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Direção Regional de Estatística da Madeira
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Uma porta aberta para um Universo de informação estatística
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No ano de 2016
Produção de energia elétrica na RAM aumentou 0,3% face ao ano precedente
A produção de energia elétrica, estimada a partir dos dados de emissão de energia elétrica fornecidos pela Empresa de Eletricidade da Madeira (EEM) aumentou 0,3% em 2016, face ao ano precedente.
Analisando o mix de produção da energia elétrica emitida em 2016 – cujo total rondou os 861,7 Gigawatt hora (Gwh) – observa-se que, comparativamente a 2015, assistiu-se a uma menor preponderância da fonte térmica na produção de energia (variação anual de -6,3%) em detrimento das outras origens. Esta quebra foi essencialmente compensada pelos aumentos verificados na energia de origem hídrica (+57,7%) e eólica (+10,5%). Estas variações determinaram que a fatia da energia total emitida com recurso a fonte térmica passasse de 75,0% em 2015 para 70,1% em 2016. Destaca-se ainda a preponderância do gás natural como fonte para a produção de energia elétrica (quota de 14,0% do total), embora tenha existido um recuo de 24,4% em relação a 2015 na produção de eletricidade a partir desta fonte.
De referir por fim que a evolução da emissão de energia elétrica no 4.º trimestre de 2016 – no qual se verificou um aumento de 0,5% face ao período homólogo – contribuiu para o aumento observado no ano de 2016 já atrás referenciado.
DREM divulga dados sobre energia referentes ao ano de 2015
A DREM publica também hoje informação produzida pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) sobre o consumo de energia, o número de consumidores e o balanço energético com referência a 2015.


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No 4.º trimestre de 2016

Crédito vencido das famílias e das sociedades não financeiras com sede na RAM caiu face ao trimestre anterior. Depósitos bancários de particulares também apresentaram ligeira redução

Segundo os dados do Banco de Portugal, no final do 4.º trimestre de 2016, o saldo do volume de empréstimos concedidos a sociedades não financeiras era de 1,914 mil milhões de euros, menos 318 milhões de euros que no final de dezembro de 2015 e menos 100 milhões que em setembro de 2016. O montante de crédito malparado naquele sector situava-se, no período em referência, nos 372 milhões de euros (-36 milhões de euros que em setembro passado). O rácio de crédito vencido das sociedades não financeiras com sede na RAM diminuiu 0,8 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre precedente, fixando-se nos 19,4% no final de 2016. A nível nacional, o rácio de crédito vencido desceu 0,4 p.p. face a setembro, fixando-se nos 15,7% no final do 4.º trimestre de 2016.

No sector das famílias assistiu-se a uma redução, em termos homólogos, no saldo dos empréstimos concedidos, da ordem dos 95 milhões de euros, cifrando-se o saldo dos empréstimos a este sector institucional, no final de 2016, nos 2,985 mil milhões de euros. Quando comparado o saldo do final do 4.º trimestre de 2016 com o do trimestre precedente observa-se que a queda foi mais ligeira (-0,8%, cerca de menos 23 milhões de euros). O rácio de crédito vencido no sector institucional das famílias diminuiu 0,3 p.p. fixando-se nos 5,9%. O montante de crédito malparado neste sector atingia em dezembro de 2016 os 176 milhões de euros (menos 12 milhões de euros que em setembro de 2016). O fenómeno do crédito malparado é mais acentuado no crédito para “consumo e outros fins” (15,8%) que no segmento da “habitação” (3,6%). A nível nacional, o rácio de crédito vencido nas famílias também desceu 0,3 p.p. ficando nos 4,9%. Face ao país, os rácios de crédito vencido no segmento de “habitação” e no “consumo e outros fins” são superiores na RAM em 0,5 p.p. e 3,4 p.p., respetivamente.

No final do 4.º trimestre de 2016 estavam contabilizados cerca de 48,7 mil devedores com crédito à “habitação” e 84,6 mil com crédito para “consumo e outros fins”.

Por sua vez, os depósitos e equiparados de particulares (incluindo emigrantes) nos estabelecimentos bancários regionais atingiam, no final de 2016, um volume de 3,6 mil milhões de euros, menos 25 milhões de euros que em setembro de 2016 e menos 6 milhões de euros que no final de 2015.

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Nota: Foram revistas as médias dos preços dos combustíveis.

No ano de 2016
Introdução no consumo dos principais combustíveis cresceu 2,3% face ao ano precedente
Segundo os dados fornecidos pela Alfândega do Funchal, em 2016, a introdução no consumo dos principais combustíveis (gasóleo e gasolina) na RAM rondou os 137,7 milhões de litros, valor superior ao do ano precedente em 2,3%. Foram introduzidos 96,2 milhões de litros de gasóleo, +2,4% que em 2015. No que se refere às gasolinas, observou-se que as quantidades introduzidas de gasolina de 95 e de 98 octanas foram de 33,8 e 7,7 milhões de litros, tendo crescido 0,7% e 7,7%, respetivamente, face ao ano anterior.
No caso do gás propano e butano, a introdução no consumo em 2016 ultrapassou as 13,2 e 5,7 mil toneladas, respetivamente, traduzindo pela mesma ordem, uma diminuição de 10,9% e de 2,1%, em comparação com o ano transato. Já no gás natural, a quantidade introduzida foi de 20,2 mil toneladas (-5,4% do que em 2015).
De referir ainda que no 4.º trimestre de 2016 a procura de gasóleo rodoviário diminuiu 1,0% em termos homólogos, enquanto no que se refere às gasolinas, observou-se que a de 95 octanas apresentou uma diminuição de 1,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já na gasolina de 98 octanas, o valor da introdução ao consumo foi superior ao do período homólogo em 2,7%.
Média dos preços de 2016 foi mais baixa que em 2015
Em 2016, a média dos preços máximos de venda ao público do gasóleo rodoviário foi de 1,096€, tendo diminuído 5,3 cêntimos face a 2015. Evolução idêntica sucedeu no caso da gasolina de 95 octanas, cujo preço médio foi de 1,372€, o que representou uma redução de 11,5 cêntimos entre 2015 e 2016.
No 4.º trimestre de 2016, o preço médio do gasóleo rodoviário fixou-se em 1,147€, superior ao registado no período homólogo (1,096€) e no trimestre anterior (1,111€). No caso da gasolina de 95 octanas, o preço médio foi de 1,397€, inferior em 3,1 cêntimos ao verificado no período correspondente do ano precedente e superior em 2,3 cêntimos ao observado no 3.º trimestre de 2016.

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A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM), divulga hoje no seu portal de estatísticas oficiais, informação relativa ao Emprego Público na Região Autónoma da Madeira para o 4.º trimestre de 2016.
Esta divulgação foi precedida de um trabalho de análise elaborado em conjunto com a Direção Regional de Administração Pública e Modernização Administrativa (DRAPMA), que por sua vez mantém estreita articulação com a Direção Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), entidade responsável pela compilação da informação relativa aos recursos humanos dos órgãos e serviços da administração do Estado a nível nacional e que divulgou a Síntese Estatística do Emprego Público para o 4.º trimestre de 2016 no passado dia 15 de fevereiro. Na análise elaborada pela DREM foi também incluída informação publicada no Boletim Estatístico do Emprego Público (BOEP) que tem como data de referência 30 de junho de 2016.
A informação disponibilizada está alicerçada no universo de entidades que compõem o sector público na ótica de contabilidade nacional e que é consistente com o respetivo universo definido pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em setembro de 2016.
O conjunto de dados apresentado incide sobre o número de trabalhadores (emprego), os fluxos de entradas e saídas e indicadores sobre remunerações e ganhos médios. Os dados e indicadores são apresentados para toda a série, de acordo com a orgânica do XII Governo Regional, aprovada pelo Decreto Regulamentar Regional nº 2/2015/M, de 12 de maio, sendo ainda divulgada informação para a Segurança Social, para as empresas públicas que estão classificadas dentro e fora do perímetro da Administração Pública Regional e também para as Câmaras Municipais da RAM.
Entre 2011 e 2016 o emprego na Administração Regional da Madeira caiu 9,6%
Com base nos dados provisórios referentes a 31/12/2016, existiam 19 300 postos de trabalho na Administração Regional da Madeira (ARM). Face ao trimestre anterior, a variação foi de +3 postos, verificando-se em termos homólogos uma redução de 305 postos (-1,6%). Comparativamente ao final de 2011 houve uma diminuição de 2 054 postos (-9,6%).
No que diz respeito ao saldo entre entradas e saídas de trabalhadores nas entidades da ARM, observa-se que foi de -393 em 2012, -440 em 2013, -517 em 2014, -399 em 2015 e -305 em 2016.
A idade média estimada dos trabalhadores da Administração Regional da Madeira era, em junho de 2016, de 46,3 anos (45,9 anos um ano antes).
No que diz respeito às habilitações, observa-se que mais de metade dos trabalhadores da ARM (56,0%) possui o ensino superior, 27,1% tem apenas o ensino básico e os restantes 16,9%, o secundário.
Em outubro de 2016, a remuneração base média mensal na ARM era de 1 386,9€, 4,4% inferior à média global das Administrações Públicas, enquanto o ganho médio mensal (que corresponde ao agregado das remunerações de base, prémios, subsídios ou suplementos) se fixava em 1 576,9€, sendo também mais baixo que a média global em 5,4%. Face a outubro de 2015, a remuneração base média mensal na ARM cresceu 4,1% e o ganho médio mensal 3,3%.


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Em 2016

Número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros da RAM registou máximo histórico, superando os 7,3 milhões

As primeiras estimativas para o mês de dezembro de 2016 apontam para acréscimos nos principais indicadores da hotelaria, com variações homólogas de +9,4% nas dormidas, +11,6% nos proveitos totais e +14,9% nos proveitos de aposento. A nível nacional, pela mesma ordem, os crescimentos observados nestas variáveis foram de 11,0%, 15,1% e 16,1%.

Nos mercados tradicionais, assinala-se o incremento das dormidas de turistas alemães e britânicos (variações de +16,7% e +12,7% face a dezembro de 2015, respetivamente), enquanto o mercado francês registou uma redução de 18,4%. O mercado nacional apresentou um aumento de 2,5%.

Analisando o ano de 2016, conclui-se que as dormidas cresceram 9,8% na R. A. Madeira, enquanto os proveitos totais registaram um incremento de 16,2% e os de aposento de 17,4%, comparativamente ao ano precedente. As dormidas superaram os 7,3 milhões, enquanto os proveitos totais e de aposento ascenderam aos 376,1 e 241,1 milhões de euros, respetivamente – um novo máximo histórico nestas variáveis.

Os indicadores preliminares colocam o Reino Unido como principal mercado em 2016, com aproximadamente 1,9 milhões de dormidas (+12,5% face ao ano anterior), seguido da Alemanha com cerca de 1,8 milhões de dormidas (+12,8% que em 2015). O mercado nacional foi o terceiro mais importante com um incremento de 15,0% em 2016, tendo o número de dormidas rondado as 787,5 mil. Por sua vez, os turistas residentes em França produziram cerca de 629,3 mil dormidas na Região, apresentando uma redução de 5,5% face ao ano anterior.

A taxa de ocupação-cama em dezembro de 2016 fixou-se em 48,9%, o valor mais alto nas 7 regiões NUTS II do país. A taxa de ocupação-cama anual rondou os 69,4%, +5,1 p.p. que em 2015.

A estada média nos estabelecimentos hoteleiros da RAM passou de 5,5 noites em 2015 para 5,4 noites em 2016.

Em dezembro de 2016, há ainda a salientar o crescimento homólogo do rendimento médio por quarto (RevPAR) em 12,6%, para 36,27€. A média anual foi de 47,83€ (+15,9% face a 2015).

Mais voltas realizadas nos campos de golfe da Região no ano de 2016

O inquérito aos campos de golfe revela a realização de 60 488 voltas nos três campos de golfe da RAM no ano de 2016 (+33,5% que em 2015). Esta atividade gerou cerca de 2,3 milhões de euros de receitas. 72,5% dessas voltas foram realizadas por não sócios, provenientes na sua maioria dos Países Nórdicos, Reino Unido e Alemanha. 58,5% das voltas foram vendidas por estabelecimentos hoteleiros e afins, 23,2% por operadores turísticos e os restantes 18,4% pelos próprios campos de golfe. Comparativamente a 2015, a venda de voltas pelos próprios campos de golfe desceu, por contrapartida com os “estabelecimentos hoteleiros e afins” que passaram a ser o canal de comercialização privilegiado desta modalidade.

Decréscimo no número de passageiros em trânsito nos navios de cruzeiro que visitaram a RAM no ano de 2016

De acordo com os dados fornecidos pela Administração dos Portos da RAM, foram contabilizados no ano de 2016, 519 700 passageiros em trânsito em navios de cruzeiro nos portos da RAM, -9,9% que em 2015.

Por sua vez, o número de escalas registou em 2016 uma diminuição de 4,8% (menos 15 navios que em 2015).

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Em 2016

Captura de pescado e o abate de gado aumentaram, enquanto o abate de frango e a produção de ovos diminuíram face ao ano anterior

No ano de 2016, a produção de ovos não ultrapassou os 22,1 milhões de unidades, diminuindo 7,1% face ao ano anterior. Tendência semelhante registou-se no abate de frango, cujo volume rondou as 3,5 mil toneladas em 2016, uma redução de 11,2% face a 2015.

Por sua vez, no ano em referência, o abate de gado totalizou 935,4 toneladas, aumentando 6,9% face ao ano precedente. Este crescimento reflete fundamentalmente o aumento de suínos abatidos (+440,8%), pois embora a espécie mais abatida seja da raça bovina (92,6% do total), o incremento no abate de animais desta espécie foi pouco expressivo em termos relativos (+0,7%).

No domínio da pesca, o ano de 2016 caraterizou-se por um aumento de 2,2% nas quantidades capturadas de pescado, cifrando-se o total anual em 5,8 mil toneladas. Já o valor de primeira venda caiu 1,3%, com o acumulado anual a atingir os 15,4 milhões de euros. A evolução nas quantidades resultou fundamentalmente do acréscimo nas capturas de chicharro (+40,5%). Apesar da diminuição das quantidades capturadas de atum e similares em 1,4%, esta espécie foi a mais abundante em 2016, atingindo as 2,7 mil toneladas (47,2% do total de pesca descarregada). A segunda espécie mais capturada foi a do peixe-espada preto, cujas descargas cresceram 0,8%, atingindo um total de 1,9 mil toneladas em 2016. Em termos de receita na primeira venda, o atum e similares observou um acréscimo de 5,9% face a 2015, totalizando 7,4 milhões de euros, enquanto o peixe-espada preto diminuiu 4,4% para um valor de 6,9 milhões de euros.

Em 2016, o preço médio anual do pescado descarregado na primeira venda foi de 2,68€ (2,77€ em 2015), atingindo no caso do atum e similares os 2,72€ (2,53€) e no do peixe espada-preto os 3,58€ (3,77€).

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No 4.º trimestre de 2016

Índice de Custo do Trabalho diminuiu 1,1% face ao trimestre homólogo

No 4.º trimestre de 2016, o Índice de Custo do Trabalho ajustado de dias úteis registou um decréscimo de 1,1% em relação ao mesmo período de 2015. No trimestre anterior, esta variação havia registado um aumento de 1,7%.

A variação deste Índice resultou do efeito conjugado verificado nas suas duas principais componentes:

Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, devido sobretudo ao acréscimo do pagamento nos prémios e subsídios regulares e do subsídio de Natal.
Os custos salariais incluem o salário base, prémios e subsídios regulares, prémios e subsídios irregulares (subsídio de férias, subsídio de Natal; prémios de fim do ano/distribuição de lucros; outros prémios e subsídios pagos com caráter irregular), pagamento por trabalho extraordinário e pagamento em géneros.
Os outros custos (não salariais, também por hora efetivamente trabalhada) registaram uma queda homóloga de 7,5%. Esta diminuição ficou a dever-se essencialmente ao decréscimo no pagamento de indemnizações por despedimento.
Os outros custos incluem indemnizações por despedimento, encargos legais a cargo da entidade patronal (contribuição patronal para a Segurança Social; seguro de acidentes de trabalho e doenças profissionais), encargos convencionais, contratuais e facultativos (prestação complementar de reforma/invalidez; seguro de saúde; seguro de vida/acidentes pessoais; prestações sociais pagas diretamente ao/à trabalhador/a em caso de ausência por doença).
A nível nacional, o valor daquele índice registou um decréscimo homólogo de 0,8%: -0,3% na componente dos custos salariais e -2,6% nos outros custos.

Em termos anuais, o Índice de Custo do Trabalho, na Região, em 2016, registou um aumento de 0,1% face ao ano transato, devido sobretudo ao incremento anual observado nos custos salariais (0,9%), já que os outros custos decresceram 3,1%. No conjunto do país, a variação anual deste índice, no ano 2016, foi negativa, de -0,1%, resultado de uma queda de 1,5% nos outros custos e de um aumento de 0,2% nos custos salariais. 

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DREM divulga versão revista do “Sector Empresarial da Região Autónoma da Madeira-2014”

A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) divulga hoje uma versão revista da publicação “Sector Empresarial da Região Autónoma da Madeira-2014”.

Com efeito, a implementação do Sistema Europeu de Contas, SEC2010, em substituição do SEC1995, determinou alterações na classificação do sector institucional das entidades, sendo de assinalar a necessidade de distinguir as Sociedades Gestoras de Participações Sociais (Holdings) das Sedes sociais (Head-offices). Nas Contas Nacionais e Regionais, as primeiras estão excluídas do sector institucional das sociedades não financeiras, enquanto as segundas integram aquele sector. Estas alterações tiveram reflexos imediatos no Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE), o que, de modo a aumentar a consistência com as Contas Nacionais e Regionais, se traduziu na revisão da série das estatísticas das empresas para o período 2008-2014, unicamente no sector de atividade onde estas empresas estão classificadas, ou seja na Secção M da CAE Rev.3 - Atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares.

Foram ainda incluídos pela primeira vez nesta publicação – que abrange apenas o sector das empresas não financeiras - quadros com informação por sector de atividade económica e estabelecimentos ao nível do município.

Os dados relativos a 2015 serão integrados numa nova publicação a divulgar até ao próximo dia 31 de maio de 2017.


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No ano de 2016

Saldo da Balança Comercial da Região com o estrangeiro foi negativo em 34,1 milhões de euros

De acordo com os dados preliminares referentes ao ano de 2016, o saldo da balança comercial da RAM com o estrangeiro registou um défice de 34,1 milhões de euros, refletindo uma taxa de cobertura das importações pelas exportações de 71,9%. Em 2015, segundo os dados provisórios, o saldo entre exportações e importações havia sido negativo em 25,9 milhões de euros e a taxa de cobertura tinha-se fixado nos 80,2%.

Em 2016, o total de exportações de empresas com sede na RAM ultrapassou os 87,3 milhões de euros (105,0 milhões de euros em 2015), 66,0% das quais com destino a países terceiros (fora da União Europeia), enquanto as importações rondaram os 121,4 milhões de euros (130,9 milhões de euros no ano precedente), 89,0% das quais provenientes da União Europeia. 

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Em janeiro de 2017

Taxa de variação média dos últimos doze meses do Índice de Preços no Consumidor (IPC), na RAM, foi negativa, -0,5%

Em janeiro de 2017, na Região Autónoma da Madeira (RAM), a variação média registada pelo Índice de Preços no Consumidor (IPC) nos últimos doze meses – Total Geral – foi -0,5%, superior em 0,1 pontos percentuais (p.p) ao registado no mês anterior.

As maiores variações negativas ocorreram nas classes dos “Transportes” (-5,4%) e “Vestuário e calçado” (-1,6%). Em sentido inverso, as classes “Bebidas alcoólicas e tabaco” (3,3%) e “Comunicações” (2,6%) registaram as maiores variações positivas.

No País, o valor daquela taxa foi de 0,7%, superior em 0,1 p.p. ao registado no mês anterior.

Em janeiro de 2017, o valor médio das rendas de habitação por metro quadrado de área útil, na Região, foi 0,6% superior ao registado no mês anterior.
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