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Flávio Rosa Jesus
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As Crônicas de Nárnia
Livros
O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa
Príncipe Caspian
A Viagem do Peregrino da Alvorada
A Cadeira de Prata
O Cavalo e seu Menino
O Sobrinho do Mago
A Última Batalha
Autor C. S. Lewis
Título original The Chronicles of Narnia
Tradutor Brasil Paulo Mendes Campos
Brasil Silêda Steuernagel
Portugal Ana Falcão Bastos
Ilustrador Pauline Baynes
Idioma original Inglês
Publicado entre 1950 - 1956
Editora Brasil Martins Fontes
Portugal Editorial Presença
País Reino Unido Reino Unido
Gênero Fantasia
Aventura
As Crônicas de Nárnia (título no Brasil) ou As Crónicas de Nárnia (título em Portugal) (The Chronicles of Narnia, no original em inglês), é uma série de sete livros de fantasia, escrita pelo autor irlandês C. S. Lewis. É a obra mais conhecida de Lewis, sendo a série considerada um clássico da literatura, tendo vendido mais de 120 milhões de cópias mundialmente[1] [2] , figurando como uma das obras literárias mais bem sucedidas e conhecidas de todos os tempos, traduzida em 41 idiomas. Escrito por Lewis entre 1949 e 1954, as Crônicas de Nárnia foram adaptadas diversas vezes, inteiramente ou parcialmente, para a rádio, televisão, teatro e cinema. Além dos tradicionais temas cristãos, a série usa caracteres da mitologia grega e nórdica, bem como os tradicionais contos de fadas.

As Crônicas de Nárnia apresentam, geralmente, as aventuras de crianças que desempenham um papel central e descobrem o ficcional Reino de Nárnia, um lugar onde a magia é corriqueira, os animais falam, e ocorrem batalhas entre o bem e o mal. Em todos os livros (com exceção de "O Cavalo e seu Menino") os personagens principais são crianças de nosso mundo, que são magicamente transportadas para Nárnia a fim de serem ajudadas e instruídas pelo Grande Leão conhecido como Aslam (ou Aslan, dependendo da tradução).

Ainda durante sua infância, Lewis criava ilustrações para as histórias que escrevia.[3] Quando o livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa estava prestes a ser publicado, ele havia pensado na possibilidade de ilustrá-lo, mas acabou solicitando uma desenhista profissional, Pauline Baynes, que na época tinha um pouco mais de vinte anos de idade, mas que já tinha ilustrado o último livro do autor J. R. R. Tolkien (chamado de Mestre Gil de Ham). Lewis, então, decidiu que ela seria a pessoa ideal para ilustrar as pessoas e os fantásticos seres em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa; porém ela acabou ilustrando os sete livros da série.

No Brasil, a série As Crônicas de Nárnia foi editada inicialmente pela ABU Editora, e era praticamente desconhecida até o filme The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe, uma adaptação do segundo livro da série, ser lançado em 2005, que fez com que os livros fossem os mais vendidos no país.

Índice  [esconder] 
1 Volumes da Série
1.1 The Lion, the Witch and the Wardrobe (1950)
1.2 Prince Caspian (1951)
1.3 The Voyage of the Dawn Treader (1952)
1.4 The Silver Chair (1953)
1.5 The Horse and his Boy (1954)
1.6 The Magician's Nephew (1955)
1.7 The Last Battle (1956)
2 Ordem de Leitura
3 Paralelos cristãos
3.1 Opinião de J. R. R. Tolkien
4 Influências sobre Nárnia
4.1 Vida de Lewis
4.2 Acontecimentos históricos
4.3 Influências Mitológicas
4.4 Nome
5 Controvérsias
5.1 Sexismo
5.2 Racismo
5.3 Paganismo
6 Adaptações
6.1 Televisão
6.2 Rádio
6.3 Teatro
6.4 Cinema
7 Referências
8 Ver também

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Odisseia (em grego: Οδύσσεια, transl. Odýsseia) é um dos dois principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuídos a Homero[1] . É, em parte, uma sequência da Ilíada, outra obra creditada ao autor, e é um poema fundamental no cânone ocidental. Historicamente, é a segunda - a primeira sendo a própria Ilíada - obra da literatura ocidental.

A Odisseia, assim como a Ilíada, é um poema elaborado ao longo de séculos de tradução oral, tendo tido sua forma fixada por escrito, provavelmente no fim do século VIII a.C.[2] . A linguagem homérica combina dialetos diferentes, inclusive com reminiscências antigas do idioma grego, resultando, por isso, numa língua artificial, porém compreendida. Composto em hexâmetro dactílico era cantado pelo aedo (cantor), que também tocava, acompanhando, a cítara ou fórminx, como consta na própria Odisseia (canto VIII, versos 43-92) e também na Ilíada (canto IX, versos 187-190).

O poema relata o regresso de Odisseu, (ou Ulisses, como era chamado no mito romano), herói da Guerra de Troia e protagonista que dá nome à obra. Como se diz na proposição, é a história do “herói de mil estratagemas que tanto vagueou, depois de ter destruído a cidadela sagrada de Troia, que viu cidades e conheceu costumes de muitos homens e que no mar padeceu mil tormentos, quanto lutava pela vida e pelo regresso dos seus companheiros”. Odisseu leva dez anos para chegar à sua terra natal, Ítaca, depois da Guerra de Troia, que também havia durado dez anos. [3]

A trama da narrativa, surpreendentemente moderna na sua não-linearidade, apresenta a originalidade de só conservar elementos concretos, diretos, que se encadeiam no poema sem análises nem comentários. A análise psicológica, a análise do mundo interior, não era ainda praticada. As personagens agem ou falam; ou então, falam e agem. E falam no discurso direto, diante de nós, para nós – preparando, de alguma forma, o teatro[2] . Os eventos narrados dependem tanto das escolhas feitas por mulheres, criados e escravos quanto dos guerreiros.

A influência homérica é clara em obras como a Eneida, de Virgílio, Os Lusíadas, de Camões, ou Ulysses, de James Joyce, mas não se limita aos clássicos. As aventuras de Ulisses, a superação desesperada dos perigos, nas ameaças que lhe surgem na luta pela sobrevivência, são a matriz de grande parte das narrativas modernas, desde a literatura ao cinema[4] . [2]

Em português, bem como em diversos outros idiomas, a palavra odisseia passou a referir qualquer viagem longa, especialmente se apresentar características épicas.
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O conto é uma obra de ficção que cria um universo de seres, de fantasia ou acontecimentos. Como todos os textos de ficção, o conto apresenta um narrador, personagens, ponto de vista e enredo.

Classicamente, diz-se que o conto se define pela sua pequena extensão. Mais curto que a novela ou o romance, o conto tem uma estrutura fechada, desenvolve uma história e tem apenas um clímax. Num romance, a trama desdobra-se em conflitos secundários, o que não acontece com o conto. O conto é conciso.

conto1
substantivo masculino
1.
lit narrativa breve e concisa, contendo um só conflito, uma única ação (com espaço ger. limitado a um ambiente), unidade de tempo, e número restrito de personagens.
"os c. de As Mil e uma Noites"
2.
relato intencionalmente falso e enganoso; mentira, embuste, treta.

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