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Doney Stinguel
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“O ferro e o fogo não são instrumentos adequados para combater os erros e instruir ou converter os espíritos dos homens.”
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“Seja qual for a origem da sua autoridade, porque é eclesiástica, deve exercer-se no interior das fronteiras da igreja e não pode de modo algum alargar-se às questões civis, uma vez que a própria igreja é absolutamente distinta e separada do Estado e dos assuntos civis. Os respectivos limites estão fixos e imutáveis.
Quem confunde duas sociedades tão diferentes pela sua origem, pelo seu fim, pelo seu objecto, mistura as coisas mais diametralmente opostas, o céu e a terra.”
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“Uma única coisa une o povo para a revolta: a opressão.”
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Mais em:
http://listadelivros-doney.blogspot.com.br/2017/05/carta-sobre-tolerancia-john-locke.html

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“Deus, se é que existe, deve estar fazendo sinais-da-cruz lá de cima.”
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“Não é do ócio que preciso, mas sim do direito de trabalhar naquilo que quero.”
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“A esta altura nenhum de nós tem mais remédio.”
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“Quem não se sente atraído pelo próprio passado?”
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“A experiência e o vigor são simultâneos por muito pouco tempo.”
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“Quando um sujeito já nasce podre, não há educação que o endireite.”
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Mais em:
http://listadelivros-doney.blogspot.com.br/2011/04/tregua-mario-benedetti.html


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A revelação em detalhes cinematográficos dos crimes do Aécio Neves e Michel Temer deixa os integrantes de Curitiba da força-tarefa da Lava Jato numa situação desconfortável.
Ao longo dos últimos meses, Aécio e Temer foram citados em dezenas de depoimentos de réus, delatores e investigados da Lava Jato. Os dois também apareceram em conversas gravadas pelos operadores dos esquemas de propinas na Petrobrás, Furnas, CEF e em outras estatais.
Apesar disso, o braço curitibano da Lava Jato nunca encontrou motivos para investigá-los.
As gravações do tucano-peemedebista Sérgio Machado, publicadas em maio de 2016, são memoráveis. Nelas, Jucá explicou que o objetivo da camarilha integrada por ele próprio com Temer, Cunha, Padilha, Geddel e Moreira Franco – todos com apelidos nas planilhas de propinas da Odebrecht – era derrubar a Presidente Dilma para estancar a Lava Jato.
O juiz Moro, para justificar a fotografia em que ele e Aécio gargalham como hienas em evento da revista IstoÉ de dezembro de 2016 que reuniu Temer e a nata política e empresarial do golpe [7 meses após as gravações de Sérgio Machado virem a público], disse: “Foi um evento público, e o senador não está sob investigação da Justiça Federal de Curitiba. Foi uma foto infeliz, mas não há nenhum caso envolvendo ele”.
Em entrevista em março passado, o procurador Dallagnol tentou explicar da seguinte maneira os motivos para não investigar os políticos do PSDB: “Não tem como achar na Petrobrás corrupção de um diretor ou presidente [tucano] até porque não existia diretores do PSDB”.
Detalhe: o autor do power point infame contra Lula conhecia, há muito tempo, as denúncias de que US$ 23 milhões roubados por José Serra foram depositados na Suíça, e que Aécio teria recebido R$ 50 milhões de propinas da Odebrecht.
Moro praticou o que poderia ser considerado “camaradagem processual” ao impugnar 21 das 41 perguntas que Eduardo Cunha encaminhou para Temer responder como testemunha. Através das perguntas, que denotavam conhecimento íntimo, por Cunha e Temer, do funcionamento da organização criminosa, Cunha mandava recados e subliminarmente fazia chantagens – como, por exemplo, continuar participando da distribuição do butim abocanhado pela camarilha, mesmo preso [aquilo que, sabe-se agora, Temer confirmou a Joesley Batista: “Temos que manter isso, viu?”].
Moro agiu como advogado de defesa do Temer, não como juiz de direito. No despacho de novembro de 2016, apesar da profusão de delações da Odebrechet e das inúmeras menções ao papel do Temer nos esquemas de corrupção, Moro escreveu que “não há qualquer notícia do envolvimento do Exmo. Sr. Presidente da República nos crimes que constituem objeto desta ação penal”.
Em entrevista em fevereiro passado, Moro considerou o roteiro das perguntas elaboradas um “episódio reprovável” de “tentativa de intimidação da Presidência da República”.
Depois do escândalo que levará Temer à renúncia ou ao afastamento, um Moro cara de pau sustenta que “não havia, na época da decisão, qualquer notícia do envolvimento [sic] de Temer nos crimes que constituem o objeto daquela ação penal” [18/5/2017].
Como se observa, na República de exceção do juiz e dos procuradores de Curitiba, os corruptos e criminosos Michel Temer e Aécio Neves eram tratados como anjinhos, como santidades inocentes beneficiárias de uma elástica interpretação do princípio da presunção da inocência.
A revelação dos crimes mais recentes que Aécio e Temer continuaram cometendo, de assalto ao Estado, só teve o alcance merecido porque a delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista não passou por Curitiba. Por isso, não puderam ser seletivamente escondidos.
Os fatos autorizam pensar que o braço curitibano da Lava Jato Moro protegia Aécio e Temer, que tem o efeito de proteger o golpe e a oligarquia golpista. No mínimo, é testemunho da parcialidade e da seletividade da Lava Jato.

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Eu não sei se está claro a todos o nível de podridão exposta. Não foi só o Temer e o Aécio Neves (presidente nacional do PSDB, frise-se), terem sido pegos, com a boca na botija, com tudo devidamente exposto com provas irrefutáveis da corrupção, obstrução de justiça, tráfico de influência, etc. Há gravações, rastreio do dinheiro da corrupção – até com número das cédulas. É batom na cueca, é indiscutível, o governo temerário acabou, mas não é só isto.
Meus caros: de maneira comprovada, o senhor AÉCIO NEVES TRAMOU O ASSASSINATO do delator que o entregaria. Aécio já tinha o assassino (vulgo “Fred”), e pedia no diálogo gravado o auxílio de mais uma pessoa para matar o delator.
Vocês compreendem a gravidade de um fato desses? Gente, Aécio não é só um corrupto comum: ELE É UM GÂNGSTER.
Dá pra imaginar que um bandido, um meliante como esse recebeu 51 milhões de votos para ser presidente da república do Brasil? É de fazer corar.
Agora façamos uma reflexão.
No primeiro mandato da Dilma, o Brasil teve a segunda menor taxa de inflação média da história (6,1%, só maior do que os 5,1% do segundo mandato do Lula). Outrossim, tivemos ao final de 2014 a menor taxa de desemprego da história (4,3%).
Como nosso país está agora? Em frangalhos – justamente por conta desta malta apodrecida que deu o golpe e agora foi exposta à luz. Os provocadores de toda a crise política e econômica que desestabilizou o Brasil o fizeram com objetivo óbvio, queriam se aboletar do poder para entregar o pré-sal e a petrobrás, congelar investimentos públicos (mas não a bagatela de juros com especuladores), destruir as leis trabalhistas, basicamente eliminar a possibilidade de nos aposentarmos, bloquear a lava-jato, etc. Tudo urdido para beneficiar a elite infecta, a casta apodrecida que sempre se aboletou nas costas do trabalhador brasileiro.
Foi esta quadrilha hoje exposta que sabotou o governo legitimamente eleito, que não a deixou governar. Dilma, conquanto tenha defeitos, é uma mulher séria – diferentemente dos que a apearam do poder naquela tragédia burlesca que foi a votação do impeachment na câmara, capitaneada por um quadrilheiro de quatro costados que é o senhor Eduardo Cunha. Quem assistiu aquilo e mantém alguma réstia de caráter em si mesmo, viu que ali não se fazia justiça alguma. Foi uma ópera de bufões, um carnaval deplorável ao nível do ridículo.
No fim, o que fica claro, é que a Dilma caiu por um motivo muito simples: ser correto quando todo mundo ao seu redor é sujo, torna você o incorreto.

Eu só espero agora que as pessoas de boa-fé que foram enganadas por esta quadrilha, que urdiu, conspirou, inviabilizou, destruiu o governo Dilma e por fim a derrubou num golpe patético, tenham a grandeza, a hombridade, a decência consigo próprios de RECONHECEREM QUE FORAM ENGANADOS.
Porque foram.
Sei que é tarefa árdua o chamado à reflexão que faço, sei que é muito difícil olhar para trás e verificar seu próprio equívoco. Porque no fim das contas, errar, todo mundo erra. Agora ser homem pra reconhecer que errou, não é pra qualquer um.

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“Conhece-te a ti mesmo é excelente preceito, mas só a Deus é dado pô-lo em prática. Quem mais pode conhecer a própria essência?”
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“Os tempos mais supersticiosos foram sempre os dos crimes mais horríveis.”
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“Que é a tolerância? É o apanágio da humanidade. Estamos todos empedernidos de debilidades e erros; perdoemo-nos reciprocamente nossas tolices, é a primeira lei da natureza.”
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Mais em:
http://listadelivros-doney.blogspot.com.br/2017/04/dicionario-filosofico-voltaire.html

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“Existem pessoas como o Imperador Honório, o qual, ao lhe levarem a notícia da perda de Roma, acreditou que fosse a sua galinha, que tinha este nome, o que o irritou mais do que a verdade.”
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“Não existe erro que não tenha tido os seus defensores.”
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“Sinto-me também obrigado a dizer, para fazer justiça ao gênero humano, que não existem tantas pessoas engajadas no erro como se pensa comumente; não que acredite que elas abraçam a verdade, mas porque na realidade, a respeito das doutrinas em torno das quais se faz tanta celeuma, não têm em absoluto opinião positiva, e além disso, sem nada examinarem e sem terem no espírito as ideias mais superficiais sobre o problema em foco, estão decididas a agarrar-se ao seu ponto de vista, como soldados que não examinam a causa que defendem: e se a vida de uma pessoa revela que ela não tem nenhuma consideração sincera pela religião, basta-lhe ter a mão e a língua prontas a defender a opinião comum para tomar-se recomendável àqueles que lhe podem dar apoio.”
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Mais em:
http://listadelivros-doney.blogspot.com.br/2017/04/novos-ensaios-sobre-o-entendimento_30.html

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Eduardo Galeano, no delicioso livro Futebol ao sol e à sombra, relata a pergunta de uma jornalista à teóloga alemã Dorothee Solle:
“– Como a senhora explicaria a um menino o que é a felicidade?
– Não explicaria – respondeu. – Daria uma bola para que jogasse.”

Pois bem, esta foto é mais ou menos este conceito materializado numa imagem.

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