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Fernando Santos
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Fernando Santos

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Careciane dos Santos de Almeida's profile photo
 
CHEGA! Ultrapassaram todos os limites da Democracia! Estamos chocando verdadeiros monstros imorais e ilegais!
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Fernando Santos

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No momento em que se discute a redução da maioridade penal, para mandar para uma cadeia abjeta os menores de 16 anos – que já vão para a reclusão, e quem já viu uma reclusão de menores não gostaria de passar um dia ali – é contraditório e vergonhoso que se possa estar fazendo na mais completa ...
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Fernando Santos

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Globo também tentou 
desmoralizar Lula em Paris
Não é só a Sandra Kamel. É toda a Globo

A propósito do mico do ano, amigo navegante de memória afiada sugeriu rememorar essa vergonhosa página da história da Globo e, por isso, da elite carcomida dessa Província.

Na Carta Capital em 2011:



LULA EM PARIS: IMPRENSA SABUJA DÁ VEXAME


Circula há alguns dias na internet um debate sobre o mérito de o ex-presidente Lula ter recebido o título de Doutor Honoris Causa do Instituto de Estudos Políticos de Paris, mais conhecido como Sciences-Po, na terça-feira 27.

Em seu blog Balaio do Kotscho, no R7, o experiente jornalista resume a vergonhosa cobertura dos colegas brasileiros. Confira:

Por que Lula e não Fernando Henrique Cardoso, seu antecessor, para receber uma homenagem da instituição?

Começa assim, acreditem, com esta pergunta indecorosa, a entrevista de Deborah Berlinck, correspondente de O Globo em Paris, com Richard Descoings, diretor do Instituto de Estudos Políticos de Paris, o Sciences- Po, que entregou o título de Doutor Honoris Causa ao ex-presidente Lula, na tarde desta terça-feira. Para outro colega, pareceu estranho premiar um presidente que se orgulha de nunca ter lido um livro.

Resposta de Descoings:

“O antigo presidente merecia e, como universitário, era considerado um grande acadêmico (…) O presidente Lula fez uma carreira política de alto nível, que mudou muito o país e, radicalmente, mudou a imagem do Brasil no mundo. O Brasil se tornou uma potência emergente sob Lula, e ele não tem estudo superior. Isso nos pareceu totalmente em linha com a nossa política atual no Sciences- Po, a de que o mérito pessoal não deve vir somente do diploma universitário. Na França, temos uma sociedade de castas. E o que distingue a casta é o diploma. O presidente Lula demonstrou que é possível ser um bom presidente, sem passar pela universidade.”

A entrevista completa de Berlinck com Descoings foi publicada no portal de O Globo às 22h56 do dia 22/9. Mas a história completa do vexame que a imprensa nativa sabuja deu estes dias, inconformada por Lula ter sido o primeiro latino-americano a receber este título, que só foi outorgado a 16 personalidades mundiais em 140 anos de história da instituição, foi contada por um jornalista argentino, Martin Granovsky, no jornal Página 12.

Tomei emprestada de Mino Carta a expressão imprensa sabuja porque é a que melhor qualifica o que aconteceu na cobertura do sétimo e mais importante título de Doutor Honoris Causa que Lula recebeu este ano. Sabujo, segundo as definições encontradas no Dicionário Informal, significa servil, bajulador, adulador, baba-ovo, lambe-cu, lambe-botas, capacho.

Sob o título “Escravocratas contra Lula”, Granovsky relata o que aconteceu durante uma exposição feita na véspera pelo diretor Richard Descoings para explicar as razões da iniciativa do Science- Po de entregar o título ao ex-presidente brasileiro.

“Naturalmente, para escutar Descoings, foram chamados vários colegas brasileiros. O professor Descoings quis ser amável e didático (…). Um dos colegas perguntou se era o caso de se premiar a quem se orgulhava de nunca ter lido um livro. O professor manteve sua calma e deu um olhar de assombrado(…).

“Por que premiam a um presidente que tolerou a corrupção”, foi a pergunta seguinte. O professor sorriu e disse: “Veja, Sciences Po não é a Igreja Católica. Não entra em análises morais, nem tira conclusões apressadas. Deixa para o julgamento da história este assunto e outros muito importantes, como a eletrificação das favelas em todo o Brasil e as políticas sociais (…). Não desculpamos, nem julgamos. Simplesmente, não damos lições de moral a outros países.”

Outro colega brasileiro perguntou, com ironia, se o Honoris Causa de Lula era parte da ação afirmativa do Sciences Po. Descoings o observou com atenção, antes de responder. “As elites não são apenas escolares ou sociais”, disse. “Os que avaliam quem são os melhores, também. Caso contrário, estaríamos diante de um caso de elitismo social. Lula é um torneiro-mecânico que chegou à presidência, mas pelo que entendi foi votado por milhões de brasileiros em eleições democráticas.”

No final do artigo, o jornalista argentino Martin Granovsky escreve para vergonha dos jornalistas brasileiros:

“Em meio a esta discussão, Lula chegará à França. Convém que saiba que, antes de receber o doutorado Honoris Causa da Sciences Po, deve pedir desculpas aos elitistas de seu país. Um trabalhador metalúrgico não pode ser presidente. Se por alguma casualidade chegou ao Planalto, agora deveria exercer o recato. No Brasil, a Casa Grande das fazendas estava reservada aos proprietários de terra e escravos. Assim, Lula, silêncio por favor. Os da Casa Grande estão irritados.”

Desde que Lula passou o cargo de presidente da República para Dilma Rousseff há nove meses, a nossa grande imprensa tenta jogar um contra o outro e procura detonar a imagem do seu governo, que chegou ao final dos oito anos com índices de aprovação acima de 80%.

Como até agora não conseguiram uma coisa nem outra, tentam apagar Lula do mapa. O melhor exemplo foi dado hoje pelo maior jornal do País, a Folha de S. Paulo, que não encontrou espaço na sua edição de 74 páginas para publicar uma mísera linha sobre o importante título outorgado a Lula pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris.

Em compensação, encontrou espaço para publicar uma simpática foto de Marina Silva ao lado de Fernando Henrique Cardoso, em importante evento do instituto do mesmo nome, com este texto-legenda:

“AFAGOS – FHC e Marina em debate sobre Código Florestal no instituto do ex-presidente; o tucano creditou ao fascínio que Marina gera o fato de o auditório estar lotado.”

Assim como decisões da Justiça, critérios editoriais não se discute, claro.

Enquanto isso, em Paris, segundo relato publicado no portal de O Globo pela correspondente Deborah Berlinck, às 16h37, ficamos sabendo que:

“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi recebido com festa no Instituto de Estudos Políticos de Paris – o Sciences- Po -, na França, para receber mais um título de doutor honoris causa, nesta terça-feira. Tratado como uma estrela desde sua entrada na instituição, ele foi cercado por estudantes e, aos gritos, foi saudado. Antes de chegar à sala de homenagem, em um corredor, Lula ouviu, dos franceses, a música de Geraldo Vandré, “para não dizer que eu não falei das flores”.

“A sala do instituto onde ocorreu a cerimônia tinha capacidade para 500 pessoas, mas muitos estudantes ficaram do lado de fora. O diretor da universidade, Richard Descoings, abriu a cerimônia explicando que a escolha do ex-presidente tinha sido feita por unanimidade.”

Em seu discurso de agradecimento, Lula disse:


“Embora eu tenha sido o único governante do Brasil que não tinha diploma universitário, já sou o presidente que mais fez universidades na história do Brasil, e isso possivelmente porque eu quisesse que parte dos filhos dos brasileiros tivesse a oportunidade que eu não tive.”

Para certos brasileiros, certamente deve ser duro ouvir estas coisas. É melhor nem ficar sabendo.

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2015/07/01/globo-tambem-tentou-desmoralizar-lula-em-paris/
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EVANDRO GOMES DA SILVA's profile photo
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Fernando Santos

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Moro vai levar Gaspari 
e Ataulpho a Guantánamo
Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é a mesma coisa !​


O Ataulpho Merval de Paiva (ver no ABC do C Af) defenderia Silvério dos Reis e Calabar.

Ele e seu colega de bancada, o dos chapéus (também no ABC), o notável historialista (no ABC do C Af), que escreveu fluvial obra literária para demonstrar que o Geisel (o “Sacerdote”, diz ele) e o Golbery (o “Feiticeiro”) instalaram o regime militar e, depois, quando e como quiseram, criaram a Democracia brasileira.

Um jenio !

Gaspari é um especialista em tortura: 

Gaspari fez a autópsia do Jango. Tortura, não ! 

Ele e Ataulpho estão magoados, porque a Dilma, finalmente, desmoralizou essa indústria Golpista da delação supostamente premiada.

Como presa política, torturada, Dilma sabe o que vale uma delação: nada.

Ela chegou a contar ao Obama: Obama, você não imagina, mas o Moro não mostra as provas, Obama ! Ele só vaza, vaza.

(Como vazou o “furo” de reportagem de hoje da Fel-lha e do Globo contra o Dirceu.)

Os dois colonistas (também no ABC do C Af) do Globo, que apoiou o regime militar e dele se beneficiou como se explorasse uma Casa da Moeda – é o que se verá num próximo livro “O Quarto Poder”, de autoria de um ansioso blogueiro –, os dois colonistas não admitem comparar a tortura da Vara de Guantánamo com a do DOI-CODI, onde esteve a Dilma, a convite dos inesquecíveis servidores da Casa Grande, o Coronel Ustra e o delegado Fleury.

Um absurdo, um anacronismo, dizem os dois democratas.

E intelectuais de Província.

É verdade, como diria filosofo do futebol Juarez Soares: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Logo, nenhuma comparação pode ser feita …

Não se pode comparar, por exemplo, o Ataulpho ao Abukir, personagem central do romance “O Brasil”, do Mino Carta. 

Nem o Gaspari ao Carlos Chagas, assessor de imprensa do Costa e Silva e autor do imperdível “A Ditadura Militar e os Golpes Dentro do Golpe: 1964-1969”.

Gaspari, como se sabe, jamais aceitaria ser assessor de imprensa do Golbery !

Jamais !

Por isso, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

Chagas é Chagas e Gaspari é Gaspari.

Para dirimir essa filosófica questão – se delação sob o AI-5 é uma coisa e na Vara do Moro é outra – o Conversa Afiada vai fazer uma sugestão.

Que o Juiz Moro da Vara de Guantánamo convide a Polícia Federal dos delegados aecistas para prender e algemar o dos chapéus e o Abukir, quer dizer, o Ataulpho.

Prender com um policial à frente, a portar uma Kalashnikov 47 apontada para o pescoço dos dois.

Prender, algemar e mostrar à imprensa escrita, falada e televisionada.

Submete-los ao escárnio da Nação.

Colocar os dois notáveis intelectuais num camburão.

Diante da imprensa insaciável.

E conduzi-los a uma cela de Curitiba, com um buraco no chão, como vaso sanitário.

Que lá fiquem, debaixo de frio e sem agasalhos ou cobertores por tempo indeterminado.

Que jamais tenham a possibilidade de saber de que são acusados.

Quando tentarem passar instruções a advogados (suspeitíssimos) sejam interceptados como se estivessem para destruir provas.

Que na imprensa, do lado de fora, sejam chamados de ladrões, safados, traficantes, doleiros, proxenetas, corruptos e corruptores.

Sem que possam se explicar à mulher, aos filhos e aos amigos, para se defender.

Que suas cunhadas sejam confundidas com sua mulheres.

E, ao fim de cinquenta anos, sejam absolvidos no Supremo.

Não ! 

Isso não é tortura.

Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa !


Paulo Henrique Amorim


http://www.conversaafiada.com.br/pig/2015/07/01/moro-vai-levar-gaspari-e-ataulpho-a-guantanamo/
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Brasil fecha acordo histórico com Tio Sam!
Eis outra notícia legal, que não apenas beneficiará mais de 1 milhão de brasileiros residentes nos Estados Unidos, como traz reflexos geopolíticos importantes.

Americanos residentes no Brasil poderão requisitar aposentadoria aqui, e brasileiros residentes nos EUA poderão requisitar aposentadoria lá.

É um acordo importante também do ponto-de-vista da grande política, porque é uma parceria em termos igualitários, ou seja, não imperialista, e com foco no bem estar dos cidadãos.

Esse tipo de acordo às vezes são mais importantes do que acordos comerciais, que frequentemente beneficiam apenas algumas empresas, de um lado ou de outro.

Já um acordo previdenciário como este constitui um benefício universal a todos os cidadãos brasileiros dispostos a residir nos EUA, e a todos os americanos dispostos a viver no Brasil.

É um acordo que consolida as boas relações políticas e econômicas entre Brasil e EUA.

É um acordo entre países amigos, para desespero dos coxinhas, que saíram às ruas exibindo faixas onde se lia “Militar intervention, please”, como que pedindo às forças armadas norte-americanas para invadir nosso país e derrubar uma presidente democraticamente eleita.

Mais uma vez, os coxinhas perderam.

Dilma fez acordo com a China, que vai investir aqui algumas centenas de bilhões de dólares e fazer um trem ligando o Brasil ao oceano pacífico.

E agora Dilma fez acordos ainda mais importantes com os EUA.

Admito que Dilma comete inúmeros erros políticos, os quais eu procuro denunciar e apontar no blog, mas temos que admitir que, apesar de todos esses erros, ela segue governando, firme e forte.

Os dois impérios, o chinês e o americano, já estão mais ou menos conversados.

Ser simultaneamente um bom amigo da China e dos EUA é um grande trunfo diplomático para Dilma, pois evidentemente facilitará muito a entrada de novos investimentos, além de aniquilar, de uma vez por todas, a serpente golpista.

Se quiser continuar com seu golpe, as conspirações midiatico-judiciais terão que mandar prender os presidentes da China e dos EUA, e isso será bem mais difícil.

Enquanto isso, Aécio segue agarrado, qual um morto-vivo, à agenda do terceiro turno.

Aceita que dói menos, aecim!

Acordo beneficiará cerca de 1,4 milhão de brasileiros residentes nos EUA

Com acordo bilateral, 88,6% da comunidade brasileira no exterior terá cobertura previdenciária

por Portal Brasil
Publicado: 01/07/2015 12h21
Última modificação: 01/07/2015 12h21

A assinatura do Acordo Bilateral de Previdência Social entre o Brasil e os Estados Unidos, na terça (30), durante a visita da presidente Dilma Rousseff àquele país, garantirá proteção aos cerca de 1,4 milhão de brasileiros que migraram para os EUA.

Os brasileiros – tendo cumprido os requisitos – poderão solicitar os benefícios previdenciários, previstos no contrato entre os dois Estados nacionais, no país onde estiver residindo, do mesmo modo que os americanos que vivem no Brasil.

Ao entrar em vigor o acordo entre o Brasil e os Estados Unidos, o percentual de cobertura previdenciária aos brasileiros residentes no exterior chegará a 88,60%. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, atualmente, cerca de 3,123 milhões de brasileiros moram fora do País. 44,45% da comunidade brasileira no exterior vivem nos EUA.

Manutenção dos direitos previdenciários

O acordo bilateral com os Estados Unidos permite a soma dos períodos de contribuição realizados nos dois países para a implantação e manutenção do direito aos benefícios previdenciários, além de evitar a bitributação em caso de deslocamento temporário. Com a totalização, é possível ao segurado utilizar os períodos de contribuição em um dos países para atingir o tempo necessário para obter o benefício em qualquer dos Estados que firmam o acordo.

A permissão do deslocamento temporário define que um empregado, sujeito à legislação de um dos países, enviado para trabalhar no território do outro país – desde que mantido o mesmo empregador – permaneça sujeito apenas à legislação previdenciária do país de origem nos primeiros sessenta meses de deslocamento.

Evita, portanto, a bitributação: por cinco anos, o trabalhador contribuirá com a Previdência de um dos dois países, mantendo os direitos previstos no acordo. Antes do acordo, era obrigado a contribuir com a Previdência de ambos.

Benefícios

Nos Estados Unidos, o trabalhador alcançado pelo acordo multilateral terá direito aos benefícios dispostos na legislação que rege o Programa Federal de Seguro Social por idade, sobrevivência (morte) e invalidez. No Brasil, terão direito à aposentadoria por idade, pensão por morte e aposentadoria por invalidez, que constam do Regime Geral de Previdência Social, do Regime Próprio de Previdência Social de Servidores Públicos e do Regime dos Militares.

O valor do benefício é calculado obedecendo às regras nacionais, mas em proporção ao tempo trabalhado em cada país. É importante observar que o acordo não gera encargos financeiros uma vez que o benefício pago será proporcional ao período em que o segurado contribuiu em cada Estado contratante. O acordo também fortalece a cooperação administrativa entre as instituições previdenciárias.

Fonte: Ministério da Previdência Social


http://www.ocafezinho.com/2015/07/01/brasil-fecha-acordo-historico-com-tio-sam/#more-29737
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Marco Aurélio nunca 
viu tanta delação premiada
Isso vai cair tudo no Supremo – PHA

O Ministro Marco Aurélio de Melo corre o risco de ser lançado à fogueira da Idade Média – aquela em que opera o Juiz da Vara de Guantánamo, segundo relatou a Dilma ao Obama.

É a Vara que tem, como o Jurista do Twitter, obsessão pelo Dirceu.

Marco Aurélio pode ser execrado pelos Ataulphos e Gasparis, que mereciam dar um pulinho  à Vara de Guantanamo.

O Ministro já tinha tirado a escada  do Moro.

Tirou de novo, no PiG cheiroso:


“NUNCA VI TANTA DELAÇÃO PREMIADA”, DIZ MARCO AURÉLIO MELLO


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello disse nesta quarta-feira que “nunca viu tanta delação premiada” como no caso da Operação Lava-Jato, que já soma 19 acordos de pessoas investigadas com o Ministério Público na tentativa de reduzir suas penas. 

“Devo admitir que eu nunca vi tanta delação”, falou o ministro, acrescentando que espera “que todas elas tenham sido espontâneas”.

(…)


http://www.conversaafiada.com.br/politica/2015/07/01/marco-aurelio-nunca-viu-tanta-delacao-premiada/
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O Vasco nunca viu 
nada igual à Sandra Coutinho
O Brasil é Potência Mundial. Potência municipal é a tua empresa, minha filha…

Liga o Vasco, perplexo:

- Em cinquenta anos de vida adulta, nunca vi nada igual em minha vida !

- O que, Vasco ?

- Jornalista brasileiro tentar desmoralizar um Presidente brasileiro no exterior…

- Na Casa Branca !

- Exatamente ! Na Casa Branca !

- Nunca viu ?

- Não ! Nem quando o Medici esteve com o Nixon, o Figueiredo com o Reagan, o Sarney e o Fernando Henrique com o Clinton – nunca !

- Nem com o Medici e o Figueiredo !

- Não ! Esses valentes de hoje eram uns poodles perto dos generais…

- Mas, por que essa fúria, Vasco? Você sempre tão tranquilo…

- Fiquei indignado com aquela repórter – repórter ou editorialista, não sei – da Globo News. A senhora que tentou desmoralizar a Dilma na frente do Obama …

- Aquela que falou com o Obama em inglês…

-Exatamente !

- Mas, o que ela fez, Vasco ?

- Para desmoralizar a Dilma e o Brasil, ela perguntou ao Obama se considerava o Brasil um paiseco de m…, uma bosta regional ou uma Potência mundial.

- E o que o Obama fez ?

- Respondeu na lata. Não deixou a Dilma reagir. Desmoralizou a globinha. Não, minha filha, deixe seu complexo de vira-latas para lá, sua menoridade política, sua subalternidade intelectual e aprenda: o Brasil é uma Potência Mundial !

- Isso eu vi ! Quer dizer, não foi bem assim, né, Vasco ?

- Eu nunca vi isso em minha vida. Querer desmoralizar o presidente do Brasil na frente de um presidente estrangeiro e da imprensa mundial acreditada na Casa Branca.

- Eles são piores que os patrões, Vasco.

- Mais do que isso ! São uns… Deixa eu ficar quieto.

- Eles querem é garantir o emprego, Vasco.

- Deve ser ! Devem ganhar uma merreca na GloboNews, não devem ter dinheiro nem para morar em Manhattan e ficam arrotando grandeza… Pensam que são da Fox…

- Calma, Vasco.

- Como aqueles jênios do Manhattan Connection. Lá em cima, eles governam o mundo. Pegam o elevador e quando chegam no térreo são mais uns latinos, como milhões em Nova York, que tem sotaque de Paulo Francis.

- Vasco, contenha-se. O Francis ninguém mais sabe quem é …

- E o repórter, o repórter da Folha… ?

- Fel-lha (ver no ABC do C Af), Vasco.

- Isso, da bílis podre, a Fel-lha. Foi outro. Num inglês de Paulo Francis se dirigiu ao Obama para condenar a Petrobras na Justiça americana.

- Tomou uma chinelada.

- Exato. O Obama não deixou ele nem concluir: meu filho, você acha que eu só algum otário ? Que eu cheguei aqui por acaso ? Que sou um politiquinho do PSDB de São Paulo, meninozinho metido a esperto ? Eu não comento ação judicial em curso. Não vou dar manchete ao Otavím, meu filho …

- Vasco, Vasco, o Obama não falou no Otavím…

- Não falou mas pensou. Ele conhece a Fox News, do Murdoch…

- Esse que vai murdochizar a Globo…

- Exatamente.

- Quer dizer que você não assiste mais à Sandra Coutinho na GloboNews.

- Nunca assisti. Eu estava vendo a Dilma esculhambar o Moro na frente do Obama.

- Ah, isso não não vem ao caso …

(Não perca a visita do Ataulpho e o dos chapéus, outros que esculhambariam a Dilma diante do Obama, à Vara de Guantánamo).


Paulo Henrique Amorim


http://www.conversaafiada.com.br/pig/2015/07/01/o-vasco-nunca-viu-nada-igual-a-sandra-coutinho/
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Porque correm para tirar o pré-sal da Petrobras

O gráfico aí em cima mostra a evolução da produção do petróleo no Brasil, a total, a do pós-sal e a do pré-sal.

A simples observação mostra que, fora do pré-sal, a produção está estagnada e só não é declinante porque a Petrobras tem desenvolvido programas de otimização dos poços do pós-sal, porque a Bacia de Campos – com quase 40 anos do início de sua exploração comercial – é uma área madura, a não ser pelas acumulações que, também ali, estão sob a camada de sal.

E que, ao contrário, a área do pré-sal, onde entraram em produção apenas 49 poços  – 5% dos 803 poços perfurados na plataforma continental – é crescente.

Em um ano, 63% a mais, um ritmo aceleradíssimo para algo tão complicado – em técnicas, equipamentos e segurança –  como extração de petróleo em grandes profundidade no mar.

Não há nenhuma área petrolífera do mundo apresentou um crescimento tão veloz, a não ser, em escala semelhante, o Mar do Norte (Reino Unido e Noruega, basicamente), que recebeu investimentos rápidos e pesados em razão do choque do petróleo de 1973, quando o preço do petróleo saltou 400%.

Mesmo tirando da discussão qualquer convicção nacionalista, olhando sob a mera ótica negocial, chega a ser ridícula a ideia de que perder a garantia de ter, ao menos, 30% destas reservas imensas, cuja dimensão ainda sequer está exatamente mensurada. Não para a Petrobras, mas para qualquer grande empresa petroleira.

A ânsia entreguista é de tal monta que nem mesmo o fato de 70% das reservas estarem abertas á participação de qualquer empresa, inclusive as estrangeiras não basta. É preciso, além de abri-las totalmente, retirar da Petrobras a condição de operadora exclusiva, tanto para poderem controlar o ritmo exploratório em razão de seus interesses econômicos  como, pior ainda, para uma abjeta – a palavra é essa – fraude na mensuração dos volumes produzidos.

Porque nessas áreas e não em outras? Porque são poços de altíssima produtividade. Um deles, o 7SPH7DSPS, no campo de Sapinhoá, produz sozinho praticamente 50 mil barris de óleo equivalente em um dia. Mesmo com os preços muito baixos do petróleo, são “apenas” US$ 3,1 milhões a cada dia. Outros 18 poços do pré-sal têm produção entre 21 mil e 44 mil barris diários.

O que está sendo feito, mesmo com um olhar desapaixonado, mas simplesmente numérico, revela que se quer tirar da Petrobras mais, muito, imensamente mais que tudo o quanto Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e Pedro Barusco.

http://tijolaco.com.br/blog/?p=28008
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O gráfico aí em cima mostra a evolução da produção do petróleo no Brasil, a total, a do pós-sal e a do pré-sal. A simples observação mostra que, fora do pré-sal, a produção está estagnada e só não é declinante porque a Petrobras tem desenvolvido programas de otimização dos poços do pós-sal, ...
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