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Ellie -Violet
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💜💜 Sou como você me vê... Posso ser leve como uma brisa ou forte uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar. (CL) 💜💜
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Bom dia, Pessoal!

Novidades no âmbito da Bacia do Rio São Francisco: A Agência Nacional de Águas - ANA deliberou, por meio da Resolução ANA nº 1043, de 19 de junho de 2017, publicada no Diário Oficial da União de 20 de junho de 2017, restrições de uso na bacia.

Vide texto, mas o resumo da ópera é: 1) captações, às quartas-feiras, somente para consumo humano e dessedentação animal; e 2) nada de irrigação. Isso mesmo, o ato de irrigar, neste dia está proibido, ainda que se tenha água previamente acumulada.

Feliz Dia do Rio! Lembrem-se: é para uma boa causa!

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Intensidade, meus Amigos... intensidade...
Vcs vivem sem? Eu não...
🌿💖🌿💖🌿💖🌿💖🌿💖🌿
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"Só sei de uma coisa, com toda a certeza: Comodidade nunca foi meu forte. Morna, nem a água do meu banho. Castração da lógica do cotidiano me deixa mais roxa que uma pancada na quina da mesa ou um soco no olho. Angustiante e exasperador."

(Impressões do trecho de "Minhas Queridas", de Clarice)

http://ellie-violet.blogspot.com.br/2010/09/nao-pense-que-pessoa-tem-tanta-forca.html?m=1.
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Amo essa canção...
Já errou e se arrependeu? #quemnunca?

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Hoje eu arrisco que dizer que ser feliz é muito mais que dar, sem piadinhas e sem querer contestar Atos 20. É também receber.

Dar, é confortável. Nos faz felizes. Não cria expectativas quanto ao retorno. Ao menos, não para mim.

Dar não incomoda.

Eu diria que é um bem-estar tremendo estar desse lado, pois sou do tipo que gosta do corredor dos ônibus e das aeronaves, para não incomodar os outros passageiros. Prefiro que eles fiquem confortáveis. O meu conforto é o conforto alheio.

Receber, porém, é mais difícil. Avermelhamos, no meu caso.

Receber, ainda, pode ser constrangedor, pois ficamos sem saber onde nos enfiar. Ah! Quão felizes são os avestruzes, que pressentem as vibrações no chão e se fingem de arbusto.

Por isso quero salientar é que receber é uma arte. Ficar feliz com o que se recebe, uma aventura. Contentar-se, uma proeza. Afinal, quem recebe, tem expectativas em dois momentos. O “tenho algo para lhe dar” coloca os sentidos em alerta e o “o quê/quanto darei em retorno”, uma preocupação. Mas isso não precisa ser traumático.

Porque esse assunto? São Valentim, Pessoal! Tudo bem que isso é coisa da Idade Média, mas tem perdurado até hoje e, querendo ou não, muitos não passarão incólumes.

Acho importante frisar que curto as datas comemorativas, mas, mais em termos de reflexão.

Um porém: esse bate-papo é mais voltado para quem está sozinho(a) e muito fechado em si mesmo(a).

Paralelo a isso, penso ser difícil encontrar alguém que se encaixe com o nosso perfil em todos os cômodos da casa, mas, digo também, não ser impossível alguém que o queira e ainda que queira muito.

Por favor, não tomem a expressão encaixar como algo pejorativo. Não é uma ação restritiva, à qual as pessoas se adequam e se perdem na vida umas das outras. Ela é necessária, afinal, somos diferentes, com criações diferentes, prioridades diferentes e demônios diferentes. Assustaram-se? Mas é verdade. Nos só vemos parte do que somos, e os outros veem menos ainda. Então, a maleabilidade realmente precisa fazer parte da nossa rotina, tanto quanto a eventualidade.

O “ser receptivo” é importante para alguém se encaixar e são necessários, ao meu ver: 1) saber receber com afeto quem está entrando, de mansinho ou abruptamente (um “devagar com o andor” pode ser necessário); 2) abrir essa porta com alegria, como se fora a do próprio coração (e não seria?).

Não precisa da opulência de um tapete vermelho. Precisa-se da simplicidade no acomodar este ser que às vezes está tão apavorado quanto você. Cabe relembrar que as situações se diferem e, com o tempo, o jogo pode ser invertido, onde então, você é quem deverá fazer essa trajetória.

Disse em outros textos, e repito: não sou uma pessoa subserviente, mas gosto de servir, de ser útil, o que me atrai muito mais que ser servida ou ajudada. Um exemplo: Sou requerida no trabalho pelo conhecimento institucional e por como repasso isso às pessoas que precisam. Ali é mais fácil controlar.

Mas, o bom mesmo é dar e receber. Aptidão para a boa medida nos dois eixos e aí, sim, você terá uma chance de experimentar o lado mais pleno da vida e ser feliz. Talvez não para sempre, mas agora, hoje, ou num amanhã menos distante.

Essa é mais uma partilha: tem sido um aprendizado para mim, sair da não recepção e da não parceria, pois estar sozinha se tornou um hábito escandalosamente bom, apesar de não tão saudável. Mas “quando um certo alguém, cruzou o ‘meu’ caminho e mudou a direção”, abri mão desse conforto, e não tem sido fácil. Não pensem que ganhei essas batalhas com louvor, pois a maioria das ações foi no limite do limite... Quem me conhece sabe dos meus níveis de ansiedade, intensidade e das minhas chatices. Mas prossigo tentando. Desistir de amar e de ser feliz ao lado de alguém já saiu dos planos.

Se alguém bater à porta, não percam a oportunidade que vocês têm de usufruir das sensações e dos desejos que o amor traz consigo. E, se der medo, vão com medo mesmo. Foi o que fiz.

Feliz 12, 13, 14, 15 de junho a todos!

Magda

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