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POR: ALEXANDRE VIANA
Não se enganem, senhores! O que estas fábricas de pastores estão entornando no mercado religioso não são, de fato, pastores, mas apenas robocops dos púlpitos, programados para repetir a ladainha dos seus mentores; papagaios de pirata, desprovidos de personalidade, treinados para reproduzir não apenas a mensagem de seus líderes, mas também seu tom de voz, seus trejeitos e cacoetes. São peões de obra em ministérios megalomaníacos, cuja missão é animar auditório, produzir gente robotizada, bater metas financeiras que banquem os projetos pessoais de seus gurus. São gerentes de franquias que só oferecem fastfood religioso. Seu guia não é a Bíblia, mas livros de autoajuda que abundam no mercado literário gospel. Em vez de se atualizarem teologicamente, preferem buscar modelos que dão certo, que garantam rentabilidade e crescimento vertiginoso. O que importa, afinal, não é o que é certo, mas o que dá certo. Maquiavel é o seu patrono.

Pastores não são feitos no atacado. Não são montados com peças pré-fabricadas como numa linha de produção da Ford. Antes, são feitos artesanalmente, um a um, pelo supremo oleiro, modelados e levados ao forno das provações. Não são provenientes dos seminários, mas do discipulado. Não estão preocupados em demonstrar erudição bíblica citando de cor versículos que justifiquem suas preferências doutrinárias. Preferem demonstrar amor no trato com o seu semelhante. Em vez de citar passagens bíblicas, buscam encarná-las em seu viver diário. Não incitam o ódio entre os diversos grupos humanos, mas patrocinam o diálogo respeitoso entre eles, mesmo não concordando com suas práticas. Não almejam dominar, mas servir. Nem mandar, mas ser exemplo. Não escondem suas limitações, disfarçando-as num discurso moralista, mas assumem-nas, deixando claro que ainda estão em fase de acabamento. Em vez de fingir perfeição, pautam pela coerência. Em vez de perseguirem o sucesso a qualquer custo, esmeram-se para ser fiéis.

A palavra chave do ministério pastoral não é glamour, mas renúncia. O pastor genuíno não almeja ser carregado num andor, e sim, carregar sua própria cruz. Sua obsessão não são os holofotes, mas fazer com que Cristo cresça enquanto ele diminua até desaparecer.

Quando dois pastores se encontram, não perguntam quanto tem sido arrecado em seus cultos e sim quantas vidas têm sido alcançadas pelo amor de Cristo. Não competem entre si para ver quem atinge maior popularidade. Não se cartam de suas conquistas materiais. Não contam vantagens para se sobressaírem Em vez disso, buscam estimular uns aos outros com suas experiências obtidas com suor e lágrimas, na dependência de Deus.

Mesmo em seu dias de folga, pastores de verdade não deixam de ser pastores. Eles não tiram férias de Deus e de Sua obra. Estão sempre disponíveis, com seus celulares ligados para atender a qualquer pessoa que lhe recorra em busca de socorro. O púlpito que usa não é pedestal ou vitrine de onde exibe seus dotes, mas “altar” onde oferece sua vida em sacrifício por amor ao rebanho que lhe foi confiado. Ocupá-lo é muito mais que um dever, um privilégio, um prazer inigualável, um voto de confiança dado por Aquele que o chamou.

Ao cuidar do rebanho, o pastor declara seu amor por jesus Cristo, consciente de que um dia terá que prestar contas de cada uma de suas ovelhas, da maior à menor, da mais rica à mais pobre. Ele não as trata de acordo com a contribuição que dão, mas de acordo com alto preço pago por suas almas na Cruz.

O privilégio de servir a Deus no pastorado é tão grande que estou certo de que se necessário fosse, um pastor verdadeiro se disporia a pagar qualquer preço. Não por esperar retorno, visto não ser um investimento. Mas exclusivamente por amor as almas, Não são poucos os pastores que são obrigados a trabalhar em serviços seculares por não quererem onerar a igreja. Outros, por se dedicarem em tempo integral, são mantidos pela igreja. Ambos são igualmente honrados, pois não servem a Deus por dinheiro. Porque quem assim o fizer, servirá ao diabo por um salário maior.

Apesar de a classe estar tão desvalorizada, sinto-me honrado por ter sido escolhido para o desempenho deste serviço. Se há muitos falsos pastores no mercado religioso atual, há também inúmeros pastores segundo o coração de Deus que sofrem na pele todo tipo de discriminação e preconceito por causa daqueles. Esses santos homens de Deus devem ser honrados e amados tanto por seu rebanho quanto por seus colegas de ministério.

Que Deus levante cada vez mais homens comprometidos com o Seu Reino e Sua justiça, que amem a Deus e ao Seu rebanho muito mais que à sua própria vida.

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Fico imaginando, o que aconteceu, com nossas Igrejas, é muito triste o que vemos no cenário nacional, já parou para observar o comportamento das igrejas evangélicas no Brasil?
Dizem que somos o povo do avivamento, que o Brasil é um celeiro de cristãos, com um potencial enorme para evangelizar o mundo! Será?
Realmente, o Brasil é uma das nações onde as igrejas evangélicas mais crescem, mas crescem em qualidade ou em quantidade? São números impressionantes, como dizem alguns, “números Evangelásticos”, e realmente impressiona , a forma como cresceu e cresce a igreja evangélica em nosso País, mais infelizmente, o que muito me entristece, é constatar que quanto mais cresce em números, menor é a qualidade de nossas igrejas e consequentemente dos nossos irmãos que seguem cada vez mais, igrejas pobres e desnutridas espiritualmente, templos muitas vezes riquíssimos belos e imponentes, mais espiritualmente doentes, consequentemente, geram crentes doentes também, não quero ser pessimista, mais é o que enxergo quando olho para o quadro em que se encontram nossas igrejas, de um lado vemos, Igrejas neopentecostais e algumas Pentecostais pregando uma prosperidade louca, que gera um monte de cristãos egoístas, correndo em busca de uma riqueza material, que se não alcançam, logo abandonam a fé, frustrados por não conseguir o que buscavam, muitas das vezes taxados por culpados por seus lideres, que afirmam; se não conseguiu é porque não tem fé. Outros em busca de um milagre urgente em Igrejas que vivem de explorar o desespero das pessoas que sofrem a dor de uma doença, muitas das vezes desenganadas pela medicina, e DEUS realmente cura, ele é misericordioso e cura a pessoa independentemente de quem está orando por ela, o nosso Deus realmente cura, o problema é que certos pastores que tentam levar a fama de curandeiros, esquecem que DEUS não divide a glória dele com ninguém, e que o evangelho que deve ser pregado é o evangelho da salvação, e não o da cura, pois se por algum motivo DEUS não curar o camarada ele nunca mais volta na igreja, e DEUS tem os seus propósitos em tudo, há pessoas que decepcionadas por não ter tido a cura imediata, nunca mais volta a igreja. De outro lado vemos as igrejas pentecostais enfatizando demais a busca do inacreditável, emocionante e sobrenatural, é óbvio que o sobrenatural acontecerá sempre em nosso meio, mais não pode ser o principal motivo de nosso culto, não da maneira que estamos querendo que seja, nossos cultos são pura emoção e pouca salvação, não dá para viver um evangelho assim, no culto pentecostal geralmente, os crentes se preocupam demais, em ver o sobrenatural, ser arrebatado, entregar ou buscar uma profecia, falar em línguas, sapatear, pular, fazer aviãozinho, e outras coisas mais, ou seja, queremos um culto extraordinário, que nos satisfaça e nos encha de paz e alegria, para sairmos renovados, nada contra , mais estamos fazendo culto pra crente. E os perdidos, como ficam?
E as igrejas históricas e tradicionais, que em busca de um “avivamento” que muitas das vezes não tem nada de espiritual, estão se perdendo também nesse cenário evangélico da atualidade, as igrejas tradicionais, sem dúvida crescem bem menos que as pentecostais e neo-pentecostais, e muita das vezes, em busca de um uma “renovação,” acaba se perdendo em meio a shows, louvorzão e outras coisas mais.
O problema é que a Igreja, seja ela Reformada, histórica, tradicional, pentecostal, neopentecostal ou o que for, ela precisa saber, que o papel da igreja, é ganhar alma para CRISTO, o problema é que em todos os exemplos que citei acima, em nenhum deles, se prega o verdadeiro evangelho de JESUS CRISTO, se enfatiza muito o financeiro, ou a cura, ou as bênçãos, ou á emoção, ou o entretenimento.
Estão esquecendo-se de dizer que só JESUS CRISTO SALVA, não estão pregando o evangelho da salvação, porque pensam eles: “não da ibope”
Os pregadores de hoje, estão querendo dizer o que o povo quer ouvir, e não o que o povo precisa ouvir, estão pregando um evangelho barato, que muitas vezes sai caro mesmo é pros seguidores deles.
Precisamos pregar o evangelho, que transforma, que confronta direto com o pecador, que faz o homem reconhecer o seu estado original, de pecador, se arrepender de seus pecados e entregar sua vida a CRISTO.
É simples, é só falar do pecado da justiça e do juízo, dizer ao homem que ele é pecador, mais que CRISTO, morreu para o salvar, que basta ele se arrepender, e CRISTO o salvará! O resto pode deixar com Deus! Que o ESPIRITO SANTO o enviará, pois ele é quem convencerá!
Vil como é simples, é só sair do pedestal,descer um pouco, se lembrar que o trabalho de conversão pertence a DEUS que somos apenas vasos na mão do oleiro.
O grande problema, é que esse tipo de pregação, salva o perdido, mais não dá muito retorno financeiro, como o tal evangelho da prosperidade por exemplo! E muitos pastores, preferem seguir o segundo caminho, mesmo conhecendo os perigos que estes representam.
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A política da corrupção
No Brasil, política e corrupção acabaram se tornando palavras agregadas. Todos os dias são inúmeras matérias publicadas falando de desvio de verbas, superfaturamento de obras e tantos outros crimes cometidos pelos políticos, que deveriam usar o poder para ajudar a população.


A palavra corrupção deriva do latim corruptus, que, numa primeira definição, significa “quebrado em pedaços” e em um segundo sentido, “apodrecido; pútrido”. Em uma definição ampla, corrupção política significa o uso ilegal – que pode ser por parte de governantes, funcionários públicos ou privados – do poder político e financeiro de órgãos ou setores governamentais com o objetivo de transferir renda pública ou privada de maneira criminosa para determinados indivíduos ou grupos de indivíduos ligados por quaisquer laços de interesse comum – negócios, localidade de moradia, etnia, entre outros.

A corrupção no Brasil vai muito além de um erro cometido uma única vez. A condição da política brasileira é baseada na acomodação da sociedade com a situação atual, na aceitação da corrupção como normalidade, na legislação defasada e complacente com os erros. As constantes denúncias de desvio das verbas públicas, divulgadas pela mídia, fazem com que a indignação dos cidadãos vá diminuindo, e, sem ser pressionados, os réus encontram métodos para se livrar das acusações.

Se ampliarmos para um quadro mundial, o Brasil está na 69º posição do Índice de Percepção de Corrupção da ONG Transparência Internacional. Vale salientar que o país tem um índice de 3,8 em uma escala que vai de zero – países vistos como muito corruptos – a dez – países com poucos corruptos – em um ranking de 180 países. Para ilustrar em números, de 2003 a 2008, quase 2.000 servidores públicos brasileiros foram expulsos do governo federal por cometer práticas ilícitas. Entre as principais causas da punição estão o uso do cargo para obtenção de vantagens, improbidade administrativa, abandono de cargo, recebimento de propina e lesão aos cofres públicos.

Os números ficam ainda mais impressionantes quando relacionamos com os dados monetários. Nos últimos dez anos, segundo matéria da revista Veja, foram desviados dos cofres brasileiros mais de R$ 720 bilhões, em média R$ 82 bilhões por ano ou 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período, a Controladoria Geral da União encontrou irregularidades em 80% dos 15.000 contratos firmados pela União com estados, municípios e ONGs.

Como é possível esquecer nomes como Anthony Garotinho, Jader Barbalho, Nicolau dos Santos – o Lalau, Paulo Maluf e Celso Pitta? Todos fazem parte da história do Brasil como políticos corruptos que desviaram milhões de reais dos cofres públicos. Além disso, o quadro atual mostra que muitos governantes entram na política apenas para beneficiar-se e não para trabalhar em prol da população.

É preciso que a população tenha a consciência de que a corrupção produz pobreza e impede o desenvolvimento do país. Com os valores já citados nesse texto, seria possível elevar a renda per capita em R$ 443 reais, pensar em erradicar a miséria e reduzir a taxa de juros.

Se questionarmos o que falta para o Brasil tornar-se uma potência mundial, diríamos que a resposta está na política.
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