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Tiago Butarelli
Sou um eco no vácuo da existênica
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Poema publicado
Sereia Sereia é peixe-mulher nadando, deusa escorada na pedra do mar... Olha, seduz, volta pra água; a canção do amor sempre a entoar. Tiago Butarelli    * Poema publicado no livro Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia - 2010, organizado por V...

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Eu tenho uma meta: a metamorfose da vida, always. Tiago Butarelli

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Desafio literário
Participei do Desafio Literário de abril do blog Olaria das Letras e fiquei em 9º lugar na categoria miniconto. O tema foi "e-mail" e o meu texto foi o seguinte: E-mail de amor Caixa de entrada apitou. Cliquei, era você. Meu coração acelerou. Tiago Butarell...

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Poema de sexta
A rua dos cataventos Da vez primeira em que me assassinaram,  perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram,  foram levando qualquer coisa minha. Hoje, dos meus cadáveres eu sou  o mais desnudo, o que não tem mais nada. Arde um to...

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Poema de sexta
Razão de ser Escrevo. E pronto. Escrevo porque preciso, preciso porque estou tonto. Ninguém tem nada com isso. Escrevo porque amanhece,  e as estrelas lá no céu  lembram letras no papel,  quando o poema me anoitece. A aranha tece teias. O peixe beija e mord...

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A política do circo
Havia o circo, mas não o pão. Quem tivesse fome, que comprasse de comer... Tiago Butarelli

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Poema de sexta
Outro De tanto andar uma região que não figurava nos livros acostumei-me às terras tenazes em que ninguém me perguntava se me agradavam as alfaces ou se preferia a menta que devoram os elefantes. E de tanto não responder tenho o coração amarelo. Pablo Nerud...

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O pouso do pássaro Os pássaros voam, livres em plenitude, em direção ao céu, ao sol, às estrelas e à lua, entregues ao vento. Sentem nas asas o calor do dia e o frescor da noite. Bebem as águas dos rios, das chuvas e dos orvalhos. Entoam canções de sons div...

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Poema de sexta
O tigre Tigre! Tigre! Brilho, brasa Que a furna noturna abrasa, Que olho ou mão armaria Tua feroz simetria? Em que céu se foi forjar O fogo do teu olhar? Em que asas veio a chama? Que mão colheu esta flama? Que força fez retorcer Em nervos todo o teu ser? E...

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Poema de sexta
"A vida vem do éter que se condensa, Mas o que mais no Cosmos me entusiasma É a esfera microscópica do plasma Fazer a luz do cérebro que pensa." Augusto dos Anjos, parte V do poema Os doentes.
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