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Marcelo Vitorino
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O dia que eu parar de me indignar é porque morri
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Sempre falo que comprar fãs não dá certo...

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Dias 26 e 27 de fevereiro de 2016 haverá a primeira turma de marketing político digital na ESPM, em São Paulo.

O curso abordará todas as mudanças na reforma política e também os caminhos para fazer uma campanha digital eficiente, mobilizando eleitores e militantes.

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Sempre que um gênio falar em comprar likes ou fãs, envie esse texto para ele.

Estava me procurando agora e percebi que estou em falta no mercado.

Mantenha a calma, por favor. Não precisa chamar a polícia ou ajuda médica. Está tudo bem. Reli a primeira frase desse texto e vi que sem uma explicação ela não fará sentido algum para ninguém, exceto para mim.

Sendo assim, voltemos aos meus quatorze anos, 1993. Estava terminando o ensino médio e ao mesmo tempo fuçando em tudo que era programa de computador já inventado.

Apesar de não ter visão de longo prazo, condição normal para um garoto cheio de hormônios, eu me toquei que não haveria outra forma de me destacar dos demais senão por meio do conhecimento. 

Cheguei a essa conclusão por eliminação de outras alternativas. Tentei jogar bola, mas não levava jeito para a coisa, o que me tirava a opção de ser jogador de futebol.

O mundo da moda e do glamour também foi colocado na pauta, porém minha beleza ainda não era apreciada pelo modelo comercial – e ainda não é.

Por insistência de meu pai aprendi a tocar violão. Dinheiro desperdiçado. Ficou claro que eu também não tinha talento algum para a música.

Quando excluí a possibilidade de ser jogador de futebol, modelo e músico, tive um arroubo de realismo: só usar a cabeça me manteria distante da mendicância.

Meu plano era muito simples. Enquanto os outros garotos estivessem se divertindo sem pensar na vida, eu estudaria e aprenderia a fazer o máximo de coisas que conseguisse. 

Para usar a cabeça também teria que mantê-la sadia, o que também deixou de fora a ingestão regular de álcool ou qualquer tipo de substância entorpecente.

Aos quinze anos conseguia programar em algumas linguagens como Cobol – linguagem usada pelos bancos –, desenhava em Autocad para arquitetos “analógicos”, tinha ótimos conhecimentos em editores de textos e de planilhas, montava maquetes eletrônicas tridimensionais e, como ainda sobrava tempo, brincava de invadir sistemas e quebrar senhas usando programas que eu mesmo fazia.

A maioria das coisas tive que me virar sozinho e em algumas tive ajuda de adultos. Autocad, por exemplo, aprendi porque meu irmão mais velho teve receio de fazer o curso sozinho e não entender. Me deu a oportunidade de fazer o curso com a contrapartida de que eu o ajudasse se precisasse. Abracei a ideia na hora.

Se eu não tivesse aberto mão do meu divertimento ou do descanso para conhecer a ferramenta, provavelmente minha vida seria diferente.

Foi graças ao envolvimento com a arquitetura que fui trabalhar no setor da habitação. Nele comecei a desenvolver os materiais de venda de conjuntos habitacionais, o que acabou por me levar para a publicidade e depois ao marketing, passando por experiências no ramo gráfico e editorial. 

Quando resolvi que era hora de migrar para o digital, percebi que me preparei para isso durante a vida toda. Detinha conhecimento da tecnologia, do produto, das práticas e também do foco no cliente final.

Hoje, já com a minha carreira estabelecida, me pergunto por onde andam outros garotos como eu fui. Não entendo bem porque, mas não os vejo mais por aí.

Pelo contrário, vejo jovens interessados cada vez mais a viverem em seus mundinhos, sustentados pelos pais, enquanto desperdiçam seus talentos ao passar os dias no Snapchat, Whatsapp, Facebook ou em jogos idiotas. Os que tentam fazer algo desistem rápido demais. Não têm paciência para ver o trabalho render frutos.

Era desse cara a que eu me referi na primeira linha. Entendeu agora?

Cadê esses moleques que querem dominar o mundo e se tornarem independentes? Se você conhece algum, peça para me mandar um e-mail! Às vezes basta uma orientação para que desabrochem.

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Semana que vem tem o melhor curso que já preparei. Sexta (noite) e sábado (dia todo), na ESPM em São Paulo, mostrarei como resolvi problemas de empresas e instituições usando o digital.

Os cases reúnem informações sobre uso de tecnologia, ações de marketing e produção de conteúdo.

É um curso que condensa o aprendizado de anos de projetos, ideal para quem prefere aprender com a experiência dos outros ao invés de pagar caro pelo aprendizado.

Tudo com certificação da ESPM.

Olhe o programa e inscreva-se agora! ‪

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Livros assinados e prontos para o despacho! ‪#‎naquelamesa‬

Quer o seu? Tem no Itunes e na Amazon (versão digital). No Perse, versão impressa: http://naquelamesa.com/livro-naquela-mesa-itunes-amazon-perse-digital-impresso/
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