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Fernando Santos
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Fernando Santos

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Moro quer um 
Código Penal só pra ele
O Brasil já sabe o que acontece quando a Globo​ elogia candidatos a tirano

Saiu no Estadão espantoso, amedrontador artigo do Juiz Moro:


O PROBLEMA É O PROCESSO

(…)

como se chegou a esse ponto de deterioração, no qual a descoberta e a repressão de crimes de corrupção provocaram tantos efeitos colaterais negativos?

Uma das respostas é que o sistema de Justiça Criminal, aqui incluídos a polícia, o Ministério Público e o Judiciário, não tem sido suficientemente eficiente contra crimes dessa natureza. Como resultado, os problemas tendem a crescer, tornando a sua resolução, pelo acúmulo, cada vez mais custosa.

(…)

é necessário um choque para que os bons exemplos de eficiência não fiquem dependentes de voluntariedade e das circunstâncias.

(…)

o problema principal é óbvio e reside no processo. Não adianta ter boas leis penais se a sua aplicação é deficiente, morosa e errática.

(…)

A melhor solução é a de atribuir à sentença condenatória, para crimes graves em concreto, como grandes desvios de dinheiro público, uma eficácia imediata, independentemente do cabimento de recursos.

(…) para crimes graves em concreto, seja imposta a prisão como regra a partir do primeiro julgamento, ainda que cabíveis recursos.

(…)

Pelo projeto, o recurso contra a condenação por crimes graves em concreto não impedirá, como regra, a prisão. Permite ainda o projeto que o juiz leve em consideração, para a imposição ou não da prisão, fatos relevantes para a sociedade e para a vítima, como ter sido ou não recuperado integralmente o produto do crime ou terem sido ou não reparados os danos dele decorrente.

(…)

O Brasil vive momento peculiar. A crise decorrente do escândalo criminal assusta. Traz insegurança e ansiedade.

Sergio Fernando Moro e Antônio Cesar Bochenek, juízes federais, são, respectivamente, o responsável (sic) pela Operação Lava Jato e o presidente da Ajufe


NAVALHA

Quer dizer que o “responsável” pela Lava Jato quer um AI-5 só para ele.

Quer dizer que, quando ele considerar que está diante de “crimes graves em concreto”, ele e só ele manda quem quiser para a cadeia (além de mortos, é claro).

Munido do Prêmio Diferença do Globo, o dr Moro agora quer prender e arrebentar, quando lhe der na telha.

O Brasil já sabe o que acontece quando a Globo concede prêmios e honrarias a candidatos a tirano

Já viu esse filme antes.

Foi um horror !

Horror !

Sobre o horror, ver o que disse o ministro Marco Aurélio, que jamais viu coisa igual !

Imagine, Ministro, dar um AI-5 a esse justiceiro !

Imagine, Ministro um Juiz da Vara do Rio considerar “crime grave em concreto” a evasão fiscal da Globo.

Imagine, Ministro !

Os filhos do Roberto Marinho – eles não tem nome próprio – num cárcere em (e de) concreto !

Onde já se viu tanta ignomínia !

O que traz “insegurança e ansiedade” é ver como o Dr Moro aplica a Lei !

A forma imparcial, republicana, como empunha as Tábuas da Lei !

 



Em tempo: quando ele fala em “choque”, é daqueles do Coronel Ustra ?


Paulo Henrique Amorim

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2015/03/29/moro-quer-um-codigo-penal-so-pra-ele/
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O Brasil já sabe o que acontece quando a Globo​ elogia candidatos a tirano
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Fernando Santos

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É mentira que Lula recebe aposentadoria por invalidez por ter perdido um dedo

Imagem do Instituto Lula em cima da que circula nas redes sociais e no Whatsapp, mostrando o ex-presidente jogando futebol e o cientista inglês Stephen Hawking, que sofre uma doença degenerativa

 O mito do dedo de Lula e as mentiras na internet

do Instituto Lula

Entre os muitos boatos e mentiras espalhados na internet contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recentemente voltou a circular a história de que ele receberia uma aposentadoria por invalidez desde que perdeu um dedo em um acidente de trabalho. Trata-se de mais uma história mentirosa. Lula recebeu uma indenização à época e continuou trabalhando, sendo eleito posteriormente presidente da República. Quem recebe aposentadoria por invalidez não pode trabalhar e receber salários de qualquer espécie, muito menos como representante do povo.

Explicamos mais a seguir:

A farsa:

Recentemente, um site reproduziu em seu Twitter uma velha mentira. Sem citar fonte ou qualquer outro dado, a conta diz que “Lula se aposentou por perder 1 dedo, qd deveria ter sido indenizado” (sic). Essa história sempre reaparece, sugerindo que o ex-presidente estaria recebendo um valor indevido.

A verdade:

O acidente aconteceu em 1964, quando Lula tinha 18 anos e trabalhava na Metalúrgica Independência, na cidade de São Paulo. Lula recebeu, à época, uma indenização de 350 mil cruzeiros. Segundo conta a revista Trip, o valor era “suficiente para comprar móveis para a mãe e um terreno”. Quem recebe aposentadoria por invalidez não pode trabalhar e receber salários. Lula não deixou de trabalhar. Se a história fosse verdadeira, ele não poderia ter continuado sua atividade como metalúrgico, depois dirigente sindical e muito menos cumprir seus mandatos de deputado e de presidente da República.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/e-mentira-que-lula-recebe-aposentadoria-por-invalidez-por-ter-perdido-um-dedo-em-acidente-de-trabalho.html
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Fernando Santos

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As panelas

Se o surto direitista que acomete boa parte da classe média brasileira ainda lhe permitisse ler qualquer coisa sem vociferar  contra o “petista” (nunca fui), o “cubano” (nunca fui lá ) ou o “bolivariano”(não faço ideia do que venha a ser isso no Brasil), recomendaria a leitura da reportagem de Rodrigo Cavalheiro, no Estadão, com a fazendeira chilena Carmen Saenz Terpele, a mulher que criou o “bater panelas” como forma de protesto das elites latino-americanas.

É um gesto curioso, uma espécie de “mea-culpa” de quem pode ter até razões legítimas para a insatisfação menos, é claro, o fato de suas panelas estarem vazias. Cavalheiro cita o relato do historiador norte-americano Peter Winn,  autor do livro Revolução Chilena, como no dia 1° de dezembro de 1971,  militantes de direita “protegidos pelo grupo paramilitar Pátria e Liberdade, de orientação fascista” fizeram a Marcha das Panelas Vazias que marcaria o início do fim do Governo de Salvador Allende.

A bateção de panelas, é fato, também voltou-se contra governos conservadores, já em seus estertores, como os de Pinochet, o assassino de Allende, ou Fernando de la Rúa, na Argentina, quando já se via a colheita amarga dos modelos coloniais que ela própria ajudara a manter, derrubando governos de esquerda.

Mas agora se espalha outra vez na América do Sul, desde as ruas dos bairros chiques de Caracas ou no bacana “Barrio Norte” de Buenos Aires, de onde vem a foto do post.

Cavalheiro recupera, no texto, uma música do conjunto chileno Quilanpayún sobre os “cacerolazos”:  “A direita tem duas panelas / uma pequena, outra grande / a pequena acaba de comprar, essa é usada só para golpear”. A outra, grande, segue a música, está bem cheia de comida.

O “bater panela”, uma espécie de expiação de culpa, não é o única alegoria da vergonha inconfessa que sentem: é preciso acusar de “ditadura” o governo eleito e transformar  seu desejo de golpe em algo como um “contragolpe democrático”, naturalmente com os métodos que já sabemos, dolorosamente, na história.

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25930
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Se o surto direitista que acomete boa parte da classe média brasileira ainda lhe permitisse ler qualquer coisa sem vociferar contra o “petista” (nunca fui), o “cubano” (nunca fui lá ) ou o “bolivariano”(não faço ideia do que venha a ser isso no Brasil), recomendaria a leitura da reportagem de ...
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Kenia e Jorge's profile photo
 
Golpe não!!! Nunca mais!!!
Reforma Política, já!!! Ley de Medios, já!!!
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Fernando Santos

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Relatório do BC aponta razões do ajuste fiscal

O relatório de inflação do Banco Central para o primeiro trimestre do ano, divulgado ao final desta semana, traz números que explicam a necessidade do governo apertar o cinto.

O esforço do governo para ativar a economia e manter o emprego, o levou a praticar desonerações tributárias da ordem de R$104 bilhões em 2014 (R$78,6 bilhões em 2013).

As despesas aumentaram muito e a arrecadação, em função das desonerações, aumentou pouco. Esse foi o problema.

“As receitas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) aumentaram 3,6% e as despesas, 12,8%, em 2014″, diz o relatório.

Trata-se de um problema relativamente simples de explicar ao povo, caso o governo possuísse um sistema de comunicação decente.

Entretanto, isso não justifica a ausência de agenda positiva e a inação política do governo.

Propor, debater, defender-se, vir à público, não implicam em nenhuma despesa pública. E, no entanto, elevam mais do que qualquer outra coisa a receita do Estado.

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25919
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O relatório de inflação do Banco Central para o primeiro trimestre do ano, divulgado ao final desta semana, traz números que explicam a necessidade do governo apertar o cinto. O esforço do governo para ativar a economia e manter o emprego, o levou a praticar desonerações tributárias da ordem de ...
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Fernando Santos

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Ombudsman da Folha critica perseguição à Dirceu

É incrível o descompromisso da imprensa brasileira com a verdade.

E mais incrível ainda a despreocupação com o direito dos cidadãos – quando esses cidadãos pertencem ao partido do qual a Folha não gosta, claro – à dignidade.

(O direito à dignidade é um dos princípios basilares da Constituição Federal, mas isso parece não ter muita importância para nossa mídia).

Quando se trata de um tucano, tudo é “suposto”.

“Suposto primo”, “suposto esquema”…

Quando se trata de personagem do PT, qualquer mentira vira manchete garrafal na primeira página.

Não adianta a própria ombudsman do jornal protestar.

Aliás, não deixo de me espantar com a arrogância com que a “secretaria de redação” da Folha responde à ombudsman do jornal.

Neste domingo, por exemplo, em que ela aponta o erro do jornal na manchete contra Dirceu, a secretaria admite que, de fato, “houve um erro de enunciado, de responsabilidade da Redação, mas avalia que o conteúdo da reportagem valia mesmo manchete.”

Ou seja, era mentira mas valia manchete.

Até onde vai o cinismo da imprensa brasileira?

Na página da Ombudsman da Folha.

Diferentemente do informado…
… Na manchete de domingo passado, quem informou não é delator e quem é delator não informou

Por Vera Guimarães Martins, Ombudsman

É obrigação do bom jornalista produzir títulos atraentes, capazes de fisgar o interesse do leitor. Já é um problema quando, no afã de cumprir bem a tarefa, o titulador (que nem sempre é o repórter que escreveu o texto) exagera no “esquenta” e, além da atenção, atrai também a ira de quem se sente enganado por um enunciado que vende gato por lebre. A manchete do último dia 22 –“Dirceu recebia parte de propina paga ao PT, afirmam delatores”– foi mais do que um desses casos clássicos de exagero. Foi erro sem sombra de dúvida, gerado desde o título interno da reportagem.

A manchete tem alguns problemas, mas os principais cabem num resumo: quem informou não é delator e quem é delator não informou o que está na título. E, claro, se a fonte é uma só, usa-se o singular.

A afirmação de que os pagamentos à consultoria de Dirceu eram descontados das propinas da Petrobras foi feita pelo empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, que ainda não fechou acordo de delação premiada –o que faz toda a diferença.

A operação Lava Jato já produziu dezenas de manchetes desde sua deflagração, algumas arriscadas, como já foi comentado neste espaço. O argumento que balizou as reportagens foi a premissa de que, mesmo sem provas materiais, os depoimentos feitos em delação premiada gozam de maior credibilidade porque mentir seria contraproducente. O próprio depoente sairia prejudicado e perderia as vantagens jurídicas que obteve. Há muita informação a ser provada pelas investigações, mas esse princípio norteava a conduta de risco dos veículos.

Pessoa vem negociando com os procuradores, mas, como informa o texto, ainda não conseguiu um acordo. Logo não tem o mesmo compromisso com a veracidade do que afirma; pode estar tentando vender mais do que realmente tem para obter o benefício. Para aumentar a dose de incerteza, a afirmação não foi feita em depoimento formal, mas em conversa com investigadores.

A reportagem também relata que um representante da Camargo Corrêa, nome não divulgado, afirmou, nas mesmas circunstâncias, que a empreiteira contratou os serviços de Dirceu porque tinha medo de que a recusa prejudicasse os negócios que mantinha com a Petrobras. Ele, sim, é delator, mas sua história é outra.

A Secretaria de Redação diz que houve um erro de enunciado, de responsabilidade da Redação, mas avalia que o conteúdo da reportagem valia mesmo manchete.

Como já escrevi antes, erros prejudicam o jornal, mas, por improváveis e absurdos que possam parecer, acontecem. O que acho mais lamentável é que a correção tenha sido feita em uma nota de dez linhas na seção Erramos, espaço em que o jornal publica, por exemplo, que a sexta não foi dia 19, e sim 20. Pelo destaque que teve, esse erro merecia um texto em “Poder”.

O jornal discorda. “O erro foi assumido na seção diária destinada a essa finalidade. A carta do assessor de Dirceu criticando o enunciado foi publicada com destaque no alto do ‘Painel do Leitor’ de 24/3.”

ombudsman@grupofolha.com.br

http://folha.com/ombudsman

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25915
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Veja as colunas escritas pelos Ombudsmans da Folha, cargo hoje ocupado por Vera Guimarães Martins.
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Fernando Santos

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Há luz no fim do ajuste?

por Paulo Moreira Leite
por Laura Carvalho (*)

Desde a explosão da dívida pública que se seguiu à crise de 2008 em diversos países avançados, muitos economistas se concentraram em medir o efeito de um ajuste fiscal – realizado a partir de cortes de gastos ou de aumentos de impostos – sobre o crescimento econômico.

Vários desses trabalhos indicaram que os ajustes, por terem efeito negativo sobre o próprio crescimento (especialmente se implementados durante uma recessão), podem levar a uma espiral em que a queda no nível de atividade prejudica a arrecadação tributária subsequente, elevando ainda mais o déficit e a dívida pública em relação ao PIB.

Uma espiral desse tipo já é velha conhecida dos gregos, que desde o início da crise, apesar dos esforços de ajuste, viram sua dívida subir de cerca de 100 para 175% do PIB nos últimos sete anos.

Nesse contexto, muitos autores defendem que uma expansão fiscal seria a melhor forma de levar uma economia estagnada de volta a uma trajetória de crescimento e de sustentabilidade da dívida pública. Não por acaso, tais evidências e argumentos vêm sendo trazidos para o debate atual brasileiro.

Destaco aqui quatro objeções, que considero mais convincentes, à adoção da estratégia expansionista no Brasil hoje. Em primeiro lugar, pode-se considerar que essa foi justamente a opção do governo em 2013 e 2014, e que a expansão fiscal –note-se, pela via das desonerações – não funcionou.

Em segundo lugar, estudos empíricos indicam que aqui a arrecadação de impostos responde menos ao ciclo econômico, devido a características da nossa estrutura tributária, o que poderia adiar uma eventual elevação do superávit primário pela via do crescimento do PIB e das receitas.

Em terceiro lugar, a dívida brasileira estaria especialmente sujeita à pressão dos rebaixamentos – muitas vezes arbitrários – das agências de risco e à elevação das taxas de juros para patamares que tornariam muito caro o serviço da dívida e insustentável a sua dinâmica. Por fim, os obstáculos políticos fariam do ajuste a única opção viável.

Embora caibam ressalvas a todas essas objeções, vou supor que tais restrições tornem justificável a elevação do superávit primário prometida pela equipe econômica, para então perguntar: que tipo de ajuste seria menos nocivo a uma eventual retomada do crescimento e da arrecadação tributária? Embora muito tenha se falado sobre a velocidade correta do ajuste, pouco se falou sobre a sua composição ideal no que se refere ao seu impacto sobre o crescimento e o bolso do trabalhador.

Para responder a essa pergunta, vou recorrer a uma fórmula bastante antiga na macroeconomia keynesiana, desenvolvida por Haavelmo em 1945 (Haavelmo, T. 1945. Multiplier effects of a balanced budget, Econometrica, 13, 4, 311–18 ), qual seja, a de que a manutenção do mesmo déficit fiscal a partir de um aumento equilibrado em gastos e receitas governamentais pode ter efeito positivo sobre o PIB se a elevação dos impostos atingir sobretudo os mais ricos e o aumento nos gastos se direcionar para a classe média e os pobres.

Em outras palavras, como a propensão a gastar dos ricos é menor do que a dos beneficiados pela política, o efeito líquido de se elevar gastos e impostos dessa forma seria expansivo para o consumo e o PIB, sem gerar nenhuma deterioração nas contas públicas. O multiplicador de Haavelmo poderia até levar à redução do déficit fiscal após alguns trimestres, a partir do efeito do maior crescimento do PIB sobre a arrecadação.

Por esse critério, entre as medidas já anunciadas pelo governo, a julgar pelo pouco (ou nenhum) impacto positivo que as desonerações tiveram sobre a economia em 2013 e 2014, sua eliminação pouco preocupa, e é muito preferível, por exemplo, a alguns ajustes já anunciados pelo lado dos gastos. Mas, seguindo os ensinamentos de Haavelmo, para minimizar, ou quem sabe até eliminar seu efeito recessivo, o ajuste deve ser daqueles que, pelo lado da receita, aumentam substancialmente a progressividade da estrutura tributária.

É nesse contexto que deve ser entendida (e muito estimulada!) a discussão por membros da equipe econômica sobre a criação de um imposto sobre grandes fortunas e/ou sobre o aumento e a federalização do imposto sobre heranças.

Além de tais impostos ajudarem a reverter um processo de perpetuação das desigualdades de renda tal qual apontado por Thomas Piketty em seu best-seller “O Capital no Século XXI”, estes têm o potencial de gerar um efeito multiplicador à la Haavelmo, já que, a depender da composição dos gastos, permitem uma redistribuição da renda dos que gastam pouco para os que gastam muito.

Comparando os dois impostos, é importante destacar que além de não depender da passagem de uma geração para a outra, o imposto sobre grandes fortunas tem impacto redistributivo e multiplicador muito maior do que o imposto sobre heranças, por ser direcionado apenas para o topo da distribuição, sem qualquer ônus à classe média.

Uma terceira possibilidade de tributação progressiva, que embora não tenha qualquer efeito sobre o estoque de riqueza já acumulado, é de implementação muito mais fácil, é a introdução de uma faixa adicional de imposto de renda, com alíquota maior para os que estão no topo da distribuição. É importante lembrar que a nossa alíquota máxima de imposto de renda, de 27,5%, é muito menor do que a verificada nos países avançados (e.g. 39.6% nos EUA, 45% na Inglaterra, 57% na Suécia) e nos coloca em 55o no ranking mundial feito pela KPMG, atrás também de países como a África do Sul e o Chile (ambos com 40%).

Por fim, pelo lado dos gastos, além da manutenção dos programas de transferência de renda, estes já progressivos e com alto efeito multiplicador, a elevação dos tributos deveria abrir algum espaço para a expansão dos investimentos públicos. É quase consenso na literatura que os investimentos públicos em infraestrutura têm efeitos multiplicadores de curto e de longo prazo mais altos do que outros componentes do gasto público, já que além de gerar mais empregos, elevam a produtividade e ajudam a puxar investimentos privados. No entanto, estes são os primeiros a sofrerem cortes em períodos de ajuste fiscal.

Se não for realizado com tais cuidados, um ajuste que deveria ser “rápido”, como defendido recentemente pelo ministro da Fazenda, pode se tornar quixotesco, enquanto a contração do PIB e das receitas exigirem cortes de gasto cada vez maiores para o cumprimento da meta de superávit primário, impedindo também a retomada.

Um ajuste mais nocivo teria o problema adicional de agravar os obstáculos políticos que hoje enfrenta o governo, já que sua impopularidade junto aos trabalhadores inevitavelmente traz prejuízo aos índices de aprovação da presidente.

(*) Laura Carvalho é economista. Este artigo foi publicado originalmente no portal Brasil Debate

http://paulomoreiraleite.com/2015/03/29/ha-luz-fim-ajuste/
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Muito se falou sobre a velocidade do ajuste e pouco se debateu sobre as melhores medidas para o crescimento e o bolso do trabalhador
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Fernando Santos

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Paes traiu 
cedo demais !
Perder para o Lula é uma prerrogativa dos filhotes do FHC.

Será muito saudável se o PT perder a eleição.

A Copa foi um fracasso. Não serve de exemplo pra nada.

Quem quer a Ley de Medios são as antas do PT.


NAVALHA

No fim de semana (29/03), Eduardo Paes, o prefeito da Barra da Tijuca, fez o périplo do Golpe.

Deu entrevista ao detrito sólido de maré baixa e à revista do Globo, a Época.

Nenhum prefeito recebeu tanto dinheiro do Lula e da Dilma quanto ele.

Não fossem a Dilma e o Lula, em lugar do Pereira Passos que pretende ser, não passaria de um Cesar Maia.

Paes é candidato a presidente da República pela Zona Eleitoral da Barra da Tijuca, sede do Projac e shopping center dos paneleiros do Rio.

O problema é que Paes traiu cedo demais.

Deveria trair quando a Bláblárina, o Eduardo Campos e a Marta Suplicy (sempre Suplicy !!!) traíram: mais perto da eleição.

Agora, assim, tão longe – faltam quatro anos de Governo Dilma – ele corre alguns riscos.

A torneira secar – é o primeiro.

O outro é os paneleiros de Higienópolis e da Avenida Paulista armarem um bote contra ele.

Que história é esse de um paneleiro da Barra da Tijuca dizer que é saudável o PT largar o osso ?

Perder para o PT é uma prerrogativa dos paneleiros de Higienópolis e de mais ninguém.

O problema do Paes é que ele deve estar sob pressão dos filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio.

Os filhos do Roberto Marinho estão desnorteados.

Sem o empessegamento do FHC eles não chegam a 2018 !

Na dúvida, precisam de um candidato desde já !

E o Paes é da corrente ideológica da elite carioca, a do Sérgio Cabral: governo com e para o Globo.

Sai uma notinha no Ancelmo, e os dois entram em pânico.

O Cabral tem mais medo do Ancelmo do que do Moro !

(Moro é o tal que quer um Código Penal só para ele botar em cana quem quiser !)

O Paes, também.

Sai uma notinha no Ancelmo e a Prefeitura do Rio congela de pavor !

Se o Ancelmo mandar, o Paes reconstrói a Perimetral, no Cais do Porto.

Fecha o Túnel Rebouças.

Vende o Pão de Açúcar ao Carrefour.

É só o Ancelmo querer !

O problema é que Paes se precipitou.

Aquele senador que sangra, o Aloysio 300 mil, deve estar reunido, nessa manhã sombria de domingo, com o Príncipe da Privataria numa padaria de Higienópolis a tramar uma rasteira no paneleiro da Barra da Tijuca.

Ou o amigo navegante acha que o Príncipe da Privataria vai deixar um carioca enfrentar o Lula em 2018 ?

Tem que ser um filhote dele.

Mesmo um filhote que o renegue, como Alckmin !

 

Em tempo: esse post deve muito a reflexões compartilhadas com o Fernando Brito, que nutre pelo Paes admiração só comparável à que nutre pelos paneleiros da Avenida Paulista.


Paulo Henrique Amorim


http://www.conversaafiada.com.br/politica/2015/03/29/paes-traiu-cedo-demais/
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Perder para o Lula é uma prerrogativa dos filhotes do FHC.
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Santayana: Só haverá atentado terrorista aqui se Brasil se deixar envolver pelos EUA

O BRASIL E O TERROR

por Mauro Santayana, em seu blog

(Hoje em Dia) – Volta-se a discutir, na mídia e no governo, a necessidade de se prevenir “ameaças terroristas” no Brasil e a intenção de se criar uma “lei antiterrorista”, que permita a órgãos de inteligência monitorar internautas, para saber se eles estão em contato com organizações internacionais.

Quando se diz “terrorismo”, é preciso saber quem está falando.

Para um israelense – nem todos, graças a Deus – um palestino do Hamas, que lança um foguete caseiro por cima da fronteira, é terrorista.

Para uma mãe palestina que acabou de perder os três filhos em um bombardeio na faixa de Gaza, terrorista é o piloto israelense que comandava o helicóptero ou o avião que os matou.

Da mesma forma que, no Afeganistão, terrorista pode ser um membro do Taleban, ou um soldado da OTAN, ou dos EUA, dependendo do lado que se estiver.

O problema é quando se tenta impor o “terrorista” alheio a toda uma nação.

O Estado Islâmico é uma organização terrorista, que decapita inocentes?

É. Mas ele não teria surgido, se os EUA e a OTAN não tivessem armado seus primeiros integrantes, para combater regimes que consideravam seus inimigos, como o de Saddam, de Kaddafi, e de Bashar Al Assad.

Cabe, logo, aos EUA e à OTAN, e aos regimes títeres que instalaram no Oriente Médio para apoiar seus interesses, combater o Estado Islâmico, e não ao Brasil.

O pretexto, agora, como antes, na época da Copa do Mundo, é evitar que haja atentados terroristas nas Olimpíadas.

Ora, só haverá atentados desse tipo no Brasil, a partir do momento em que nos deixarmos envolver pelos EUA, e passarmos a agir como um país subalterno aos seus interesses, nos metendo aonde não fomos chamados.

Esse é o caso de países como a Itália, a França, a Espanha, que passaram a sofrer atentados terroristas depois de enviar soldados ou aviões para o Afeganistão e a Líbia para apoiar tropas norte-americanas.

E a forma mais fácil de fazer isso – de criar inimigos onde não os possuímos e de “caçar chifre em cabeça de cavalo” – é justamente adotando uma Lei Antiterrorismo.

Uma coisa é condenar, moralmente, o que está ocorrendo no Oriente Médio, sem deixar de estudar as causas e origens de certos grupos “terroristas”, que se encontram mais em Washington do que para lá de Bagdá.

Outra coisa é que alguém queira, nos órgãos de segurança do governo, ser mais realista do que o rei, e nos empurrar para tomar partido em uma guerra que não é nossa, entre a Europa e os Estados Unidos e populações situadas em países que o “ocidente” quer continuar dominando política e economicamente.

A política externa – e qualquer medida que venha a modifica-la – é assunto de Estado, não de polícia nem de arapongas. O Brasil já tem, historicamente, um lado: o da defesa de seus interesses, que não são nem os dos EUA, nem os da OTAN, em conformidade com a doutrina de não intervenção em assuntos externos, que está estabelecida na Constituição Federal.

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/mauro-santayana-so-havera-atentados-terroristas-no-brasil-se-deixarmos-nos-envolver-pelos-eua.html
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Fernando Santos

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Paes não tem luz própria. Está mais para filho pirracento, brigando pela mesada olímpica

Paulo Henrique Amorim envia-me o post que está publicando sobre o espasmo midiático de Eduardo Paes, que substitui Rogério Chequer como “revoltado da semana” nas páginas amarelas da Veja e na Época.

Francamente, não posso imaginar que Eduardo Paes, em condições normais, imagine-se um candidato a Presidente viável.

Não foi assim que construiu sua carreira eleitoral, como líder. Foi como afilhado.

Recém-formado, aproximou-se do grupo de yuppies recrutado por Cesar Maia para administração municipal.

Aliás, como o vice de Serra, Índio da Costa.

Anos depois, tornou-se o enfant gaté de Sérgio Cabral.

Elegeu-se prefeito, em 2008, por pequena margem sobre Fernando Gabeira, por conta do apoio da esquerda (Jandira Feghalli e Alessandro Molon) e de Marcello Crivella quem juntos, somaram 34% dos votos no primeiro turno, no qual ele fez 31%.

E de Lula, que pediu votos para ele, depois que  Paes lhe enviou uma carta “na qual pediu desculpas pelas críticas que fez no período em que estava na CPI dos Correios”, segundo a Folha.

Paes sabe que seu desempenho como prefeito (e sua reeleição, em 2012) devem-se aos investimentos que Lula – e depois, Dilma – dirigiram ao Rio de Janeiro.

O canteiro de obras em que está transformada a cidade não funciona por uma semana sem a liberação de recursos federais, a fundo perdido ou via BNDES. Há linhas do BRT em que o financiamento chega a 90% do valor e ocorre o mesmo em obras estaduais que impactam apenas o município, como a Linha 4 do Metrô.

Paes, como atribui às outras pessoas a mesma miudeza de seu pensamento político teme que as dificuldades econômicas possam implicar numa retenção destes créditos. E sai gritando com Joaquim Levy e contra Dilma e o PT para que o chamem para uma conversinha e se comprometam em que, na hora da farinha pouca, o pirão de Paes virá primeiro.

Paes não tem estofo para ser o candidato da direita nas eleições presidenciais. Aliás, ela já lhe manda este recado diretamente, pela dupla Diego Mainardi e Mário Sabino, os ex-Veja, em seu blog.

A direita vem de candidato paulista, desta vez e talvez com um Le Pen tropical tipo Jair Bolsonaro, para esconder seu dentes.

Paes quer mesmo é ser o vice de Lula – se a maré melhorar – e, para isso, manda tantas cartas de desculpas quantas necessário.

Mas algo me diz que, desta vez, Lula pode até fingir que lê, jamais acreditar.

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25927
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Paulo Henrique Amorim envia-me o post que está publicando sobre o espasmo midiático de Eduardo Paes, que substitui Rogério Chequer como “revoltado da semana” nas páginas amarelas da Veja e na Época. Francamente, não posso imaginar que Eduardo Paes, em condições normais, imagine-se um candidato a ...
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Fernando Santos

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O tráfico de drogas, segundo a mídia

O Diário do Centro do Mundo mostrou a diferença de tratamento que a mídia dá a jovens de classe média e jovens da periferia, quando são pegos com drogas.

No primeiro caso, os rapazes são tratados apenas como “jovens de classe média”.

No segundo caso, apenas como traficantes.

Não é preciso ser muito esperto para intuir que o primeiro tratamento lhes garante o direito à vida e a um tratamento razoável pelo judiciário.

O segundo tratamento garante aos jovens da periferia o direito à morte ou a mofar em prisões sem direito à defesa ou mesmo sem uma sentença judicial (nos moldes do preso da Lava Jato).

(Aliás, ainda sobre a Lava Jato: o Judiciário brasileiro é tão ruim que, ao invés de estar se esforçando para dar aos pobres o tratamento digno que dá aos ricos, está procurando dar a alguns ricos – desde que isso interesse à mídia, obviamente – o tratamento indigno que dá aos pobres. A única democratização que parece empolgar os setores midiáticos da nossa elite é a da barbárie.)

E olha que nem falei no helicóptero com meia tonelada de pó, pertencente à um senador amigo de um certo candidato…

No Diário do Centro do Mundo.

http://tijolaco.com.br/blog/?p=25923
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Fernando Santos

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A queda do Império TV Globo: audiência da principal novela despenca

Ao que tudo indica, os três irmãos Marinhos, donos da TV Globo, entraram na mesma rota de Eike Batista na revista Forbes. De maior bilionário do Brasil, Eike perdeu praticamente tudo e saiu da lista de bilionários.

O carro chefe da TV Globo é a novela das 21:18 (antiga "novela das 8").

A atual "Babilônia" tem registrado audiência diária abaixo 25 pontos (isso no Ibope, imagine na hora em que o instituto rival Gfk começar a medir). É pelo menos 10 pontos abaixo do que a Globo tinha no horário (a novela anterior "Império" tinha entre 35 a 38 pontos).

Para piorar, a audiência não para de cair. Na sexta-feira, 27, às 21:22hs registrava só 18,9 pontos:

Globo: 18,9 pontos
Record: 13, 3 pontos
SBT: 11,8 pontos

Nunca antes a TV Record e o SBT estiveram tão perto da audiência da Globo neste horário.

E a queda da "novela das 8" faz a audiência de todo o horário nobre rolar ladeira abaixo, em um efeito cascata. 

O Jornal Nacional, que vem antes, tem boa parte da audiência entre os telespectadores que estão sintonizados apenas esperando pela novela. Se não estão mais interessados em assistir a "novela das 8", também não assistem mais a chatice do Bonner falando que sua vida só vai piorar. O mesmo efeito ocorre com os programas que vem depois da novela.

Com menor audiência, o preço dos anúncios despencam. Se 10 em cada 35 consumidores não vêem mais o anúncio, nenhuma empresa vai continuar pagando a mesma coisa para anunciar.

Com isso a Globo entra no ciclo da decadência:

Passo 1) Menor audiência;
Passo 2) Preço dos anúncios despencam;
Passo 3) Faturamento cai;
Passo 4) Corta custos de produção para não fechar no vermelho;
Passo 5) Produção mais barata nivela com emissoras concorrentes;
Passo 6) Enquanto Globo perde audiência, concorrentes ganham;
Passo 7) Ao perder audiência os passos 1 ao 6 se repetem;
Passo 8) TVs rivais aumentam o faturamento;
Passo 9) Com mais faturamento, rivais melhoram programação;
Passo 9) Rivais com melhor programação conquistam mais audiência;
Passo 10) Ciclo de 1 ao 9 se repete até os Marinho ficarem ao lado de Eike.

De 2013 para 2014, a revista Forbes já registrou perda de US$ 3 bilhões na fortuna dos três irmãos Marinhos. Imagina de 2014 para 2015. A derrocada de Eike começou assim.


http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br
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A criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as obras e a concessão ...
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Fernando Santos

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Estudante será o segundo brasileiro a ir ao espaço
Por meio do Ciência sem Fronteiras, brasiliense conseguiu um estágio na Nasa

O estudante Pedro Nehme será o segundo brasileiro a ir para o espaço. O aluno de engenharia elétrica na Universidade de Brasília (UnB) conduzirá um experimento criado por estudantes de escolas públicas, que será selecionado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) por meio de uma chamada pública.

Ex-bolsista do Ciência sem Fronteiras (CsF), o brasiliense de 23 anos estagiou na agência espacial norte-americana, a Nasa, após ser selecionado junto com outros seis bolsistas do CsF. Ele trabalhou po nove meses na divisão de astrofísica, com balões de grande altitude capazes de levar instrumentos de pesquisa para a estratosfera.

Para vencer o concurso que o levará ao espaço, o estudante teve que usar os conhecimentos adquiridos no estágio na Nasa. O desafio vencido pelo brasileiro consistia em acertar o local onde um balão lançado do Deserto de Nevada (EUA) cairia. Ele deveria marcar a altitude em que o objeto estouraria, a latitude e longitude. Nehme acertou a altitude exata e seu palpite foi o que mais se aproximou da localidade certa no mapa.

Logo que voltou do Ciências sem Fronteiras, Nehme foi selecionado para estagiar na Agência Espacial Brasileira (AEB). O estudante se forma no final deste ano e pretende seguir no ramo aeroespacial.

O veículo espacial que levará o estudante brasileiro ainda está sendo finalizado e logo entrará na fase de testes. Enquanto isso, ele faz alguns treinamentos organizados pela AEB. O transporte espacial de Nehme não entrará em órbita e a viagem terá duração de uma hora. Serão entre cinco e seis minutos em microgravidade.

Dando continuidade à preparação, em abril, Nehme irá à Rússia para testes de gravidade zero. Até a viagem para o espaço, ele será acompanhado pelo centro de medicina aeroespacial da Força Aérea Brasileira (FAB), no Rio de Janeiro, onde fará, também, simulações de falta de oxigênio, ejeção e desorientação espacial.

Programa de Microgravidade - Os interessados em participar do 5º Anúncio de Oportunidade do Programa Microgravidade devem se cadastrar até o dia 27 de abril pelo site http://microgravidade.aeb.gov.br/. O resultado será divulgado no dia 2 de maio.

Os estudantes de educação básica recebem um desafio: eles devem desenvolver um dispositivo eletrônico capaz de avaliar os aspectos fisiológicos relacionados à exposição do corpo humano ao ambiente de microgravidade e hipergravidade.

Por Danielle Cambraia, da Agência PT de Notícias, com informações do Ministério da Educação

http://www.pt.org.br/estudante-sera-o-segundo-brasileiro-a-ir-ao-espaco/
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Programa Microgravidade da Agência Espacial Brasileira - AEB
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