Vejamos quanto da taxa #pl118 vai efectivamente para autores, e artistas/interpretes/executantes.

Primeiro q tudo, a AGECOP, que colecta e gere a coisa, pode gastar até 20% do montante angariado (limite imposto na nova proposta de lei). E do montante liquido, reserva 15% para 2 fundos culturais. Portanto por cada 100€ recolhidos, 60€ sairão da AGECOP.

Depois disso a lei divide "40% para os autores, 30% para os artistas, intérpretes ou executantes e 30% para os produtores de fonogramas e de videogramas"

A parte dos autores e artistas, creio que será gerida/distribuída pela SPA. Cujo presidente diz gastarem até 10% do que recebem em despesas.

Portanto, dos 60€ q saem da AGECOP, 24€ serão para os autores. Tirando as despesas da SPA = 21,6€

18€ serão para os artistas. Tirando despesas da SPA = 16,2€

Portanto, por cada 100€ recebidos pela AGECOP serão efectivamente distribuídos 21,6€ pelos autores e 16,2€ pelos artistas (outros 18€ para editores/produtores).

Giro não é? Agora contem-me histórias da carochinha de como isto "protege" os autores e artistas.
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