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Pedro Magalhães
Works at Institute of Social Sciences of the University of Lisbon
Attended Ohio State University
Lives in Lisbon Portugal
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Pedro Magalhães

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Claro. Mas isso é um problema que não se sabe bem como resolver. Para além de possíveis problemas de limpeza dos óbitos dos cadernos (que julgo não serem muito graves), há o problema das pessoas que vão para fora do país mas não mudam residência. Como se resolve isso? Não sei.
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João Nascimento's profile photo
 
Obrigatório,seria pelo menos, dentro do nosso Território, no estrangeiro; os  nosso Embaixadores ,teriam que tentar  resolver a situação,mais favorável para os nossos ,emigrantes
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Pedro Magalhães

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Tem toda a razão. Já acrescentei um post scriptum.
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Pedro Magalhães

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A abstenção elevada, que faz com que se captem intenções de voto que não se realizam no dia, é a principal candidata. Mas há outras coisas: as europeias são vistas como menos importantes: há menos empresas a fazer sondagens, menos dinheiro para as fazer, menos recursos empregados. Creio que é uma combinação dos dois factores. Falamos aqui nisso: http://www.spestatistica.pt/attachments/article/101/Boletim%20de%20Primavera%20(2011).pdf#page=39
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Pedro Magalhães

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Olá. A sub-amostra de pessoas que se afirmaram simpatizantes do CDS é muito pequena e, nessa, ninguém optou pela 3ª opção de resposta.
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Pedro Magalhães

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Rui, excelente e muito obrigado. Só uma nota pequena para dizer que "Severe material deprivation rate is defined as the enforced inability to pay for at least four of the above-mentioned items." Também acrescentar que domino mal estes indicadores, mas que o menu de indicadores disponíveis aqui é bastante mais completo - http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/income_social_inclusion_living_conditions/data/database - mas mesmo assim não parece responder à maior parte das tuas dúvidas. Mas era preciso alguém que dominasse isto bem e eu não sou essa pessoa, por isso tratei os mais "genéricos": pobreza e desigualdade, e também o da privação para ter uma medida que não fosse "relativa". Creio também que a questão que tu e o João levantam é para mim (ou seja, do ponto de vista das questões políticas que mais me interessam) a mais interessante: será que as nossas políticas de austeridade foram mais "targeted" de forma não afectar tanto os segmentos mais desfavorecidos, em comparação com os outros países da "austeridade"? Não sei, mas os resultados sugerem que sim. Se sim, porquê? Dito isto, entre esse "design" e os efeitos aqui medidos medeia tanta coisa que o próprio ponto de partida para a questão pode ser equívoco...
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Rui Cerdeira Branco's profile photoPedro Cardoso's profile photo
2 comments
 
Caro Pedro Magalhães,
Achei esta comparação muito interessante e a questão que coloca pertinente.
Eu vivi na Grécia de 2007 a 2010. Desde 2010 estou a viver no Brasil, mas em todo esse período acompanhei de perto a situação portuguesa.
Se a questão se coloca quanto aos programas de ajustamento, o mais correcto seria "puxar" as linhas de cada um dos países de forma a sincronizar o momento do primeiro pedido de resgate. Assim, algures em 2010 (Grécia) <> algures em 2011 (Portugal) <> algures em 2011 (Irlanda), e já não me recordo da data do primeiro acordo para Espanha e Itália (que acabam por não ser programas formais mas que têm igualmente exigências). O que aconteceu em diante dessa data 0 revela as consequências dos ajustamentos. Sem isso, é impossível responder à questão que coloca, uma vez que há um desfasamento no tempo entre os diferentes países. Pela minha experiência, o que se passou em Portugal em 2013 tem algumas semelhanças com o que se passou na Grécia em 2011.
Cumprimentos,
Pedro
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Pedro Magalhães

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Nova sondagem, novas estimativas no POPSTAR.
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Uma nova sondagem com intenções de voto em legislativas e avaliação da actuação dos principais líderes políticos. As intenções de voto: PS: 35,8% PSD: 26,2% CDU: 16,6% BE: 5,5% CDS-PP: 2,3% A nossa estimativa, usando a informação desta e das restantes sondagens (entre parêntesis, comparação com resultados da anterior estimativa): PS: 36,3% (=) PSD: 26,9%…
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Pedro Magalhães

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Um comentário de um leitor que não conseguiu fazê-lo aqui:

"Em primeiro lugar agradeço toda a informação relevante sobre sondagens que vai sendo colocada neste blog. É de facto uma referência em termos de qualidade de informação.
Quanto a estas sondagens e aos resultados finais tenho a fazer as seguintes considerações:
1. O fator mais perturbador nos resultados finais acaba por ser o desabamento da campanha de Maria de Belém. Seria interessante perceber-se o que aconteceu aos votos que ficaram à deriva como resultado do abandono do apoio a esta candidata por parte de uma larga quantidade de votantes. Quanto deles terão ido para Marcelo, quantos deles se terão abstido, quantos deles terão ido para outros candidatos?
2. Na análise das 11 sondagens existentes existe uma que disfarçadamente parece ser muito diferente das outras. Confesso que a mim parece-me mesmo manipulada. Refiro-me à sondagem inicial da Eurosondagem em Novembro que dá Marcelo com 48%. É uma sondagem que dá um valor aberrante naquele momento em que foi feita. Provavelmente Marcelo teria mais de 60% de apoio nessa altura. Ao começar com um valor tão baixo para Marcelo, a Eurosondagem deu-se ao luxo de conseguir que nas suas 3 sondagens seguintes este candidato estive sempre a subir. Quando claramente a tendência de Marcelo foi de descida ao longo da campanha e pré-campanha.
3. Fazendo uma regressão linear da percentagem de Marcelo contra os dias em falta para a eleição (considerando o dia médio da recolha de cada sondagem) obtém-se:
Marcelo=52.765+0.088dias,
com valor-p 0.145 para o efeito dos dias e R^2 ajustado=0.134.
O problema deste modelo é que a observação consistindo da tal primeira sondagem da Eurosondagem tem uma distância de Cook maior que 1, o que é uma raridade em termos de análise de dados. Basicamente, o que quer dizer na prática é que acaba por ter uma influência grande no modelo final obtido.
4. Excluindo a observação referida obtém-se o seguinte modelo:
Marcelo=51.83+0.159dias,
com valor-p 0.001 para o efeito dos dias e R^2 ajustado=0.7181.
Este já é um modelo com muito mais qualidade de ajustamento aos dados e que no fundo prevê uma votação de 51.83% para Marcelo, a qual se revela ao fim bastante realista.
5. Suspeitando de um comportamento distinto entre as sondagens da Eurosondagem e as outras sondagens, podemos fazer uma regressão linear incluindo a variável dicotómica euro (ser da Eurosondagem) e considerar a interação entre dias:euro. Obtemos assim o modelo:
Marcelo=51.678+0.174dias+euro*(4.576-.290dias),
sendo aqui todos os efeitos significativos e obtendo um R^2 ajustado=0.893.
Na prática as sondagens que não da Eurosondagem preveriam:
Marcelo=51.678+0.174dias,
isto é, Marcelo a cair um ponto percentual a cada 5.7 dias e a obter 51.7% no dia da eleição.
Por outro lado a Eurosondagem preveria:
Marcelo=56.254-0.115dias,
isto é, Marcelo a subir(!) um ponto percentual a cada 8.7 dias e a obter 56.3% no dia da eleição.
http://s11.postimg.org/n8hubrz0j/modelo.png
6. Em conclusão, há algo suspeito nas sondagens da Eurosondagem. O Pedro Magalhães já tinha apontado o facto de Tino aparecer com 0,2% na última delas, o que era claramente estranho tendo em conta as outras. Não tenho facilidade em fazer uma análise política mas estou convencido que há razões para acreditar numa certa manipulação. Se houve ou não, obviamente não consigo afirmar."
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Pedro Magalhães

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Creio que qualquer coisa acima dos 42% poderá ser suficiente.
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Pedro Magalhães

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Obrigado pelo comentário, Francisco. É verdade que as telefónicas têm os seus problemas, mas também têm a vantagem de um controlo mais apurado sobre o trabalho de campo. No final, o que eu gosto é de ver diversidade metodológica, o que nos ajuda a perceber se um resultado está dependente disso ou não... Um abraço.
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Pedro Magalhães

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Hi Jorge. Thanks for the comment. It's a simple average, as I had explained in a previous post. Of course, the average could be weighted by sample size, and there's a large number of other things we could do, as we do in popstar.pt for the legislative election polls (see here: http://www.popstar.pt/qanda.php#tendencias). But I haven't got around to that, and anyway, these polls have been so unstable that I'm waiting for the moment we get closer to the election to start considering anything more serious with these figures.
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Jorge Cardoso Leitão's profile photo
 
"But I haven't got around to that, and anyway, these polls have been so unstable that I'm waiting for the moment we get closer to the election to start considering anything more serious with these figures." Good point.
Was just a minor idea, we used that when predicting the German elections, http://spectropolitics.blogspot.de/. Maybe I will try the Bayesian approach when the these polls are more stable. :-) BTW, I like the popstar project alot!
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Pedro Magalhães

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Os valores apresentados no post ("efeitos nos nossos resultados") são o do agregador de sondagens do POPSTAR. A sondagem atribui 1,5% ao CDS e 17,2% à CDU.
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Pedro Magalhães

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Nova sondagem e actualização das estimativas no POPSTAR,
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Nova sondagem, desta vez da Eurosondagem, medindo intenções de voto e avaliações da actuação dos líderes político-partidários. Impacto reduzido nas nossas estimativas: PS: 36,5% (+0,2) PSD: 26,5% (-0,4) CDU: 12,3% (-0,4) CDS-PP: 7,5% (+0,1) BE: 6,4% (-0,2) Leituras possíveis de médio prazo: * Tendo subido continuamente nas intenções de voto até ao final de 2012,…
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A political scientist working at the Institute of Social Sciences in Lisbon
Education
  • Ohio State University
    Political Science, 1995 - 1998
  • ISCTE-Lisbon
    1988 - 1994
Basic Information
Gender
Male
Work
Occupation
Political scientist
Employment
  • Institute of Social Sciences of the University of Lisbon
    Researcher, 1999 - present
Places
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Currently
Lisbon Portugal
Previously
Washington DC - Columbus OH
Very nice, also seems very different from most other Ávila restaurants, a good experience.
Public - a year ago
reviewed a year ago
Extremely nice staff, comfortable rooms, perfect location away from crowds and noise but still quite close to cathedrals and Plaza Mayor, not to mention San Esteban.
Public - a year ago
reviewed a year ago
Very good tapas, perfect location.
Public - a year ago
reviewed a year ago
Very good pizza and pasta, also the fiori di zucca are highly recommended. Service on the slow side, like everywhere else in Rome, it seems, but waiters nice and accommodating. Overall, a very good experience.
Public - 2 years ago
reviewed 2 years ago
23 reviews
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That hot chocolate hit the spot.
Public - a year ago
reviewed a year ago
Close to Vatican Museum, very nice ice cream.
Public - 2 years ago
reviewed 2 years ago
Excellent place to have lunch either before or after the Vatican Museum craziness. Close to the Museum entrance but without hordes of tourists. We had very good pasta, artichokes, milaneza cutlet. Our kids were very nicely treated. Highly recommended.
Public - 2 years ago
reviewed 2 years ago