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Prof. Neuri A. Alves
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...dizer do que é, que é, e do que não é que não é, eis o verdadeiro; ao passo que dizer o que é, que não é, e do que não é, que, é eis o falso." Aristóteles
...dizer do que é, que é, e do que não é que não é, eis o verdadeiro; ao passo que dizer o que é, que não é, e do que não é, que, é eis o falso." Aristóteles

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Feliz Ano Novo aos corações velhos
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Feliz Ano Novo aos que praguejam sobre o solo árido de suas vida sem garimpar alegrias, e aos que amarram o espírito em teias de aranha sem se dar conta de que os dias tecem destinos. Também aos que desaprenderam o sorriso e abandonaram ao olvido a criança que neles residia.

Feliz Ano Novo aos que perambulam às margens da memória e semeiam ódio no quintal da amargura; guardam dinheiro na barriga da alma e penhoram a felicidade em troca de ambições; são náufragos de lágrimas, cegos aos arquipélagos da esperança, e fantasiam de asas as suas garras, voejando em torno do próprio ego.

Feliz Ano Novo aos que sonegam carinho e ainda cobram atenção, alpinistas da prepotência que os conduz ao abismo; àqueles que, alheios ao que se passa em volta, ilham-se na indiferença enquanto o mar arde em fogo; e a quem gasta saliva tentando se justificar por se disfarçar em pomba e agir como raposa.

Feliz Ano Novo aos que escondem o Sol no armário, sopram a luz das estrelas e põem espessas cortinas no limiar do horizonte. Aos que nunca tiveram tempo para a dança, ignoram por que os pássaros cantam e jamais escutaram um rumor de anjos.

Feliz Ano Novo aos que bordam iras com agulhas afiadas e desperdiçam palavras no furor de suas emoções desabridas; seqüestram dignidades e, como os colecionadores de borboletas, sentem prazer em espetá-las no interior de cavernas obscuras.

Feliz Ano Novo aos faquires da angústia e aos que, equilibrados num fio de sal, trafegam por cima de montanhas de açúcar. Também aos que jamais dobraram os joelhos em reverência aos céus e acreditam que a história do Universo tem início e fim neles.

Feliz Ano Novo às mulheres que destilam antigos amores em cápsulas de veneno e aos homens que, ao partir, mostram, às costas, a face diabólica que traziam mascarada sob juras de amor.
(...)

Lei na integra
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A INDÚSTRIA DO ESPÍRITO

Burguesia ocidental é o objetivo de uma operação mercantil que se fundamenta em um novo narcisismo.

 ''A indústria do espírito é um produto das sociedades industrializadas onde as pessoas já têm muito bem resolvidas as necessidades básicas, da moradia à comida até o Netflix e o Spotify.''
(...)
Lei na integra
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Revolta na CASA GRANDE: direitos insanos e insanos direitos!
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'Quem vai segurar a sombrinha da sinhazinha dos direitos humanos e o chapéu do capitão do mato ministro da justiça?'
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“Esta é uma sociedade de órfãos de pais vivos”
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O eco da tragédia de Goiás levará tempo para se dissipar, já que despertou o alarme em muitas famílias
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Estaremos criando uma sociedade de jovens de pais ausentes, distraídos demais com a Internet, à qual Leonardo Calembo, de 41 anos, pai de um dos adolescentes mortos a tiros no colégio de Goiânia por um colega de classe, chamou, enquanto enterrava o filho, de “órfãos de pais vivos”, de pais já mortos para eles, porque ignoram seus problemas?

O eco da tragédia de Goiânia, que se revela a cada dia com informações mais alarmantes sobre a personalidade complexa do jovem de 14 anos que disparou na sala de aula contra os colegas, levará tampo para se dissipar, já que despertou o alarme em não poucas famílias. É como se, de repente, nos perguntássemos se realmente conhecemos nossos filhos e o que estão vivendo sem que saibamos.
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(...)
Leia na integra:
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A violência econômica: o poder dos juros e das corporações financeiras

Ladislau Dowbor
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A economia teoricamente visa o bem-estar das famílias, por meio da prosperidade que uma economia bem gerida deve permitir. Isto não significa apenas acesso à renda, mas uma certa estabilidade e sentimento de segurança, sem nuvens negras no horizonte, ou a angústia do emprego perdido. E se trata também de assegurar que o que conseguimos hoje não seja às custas das gerações futuras. Em suma, trata-se do equilíbrio entre o econômico, o social e o ambiental.

Não nos faltam, no Brasil, recursos para isso. Hoje o país produz cerca de 11 mil reais de bens e serviços por mês por família de 4 pessoas, o que deveria permitir que todos vivam de maneira digna e confortável. Quando constatamos, no entanto, que 6 pessoas têm mais patrimônio do que a metade mais pobre da população, e que os 5% mais ricos têm mais do que os 95% restantes, conforme dados recentes publicados pela Oxfam, só podemos ficar chocados com a aberração econômica que vivemos. Acrescentemos a isso a destruição ambiental, com a agressão à floresta amazônica, poluição dos cursos de água, contaminação dos lençóis freáticos e até dos nossos alimentos com agrotóxicos e antibióticos, além da congestão das cidades por falta de transporte de massa, e temos uma ampla conta negativa. Não é a falta de recursos que assola o país, é a falta de governança competente e o consequente descontrole geral.

Tudo isso em nome da economia, de assegurar uma misteriosa “confiança” dos mercados. Confiança dos ricos de que irão ganhar o suficiente com aplicações financeiras, sem precisar se dar ao trabalho de investir na produção. A realidade é que os chamados mercados, constituídos essencialmente por grandes corporações financeiras, não só não respeitam as exigências ambientais nem as necessidades sociais, como sequer se mostram capazes de administrar a economia. O tripé básico do desenvolvimento, que precisa ser economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente sustentável, está grosseiramente deturpado. E quem sofre com isso são justamente as famílias.
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Leia na integra:
(...)
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Ladrão de mala e carteirinha
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''O cara que rouba mais de R$ 51 milhões, armazena tudo num apartamento emprestado e vai trabalhar de terno e gravata como se fosse o mais honesto dos homens merece um lugar na galeria universal da infâmia. (...)
Ladrão assim merece respeito da comunidade internacional dos ladrões. É coisa de profissional.
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BOA LEITURA...
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