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Gustavo Garcia
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"O olho vê, a lembrança revê, a imaginação transvê. É preciso transver o mundo." (Manoel de Barros)
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"Devemos nos alarmar com fato de que a sociedade moveu-se rapidamente nas últimas décadas de um conservadorismo gerador do sujeito neurótico e contido de outrora, para o sujeito psicótico e perverso, o delinquente que não respeita as interdições sociais, e se sente livre para transgredir as regras a seu bel prazer. Desse modo nos movemos socialmente de um extremo a outro, do conservadorismo a devassidão, enquanto a ética e os valores mais saudáveis ficaram perdidos em meio a esses extremos, obscurecidos pelos perigos e males da fachada perversa do politicamente correto. E isso se sucede porque geralmente ignoramos o quanto determinados padrões psicológicos inconscientes tendem a levar as pessoas e sociedades de um extremo a outro, pendularmente, conforme a época, de modo que os excessos conservadores do passado, e a exorbitância da função paterna, foram sendo substituídos pelo relativismo moral e a sua inversão de valores."
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"A mídia oficial desse lugar era apenas uma máquina de propaganda subversiva e dissimulada, a manter todos idiotizados. A cultura foi degenerada, e até mesmo uma parcela dos estudantes e acadêmicos desse país tornaram-se analfabetos funcionais, só que politizados. Era a casta dos engajadinhos defensores do sistema, por isso, eram conhecidos como politicamente corretos. Foi um ciclo terrível de corrupção das ideias. Subjetividades foram sequestradas. Tristes tempos em que se protestava pela educação vandalizando escolas e universidades e não deixando os outros estudarem. E onde fascistas culturais acusavam os outros de fascistas e golpistas por não se alinharem a sua distopia igualitária."
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"No filme 'O experimento de aprisionamento de Stanford (2106)', baseado em fatos verídicos, vinte e quatro estudantes do sexo masculino são selecionados para viverem os papéis de presos e guardas em uma prisão simulada. No enredo há um diálogo impactante entre os personagens, onde um deles se dizia chocado com a imaginação para fazer o mal que o seu colega havia incorporado como carcereiro. Ao que esse replica, afirmando que o seu choque, por sua vez, foi constatar que por mais cruel e abusivo que estivesse agindo em seu papel, nenhum de seus pares fazia nada a respeito, ninguém o confrontava, eram todos submissos. E isso seria o mais surpreendente de tudo, a passividade dos participantes diante do mal e do abuso de poder evidenciado pelo experimento, a propensão licenciosa de todos para a maldade." (Ler mais em:)
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"Há um Thomas Paine em mim, querendo incendiar de vez o clima de revolta, para detonar esse sistema podre, cujas entranhas foram expostas de vez pela Odebrecht. Há um Thoreau em mim, pregando com José Padilha a desobediência civil. Mas há, também, um John Adams em mim, um Burke, recomendando cautela, lembrando que a revolução pode descambar para algo ainda pior, que reformas talvez ainda sejam possíveis, apesar de toda a podridão. Creio que as pessoas moderadas e conscientes estão oscilando entre esses dois polos extremos hoje. Não dá para ver tanta indecência e não ter o lado radical aguçado. Mas também não dá para conhecer a História e a natureza humana e vibrar muito com as “soluções mágicas” partindo diretamente do povo, com a intenção de “zerar a pedra” e recomeçar do nada, tabula rasa. Que tempos!" (Rodrigo Constantino)
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"É claro que a corrupção não se limita apenas às altas esferas federais. Estas são apenas as mais reportadas. Tanto nos governos estaduais quanto nos municipais, a corrupção é uma prática que fornece uma igualdade de oportunidade a todos. Com efeito, é exatamente por isso que os governos federal, estaduais e municipais não param de crescer: para conceder igualdade de oportunidade (de esbulho) a todos os seus ocupantes.

Se o governo se limitasse apenas à função de proteger os direitos naturais das pessoas — cada cidadão não pode ter sua vida retirada, sua propriedade honestamente adquirida confiscada, e sua livre iniciativa tolhida —, como defendia John Locke, ele poderia operar com uma ínfima fração do dinheiro e do número de burocratas atuais.

Mas dado que o aparato estatal é uma máquina especializada em tomar dinheiro de uns para enriquecer outros — deixando um pedágio no meio do caminho para seus operadores (políticos) —, impossível esta máquina parar de crescer. E impossível parar de se corromper."

Extraído de:
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A Dinamarca tem todo um lado empreendedorista, de livre mercado e isenção de tributos e ausência de regras trabalhistas que, conforme o Instituto Mises:

"(...) também é a Dinamarca, mas este é um lado que os socialistas apologistas desse regime preferem ignorar. Todos eles preferem ressaltar os aspectos mais populares do sistema dinamarquês, ocultando os aspectos que realmente permitem que o lado popular funcione.

(...) como explicado neste artigo, para que uma economia que faz uso maciço de políticas assistencialistas continue crescendo, não apenas sua produtividade tem de ser muito alta, com também sua liberdade empreendedorial tem de ser a mais alta possível.

Sem as liberdades empreendedoriais citadas, e sem a pesada tributação que incide também sobre a renda e o consumo dos mais pobres, o sistema dinamarquês seria de impossível sustentação.

Mas essas são características que os socialistas preferem esconder, pois não condizem com o seu modelo imaginário."

-- extraído de:
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Perfeita a explicação do Instituto Mises, no que reafirmo, ou o brasileiro muda a sua mentalidade estatista acomodada e infantiloide e de quem delega as suas responsabilidades a governantes demagogos, corruptos e mentirosos ou não vamos nunca sair do circulo vicioso do subdesenvolvimento.
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Ciclo vicioso

Portanto, ficamos assim:

1) O povo brasileiro quer o governo cuidando de tudo e provendo de tudo — principalmente empregos com altos salários na burocracia estatal —, o que eleva os gastos públicos a níveis europeus;

2) no entanto, o povo brasileiro possui uma renda per capita baixa e é pouco produtivo; ele tem um salário de um romeno, mas quer viver com um padrão de vida de um austríaco. Logo, só com os seus já altos impostos é impossível o governo fornecer tudo que o povo quer;

3) ato contínuo, para saciar esse desejo do povo, o governo federal tem de se endividar continuamente, pois apenas os já elevados impostos não bastam. (Não dá para tributar um romeno e devolver a ele um serviço de qualidade austríaca);

4) só que quanto mais o governo se endivida para saciar os desejos da população, mais juros tem de pagar, o que afeta todo o crescimento da economia;

5) com a economia crescendo menos, a arrecadação tributária cai. Ao mesmo tempo, a pressão por mais gastos sociais aumenta.

Solução? Mais endividamento do governo, o que agrava ainda mais a situação, perpetuando o ciclo vicioso.

Sem um profundo corte de gastos e sem uma sensível alteração na mentalidade da população a respeito do que é o governo e de como este funciona e se financia, não há solução.

Enquanto o lema de Bastiat — "o governo é a grande ficção por meio da qual todos querem viver à custa de todo o resto" — continuar arraigado na mente da população, não haverá futuro.

-- extraído de:
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"O processo de descompressão pós-esquerdismo é lento e, por vezes, dolorido. Olhar para trás e perceber a quantidade de disparates repetidos à exaustão e a estultícia da maioria dos posicionamentos outrora adotados pode mexer com a autoestima facilmente. Extrair um tumor maligno costuma ser bastante traumático. Por isso, Zé comuna não pode ter pressa. É um dia depois do outro, como bem sabem os dependentes de narcóticos que frequentam clínicas de reabilitação. A cada novo encontro no grupo, ele precisa relatar cada pequena vitória e as dificuldades enfrentadas. Quando ele completar um ano sem dizer “não vai ter golpe”, deve ser agraciado com aquelas medalhinhas comemorativas. E assim ele vai em direção à cura, mas sem perder de vista que jamais estará 100% livre da ameaça: qualquer relaxamento e a tentação de posar de bom moço anticapitalista para compensar problemas emotivos, sentir-se benquisto pelos professores ou pegar aquela colega de faculdade bicho-grilo pode bater forte. Cochilou, o cachimbo cai – e a foice e o martelo sobem;"
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"Apliquemos força, compaixão, energia, inspiração, raiva se for preciso, para mudar aquilo que pode ou deve ser mudado, em prol do que é justo e adequado para todos, cuidando do bem comum, da saúde e do bem-estar. E relaxemos sem perder o contentamento, em relação àquilo que não pode ser mudado." - Pedro Kupfer.
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