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 -- Lei Pimpão III - Dos Nós Cegos --
. Regulamenta as promessas dos nós cegos e faz outras restrições.

Parágrafo 1º - Disposições Iniciais
A categoria dos nós cegos é regida e identificada por seu alto grau de esperteza e inteligência nem tanto.
É uma luta constante de demonstração e divulgação do lema principal da categoria: “Trabalhar não compensa”.

Parágrafo 2º - Sobre as Embromações
. Todo nó cego deverá zelar para que suas embromações não se repitam nem se banalizem, mas se passem sempre, por novidade;
. Não são consideradas embromações as que - por indolência, despreparo ou preguiça – causem descontos ou perda do salário, ou seja, com ou sem embromação o salário no final do mês deverá ser mantido.

Parágrafo 3º – Direitos
. O nó cego tem o direito de prometer que fará o serviço no dia seguinte e alegar, depois, ter surgido um compromisso inesperado e importante que o impediu de cumprir o prometido.
. Todo nó cego tem direito de prometer que começará o serviço depois do almoço e alegar um contratempo de última hora, alheio à sua vontade, que o i9mpediu de iniciar o serviço.

Parágrafo 4º – Restrição (Única)
. O nó cego não tem direito de dizer que está indo em seguida e deixar de ir, que isto não é técnica de engabelação, mas sério risco de ser pego em mentiras passíveis de desmascará-lo e comprometer o restante da categoria.

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-- Links do Mês --

Os singulares links a seguir, embora fortes para estômagos sensíveis, têm a vantagem de comprovar que, de fato, o Grão Arcanjo Lula da Silva é (para os direitistas mais ingênuos) um santo estadista e a Globo (para os esquerdistas mais intelectualizados) uma proba publicação.

Na verdade, diga-se, só o que deseja a Globo é acabar com a fome no mundo exterminando os famintos (já em franca extinção). A mídia norte-americana quer o extermínio geral de quem não se encontram dentro de suas fronteiras (exceção aos não brancos). E haja cinismo e mentiras escondendo os fatos.
Quem garante é o professor do MIT, estudioso e filósofo norte americano Noam Chomsky. Ouça com seus próprios olhos e veja com seus próprios ouvidos:

1. As mentiras da Midia Americana tem até nome adaptados (e cinematográficos) - https://youtu.be/cO3sOUnNiMc
2. Os Genocídios praticados pelos presidentes americanos - https://youtu.be/rWYIZ6Xrlpo
3. Poder e Terrorismo em Nossos Tempos (o maior terrorista de todos os tempos, ou como matar crianças sem deixar rastro) - https://youtu.be/fTegyteF7jA

Ver estas e muitas outras entrevistas legendadas no Youtube.

Manoel de Barros (Cuiabá,  19/12/1916 — Campo Grande, 13/11/2014),
Enquanto ainda escrevia, Carlos Drummond de Andrade recusou o epíteto de maior poeta vivo do Brasil em favor de Manoel de Barros.

Os poetas têm, de fato, singular serventia.
Em novembro faleceu um deles, deixando-nos coisas de valor discutível:
“1 abridor de amanhecer, 1 prego que farfalha, 1 encolhedor de rios e 1 esticador de horizonte”.
Pra quê tanto horizonte meu Deus?

Dizia que
“sapo é um pedaço de chão que pula”
E criava de ouvido
“Arranjos Para Assobio”,
Quando não nos sugeria
“Exercícios de Ser Criança”.

Esclareceu-nos, com propriedade, que
“Desexplicar - Tanto quanto escurecer acende os vaga-lumes.”
E outras iluminuras, de estranha gravidade,
“Afundo um pouco o rio com meus sapatos”.

“Ando muito completo de vazios.
Meu órgão de morrer me predomina.
Estou sem eternidades.”

Alcançou a eternidade Manoel de Barros, poeta mato-grossense, cuja maior função talvez sejam as muitas possibilidades que nos legou de radiografar e entender a vida, muitas prestando-se de testemunho:
“Invenção serve para aumentar o mundo”.

Que ficou pequeno com ele desinventado!

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 -- Mineiro não Perde Trem, Futebol e Revolução --

A Revolução de 1932 declarada, festejada, tida como vitoriosa, alardeada, recuada, traída, perdida, comemorada, por São Paulo, teve início em 9 de julho e término em 2 de outubro de 1932, com debandadas generalizadas das tropas paulistas.
Para não lembrar que perderam feio, os paulistas preferem comemorar a data de 9 de julho como o dia da bravura, do heroísmo, do patriotismo, etc., quando a guerra mal tinha começado.
São muitos monumentos, praças, estátuas, obelisco, museus, memoriais, túnel, avenida, para lembrar o feito e a brilhante derrota (afirmaram para si mesmos que “São Paulo perdeu ganhando”, como nos recentes discursos de Marina Silva).
Não pegaria bem, por exemplo, dar nome à Avenida 9 de julho, uma das principais da Capital, de Avenida 2 de Outubro ou Avenida Honrosa Derrota ou ainda Avenida da Fuga Espavorida (conforme telegrama do general Valdomiro Lima para o interventor do Paraná, Manoel Ribas, descrevendo o final da Batalha de Itararé), ainda que ilustrassem com mais precisão a realidade histórica.
Alguns casos serviram para demonstrar o inconteste avanço tecnológico que sempre privilegiou os paulistas, bem como sua incomum capacidade de iludir a si próprios:
1. Muitos voluntários sequer sabiam manejar um fuzil. E, mesmo que soubessem, não havia armas para todos. Por se acreditar que seria uma guerra curta – e com aliados – o alto comando tinha convicção de que o material bélico disponível seria suficiente. Só depois da eclosão da rebelião é que o coronel Júlio Marcondes Salgado, chefe da FPP, descobriu que os 3 milhões de cartuchos que possuíam estavam quase que inteiramente imprestáveis, enquanto 60% dos 8 mil fuzis se escangalhavam após os primeiros tiros. Os modelos mais novos, 40% do total, eram de 1908. O resto datava até de 1893.
2. Os engenheiros e estudantes da Escola Politécnica da USP desenvolveram às pressas morteiros, granadas de mão e carros blindados cujos resultados não foram dos melhores. Já na demonstração dos primeiros morteiros aos comandos gerais do exército rebelde, o armamento falhou, explodiu e seus estilhaços mataram um coronel e um capitão. Foram as primeiras vítimas da improvisação do material bélico. Muitas outras viriam.
Como os paulistas adoram manipular índices e mudar a História, ficamos sem saber se a morte destes 2 inocentes (triste por sinal) foi considerada por eles como baixa de guerra ou acidente de trânsito.
3. Uma “arma” desenvolvida pelos constitucionalistas ilustrava bem a situação bélica paulista. Tratava-se de uma sinistra traquitana, à manivela, que simulava o som de uma metralhadora para iludir e assustar o inimigo.
Não pegou e, pior, foi motivo de indignação dos próprios usuários já que antes que passar medo expunha os próprios manipuladores (jovens inocentes) às balas do adversário.
O espírito de jerico (que sempre norteou os paulistanos) parece estar tomando conta de alguns voluntários ansiosos por novas venturas bélicas, e, desta vez, para afugentar as tropas adversárias ao que parece pretendem marcar presença no “front” sem tomar banho.
Ainda que a tática do mau cheiro já tenha sido exaustivamente testada sem sucesso: contam as lendas que muitos recrutas da pauliceia borravam as calças toda vez que ouviam um mineiro da gema gritando-lhes à queima roupa: “sai da carçada sordado marvado que lá vai porva”.

Texto colhido e adaptado de, entre outros (http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/revolucao-1932-guerra-sao-paulo-435563.shtml)....

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 -- Causas e Soluções Possíveis do Atentado contra a Revista Charlie Hebdo e Outras Crueldades nestes 35 Penosos Séculos --

"Acusamos os Estados Unidos de ocupar as terras do islã no lugar mais sagrado de todos, a península Arábica,
saqueando suas riquezas, impondo-se a seus líderes, humilhando seus povos, aterrorizando seus vizinhos e
transformando suas bases na península na ponta de lança com a qual lutam contra os povos muçulmanos na região".
- Osama Bin Laden em declaração de 1998

Esclarecemos, para não ferir suscetibilidades, que embora com tendências maronitas somos Cristãos convictos, com todas as prerrogativas, pois, de tratar Cristo do nosso modo.
Jesus, certamente, não levaria a sério os que pensam ou falam Dele (mesmo favoravelmente) com a cabeça e a boca alheias.
Entendemos que tratando-O com humor, não estaríamos desrespeitando-O mas sadiamente tratando-O, com mais intimidade e carinho. Poderíamos perfeitamente assumi-Lo como pai, irmão, amigo ou guia (ainda que em eventuais momentos de embriaguês).
Muito protocolo – próprio dos gentios - é sinal de pouca hospitalidade ao fazê-Lo entrar porta adentro de nossas almas.
Temos Deus como um ser extraordinário que nos deu um mundo maravilhoso e completo, inclusive com o direito de - em nome da liberdade de imprensa – apontar algumas não-conformidades em sua criação: o caroço do abacate, por exemplo, é uma delas. Poderia ser menor.
Após consolidado seu trabalho Deus enviou-nos, através de Moisés, as Tábuas da Lei ou os 10 Mandamentos que, antes que regras rígidas de comportamento, foram nossas primeiras e mais preciosas aulas sobre o Amor.
Amor a Deus, aos pais, à esposa, ao próximo.
Uma modernidade para a época e o melhor caminho para uma vida sem traições, adultério, escravidão e exploração alheia.
Cristo, 1.500 anos depois, sem mudar a essência, sintetizou o Decálogo com o “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”.
Lição, exemplo e a própria essência de Cristo nestes 2.000 últimos anos. A consolidação de que “Deus é só Amor”.
É justamente aí que mora o perigo!
Nesta linha de raciocínio foi que concluímos que, pelo andar da carruagem, o ensinamento caiu em desuso e toda sua beleza perdeu o brilho.
Requer-se de imediato o (prometido) retorno do Salvador, que a vaca está indo para o brejo.
Precisa-se de uma nova Lei que guie nossos passos por outros 2.000 anos, antes que o armagedon se torne inevitável.
Nossa Redação, que não dorme no ponto, pôs-se então a imaginar sobre uma possível frase prática (e eficiente), que resumisse os 11 Mandamentos anteriores e explicasse tanto desmando, hipocrisia e violência atuais.
Qual seria o próximo legado de Cristo ao retornar ao planeta. Como acabaria de vez com tanto cinismo e bajulação? Insistiria no amor? Sintetizaria seus ensinamentos, como antes, em única e definitiva solução?
Explicaria que só no ano passado 18 mil pessoas foram mortas no mundo por atentados terroristas?
Qual seria sua versão à mentira imposta por um presidente americano, o homem mais poderoso do planeta, ser aceita pela metade do universo, mesmo depois de aniquilar impiedosamente 110.000 civis no Iraque (que não fabricara bomba atômica coisa nenhuma)?
Porque tanta mortandade e tão crescente barbárie também com os crimes comuns?
Chegamos a surpreendente conclusão: uma frase síntese, de fácil entendimento, testada pelos autores (em obras complicadas que executaram), explicaria e solucionaria a problemática.
Instigada por Ovídio que há 2020 anos já garantira “não se deseja o que não se conhece”, atropelando (mas ainda levando em conta) os antigos estatutos, nossa Redação concluiu que antes que amar a Deus e ao próximo é necessário respeitá-los. Uma verdade ignorada por mais de 3.500 anos.
A frase única, moderna e capaz de transformar o planeta (ou afundá-lo de vez se continuar esquecida), teria que ser...
Tratar as pessoas como “bicho” fará com que elas reajam usando sua única argumentação possível: portando-se como bicho!
Não seriam os atentados às torres gêmeas gritos de libertação contra uma nação belicista que, durante décadas, assassinou ou apoiou o assassinato de milhões de civis?
Entenda-se que mais de 50% dos árabes que habitam o Oriente Médio têm, no mínimo, 1 (uma) pessoa da família assassinada pelo terrorismo branco.
Cerca de 10% dos franceses são formados por muçulmanos oriundos de colônias francesas, como Marrocos, Argélia, e etc. e há décadas sofrem insano preconceito e segregação. Não seria, pois, os seus muçulmanos tão franceses quanto Brigite Bardot?
Não seria o Belicismo (americano) e a Colonização (um deleite europeu) a imoralidade e violência maior: os progenitores da intolerância, da desigualdade, da escravidão, e da (exacerbada) violência dos terroristas e do crime organizado atual?
Se a vida de uma criancinha árabe tivesse o mesmo valor que a de uma criancinha americana ou francesa, o “terrorismo” seria praticado nestes países?
Passemos agora às violências caseiras (de maior audiência).
Ao serem tratados como animais pela TV - que os julgam e os condenam em busca de sensacionalismo, que os colocam em risco antes mesmo de serem levados à prisão, por incitar o ódio dos demais detentos - os assaltantes não se contentam mais com o produto do crime. Estão defecando sobre a mesa nas casas que assaltam. Perder a paciência com as vítimas. Desrespeitar a Polícia. Cortam o dedo da madame se o anel não quiser sair.
A maldade não estaria vindo dos Datenas e similares, e de seus paus mandados? Dos jornais e programas mundo-cão da TV?
Não estaria vindo do cinismo da repórter que força o depoimento do bandido assim que é lançado no camburão, ou não é cinismo a maior de todas as violências?
Para aumentar a audiência e o faturamento, se camuflam no manto da “Liberdade de Imprensa” para desrespeitar os direitos humanos e a inteligência do telespectador.
Inicia-se na vaidade do policial, do promotor, do juiz, ansiosos para aparecer na TV e se mostrar sua competência à custa de sua “presa”, ganhando, de quebra, seus minutos de fama.
Não seriam, também, cínicos a procura de méritos e promoções fáceis.
Se um mínimo de respeito fosse dispensado ao bandido e um pouco de compaixão ao psicopata (que é doente), não se encerrariam os requintes de crueldade e os próprios assassinatos?
Houve época (recente e real) que os bandidos eram adorados dentro de suas comunidades e as palavras mágicas eram “respeito mútuo”.
Pois só o respeito invoca a admiração, a solidariedade, o convívio e o compartilhamento de humor. Para não falar de amizade.
Seriam diferentes os ensinamentos que Cristo nos legaria ao retornar?
Poderia não agradar a todos, pois, muito provavelmente, não iria portar ou atenderia celulares (por falta de tempo) e talvez nem se sujeitasse ficar tirando selfies a três por quatro, que isto também não há cristão que tolera.
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* Taxa única de inscrição! Dízimos facilitados com descontos de até 50% no cartão.
* Aceitam-se gays e outras minorias marginalizadas (menos calouros da USP).

* Links úteis:
. Grande oração purificadora e libertadora. (http://www.youtube.com/watch?v=o_jxWp3aXc8)
. O que é jihadismo? (http://www.bbc.co.uk/go/portuguese/em/htm/-/portuguese/noticias/2014/12/141211_jihadismo_entenda_cc)

- A.G.S.

-- Imoralidade na Natureza --

Dizem os entendidos que uma prova inequívoca dos malefícios da Passeata Gay poderá ser encontrada na Natureza castigada não só pelo homem mas também pela ira e praga divinas, provocadas pelos praticantes do "peccatum contra naturam" (pecado contra a natureza).
Uma das espécies em que a orientação homossexual está ocorrendo é a da ovelha domesticada ("ovis aries"): cerca de 10% dos carneiros (machos) se recusam a acasalar com fêmeas, mas prontamente se acasalam com outros carneiros do mesmo sexo.
Tratar-se-ia de outra heresia de Satanás que introduziu a sodomia entre os carneiros para enfraquecer os ovinocultores pagãos.
Por enquanto a Medicina Veterinária não descobriu a cura do carneiro gay ou mesmo uma maneira de ensinar comportamento aos afetados.
Por outro lado há quem defenda a mãe Natureza alegando que assim como há pobres soberbos, negros de alma branca, intelectuais de direita, nordestinos que não votam em Lula, religiosos babando ódio, é comum ver carneirinhos com inclinação a veados e outros jegues metidos à besta.

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 -- Banalizando a Corrupção e Blindando os Corruptos --

Lá pelos idos de 2004 afirmamos em nossa defesa, quando denunciados na Promotoria Pública por “apologia à corrupção” - provavelmente por algum pau-mandado da concorrência despeitada (ou analfabeta) - que “ninguém gosta da corrupção generalizada, nem os próprios corruptos, que não elogiaríamos a corrupção no mínimo para não perder leitores”.

Vemos agora que nossos argumentos caducaram: a corrupção é tratada com naturalidade ou camuflada sem nenhum pudor ou preocupação. Sequer a de perder leitores.

Tornou-se um assunto banal e obrigatório nos jornais.
Ocorre que a banalização da corrupção a robustece e consolida.
Segundo o site Sindjufe o valor da corrupção no Brasil chega a R$ 69 bilhões de reais por ano (pública + privada) ou o equivalente a 3 programas bolsa família.

Isto mesmo: o valor que se rouba no Brasil seria suficiente para acabar com a fome na América do Sul e o que se rouba só em São Paulo acabaria com a fome brasileira.

A Transparência Internacional que publica anualmente o Índice de Percepção de Corrupção (IPC), que ordena os países do mundo de acordo com o grau em que a corrupção entre os funcionários públicos e políticos é percebida, classificou o Brasil em 69º lugar numa relação de 175 países (2014).

Antes de querer dimensionar o tamanho do rombo ou apontar quem rouba mais, tentemos entender o papel de quem, no meio do furacão, se passa por São Francisco de Assis: a Imprensa Brasileira.

Sem pretender favorecer qualquer partido ou manipular dados, relacionamos alguns dos casos mais espetaculares, coletados quase aleatoriamente na internet, com a única preocupação de entender por que não foram tão badalados quanto o Mensalão do PT, tido pela mídia (que se diz imparcial) como “O Maior Escândalo de Corrupção já registrado no Brasil” ou “O Julgamento do Século”.

Ameaça agora repetir com o Petrolão, mesmo sendo óbvio estarem todos os partidos envolvidos. Como os graúdos raramente são punidos por suas ilegalidades, corre-se o risco da Petrobrás ter que pagar o pato, com desvalorização de suas ações, ou seja, desta vez o brasileiro terá que pagar em dobro.

Isto se não perdermos para a Privatização a própria Petrobrás e o Pré-Sal, nossas cartas de alforria. Mas esta história está fora de nosso escopo atual e tem outro nome: entregação brasileira, um deleite quase sexual da Direita.

O que mais intriga são que os casos equivalentes a mais de 30 Mensalões serem completamente ignorados (ou camuflados?) pela grande imprensa.

Não seria isto até mais desonesto que o próprio Mensalão, ou haveria alguma coisa “por fora” impedindo-os de “abrir o bico”?

Maiores Escândalos Nacionais de Corrupção
01. Privataria Tucana - 124 bilhões PSDB
02. Banestado - 42 Bilhões PSDB
03. Petrolão - (em apuração)  Todos
04. Monotrilho / Rodoanel (Youssef) - Valor não contabilizado PSDB
05. Aeciosaúde - 7,6 bilhões PSDB
06. Vampiros da saúde - 2,4 bilhões PSDB
07. Banco Marka - 1,8 bilhões PSDB
08. TRT de São Paulo - 923 milhões PMDB
09. Anões do Orçamento - 800 milhões PMDB/PFL/PTB
10. Sonegação da Globo - 615 milhões 
11. Operação Navalha na Carne - 610 milhões DEM
12. Trensalão Tucano - 577 milhões PSDB
13. Dossiê Cayman - 368 milhões PSDB
14. Caso Sudan - 214 milhões PSDB
15. Sanguessuga - 140 milhões PSDB
16. Mensalão do PT - 55 milhões PT e PTB
17. Aecioporto / Aecioparentes - 18 milhões PSDB
18. Compra da reeleição de FHC - 200 mil por voto PSDB
19. Máfia dos fiscais - 18 milhões PSDB paulista
20. Máfia Cachoeira / VEJA - Valor não contabilizado DEM
21. Favorecimento aos Veículos de Imprensa dos Neves - Valor não contabilizado PSDB
22. Mensalão Tucano I + II - 4,7 milhões PSDB
23. Dossiê da Pasta Rosa - 2,4 milhões PFL/DEM/PMDB

. Dados coletados principalmente em:
- http://mundoestranho.abril.com.br/materia/os-maiores-escandalos-de-corrupcao-do-brasil, em
- http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/14-escandalos-de-corrupcao-envolvendo-Aecio-o-PSDB-e-aliados/4/32017
- http://jornalggn.com.br/noticia/lista-incompleta-de-factoides-jornalisticos-contemporaneos
No link a seguir outros 72 famigerados casos, maracutaias, escândalos e negociatas:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_esc%C3%A2ndalos_pol%C3%ADticos_no_Brasil
Deixamos de relacionar Pasadena (que busca atacar Dilma), não por estar incluída no Petrolão, mas também por entendermos parte da relação de factóides, mentiras e fofocas da imprensa, como as que seguem:

  -- Factóides e Mentiras Repercutidas pela Mídia --
• Transferência dos dólares de Cuba para Lula (segundo Luís Nassif, que pegou os mentirosos de calça curta, enrolando cédulas, colocando-as em garrafas e observando que as quantidades dos dólares e das garrafas não batiam);
• Compra da Friboi, para o filho de Lula.
Para quem não sabe uma das donas da Friboi é aquela jornalista vamp (que se passa por dondoca, mas, ainda assim, muito simpática) que apresenta o Jornal da Band com Boechat, e que poderiam, com enorme propriedade, desmentir o boato na raiz, mas parece que preferiram se calar, ou omitir (em nome da Liberdade da sua Imprensa. Só assistimos jornais da TV eventualmente).
Quanto à jornalista vamp, caso se portasse como a vamp (que é) além de simpática, poderia ser a apresentadora mais feminina e com carinha de anjo do Brasil, depois do Bonner;
• As reportagens da GLOBO sobre fraudes no bolsa família;
• A bolinha de papel que matou Serra repercutida à exaustão pela TV;
• A ficha falsa de Dilma;
• A amizade de Lula com as FARC para dominar o Brasil e transformá-lo em uma ditadura comunista russa;
• O grampo falso de Gilmar Mendes;
• O assédio de Lula sobre o incorruptível (sic) Gilmar Mendes presenciado por Nelson Jobim;
• A invasão do quarto de hotel de José Dirceu por repórter da Revista Veja (que poderia lucrar mais usando a marca para vender macarronada);
• Muitos outros (diariamente nas Manchetes dos jornais impressos e falados).

Poder-se-ia alegar que o PT, por ser governo, deveria ser mais criticado, mas não é o que ocorre quando é o PSDB quem governa.
A relação das críticas negativas ao governo do PT x governo do PSDB é de 15 x 1 (ou quase nada). Detalhes no Manchetômetro (http://www.manchetometro.com.br/), um site que comprova em gráficos a tendenciosidade da mídia.
Mais sujo impossível: diariamente são inventados ou exacerbados fatos de corrupções do PT (banalizando a corrupção) e camufladas as bandidagens do PSDB (independente de ser a maioria dos casos).
Pior e mais nocivo é a pecaminosa maneira de pensar que, via mídia, vem tomando conta dos brasileiros: “o meu Partido pode roubar”. O "meu político rouba, mas faz."
O brasileiro equivocado (que faz campanha, pasme-se, até pela volta da ditadura), está a ponto de fazer campanha aberta a favor da bandidagem do seu partido. Seria assim: "Viu só! O meu partido rouba melhor que o seu..."
Igual ao Congresso Nacional, com corruptos (se fazendo de indignados), de um lado, criando CPIs contra os corruptos (sempre inocentes), do outro lado. Vão ficando todos manjados.
Em futebol poderia ser saudável: nós mesmos temos incorrigível prazer vendo o Cruzeiro ganhar com gol de pênalti roubado no último minuto do segundo tempo. Em política, entretanto, são os famintos, os miseráveis, os desnutridos, os Severinos, que morrem de fome um pouco por dia.
Indagações
. Seria tão somente luta de classe ou jogo político dos barões da mídia intolerantes com pobres, miseráveis e petistas?
Impossível! A corrupção é ruim também para os barões (que dela não participem).
. Qual seria então a dos magnatas da Imprensa Brasileira? Não poderiam nos esclarecer seu lucro favorecendo organizações criminosas (de que partido for) ou banalizando a corrupção (e aumentando a fome dos desgraçados)?
. Resumindo, a mídia seria indiferente à fome, não pode "abrir o bico" ou estaria lucrando com a corrupção?
- A.G.S.

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Revista EngWhere Nº95

Temas:
Orçamento de obra: Amenidades sobre o Armagedom  Ambientalismo: Àgua Nossa de Cada Dia
Enquete: Você é de direita ou de esquerda?
Marketing: Um Brasileiro. E Que Brasileiro!
Arte Culinária e Outras Artes: A Cozinha Esquerdo-Caiviar...

http://www.engwhere.com.br/revista/propinas-maracutaias-licitacoes-em-obras.htm

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 -- Amenidades sobre o Armagedom --

O cândido leitor e a pura leitora, do ramo da Engenharia, certamente têm nos números em geral, e nas estatísticas em particular, uma de suas admirações incondicionais.
A estes estaremos propondo, a seguir, um raciocínio lógico que permita conclusões agradáveis ou, quiçá, surpreendentes.
Pela forma que foi exposto, Aristóteles poderia chamá-lo de silogismo dialético (que cuida das probabilidades): uma dedução formal tal que, postas duas proposições, chamadas premissas, delas, por inferência, se tira uma terceira, chamada conclusão.
Já Freud, mais contundente, poderia minimizar nosso raciocínio rotulando-o como uma simples questão de psicanálise da sociedade contemporânea, e nada além.
Decida o crédulo leitor entre Aristóteles e Freud. Pela gravidade do assunto, a última coisa que queremos são as polêmicas que envolvam as Ciências Exatas.


-- Premissas --

1. Sabemos o quanto é penoso para os bons, praticar o mal. O que poucos desconfiam é o quão insuportável é para os maus praticar o bem.
Em outras palavras - não absolutas pelas poucas exceções - quem é bom sempre faz o bem e quem é mau não pratica outra coisa que não a matéria de sua especialidade.
2. Imaginemos uma construtora, em início de atividade, querendo construir obras para o Governo.
Após perder algumas concorrências – mesmo não poupando esforços para oferecer seus mais baixos preços - poderá se deparar com a necessidade de oferecer algum ‘agrado’ aos responsáveis pela licitação, se pretende mesmo atingir seus objetivos.
Vá lá, admite o proprietário, sempre foi assim...
O que ponderamos é que agindo desta forma uma única vez, não haverá porque fazer diferente depois.
A construtora só poderá participará, então, de uma das duas modalidades possíveis de concorrência: ou distribuindo propinas (e ganhando obras e tendo vida longa) ou demonstrando uma constante vocação e idealismo para construir um Brasil cada vez mais justo, em ato genuinamente heróico (e impróprio): bancando, sine die, uma construtora que não fatura.
3. Imaginemos, agora, que em um órgão público um dos responsáveis se enriqueça recebendo propinas para facilitar determinado fornecedor.
É previsível que se entusiasmará com o mimo e jamais voltará a promover concorrências honestas (e sem retorno).
Para se resguardar - que ninguém é de ferro - cuidará de aumentar sua influência (e o valor de suas propinas), juntando-se com pessoas afins para aumentar seu poder.
A quadrilha não poupará esforços para se livrar dos que agem ou pensam de forma diferente.
Transferência de setor para os inimigos, e promoções de cargo, para os amigos, serão suas mais incisivas armas.
Com a lógica – não aristotélica – do “se ele pode por que eu não posso?” os corruptos passivos frutificarão e se multiplicarão ao longo dos anos.


-- Conclusão --

Com tais argumentos deduz-se que se houve uma única concorrência desonesta antigamente, em um dos órgãos públicos, há enormes possibilidades de que todas as demais concorrências, a partir de então, assim serão.
Não há absolutamente nenhuma chance de apenas um órgão público, um único partido, meia-dúzia de fornecedores, praticarem a corrupção.
O mercado, simplesmente, não se sustentaria.


-- Resultado Prático (A Dialética Aplicada) --

O raciocínio acima se presta para alicerçarmos o seguinte cálculo aritmético:
a) A Polícia Federal, em busca da delação premiada, está interrogando cerca de 40 empreiteiros, com 20 anos de experiência no ramo cada (em média);
b) Cada empreiteiro, em constante e admirável atividade, se relaciona com cerca de 3 novos funcionários públicos corruptos a cada 30 dias (um a cada 10 dias, com um departamento comercial atuante);
c) Temos como certo que 80% dos construtores nacionais, inclusive os de Direita que só pensam em si mesmo, odeiam a corrupção.
Iniciaram para poder sobreviver e continuaram praticando-a como única opção para dar continuidade à empresa.
Muita atenção quanto a isto, que é o único ponto fraco nesta costura. A Lei, que põe em pé de igualdade o corrupto ativo com o corrupto passivo, antes que punir ou moralizar, contribui para a formação de quadrilhas cada vez mais sólidas e torna inviável a delação em dias normais (não premiada).
Mais: até o disque-corrupção poderia funcionar se um dos elos fosse tido como não culpado.
Uma norma de relacionamento é clara e não deve ser desprezada: absolutamente ninguém consegue proteger, às custas de sacrifício, uma pessoa que não admira.
Que se leve em conta ainda que a delação dos construtores é mais confiável que daqueles que embolsaram a grana (e pretendem mantê-la em seu poder). Por exemplo, a história de que um partido político estaria ‘levando’ 3% da fatura é pura inverdade.
A taxa de 3%, caso tenha sido praticada, foi pelas épocas do Marechal Floriano. As taxas de hoje superam os 35% e olhe lá.
d) Tomemos ainda que, por segurança, cada corrupto não se deixa ficar conhecido por mais de 2 empreiteiros, ou, então, que 2 fornecedores poderiam conhecer o mesmo agente.
Com tais parâmetros já podemos concluir:
. A quantidade máxima de funcionários públicos que poderá ser delatada com o universo atual da PF é de:
40 x 20 x 3 x 12 x 80% x 50%  = 11.520 corruptos passivos endinheirados.
. Esperemos, pois, para breve, significativa abertura de vagas no primeiro escalão da Administração Pública ou, então, uma pizza gigante daquelas que se distribui para o povão, no Natal.
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