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Grupo Cata-Vento da Alegria
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Estacas Mentais
Diversos

Provérbio Árabe: Não diga tudo o que sabes; não faças tudo o que podes; não acredite em tudo que ouves; não gaste tudo o que tens
Porque: Quem diz tudo o que sabe, quem faz tudo o que pode, quem acredita em tudo o que ouve, quem gasta tudo o que tem; muitas vezes diz o que não convém, faz o que não deve, julga o que não vê, gasta o que não pode.
 
Estacas Mentais (Autor desconhecido) - Uma caravana de camelos atravessava o deserto. Chegou a hora do descanso e o cameleiro preparava-se, como habitualmente, para prender os camelos às estacas, quando verificou que faltava uma estaca. Não sabendo como resolver o problema, perguntou ao mestre da caravana: 
- Mestre, falta uma estaca para um camelo. Como fazer? 
- Não terás problema. Eles estão tão habituados a ficar presos que, se tu fingires que atas o camelo com a corda, ele pensará que está preso e nem sequer tentará sair do lugar. O cameleiro assim o fez e o camelo ali ficou, toda a noite.  No dia seguinte, quando se preparavam para partir, o mesmo camelo simplesmente recusou-se a sair do lugar, mesmo quando o cameleiro o puxava com toda a força. Sem saber que atitude tomar, dirigiu-se de novo ao mestre, contando-lhe o sucedido.  - Homem! - respondeu-lhe o mestre - Que fizeste ontem? Não fingiste que o ataste à estaca? Então, faz o mesmo hoje. Finge que o desamarra. 
O camelo, mal o cameleiro fingiu que o desatava da estaca imaginária, recomeçou a caminhada. 
Moral da história: Muitas vezes não avançamos devido às nossas "estacas mentais". Por acreditarmos em certas regras pré-estabelecidas e obedecidas por nossa mente. Nos acomodamos simplesmente, por que permitimos que alguém amarre as nossas rédeas quando e como bem entendem. Porque chegamos num estágio de acomodação muito grande, ao qual nos impede de pensarmos por nossa própria conta, por achar trabalhoso demais. É uma questão de interesse, comprometimento consigo mesmo. É preciso levantar a cabeça e olhar a paisagem a sua volta... permitir que sua caminhada seja mais longa ou mais curta mas que seja a sua decisão.
Nunca desista. Mas, às vezes, pare de insistir...
Os pensamentos são muitos e estão sempre em movimento. A vontade de desistir se apresenta sem muitas explicações. Ela simplesmente chega e se instala. Ainda bem que é possível se impor e dar continuidade. Pessoas persistentes não trabalham com a hipótese da desistência. Seguem adiante, independente do que possam enfrentar. Sonhar, planejar e fazer acontecer...
Se a decisão está tomada, é necessário equacionar o tempo. Porém, deixar de insistir pode ser uma atitude razoável, quando naquele momento tudo está muito complicado para acontecer o que planejamos.. Não são poucos os que aumentam a fila dos insistentes. A cada instante retomam o tema, sofrem, se desesperam. Cada coisa acontece no tempo certo. Apressar alguns ciclos nem sempre dá bons resultados. A vida parece ter uma certa dinâmica, onde os fatos vão se sucedendo. O excesso de insistência pode ocasionar retrocesso. De fato, a insistência, em demasia, não faz bem. Quando a paciência acompanha a jornada, o objetivo vai iluminando o caminho. Dar tempo ao tempo não é acomodação, mas atenção continuada. A pressa desconcentra e compromete os resultados.
O objetivo está delimitado. As energias são suficientes. Então, continuar avançando é motivo de alegria. A meta será alcançada. Não há necessidade de emocionalizar (racionalizar). No tempo certo, tudo acontecerá. Um investimento no autocontrole ajudará para amenizar os impactos do cotidiano. Quando se para de insistir, a serenidade se instala e a paz ocupa seu devido lugar. Pessoas excessivamente insistentes acabam sozinhas.
O interessante é encaminhar e depois dar tempo ao tempo. Saber esperar é saber viver. Menos velocidade no que se busca, pode aumentar a qualidade dos resultados. Bênçãos! Paz e Bem! Santa
Alegria! Abraços! (Jaime Bettega)

TENHA UM LINDO DIA FELIZ E ABENÇOADO!!!
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Casamento - Tênis X Frescobol

Rubem Alves - Martha Medeiros

“...concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa e muita conversa.” “Xerazade sabia disso.... Sabia que após o sexo, seria morta, assim ela entabulava uma conversa interessante até adormecer o sultão que ao despertar, queria saber a continuidade da estória que ela daria continuidade na noite seguinte e assim ,deu-se a lenda das mil e uma noites. É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, mas em sua nudez poética. Entre o casal, seja de qual área for. É necessário existir diálogo”

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre.

Há casais que convivem como se jogassem tênis. É assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...”

“Casamento é a união de duas pessoas que têm afinidades, que gostam muito de conversar uma com a outra. De transar uma com a outra e que resolvem morar juntas porque é mais econômico e , porque facilita na hora de ter filhos, que é uma aventura deliciosa a ser compartilhada. Se ambos estiverem de acordo quanto a isso, aceitarão com naturalidade que cada um tenha os próprios amigos, os próprios passatempos, suas viagens, seu trabalho, enfim, que sejam donos de uma vida individualizada e inteira, e não mutilada. Leva-se um tempo até descobrir que esse é um arranjo que funciona. Pena que, antes que o casal amadureça e chegue a esse ponto, muitos desistem por puro apego às convenções.”

“Casamento é um compromisso sério, mas não deveria significar prisão, submissão, anulação, obediência e tudo mais que caracteriza uma relação tirânica. Casamento deve significar amizade, sexo, respeito, diversão e companhia.
Casamento tem que ser alegre, tem que ter sintonia, liberdade e muito jogo de cintura. Casamento não é brincadeira de criança, mas tem que ser leve, e é imprescindível que haja maturidade e - atenção - inteligência! A burrice é inimiga das relações, ela é que permite o surgimento de mesquinharias, preconceitos, implicâncias e ciúmes doentios. Casamento tem que ser aberto, não necessariamente no sentido sexual - isso é negociado caso a caso -, mas aberto para a renovação, para a conversa franca, para as necessidades de cada um, para a intimidade que vai além dos corpos, intimidade de almas, intimidade que permite a gente enxergar o outro, aceitar o outro e viver de maneira menos repetitiva e convencional. Cada casamento exige uma fórmula própria, cada casal inventa a sua, mas de uma coisa não se pode prescindir: da flexibilidade. Não ser egoísta! Valorizar a família que se formou.

Parece facílimo, mas não é. De tudo o que foi dito, a única conclusão a que chego é que os casamentos seguirão desmoronando se não houver uma compreensão do assunto que ultrapasse o romantismo. Amor é fundamental, mas não basta. É preciso um não-sei-quê que a gente não explica, mas sente. Algo que está no ar, no olhar, e que dispensa racionalizações.” Martha Medeiros

Fonte: http://cataventodaalegria.com.br/mensagens/309/Casamento__Tenis_X_Frescobol.html
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