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UNICEF Moçambique
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Juntos pelas crianças de Moçambique
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Para cada criança, AMOR! Junte-se a nós a enviar amor e protecção a todas crianças com albinismo. Somos #TodosIguais
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#ForEveryChild, Quality Education.

A girl's education does not only help her future, but also impacts the society around her for the better. #WednesdayWisdom cc: Malala Fund
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O Director Nacional de Saúde Pública, Dr Francisco Mbofana, presidiu nesta quarta-feira, 08 de Fevereiro, em Derre, na província da Zambézia a cerimónia de lançamento oficial da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite, que vai decorrer de 08 a 12 de Fevereiro corrente nas províncias da Zambézia, Tete e Sofala, região centro de Moçambique.
Estiveram também presentes na cerimónia de lançamento da campanha, o senhor Director Provincial de Saúde, o Admnistratdor do distrito de Derre, o chefe do Posto Administrativo de Derre, líderes comunitários, religiosos, políticos, parceiros e a população em geral que afluiu em massa para presenciarem o lançamento da campanha.
Esta campanha surge em resposta a um evento de pólio detectado e confirmado laboratorialmente a 05 de Janeiro de 2017, numa criança de 7 anos de idade que nunca foi vacinada, residente no distrito de Derre, província da Zambézia.
Durante os próximos 5 dias, membros do Governo, parceiros da cooperação internacional, agências da ONU, líderes comunitários e religiosos, políticos, activistas comunitários e comunidades no geral irão se unir às equipes de vacinação que irão de porta-a-porta para vacinar contra a pólio cerca de 500.000 crianças menores de 5 anos nos 14 distritos das províncias da Zambézia (Derre, Chinde, Inhassunge, Luabo, Lugela, Mocuba, Mopeia, Morrumbala, Milange, Nicoadala, Namacurra), Sofala (Caia e Marromeu) e Tete (Mutarara), para evitar que mais crianças apanhem a poliomielite ou paralisia infantil.
Este exercício gigantesco representa um esforço titânico do Ministério da Saúde e parceiros e conta com aproximadamente 3,700 pessoas entre vacinadores, registadores/marcadores, mobilizadores, supervisores e monitores independentes que irão garantir que todas as crianças com menos de cinco anos, independentemente do seu estado de imunização anterior, sejam vacinadas.
Esta campanha faz parte do Plano Estratégico Mundial de Erradicação da Pólio e Engajamento durante o período 2013-2018, cujo um dos objectivos é de detectar e interromper toda a transmissão da vírus da pólio, seja onde for.
O Director Nacional de Saúde no seu discurso apelou aos presentes que participem de forma massiva e activa na campanha para que os objectivos preconizados sejam atingidos.
"A vacina contra a pólio é extremamente segura e eficaz, e protege as crianças contra a paralisia da pólio ao longo de toda a sua vida. Por isso é muito importante que todas as mães, pais e cuidadores entendam a sua responsabilidade de deixar as crianças tomar a vacina", disse a Dra. Eva de Carvalho da OMS, representando os parceiros que apoiam a imunização.
A campanha que é liderada pelo MISAU, contou com o apoio finaneiro da OMS em 500.000 dólares do EUA e do UNICEF em cerca de 30.000 dólares do EUA, e com apoio técnico da OMS, do UNICEF, do Centro de Controlo de Doenças (CDC) dos EUA e da Fundação Bill & Melinda Gates.
A cerimónia culminou com uma visita a três casas da sede do distrito de Derre, onde foram vacinadas igual número de crianças, pelo Director Nacional de Saúde Pública, Administrador Distrital e Director Provincial de Saúde, respectivamente.

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48 million children living through some of the world’s worst conflicts and other humanitarian emergencies will benefit from UNICEF’s 2017 appeal.

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48 milhões de crianças que vivem em alguns países onde ocorrem os piores conflitos do mundo e outras emergências humanitárias irão beneficiar do apelo para 2017, lançado hoje pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

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De forma irreparável, ela destrói os corpos das raparigas, infligindo tremenda dor. Ela causa trauma emocional extremo que pode durar por toda a vida.
Ela aumenta o risco de complicações fatais durante a gravidez e parto, colocando em perigo tanto a mãe como o bebé.
Ela rouba a autonomia das raparigas e viola os seus direitos humanos.
Ela revela o baixo estatuto das raparigas e reforça as desigualdades de género, alimentando os ciclos inter-geracionais de discriminação e ofensas
É a mutilação genital feminina. E, apesar de todos os progressos alcançados rumo à eliminação desta prática violenta, milhões de raparigas – a maioria abaixo de 15 anos – poderão ser submetidas à esta prática de forma coerciva, só este ano. Infelizmente, elas poderão se juntar aos 200 milhões de raparigas e mulheres que já vivem com os danos causados pela mutilação genital feminina em todo o mundo – e cujas comunidades já estão afectadas pelo seu impacto.
Em 2015, os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável reconheceram a relação directa entre a mutilação genital feminina, a desigualdade de género e o desenvolvimento – e relançou o apelo à uma acção global para acabar com a prática até 2030.
Em 2016, mais de 2,900 comunidades, representando mais de 8.4 milhões de pessoas vivendo em países onde o UNFPA e o UNICEF trabalham em conjunto para acabar com a mutilação genital feminina, declararam ter abandonado a prática.
Em 2017, devemos exigir acções rápidas para consolidar este progresso. Isso implica apelar aos governos para legislar e fortalecer as leis e políticas que protejam os direitos das raparigas e mulheres e previnam a mutilação genital feminina.
Isto implica garantir maior acesso aos serviços de apoio para os que estão em risco de sofrer a mutilação genital feminina e às sobreviventes desta prática. Implica também impulsionar uma maior procura desses serviços, fornecendo às famílias e às comunidades, informação sobre os danos que a mutilação genital feminina causa – e os benefícios resultantes da sua eliminação.
Por último, implica que as famílias e comunidades devem agir e recusar que as suas raparigas enfrentem a violência da mutilação genital feminina.
Vamos tornar esta a geração que elimina a mutilação genital feminina para sempre – e ao agir dessa forma, ajudar a criar um mundo saudável e melhor para todos.

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It irreparably damages girls’ bodies, inflicting excruciating pain. It causes extreme emotional trauma that can last a lifetime.
It increases the risk of deadly complications during pregnancy, labor and childbirth, endangering both mother and child.
It robs girls of their autonomy and violates their human rights.
It reflects the low status of girls and women and reinforces gender inequality, fueling intergenerational cycles of discrimination and harm.
It is female genital mutilation. And despite all the progress we have made toward abolishing this violent practice, millions of girls -- many of them under the age of 15 -- will be forced to undergo it this year alone. Sadly, they will join the almost 200 million girls and women around the world who are already living with the damage FGM causes – and whose communities are already affected by its impact.
In 2015, the Sustainable Development Goals recognized the close connection between FGM, gender inequality, and development – and reignited global action to end FGM by 2030.
In 2016, more than 2,900 communities, representing more than 8.4 million people living in countries where UNFPA and UNICEF work jointly to end FGM, declared they had abandoned the practice.
In 2017, we must demand faster action to build on this progress. That means calling on governments to enact and enforce laws and policies that protect the rights of girls and women and prevent FGM/C.
It means creating greater access to support services for those at risk of undergoing FGM and those who have survived it. It also means driving greater demand for those services, providing families and communities with information about the harm FGM causes – and the benefits to be gained by ending it.
And ultimately, it means families and communities taking action themselves and refusing to permit their girls to endure the violation of FGM.
Let us make this the generation that abolishes FGM once and for all – and in doing so, helps create a healthier, better world for all. 

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UNICEF launched #EarlyMomentsMatter, a new campaign supported by the LEGO Foundation to drive increased awareness about the importance of the first 1,000 days of a child’s life and the impact of early experiences on the developing brain.

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Durante esta janela de oportunidade crítica, os primeiros mil dias de vida, as células cerebrais fazem até 1.000 conexões por segundo - uma velocidade única na vida. Essas conexões contribuem para as funções motoras e para o aprendizado das crianças, e lançam as bases para garantir um futuro saudável e feliz.

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Nem todas as crianças no mundo têm a sorte de ter alguém que cuide delas… a razão pela qual trabalhamos incansavelmente para assegurar que todas as crianças, independentemente de onde estejam, tenham o melhor início de vida possível.
Nos primeiros 1000 dias de vida, o cérebro de uma criança desenvolve-se a um ritmo irrepetível. Na realidade, o cérebro de uma criança de 3 anos é duas vezes mais activo do que o cérebro de um adulto. Um abraço cheio de afecto, uma refeição nutritiva e uma simples brincadeira podem efectivamente estimular o cérebro de um bebé.
Porque #OsprimeirosMomentosContam, é importante #ComerBrincarAmar. Saiba mais em http://uni.cf/earlymoments
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