos principais delatores da Operação Lava Jato, afirmou “ter conhecimento” de que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), na época em que era deputado federal, estaria recebendo recursos desviados de Furnas “através de sua irmã”.

O procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, pediu o arquivamento da investigação envolvendo Aécio. A Procuradoria entendeu que as informações reunidas sobre o presidente do PSDB não são suficientes para que ele seja investigado, por isso sugeriu ao ministro Teori Zavascki o arquivamento da denúncia.

O termo de colaboração número 20, que registra confissão do doleiro no fim do ano passado, tem como “tema principal: Furnas e o recebimento de propina pelo Partido Progressista e pelo PSDB”. Além de Aécio, também são citados o ex-deputado José Janene (PP, morto em 2009) e o executivo Airton Daré, sócio da empresa Bauruense, que foi prestadora de serviços para Furnas.

O doleiro disse que recolheu dinheiro de propina na empresa Bauruense cerca de dez vezes. Em uma delas, o repasse não foi feito integralmente e faltavam R$ 4 milhões. Youssef afirmou aos investigadores ter sido informado de que “alguém do PSDB” já havia coletado a quantia pendente.

Indagado pelos procuradores, Youssef declarou não ter conhecimento de qual parlamentar havia retirado a comissão, mas afirmou que o então deputado federal Aécio Neves teria influência sobre a diretoria de Furnas e estaria recebendo o recurso “através de sua irmã”, segundo o texto literal da delação, sem especificar a qual das duas irmãs do senador ele se referia.

O delator disse ainda “não saber como teria sido implementado o ‘comissionamento’ de Aécio Neves”. Na delação, o doleiro descreve que, de 1994 a 2001, o PSDB era responsável pela diretoria de Furnas.

Youssef declarou ainda que recebia o dinheiro de José Janene (PP) nas cidades paulistas de Bauru e de São Paulo e enviava o valor para Londrina ou Brasília.

Segundo o doleiro, os diretores da Bauruense poderiam fornecer mais informações sobre a diretoria de Furnas e declarou ao MPF ter conhecimento de que há um inquérito sobre a empresa de Bauru no Supremo Tribunal Federal.

Aécio disse hoje que não tinha conhecimento sobre o teor da acusação contra ele e que o arquivamento é “uma homenagem” da PGR.

Para o tucano, o governo atuou para incluir a oposição na lista dos políticos acusados de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. 

— Recebo como uma homenagem o arquivamento. Foram infrutíferas as tentativas de setores do governo de envolver a oposição na investigação.

Questionado sobre quem do governo teria atuado junto aos investigadores para prejudicá-lo, o senador não respondeu. 

Aécio afirmou que não sabe de nada a respeito das citações ao seu nome no processo da Lava Jato e disse não ter interesse em se informar. O senador disse ainda que não foi comunicado pelo procurador Rodrigo Janot de que seu nome havia sido mencionado.


http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2015/03/04/acusacao-contra-aecio-acha-ele-atolado-em-furnas/
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Selic de 12,75%. 
Tombini põe fogo no paiol
Banco Central lança gasolina na fogueira do Janot e do Moro

Na Agência Brasil:



COPOM ELEVA JUROS BÁSICOS DA ECONOMIA PARA 12,75% AO ANO


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu hoje (4) elevar a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira, que passou de 12,25% para 12,75% ao ano. Com o aumento de 0,5 ponto percentual, a taxa retorna ao patamar de janeiro de 2009.

Em comunicado, o Copom reconheceu que decidiu intensificar o ajuste monetário para conter a inflação. “Avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,50 ponto percentual para 12,75% ao ano, sem viés”.

A Selic serve de referência para as demais taxas de juros, e, no início da semana, a expectativa de analistas e investidores do mercado financeiro já era a de elevação d o índice para 12,75% ao ano. A expectativa do mercado foi divulgada pelo Banco Central segunda-feira (2), no boletim Focus. 

O Banco Central tem na Selic um dos instrumentos para manter a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. De acordo com o Conselho Monetário Nacional, o centro da meta de inflação corresponde a 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos percentuais para baixo (2,5% – piso da meta) e para cima (6,5% – teto da meta). 

Embora a taxa básica ajude no controle dos preços, sua elevação também pode prejudicar o reaquecimento da economia, pois o crédito fica mais caro. De acordo com o boletim Focus desta semana, o mercado financeiro prevê, para 2015, PIB com retração de 0,58% e Selic a 13% ao ano.

http://www.conversaafiada.com.br/economia/2015/03/04/selic-de-1275-tombini-poe-fogo-no-paiol/
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Banco Central lança gasolina na fogueira do Janot e do Moro
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Moro já demitiu 
10 mil na indústria naval
Quantos mais que ele quer ?

Na Agência Brasil:




TRABALHADORES DEFENDEM MANUTENÇÃO DE OBRAS DA PETROBRAS E DE EMPREGOS


Por Vitor Abdala Edição:Lílian Beraldo Fonte:Agência Brasil



Trabalhadores da indústria naval do Rio de Janeiro fazem hoje (4) um protesto em frente à sede da Petrobras, no centro da cidade. Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, Edson Rocha, o objetivo é protestar contra a paralisação de obras em virtude da Operação Lava Jato, cujo inquérito apura casos de corrupção envolvendo empreiteiras e a Petrobras.

“Na indústria naval, só em dois meses, em Niterói, já perdemos mais de mil postos de trabalho. Nós estamos preocupados porque as empresas [contratadas pela Petrobras para fazer as obras] estão dizendo que isso não vai parar. Enquanto as licitações e as obras da Petrobras não voltarem, eles continuarão demitindo”, disse.

Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, Alex Santos, o número de demitidos no setor nos últimos meses pode chegar a 10 mil em todo o Brasil. Segundo ele, ontem (3), 1,5 mil funcionários da Empresa Brasileira de Engenharia (EBE), que funciona em Itaguaí, no Grande Rio, foram demitidos depois que um projeto de construção de um módulo de plataforma foi concluído e a empreiteira de Cingapura Modec desistiu de construir um novo módulo.

Para os sindicalistas, a Operação Lava Jato precisa punir os culpados pelos casos de corrupção, mas não pode servir de motivo para interromper as obras da Petrobras e causar demissões. Os trabalhadores esperam se reunir ainda hoje com representantes da Petrobras e entregar uma carta para pedir que os projetos e as obras sejam mantidos no país.


http://www.conversaafiada.com.br/economia/2015/03/04/moro-ja-demitiu-10-mil-na-industria-naval/
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Com Renan e Cunha na lista do Janot, impeachment já era! - See more at: 

Concordo com esse raciocínio do 247. É cristalino.
Inquéritos abertos contra Cunha e Renan, presidentes das duas casas legislativas, enterram definitivamente o impeachment.
Afinal, quem votará o impeachment? Os deputados sob suspeita?
Além dos presidentes da Câmara e do Senado, as lideranças partidárias da oposição também estão na lista do Janot.
Nessas circunstâncias, quem votará pela derrubada de uma presidenta acima de qualquer suspeita, que não figura em nenhuma lista?
Quem saber agora a Dilma não ganha paz que precisava para começar a governar?
*
UM CONGRESSO SOB SUSPEITA PODE AFASTAR A PRESIDENTE?
O efeito colateral dos pedidos de investigação apresentados pelo procurador Rodrigo Janot é o sepultamento de qualquer fio de esperança relacionado ao impeachment da presidente Dilma Rousseff; um pedido de investigação teria que ser aceito pela Câmara dos Deputados, presidida por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está na lista de Janot; uma votação, passaria pelo Senado, presidido por Renan Calheiros (PMDB-AL), que também será alvo de um inquérito; além disso, depois que um dos líderes da oposição, senador Aécio Neves (PSDB-MG), pediu cautela, qualquer aventura antidemocrática perderá credibilidade; o impeachment morreu
4 DE MARÇO DE 2015 ÀS 08:34
247 – A questão é simples e direta: com que moral um Congresso sob suspeita poderá encaminhar eventual pedido de impeachment de uma presidente reeleita com 54 milhões de votos, há menos de três meses?
Sim, este é o efeito colateral dos pedidos de investigação apresentados ao Supremo Tribunal Federal pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Afinal, estão na lista nada menos que os presidentes das duas casas legislativas: o da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Um eventual pedido de impeachment teria que ser acolhido pela Câmara de Cunha e votado pelo Senado de Renan. Qualquer decisão tomada por um outro nessa direção teria cheiro de retaliação. Além disso, um dos principais líderes da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), pediu cautela. Se deve-se ter cautela em relação a Eduardo Cunha e Renan Calheiros, mais ainda em relação à presidente Dilma, que nem sequer foi citada nas investigações.
Já antevendo que a lista de Janot “democratizaria” o foco do escândalo da Petrobras, 247 antecipou, ontem, que os pedidos de investigação ao STF dariam certa trégua ao PT e à presidente Dilma (leia mais aqui).
O impeachment é página virada. O desafio, agora, é reconstruir a base política num ambiente marcado pelo ressentimento e pela desconfiança.


http://www.ocafezinho.com/2015/03/04/com-renan-e-cunha-na-lista-do-janot-impeachment-ja-era/
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Lista de Furnas conecta Aécio, Banestado, Youssef e…Sérgio Moro

O Estadão diz que, afinal, Aécio foi citado como recebedor de dinheiro da “Lista de Furnas”, no que o jornal diz ser um depoimento sobre a propinagem para o PP, o PSDB e um empresário, morto em 2011, chamado Aírton Daré, dono de uma empresa chamada Bauruense Serviços Gerais.

Segundo a sentença, Giovani Gionédis, então presidente do Conselho de Administração do Banestado, o banco estatal do Paraná, hoje HSBC,  teria dado a Bauruense juros acima dos de mercado, compensando pela doação de verba à campanha de reeleição de Jaime Lerner, do DEM, coligado ao PSDB.

Daré, como mostram documentos do Ministério Público do Rio de Janeiro, estava afundado até a medula na operação do dinheiro da Lista de Furnas.

Quem operou estes recursos? Ele mesmo, Alberto Yousseff.

Gionédis tinha oito cheques administrativos da empresa Bauruense Serviços Gerais em nomes de ‘laranjas’ e ordenou o saque de R$ 1 milhão para a campanha de Lerner.

Gionédis foi condenado por gestão fraudulenta, mas absolvido por lavagem de dinheiro.

Por quem?

Ah, leitor; ah, leitora…

Pelo Dr. Sérgio Moro…O imã da honradez que atrai todos os casos de corrupção no Brasil.

E então, por conta disso, vamos arquivar tudo, porque o Dr. Moro falou, tá falado.

É por isso que Aécio diz que o pedido de arquivamento de inquérito contra ele é uma homenagem que se lhe presta.

Como se sabe, a hipocrisia, dizia François de La Rochefoucauld, é uma homenagem que o vício presta à virtude.

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25135
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O Estadão diz que, afinal, Aécio foi citado como recebedor de dinheiro da “Lista de Furnas”, no que o jornal diz ser um depoimento sobre a propinagem para o PP, o PSDB e um empresário, morto em 2011, chamado Aírton Daré, dono de uma empresa chamada Bauruense Serviços Gerais.
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Novo caso de caminhoneiro perseguido e agredido e Cardozo segue omisso. Assista

Ontem, a gente mostrou aqui o pedido de socorro de caminhoneiros ameaçados de agressão caso não queiram participar do bloqueio de estradas no Paraná.
Hoje, Paulo Henrique Amorim mostra a inacreditável perseguição e agressão a outro, ocorrida três dias atrás.

Mesmo não havendo identificação no vídeo, bastaram três minutos de Google para saber onde ocorreu: BR-163, próximo a Sorriso, Mato Grosso.

Logo depois do posto de pedágio da MT-262 (km 12, como é referido pela moça que fala no vídeo) que se entronca à rodovia federal, sentido Norte.

O motorista conseguiu levar o caminhão, com o pára-brisas totalmente estilhaçado, até a Polícia Militar de Sorriso, onde certamente foi feito um registro, com nomes e circunstâncias. Há registro na delegacia.

É só mandar a PRF lá.

Embora a competência criminal seja da Justiça Estadual, o crime ocorreu em próprio federal (a rodovia), o que por si só é motivo para a Polícia Federal agir no local.

Os que bloqueavam a estrada acusam o caminhoneiro de ter colocado pessoas em risco ao desobedecer suas “ordens” de parar. Ele diz que atiraram objetos diante do caminhão.

A imprensa local tratou o cidadão como “transgressor” por ter se recusado a parar.

O homem está – e outras dezenas ou centenas ao volante de caminhões pesados também devem estar – irritado e nervoso, e não é para não estar, se seu caminhão é alvejado e você esmurrado.

Se fossem sem-terra a depredar uma fazenda de agroindústria  – o que, embora não seja correto, não expõe a risco a vida de ninguém – toda a imprensa e a Polícia Federal estariam em campo.

Como, porém, agrada a interesses políticos, mesmo com potencial para criar uma tragédia, fica-se quieto.

E fica-se cúmplice.

Assista o vídeo da perseguição, a versão dos bloqueadores e a cena insólita na delegacia do espancado sendo tratado pela imprensa como agressor.


A peserguição

https://www.youtube.com/watch?v=8iA2wKYCYO0

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25128
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