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António Bimbi
"A Arte Mais Próxima da Realidade"
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Minha refexão Juvinil Mwangolé
Eu acho que de ideias e projecto politicamente executáveis para o desenvolvimento da “Juventude Angolana”, para o executivo isto é que não falta e sempre teve. Porque até então, é do nosso conhecimento que apesar de pesares o Executivo tem pessoas competent...
Minha refexão Juvinil Mwangolé
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makasdokaiaia.blogspot.com
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Etiópia Sob as Botas do Comunismo:
Em 1974, quando uma junta militar marxista-lenista, a chamada Derg, liderada por Mengistu Haile Mariam, o depôs e estabeleceu um estado unipartidário.

Comunismo

O regime que se seguiu sofreu vários golpes, rebeliões, secas em grande escala, e um problema de refugiados imenso. Em 1977, houve a Guerra de Ogaden, quando a Somália capturou a região de Ogaden inteira, porém a Etiópia só foi capaz de recapturar Ogaden após sérios problemas graças a um afluxo maciço de equipamentos militares soviéticos e a presença militar de Cuba, junto à Alemanha Oriental e o Iémen do Sul no ano seguinte. Centenas de milhares de pessoas foram mortas como resultado do Terror Vermelho, de deportações forçadas, ou da utilização da fome como uma arma sobre o governo de Mengistu. O Terror Vermelho foi realizado em resposta ao que o governo chamou de "Terror Branco", supostamente uma cadeia de eventos violentos, assassinatos e mortes realizadas pela oposição.

Em 2006, após um longo julgamento, Mengistu foi considerado culpado por genocídio. No início dos anos 1980, uma série de períodos de fome atingiu a Etiópia, afetando cerca de 8 milhões de pessoas, levando 1 milhão à morte. Insurreições contra o governo comunista surgiram, em particular, nas regiões do norte de Tigré e a Eritreia. Em 1989, a Frente de Libertação dos Povos Tigrínios (FLPT) fundiu-se com outros movimentos de oposição para formar a Frente Democrática Revolucionária dos Povos Etíopes (FDRPE). Paralelamente, a União Soviética começou a retirar-se do Mundo Comunista sob as políticas de glasnost e perestroika de Mikhail Gorbachev, marcando uma drástica redução na ajuda externa à Etiópia dos países do bloco socialista.

Isto resultou em dificuldade econômicas ainda mais intensas e o colapso do militarismo, em face às investidas das forças das guerrilhas do norte. O colapso do comunismo em geral, e do Leste Europeu durante as Revoluções de 1989, conincidiram com a parada da ajuda soviética à Etiópia em 1990. A visão estratégica de Mengistu rapidamente se deteriorou. Em maio de 1991, as forças da FDRPE avançaram em Addis Ababa e a União Soviética não pôde intervir para salvar o lado do governo. Mengistu fugiu do país e se exilou no Zimbabwe, onde ele ainda mora.

O Governo de Transição da Etiópia, composto de um Conselho de Representantes de 87 membros e guiado por uma carta nacional, que funcionou como uma constituição de transição, foi criado. Em junho de 1992, a Frente de Libertação de Oromo se retirou do governo; em março de 1993, membros da Coalização Democrática de Povos do Sul da Etiópia também deixaram o governo. Em 1994, uma nova constituição foi escrita, formando uma legislatura bicameral e um sistema judicial. A primeira eleição livre e democrática tomou lugar em maio de 1995, na qual Meles Zenawi foi eleito primeiro- minist ro e Negasso Gidada foi eleito presidente, embora seja altamente suspeito que Zenawi tenha fraudado as eleições. Essa suspeita é apoiada pela avaliação muito baixa de Zenawi na Etiópia.
www.pt.wikipedia.org/wiki/História_da_Etiópia
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