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Espaço Húmus
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Conhece-te a ti mesmo
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As muitas bocas de Danica nos dão o poder de conhecer do que são feitas as canelas de quem migra, do que é feita a sensação de identidade. No final, o que se quer é um lugar para ser.

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Menina mulher da pele preta, dos brincos que cintilam, canta sobre o cotidiano de delícias e lutas de ter nascido mulher. É a mulher guerreira, que transa, que trabalha, que se traja e se enfeita. É feminista, mas no jeito dela; é uma militância de humor e lantejoula.

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Menina mulher da pele preta, dos brincos que cintilam, canta sobre o cotidiano de delícias e lutas de ter nascido mulher. É a mulher guerreira, que transa, que trabalha, que se traja e se enfeita. É feminista, mas no jeito dela; é uma militância de humor e lantejoula.

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Como falar de cidades invisíveis sem falar das que somente Ítalo Calvino viu, e fez o mundo ver, em seu livro heterônimo? Escolhi falar então de Fedora, cidade de pedras caladas, que tem em seu centro um palácio de metal. Em cada cômodo, há uma esfera azul. Ponha-as nas mãos. No miolo de cada bola cor do céu, uma Fedora diferente. Uma Fedora que poderia ter tido um bebedouro de elefantes ou o espiral de minarete em forma de caracol. São cidades supostas, dentro de uma cidade possível.

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Como falar de cidades invisíveis sem falar das que somente Ítalo Calvino viu, e fez o mundo ver, em seu livro heterônimo? Escolhi falar então de Fedora, cidade de pedras caladas, que tem em seu centro um palácio de metal. Em cada cômodo, há uma esfera azul. Ponha-as nas mãos. No miolo de cada bola cor do céu, uma Fedora diferente. Uma Fedora que poderia ter tido um bebedouro de elefantes ou o espiral de minarete em forma de caracol. São cidades supostas, dentro de uma cidade possível.

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No crepúsculo a calçada é toda disputada; cadeiras vermelhas se esparramam, nos pés sandálias ou chinelos. Sexta-feira é dia de sambar na rua. Sexta-feira é dia de sambar no Bixiga.

O grupo Madeira de Lei (que também atende por nomes como Samba do Namur, Boteco Samba de Rua e Samba do Bixiga), lota a rua Treze de Maio nas noites de sexta-feira. Os integrantes têm samba correndo nas veias há muitos anos. Quem os lidera é Namur (voz e tamborim), ícone da Vai-Vai e compositor do enredo do primeiro título que consagrou a Escola campeã, inspirado em Noel Rosa. Também participou com enredos e samba enredos nos anos seguintes, (81, 83, 86 e 87), e se orgulha por ter ajudado a consagrar a escola que hoje é detentora de 14 títulos no carnaval paulistano, a primeira da lista.

Soré (pandeiro), Chiquinho (tantan e voz), Reinaldo Moura (cavaco e voz), Zezinho (reco-reco) e André (violão) são os ilustres sambistas do conjunto, entre outros convidados. E quem quiser cantar e tocar, pode participar.

Madeira de Lei no Bixiga
Onde: Bairro do Bixiga
Rua Treze de Maio, 507 -- Bela Vista -- São Paulo
Horário: Toda sexta-feira, das 20h às 23h30
Grátis

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No crepúsculo a calçada é toda disputada; cadeiras vermelhas se esparramam, nos pés sandálias ou chinelos. Sexta-feira é dia de sambar na rua. Sexta-feira é dia de sambar no Bixiga.

O grupo Madeira de Lei (que também atende por nomes como Samba do Namur, Boteco Samba de Rua e Samba do Bixiga), lota a rua Treze de Maio nas noites de sexta-feira. Os integrantes têm samba correndo nas veias há muitos anos. Quem os lidera é Namur (voz e tamborim), ícone da Vai-Vai e compositor do enredo do primeiro título que consagrou a Escola campeã, inspirado em Noel Rosa. Também participou com enredos e samba enredos nos anos seguintes, (81, 83, 86 e 87), e se orgulha por ter ajudado a consagrar a escola que hoje é detentora de 14 títulos no carnaval paulistano, a primeira da lista.

Soré (pandeiro), Chiquinho (tantan e voz), Reinaldo Moura (cavaco e voz), Zezinho (reco-reco) e André (violão) são os ilustres sambistas do conjunto, entre outros convidados. E quem quiser cantar e tocar, pode participar.

Madeira de Lei no Bixiga
Onde: Bairro do Bixiga
Rua Treze de Maio, 507 -- Bela Vista -- São Paulo
Horário: Toda sexta-feira, das 20h às 23h30
Grátis
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