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José Ferreira Gomes
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http://www.fc.up.pt/pessoas/jfgomes/
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Uma personalidade forte imprime uma liderança firme e incontestada e consegue o alinhamento de toda a instituição para uma transformação serena para o que de melhor se faz no ensino superior europeu, algo que não passava de uma miragem distante quando Alberto Amaral regressou de Cambridge com o seu doutoramento em Química Teórica em 1969.
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Temos juventude nas universidades, mas elas continuam envelhecidas. Corremos o risco de estar a alimentar um processo de seleção negativa para o nosso futuro.
A solução poderá passar por um novo estatuto de carreira universitária para docentes-investigadores, mas precisamos também de um modelo de financiamento das universidades com duas vias, uma para o ensino e outra para a investigação.
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Os TeSP têm um papel importante no mercado de trabalho espanhol e francês e representam uma componente muito importante do acesso ao ensino superior, representando cerca de 20% dos estudantes inscritos. Note-se que isto significa ser a opção de entrada no ensino superior para perto de 50% dos jovens.
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Terminado o sistema binário, a educação superior portuguesa não vai competir com os nossos vizinhos espanhóis ou franceses, nem com os brasileiros onde o mestrado mantém o cariz de investigação de raiz americana. Mas talvez seja suficiente para o novo emprego “qualificado” que tem sido gerado em Portugal e muito celebrado pelos agentes políticos.
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Até quando deveremos manter a pretensão de um sistema binário que foi o sonho inicial de Veiga Simão e parecia consolidado no virar do milénio? Assistimos hoje a algumas cedências e poderá ser preferível assumir o seu fim para gerir mais eficazmente um sistema único que sirva melhor as necessidades dos portugueses.
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Até quando deveremos manter a pretensão de um sistema binário que foi o sonho inicial de Veiga Simão e parecia consolidado no virar do milénio? Assistimos hoje a algumas cedências e poderá ser preferível assumir o seu fim para gerir mais eficazmente um sistema único que sirva melhor as necessidades dos portugueses.
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O Governo não foi capaz de passar à regulamentação qualquer diferenciação entre o objeto e os objetivos do doutoramento universitário e do politécnico. Ao alargar o conceito de I&D do Manual de Frascati da OCDE, “incluindo um leque alargado de atividades de investigação derivadas da curiosidade científica a atividades baseadas na prática e orientadas para o aperfeiçoamento profissional”, está a amalgamar coisas muito diferentes e a desistir da diferenciação entre universidades e institutos politécnicos que parece ter pretendido reforçar no passado
Doutoramentos politécnicos
Doutoramentos politécnicos
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Terá o legislador a intenção de, discretamente, encurtar os percursos universitários de 5 para 3 anos? Escaparão apenas os cursos que conduzem a profissões protegidas por diretivas europeias! Estaremos a cumprir o objetivo “economicista” de que a Reforma de Bolonha foi tão acusada anos atrás? Acabarão os estudantes por pagar propinas livres nos novos mestrados que ficam isentos do limite legal de cerca de mil euros? Terá o legislador a intenção de suavemente acabar com os cursos universitários, encaminhando todos os estudantes para cursos de licenciatura profissionalizante de 3 anos?
O fim dos mestrados integrados
O fim dos mestrados integrados
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O planeamento a médio prazo e a consensualização política das estratégias nacionais e do seu financiamento seriam tarefas suficientes. Só assim evitaríamos a navegação à vista e a ameaça de que todo o sistema venha a encalhar no areal. A ameaça não é já de algum rochedo submarino não mapeado (que também os há). As ameaças estão à vista de todos. Menos de quem tem a responsabilidade de segurar o leme.
Afinal para que serve um MCTES
Afinal para que serve um MCTES
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Na avaliação das unidades de investigação FCT em curso perde-se uma oportunidade de marcar este novo território. Missões diferentes exigem critérios diferentes e painéis de avaliação diferentes que desenvolvam noções diferentes de excelência.
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