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Direção Regional de Estatística da Madeira
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Uma porta aberta para um Universo de informação estatística
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A Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) dá continuidade à divulgação de dados sobre o Emprego Público na Região, um trabalho de análise elaborado em conjunto com a Direção Regional de Administração Pública e Modernização Administrativa (DRAPMA), que por sua vez mantém estreita articulação com a Direção Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), entidade responsável pela compilação da informação relativa aos recursos humanos dos órgãos e serviços da administração do Estado a nível nacional e que divulgou a Síntese Estatística do Emprego Público para o 2.º trimestre de 2018 no passado dia 14.

A informação disponibilizada tem como referência o universo de entidades que compõem o sector público na ótica de contabilidade nacional e que é consistente com o respetivo universo definido pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), tendo sido atualizada em março de 2018.

O conjunto de dados apresentado incide sobre o número de trabalhadores (emprego), os fluxos de entradas e saídas e indicadores sobre remunerações e ganhos médios. Os dados e indicadores são apresentados para toda a série, de acordo com a mudança orgânica do Governo Regional, (aprovada pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 13/2017/M, de 7 de novembro), sendo ainda divulgada informação para a Segurança Social, para as empresas públicas classificadas e não classificadas no perímetro da Administração Pública Regional, para as Câmaras Municipais e pela primeira vez para as Juntas de Freguesia da RAM.

Alguns dados, como por exemplo, os relativos às idades médias e habilitações dos trabalhadores na Administração Pública Regional foram atualizados, pela DREM, com informação relativa a dezembro de 2017, publicada no novo número do Boletim Estatístico do Emprego Público (BOEP), divulgado pela DGAEP em 29 de junho.

No 2.º trimestre de 2018

Número de trabalhadores da Administração Regional da Madeira diminuiu ligeiramente face ao trimestre anterior

Com base nos dados provisórios referentes a 30/06/2018, existiam 19 100 postos de trabalho na Administração Regional da Madeira (ARM). Em relação ao trimestre anterior a variação foi de -48 postos (-0,3%), enquanto face ao período homólogo houve uma redução de 167 postos (-0,9%). Em comparação com o final de 2011 registou-se uma diminuição de 2 254 postos (-10,6%).

Estabelecendo um paralelo com os outros subsetores da Administração Pública, a ARM foi o único subsetor no qual se verificou uma descida nos postos de trabalho face ao período homólogo. Com efeito, nos restantes subsetores os aumentos verificados, por ordem de importância relativa, foram os seguintes: Administração Local (+2,6%), Administração Regional dos Açores (+1,2%), Administração Central (+0,9%) e os Fundos de Segurança Social (+0,2%). No cômputo das Administrações Públicas a variação homóloga foi de +1,1%.

Comparativamente ao trimestre anterior, a ARM (-0,3%), a Administração Central (-0,1%) e os Fundos de Segurança Social (-0,1%) foram os subsetores que revelaram uma ligeira diminuição. Contrariamente, a Administração Local foi o subsetor que registou o aumento relativo mais pronunciado (+1,3%), superando a Administração Regional dos Açores (+0,6%).

Como é visível no gráfico abaixo, desde o final de 2011, o emprego na ARM tem tendencialmente decrescido, de forma mais acentuada até ao 3.º trimestre de 2016, constituindo o valor do 3.º trimestre de 2017 um mínimo da série disponível.

Analisando a repartição do emprego público, por tipo de entidade, observa-se que no 2.º trimestre de 2018, os Estabelecimentos de Educação e Ensino Básico e Secundário concentravam 44,8% do total dos postos (45,0% um ano antes), seguido das Entidades Públicas Empresariais Regionais, com 26,1% (25,7% no período homólogo) e das Direções Regionais com 18,1% (18,3% no final do 2.º trimestre de 2017).

A ventilação por Secretaria Regional (S.R.) mostra que também a este nível não existem alterações substanciais na distribuição dos trabalhadores por Secretaria por comparação com o período homólogo; a S.R. da Educação continua a ser responsável pelo maior número de trabalhadores com 9 844 postos (9 971 um ano antes), enquanto as restantes Secretarias mantêm volumes de emprego situados entre os 244 (S.R. Saúde) e os 936 (S.R. Agricultura e Pescas) postos de trabalho.

Em abril de 2018, a remuneração base média mensal na ARM foi de 1 403,2€, tendo crescido 0,7% em termos homólogos, enquanto o ganho médio mensal (que corresponde ao agregado das remunerações de base, prémios, subsídios ou suplementos) fixou-se em 1 613,8€, observando-se uma variação homóloga de 2,5%.

Já fora do subsetor Administração Regional da Madeira, foram contabilizados, no trimestre em referência, 1 366 trabalhadores no Fundo de Segurança Social da RAM, menos 34 (-2,4%) que no período homólogo e menos 10 (-0,7%) que em março de 2018. Face ao final do 4.º trimestre de 2011, a diferença é de menos 45 (-3,2%).

As empresas públicas que não foram classificadas dentro da ARM tinham a 30 de junho de 2018, 2 192 postos de trabalho, mais 44 (+2,0%) face ao trimestre anterior e menos 95 (-4,2%) em termos homólogos. Face a dezembro de 2012 (período mais recuado para o qual existe informação para este tipo de empresas), o número de postos diminuiu em 114 (-4,9%).

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No 1.º semestre de 2018

Introdução no consumo dos principais combustíveis cresceu 3,3% face ao período homólogo

Segundo os dados fornecidos pela Alfândega do Funchal, nos primeiros seis meses de 2018, na RAM, a introdução no consumo dos principais combustíveis (gasóleo e gasolina) atingiu os 71,1 milhões de litros, valor superior ao do mesmo semestre do ano precedente em 3,3%. No 1.º semestre de 2018 foram introduzidos 51,0 milhões de litros de gasóleo, +4,9% do que no período homólogo. No que se refere às gasolinas, observou-se que a de 95 octanas apresentou uma diminuição homóloga de 3,3%, enquanto a de 98 octanas registou um aumento de 10,1%. Entre janeiro e junho de 2018, as quantidades introduzidas de gasolina de 95 e de 98 octanas foram de 15,8 e 4,3 milhões de litros, respetivamente, face ao mesmo período do ano anterior.

No caso do gás propano e butano, a introdução no consumo no período em referência rondou as 8,1 e 3,5 mil toneladas, respetivamente, traduzindo pela mesma ordem, um aumento de 3,4% e uma diminuição de 3,5% em comparação com o 1.º semestre do ano transato. Já no gás natural, a quantidade introduzida foi de 8,8 mil toneladas, +0,8% que no semestre homólogo.

Reduzindo o âmbito da análise ao 2.º trimestre de 2018, observa-se que neste período, a introdução no consumo dos principais combustíveis (gasóleo e gasolina) rondou os 36,6 milhões de litros, valor superior ao do período homólogo em 2,5%. Neste trimestre, a procura de gasóleo rodoviário foi de 26,3 milhões de litros (+4,7% face ao mesmo trimestre de 2017). Nas gasolinas, observou-se que a de 95 octanas apresentou uma diminuição de 4,5%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto na gasolina de 98 octanas, o valor da introdução ao consumo foi superior ao do período homólogo em 4,4%, contabilizando-se nos meses de abril a junho de 2018 introduções no consumo de 8,1 e 2,2 milhões de litros, respetivamente.

Por sua vez, no 2.º trimestre de 2018, a quantidade introduzida de gás propano e butano rondou as 3,3 e 1,9 mil toneladas, respetivamente, traduzindo pela mesma ordem aumentos de 8,2% e 7,0% em comparação com o mesmo trimestre do ano transato. Já no gás natural, a quantidade introduzida foi de 3,5 mil toneladas, -19,4% que no trimestre homólogo.

Média dos preços no 2.º trimestre de 2018 foi mais elevada em comparação com o trimestre transato e o período homólogo

No 2.º trimestre de 2018, o preço médio do gasóleo rodoviário fixou-se em 1,266€, superior ao registado no período homólogo (1,181€) e no trimestre anterior (1,223€).

No caso da gasolina de 95 octanas, o preço médio foi de 1,521€, superior em 5,6 cêntimos ao verificado no 1.º trimestre de 2018, observando-se uma subida de 7,8 cêntimos face ao observado no período correspondente do ano precedente.

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No 1.º semestre de 2018

Avicultura e a pesca registaram uma redução da atividade, enquanto o abate de gado se manteve ao mesmo nível do período homólogo

De acordo com a informação recolhida pela Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) junto dos aviários industriais da Região, no 1.º semestre de 2018, a produção de ovos rondou os 8,0 milhões de unidades, diminuindo 32,7% em termos homólogos.

No mesmo período, o abate de frango decresceu 2,6% face aos primeiros seis meses do ano anterior, totalizando 1 591,9 toneladas.

Por sua vez, segundo dados fornecidos pelo Centro de Abate da Região Autónoma da Madeira (CARAM), o gado abatido atingiu as 383,5 toneladas, o mesmo peso que no período homólogo.

No domínio da pesca, a informação recolhida junto da Direção Regional de Pescas para o 1.º semestre de 2018, mostra que este período caraterizou-se por diminuições homólogas tanto nas quantidades capturadas de pescado (-37,6%, cifrando-se o total dos primeiros seis meses deste ano em 2 919,4 toneladas) como no valor de primeira venda (-25,3%, sendo o total semestral de 9,2 milhões de euros).

Foi o decréscimo nas capturas de atum e similares que em grande medida determinou a diminuição dos números globais para o período em referência, após um ano de 2017 em que se atingiu o valor mais alto dos últimos 20 anos na captura desta espécie. Com efeito, a quantidade descarregada de atum e similares nos primeiros seis meses de 2018 caiu 47,3% e o valor de primeira venda diminuiu 39,6%. Não obstante, esta espécie concentrou o maior volume de capturas nos primeiros seis meses deste ano (56,3% do total). Por sua vez, a descarga de peixe-espada preto diminuiu 18,1% em quantidade enquanto o valor de primeira venda caiu 6,9%.

O preço médio de pescado apurado na primeira venda para o período em referência foi de 3,14€ (2,62€ no mesmo período de 2017), com o preço médio para o atum e similares a atingir os 2,80€ (2,45€ no período homólogo) e para o peixe espada-preto os 3,82€ (3,36€ nos primeiros seis meses do ano precedente).

Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM) disponibiliza hoje no seu portal de internet, a Série Retrospetiva das Estatísticas da Agricultura e Pesca para o período 1976-2017

A informação encontra-se agrupada em quatro capítulos:

- Agricultura;

- Pesca (agora com desagregação dos dados por mês para o total da pesca descarregada, atum e similares e peixe-espada preto);

- Contas económicas da agricultura e exportações de produtos agrícolas;

- Preços agrícolas.

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No 2.º trimestre de 2018

Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,1% face ao trimestre homólogo

No 2.º trimestre de 2018, o Índice de Custo do Trabalho (ajustado de dias úteis) registou um acréscimo de 4,1% em relação ao mesmo período de 2017 (-1,5% no trimestre anterior).

A variação deste Índice resultou do efeito conjugado das variações ocorridas nas suas duas principais componentes:

Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 4,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, resultado essencialmente explicado pelo acréscimo do custo médio por trabalhador e um decréscimo no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador.
Os custos salariais incluem o salário base, prémios e subsídios regulares, prémios e subsídios irregulares (subsídio de férias, subsídio de Natal; prémios de fim do ano/distribuição de lucros; outros prémios e subsídios pagos com caráter irregular), pagamento por trabalho extraordinário e pagamento em géneros.
Os outros custos (não salariais, também por hora efetivamente trabalhada) registaram um acréscimo homólogo de 3,9%, por via também do aumento de custo médio por trabalhador e diminuição das horas efetivamente trabalhadas por trabalhador.
Os outros custos incluem indemnizações por despedimento, encargos legais a cargo da entidade patronal (contribuição patronal para a Segurança Social; seguro de acidentes de trabalho e doenças profissionais), encargos convencionais, contratuais e facultativos (prestação complementar de reforma/invalidez; seguro de saúde; seguro de vida/acidentes pessoais; prestações sociais pagas diretamente ao/à trabalhador/a em caso de ausência por doença).
A nível nacional, o valor daquele índice registou igualmente um acréscimo homólogo de 3,2%: +3,0% na componente dos custos salariais e +3,9% nos outros custos.

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Em junho de 2018

Diminuição homóloga de 2,2% nas dormidas no alojamento turístico da RAM não impediu crescimento ligeiro nos proveitos

As primeiras estimativas relativas ao mês de junho de 2018 apontam para um decréscimo homólogo de 2,2% nas dormidas no alojamento turístico da RAM. Por sua vez, os proveitos totais e os proveitos de aposento apresentaram variações homólogas de +0,4% e +1,2%, respetivamente.

O total de dormidas no mês em referência rondou os 778,4 milhares enquanto os proveitos totais e de aposento atingiram os 39,9 e os 25,3 milhões de euros, respetivamente.

A hotelaria concentrou 85,8% das dormidas, decrescendo 3,7% em termos homólogos, enquanto o alojamento local registou um incremento de 5,0% nas dormidas, representando 12,4% do total. Por sua vez, o turismo no espaço rural e de habitação, responsável por 1,8% do total, teve +30,7% de dormidas face ao mesmo mês do ano passado, variação em parte explicada pela reclassificação de um estabelecimento hoteleiro em turismo no espaço rural.

Nos mercados tradicionais e no conjunto do alojamento turístico, assinala-se um acréscimo ligeiro nas dormidas de turistas alemães e franceses (variações de +0,6% e +0,4% face a junho de 2017, respetivamente), enquanto o mercado inglês registou uma diminuição de 4,3%. O mercado nacional deu um contributo positivo, apresentando um crescimento de 2,4% nas dormidas contabilizadas na RAM.

A taxa de ocupação-cama do alojamento turístico no mês em referência fixou-se em 69,9%, 4,6 pontos percentuais abaixo do observado em junho de 2017.

O rendimento médio por quarto (RevPAR) no alojamento turístico teve um decréscimo homólogo em 1,3%, para 51,01€. O sector da hotelaria evidenciou, neste indicador, um aumento de 0,3% em junho de 2018, apresentando um RevPAR de 56,04 euros.

Redução do número de voltas realizadas nos campos de golfe da Região no 1.º semestre de 2018

O inquérito aos campos de golfe revela a realização de 36 694 voltas nos três campos de golfe da RAM no 1.º semestre de 2018 (-1,8% que no período homólogo), tendo esta atividade gerado cerca de 1,4 milhões de euros de receitas. 79,3% das voltas foram realizadas por não sócios, provenientes na sua maioria dos Países Nórdicos, Alemanha e Reino Unido. Os estabelecimentos hoteleiros e afins venderam 60,7% das voltas, os operadores turísticos 23,0% e os restantes 16,3% foram transacionados pelos próprios campos de golfe.

Variação homóloga positiva no número de passageiros em trânsito nos navios de cruzeiro que visitaram a RAM no 1.º semestre de 2018

De acordo com os dados fornecidos pela Administração dos Portos da RAM, no 1.º semestre deste ano foram contabilizados 272 241 passageiros em trânsito em navios de cruzeiro nos portos da RAM, +17,0% que no período homólogo, tendo também o número de escalas aumentado em 12,2% (mais 16 navios que no 1.º semestre de 2017).

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Em julho de 2018

Taxa de variação média dos últimos doze meses do Índice de Preços no Consumidor (IPC), na RAM, foi de 1,9%

Em julho de 2018, na Região Autónoma da Madeira (RAM), a variação média registada pelo Índice de Preços no Consumidor (IPC) nos últimos doze meses – Total Geral – foi de 1,9%, superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) face ao registado no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, apresentou uma taxa de 1,7%, traduzindo uma subida de 0,2 p.p. face ao registado no mês precedente.

As classes do “Vestuário e calçado” e “Acessórios para o lar, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação” foram as únicas a registarem variações negativas, -1,9% e -1,8%, respetivamente. Em sentido inverso, as maiores variações positivas foram observadas nas classes dos “Transportes” (5,1%) e “Restaurantes e hotéis” (4,3%).

No País, o valor daquela taxa foi de 1,2%, superior em 0,1 p.p. ao registado no mês anterior.

Em julho de 2018, o valor médio das rendas de habitação por metro quadrado de área útil, na Região, aumentou 0,3% face ao mês anterior.

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No 1.º semestre de 2018

Saldo da Balança Comercial da Região com o estrangeiro foi positivo em 7,2 milhões de euros

De acordo com os dados preliminares referentes ao 1.º semestre de 2018, o saldo da balança comercial da RAM com o estrangeiro registou um superavit de 7,2 milhões de euros, refletindo uma taxa de cobertura das importações pelas exportações de 110,2%. Nos primeiros seis meses de 2017, o saldo entre exportações e importações havia sido positivo em 1,2 milhões de euros e a taxa de cobertura tinha-se fixado nos 101,8%.

No período em referência, o total de exportações de empresas com sede na RAM atingiu os 78,2 milhões de euros, 85,5% das quais com destino a países terceiros (fora da União Europeia), enquanto as importações rondaram os 71,0 milhões de euros, 87,4% das quais provenientes da União Europeia.

As exportações de bens registaram uma variação homóloga de +19,6%, enquanto as importações de bens cresceram 10,6% face ao 1.º semestre de 2017.

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No 1.º semestre de 2018

Produção de energia elétrica na RAM aumentou 0,8% face ao período homólogo

A produção de energia elétrica, estimada a partir dos dados de emissão de energia elétrica fornecidos pela Empresa de Eletricidade da Madeira (EEM) aumentou 0,8% no 1.º semestre de 2018, em termos homólogos.

Analisando o mix de produção da energia elétrica emitida no período em referência - cujo total rondou os 416,2 Gigawatt hora (Gwh) – observamos que, comparativamente ao período de janeiro a junho de 2017, assistiu-se a uma menor preponderância da fonte térmica na produção de energia (-7,4%, face ao período homólogo) em detrimento das outras origens. Estas quebras foram essencialmente compensadas pelo aumento verificado na energia de origem eólica (+59,6%) e hídrica (+13,5%). A fatia da energia total emitida com recurso a fonte térmica passou de 66,8% no 1.º semestre de 2017 para 61,4% no semestre em referência de 2018. Destaca-se ainda a preponderância do gás natural como fonte para a produção de energia elétrica (quota de 12,8% do total), embora tenha existido um recuo de 8,9% em termos homólogos na produção de eletricidade a partir desta fonte.

De referir por fim que a evolução da emissão de energia elétrica no 2.º trimestre de 2018 – no qual se verificou uma redução de 0,7% face ao período homólogo – contraria a tendência manifestada no trimestre anterior (no qual se havia registado um incremento de 2,4%).

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No 2.º trimestre de 2018

Taxa de desemprego na RAM fixou-se em 8,3%

Os resultados do Inquérito ao Emprego relativos ao 2.º trimestre de 2018 indicam uma taxa de desemprego na Região Autónoma da Madeira (RAM) estimada em 8,3%, valor mais baixo desde o início da série vigente (1.º trimestre de 2011). Aquela taxa diminuiu 2,7 pontos percentuais (p.p.) face ao observado no trimestre homólogo e 0,8 p.p. face ao trimestre anterior.

A estimativa da população desempregada fixou-se em cerca de 11,2 mil pessoas, tendo registado um decréscimo homólogo de 23,1% (-3,4 mil pessoas) e trimestral de 7,1% (cerca de menos 900 pessoas).

A população empregada situou-se em cerca de 123,8 mil pessoas, o que reflete um acréscimo homólogo de 4,8% e um acréscimo trimestral de 2,2% (+5,6 mil pessoas face ao trimestre homólogo e +2,6 mil face ao trimestre anterior).

A taxa de atividade das pessoas em idade ativa (15 e mais anos), no 2.º trimestre de 2018, foi estimada em 61,7%, 0,6 p.p. acima do trimestre homólogo e +0,7 p.p. se comparada com o trimestre anterior. A taxa de atividade nas mulheres foi de 56,0%, sendo inferior à dos homens (68,6%) em 12,6 p.p..

A taxa de desemprego para Portugal fixou-se nos 6,7%, valor inferior ao trimestre anterior em 1,2 p.p. e em 2,1 p.p. quando comparada com o 2.º trimestre de 2017.

As Regiões Autónomas dos Açores (8,2%) e da Madeira (8,3%) são aquelas que apresentam um maior desvio da média nacional, posicionando-se acima da referida média, enquanto Centro e Algarve (em ambos os casos, com 5,3%) surgem com as taxas de desemprego mais baixas de entre as sete regiões NUTS II do país. Face ao trimestre anterior, a região que apresentou a diminuição mais pronunciada da taxa de desemprego foi o Algarve (-2,3 p.p.). Em termos homólogos, a maior redução na taxa de desemprego verificou-se na RAM (-2,7 p.p.).

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Em maio 2018

Economia regional completou 5 anos de crescimento contínuo

O Indicador Regional de Atividade Económica (IRAE) revela que, no mês de maio de 2018, a atividade económica regional registou uma nova aceleração, mantendo a tendência de subida verificada no mês de abril. Completa-se assim, um ciclo de 5 anos de crescimento contínuo da economia madeirense, no qual naturalmente existiram períodos de crescimento mais intenso (o máximo naquele período foi atingido em novembro de 2016) e momentos de aceleração e desaceleração, como é caraterístico de qualquer economia.

Nota: O Indicador Regional de Atividade Económica (IRAE) é um instrumento de síntese que tem como objetivo facilitar o acompanhamento atempado da evolução da economia regional, nomeadamente no que se refere à sua direção e magnitude das flutuações, não se apresentando como um substituto de outras estatísticas oficiais, nomeadamente no que se refere à taxa de variação homóloga do Produto Interno Bruto (PIB). Para mais informações sobre o IRAE, deverá ser consultado o Em Foco divulgado a 20 de outubro de 2017.

Síntese Mensal de Indicadores de Conjuntura – Maio de 2018

Em conjunto com o IRAE, é publicada a Síntese Mensal de Indicadores de Conjuntura – Maio de 2018, instrumento de acompanhamento da conjuntura económica e que integra os dados mais recentes da atividade económica regional.

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