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Eric do Rêgo Barros
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Informação não é conhecimento e conhecimento não é sabedoria.
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Conselhos para a felicidade

"Não expressar tudo que se pensa. Ouvir a todos, mas falar com poucos. Ser amistoso, mas nunca ser vulgar. Valorizar amigos testados, mas não oferecer amizade a cada um que aparecer na sua frente. Evitar qualquer briga, mas se for obrigado a entrar em uma, que seus inimigos o temam. Usar roupas de acordo com a sua renda e nunca ser extravagante. Não emprestar dinheiro a amigos para não perder amigos e dinheiro. Ser fiel a ti mesmo e jamais serás falso com ninguém."
Hamlet por William Shakespeare

Mantenha a mente aberta

Como nascem as ideias? Não sei de onde vêm as ideias e a inspiração, mas sei como chegam até nós. Tornamo-nos receptivos a elas quando estamos em sintonia com nossa intuição e mantemos a mente aberta para o novo.
Um exemplo foi a ideia de trazer a Elite Models para o Brasil quando foi lida uma matéria em uma revista francesa, a Photo Magazine. Quantas pessoas leram aquela mesma matéria, naquela mesma revista, e nem por isso pensaram em abrir uma agência de modelos? Ou quantas pensaram, mas acharam que seria muito difícil e nem sequer tentaram? Quem tem a mente aberta e confia em sua intuição está mais propenso a dar aquele passo a mais que faz de uma ideia um negócio de sucesso.

"Um pressentimento é a criatividade tentando te dizer algo."
Frank Capra

Educação empreendedora

Se você tem filhos ou pretende ter, há um aspecto da formação da criança que deve ser pensado desde cedo. Estou falando da educação empreendedora. Muitos pais acham que não há razão para se preocupar com isso. “Quando as crianças virarem adultos e começarem a trabalhar, vão aprender por si só”, acreditam eles. Só que não é bem assim. Quanto antes os pequenos tiverem contato com noções de empreendedorismo, mais preparados estarão para lidar com os desafios que virão.
E como é que se ensina empreendedorismo para as crianças? Um bom começo consiste em fazê-las perceber o valor do dinheiro. Elas precisam entender que nada cai do céu. Que tudo o que ganham e desfrutam lhes chega por meio do suor e do trabalho dos pais. Que devem aprender a controlar e poupar suas mesadas para poderem adquirir determinados bens. E, acima de tudo, devem ter como referência o exemplo dos pais. É assim que começamos a formar nossos futuros empreendedores.

Lutando por uma boa ideia

Hoje em dia já não há mais quem duvide da importância que o capital intelectual tem para as empresas. Na era da informação, o talento e o conhecimento de cada membro da organização – bem como a forma pela qual isso é incentivado e utilizado – são os diferenciais que distinguem os que assumem a liderança dos que simplesmente vão ficando para trás.
Logo, não é pouco o interesse despertado pelas questões que envolvem o gerenciamento do capital intelectual. Minha contribuição para esse debate parte de um ponto de vista peculiar, o de um dealmaker que construiu sua trajetória profissional nutrindo, desenvolvendo e viabilizando ideias, até transformá-las em negócios de sucesso – caso, por exemplo, da filial nacional da agência de modelos Elite Models, da versão brasileira da campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda. Essas e outras iniciativas de sucesso nasceram de ideias, do empenho para viabilizá-las e das parcerias estabelecidas para concretizá-las. Esse background me leva a ressaltar o que, a meu ver, constitui um aspecto crucial do capital intelectual: é da mente das pessoas que nascem as boas ideias, e são das boas ideias corretamente implementadas que nasce todo o resto.
Uma boa ideia é uma das principais contribuições que um funcionário pode dar à empresa na qual trabalha. É assim que ele deixa de ser um funcionário para se tornar um intra-empreendedor. E é assim que o capital intelectual se traduz em iniciativas concretas, capazes de aumentar o crescimento e alçar a empresa a novos voos. Todas as pessoas têm ideias - umas mais do que outras, claro. Contudo, a maioria não se sente motivada a participar, a contribuir com sugestões, a melhorar o dia a dia da empresa onde trabalha sem limitar essas participações a determinados departamentos.
Quando as empresas enfrentam alguma crise ou precisam resolver algum problema, geralmente contratam consultores externos em vez de buscar soluções dentro da própria companhia. As empresas estão cheias de pessoas com excelentes ideias, só que essas ideias não são aproveitadas na prática por diversos motivos. Pode ser que a ideia seja fantástica, mas seu criador talvez não tenha atitude, não tenha coragem de mostrá-la, ou talvez a ideia seja de um funcionário que é rejeitado pelos demais, que é excluído dentro da própria organização, pelas mais diferentes razões.
Às vezes, por outro lado, a ideia é ótima, mas quem a tem não sabe apresentá-la no momento certo, da maneira certa, para a pessoa certa. Entretanto, na maioria dos casos, o principal problema está exatamente na pessoa que recebe a nova ideia. É comum que os gerentes não busquem nem aprovem novas ideias simplesmente porque elas são capazes de mudar todo o procedimento e a maneira de executar determinadas atividades. Afinal, uma mudança geralmente implica a criação de novas regras, novas condutas, novos mecanismos, novas ações internas e externas e tudo isso dá trabalho – quando não resulta na mudança de posições, cargos ou mesmo em demissões.
Muitos diretores e gerentes não querem ter mais trabalho nem correr o risco de assumir a responsabilidade por uma mudança, mesmo que seja para facilitar sua própria vida, eliminar entraves, motivar as pessoas do departamento, aumentar a produtividade da empresa, ampliar sua visibilidade e contribuir para que ele cresça na organização. Cuidado: esses funcionários estão com o freio de mão puxado e também estão puxando o freio da empresa.

O elefante e a corda

Eis o procedimento adotado pelos treinadores de circo, para que os elefantes jamais se rebelem – e eu desconfio que isso também se passa com muita gente.
Ainda criança, o bebê elefante é amarrado, com uma corda muito grossa, a uma estaca firmemente cravada no chão. Ele tenta soltar-se várias vezes, mas não tem forças suficientes para tal.
Depois de um ano, a estaca e a corda ainda são suficientes para manter o pequeno elefante preso; ele continua tentando soltar-se, sem conseguir. A esta altura, o animal passa a entender que a corda sempre será mais forte que ele, e desiste de suas iniciativas.
Quando chega a idade adulta, o elefante ainda se lembra que, por muito tempo, gastou energia à toa, tentando sair do seu cativeiro. A esta altura, o treinador pode amarrá-lo com um pequeno fio, num cabo de vassoura, que ele não tentará mais a liberdade.

Os limites de cada um

A mensagem de hoje é especialmente destinada aos "workaholics", ou os viciados em trabalho. Certa vez o publicitário Washington Olivetto disse em uma entrevista que trabalhar em excesso a ponto de perder os fins de semana e todo o seu tempo livre não é exatamente um mérito, mas um sinal de incompetência. É preciso saber distinguir se você está trabalhando demais porque precisa, porque não está conseguindo organizar seu tempo de forma adequada ou porque está assumindo mais compromissos do que é capaz de cumprir.
Se o descanso não é uma de suas prioridades, deveria ser. Quem nunca tem tempo de relaxar e dedicar-se a algum hobby ou interesse pessoal não consegue recarregar as baterias e encontrar a energia e a criatividade necessárias para lidar com os desafios do dia a dia de forma produtiva. E acaba se tornando prisioneiro de um círculo vicioso: trabalha demais porque não consegue dar conta de tudo e não consegue dar conta de tudo porque trabalha demais.

Lidando com o Sadim

Você já tentou conversar com alguém que, em vez de prestar atenção no que você diz, fica o tempo todo preocupado com o que ele vai dizer? Que o interrompe a cada segundo e fala sem parar? Então cuidado: essa pessoa pode ser um Sadim. Sadim significa Midas ao contrário. É aquela pessoa que, em vez de transformar em ouro tudo o que toca, tem o dom de arruinar as coisas nas quais põe a mão.
Conversar com o Sadim não costuma ser muito agradável. Sua maior preocupação é mostrar o quanto ele é inteligente e brilhante. Como não possui nenhum “desconfiômetro”, ele nem se dá conta do quanto está sendo chato. Só tem um jeito de fazê-lo ficar quieto: experimente fazer com que o Sadim assuma alguma responsabilidade. Nessa hora, ele vira um ator de primeira: sabe como ninguém fingir-se de morto.

Como não perder o propósito

Ao longo de toda minha trajetória profissional, não foi apenas o sucesso que me deu prazer. Também senti prazer com as diferentes etapas que me fizeram chegar lá: as pessoas que conheci, os desafios a serem superados, as lições que aprendi, enfim, tudo o que faz parte do processo de transformar uma ideia num negócio de sucesso é, para mim, algo que acelera a adrenalina, que me entusiasma e que me serve de motivação.
Por outro lado, quem busca o sucesso pelo sucesso, sem desfrutar e aprender no caminho, corre o risco de se tornar um eterno insatisfeito. Pessoas assim transformam as vitórias em vício: seu objetivo não é realizar, mas apenas vencer a qualquer custo. Com isso, acabam perdendo um elemento essencial dos verdadeiros empreendedores: o propósito.

Espírito empreendedor

Você tem o hábito de fazer o mínimo necessário no seu trabalho? Acha que ganha mal e não é pago para se esforçar? Então tenha cuidado, porque essas não são as atitudes típicas de um intra-empreendedor. O intra-empreendedor é aquela pessoa que se destaca como empreendedor em seu ambiente de trabalho. Ele nunca faz corpo mole por achar que ganha pouco ou porque não gosta do chefe. Pelo contrário. É nessas horas que ele se esforça ainda mais para superar a situação.
O intra-empreendedor jamais sabota a empresa em que trabalha. Ele sabe que, se fizer isso, estará se sabotando junto com ela. Muitas pessoas dizem: “Se está tudo tão ruim, por que eu vou me esforçar?” Mas o intra-empreendedor diz: “Está tudo tão ruim, é por isso mesmo que eu vou me esforçar”.

Obstáculo ou pretexto?

Uma jovem bailarina certa vez teve a chance de realizar seu grande sonho: participar de uma seleção de bailarinos para o corpo de dança do Teatro Municipal. Ela preparou-se bastante, porém, ouviu da pessoa encarregada da seleção a seguinte frase: “Você vai ter que fazer muito mais do que isso se quiser dançar conosco”. De repente, todos os seus sonhos ruíram. Ela abandonou o balé e passou a vida amargurada, culpando a pessoa que, a seu ver, havia destruído sua carreira.
Anos depois, voltou a encontrar essa pessoa e lhe disse: “Por causa daquela sua frase eu abandonei a dança”, ao que o outro lhe respondeu: “Engraçado, eu digo isso a todas as bailarinas que vem fazer o teste, e todas voltam para mostrar que podem dançar melhor. Você foi a única que desistiu”. Pense nisso na hora de lidar com dificuldades nos negócios ou na carreira: não transforme obstáculos em pretextos para desistir.
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