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João Guimarães Rosa
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"...no sertão fala-se a língua de Goethe, Dostoievski e Flaubert, porque o sertão é o terreno da eternidade, da solidão, onde Inneres und Ausseres sina nicht mehr zu trennen, segundo o Westöstlicher Divon . No sertão, o homem é o eu que ainda não encontrou um tu; por isso ali os anjos ou o diabo ainda manuseiam a língua. O sertanejo, (...) “perdeu a inocência no dia da criação e não conheceu ainda a força que produz o pecado original.” - João Guimarães Rosa, em entrevista a Günter Lorenz - "Dialogo com Guimarães Rosa".
"...no sertão fala-se a língua de Goethe, Dostoievski e Flaubert, porque o sertão é o terreno da eternidade, da solidão, onde Inneres und Ausseres sina nicht mehr zu trennen, segundo o Westöstlicher Divon . No sertão, o homem é o eu que ainda não encontrou um tu; por isso ali os anjos ou o diabo ainda manuseiam a língua. O sertanejo, (...) “perdeu a inocência no dia da criação e não conheceu ainda a força que produz o pecado original.” - João Guimarães Rosa, em entrevista a Günter Lorenz - "Dialogo com Guimarães Rosa".

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"Entendem os filósofos que nosso conflito essencial e drama talvez único seja mesmo o estar-no-mundo. Chico, o herói, não perquiria tanto. Deixava de interpretar as séries de símbolos que são esta nossa outra vida de aquém-túmulo, tãopouco pretendendo ele próprio representar de símbolo; menos, ainda, se exibir sob farsa. De sobra afligia-o a corriqueira problemática quotidiana, a qual tentava, sempre que possível, converter em irrealidade. Isto, a pifar, virar e andar, de bar a bar."
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Leia o conto completo no site: http://goo.gl/YbvYSQ
Nós, os temulentos - João Guimarães Rosa
Nós, os temulentos - João Guimarães Rosa
poemario-prosaeverso.blogspot.com
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"Estou adivinhando seu pensamento! Agora, além de tudo, quer me exigir um credo. Mas eu lhe digo uma coisa: apenas alguém para quem o momento nada significa, para quem, como eu, se sente no infinito como se estivesse em casa, o crocodilo com as duas vidas até agora, somente alguém assim pode encontrar a felicidade e, o que é ainda mais importante, conservar para si a felicidade, Au fond, je suis un solitaire, eu também digo; mas como não sou Mallarmé, isto significa para mim a felicidade. Apenas na solidão pode-se descobrir que o diabo não existe. E isto significa o infinito da felicidade. Esta é a minha mística."
http://goo.gl/VCjW6l
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"João era fabulista?
fabuloso?
fábula?
Sertão místico disparando
no exílio da linguagem comum?"
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. leia o poema completo no site: http://goo.gl/WxQYa5
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"Mas refiro miúdos passos. Coisinhas que a gente vislumbra em ocasião de momento, e que quase não esquecem, com pena."
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- João Guimarães Rosa, no livro 'Grande Sertão: Veredas'.
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"Virara o Seô Quim, no redor rural. A mourejar ou a bizarrir, indevassava-se, sem apoquenturas: solúveis as dificuldades em sua ponderação e aprazer-se. Sentava-se, para decorar o chinfrim de pássaros ou entender o povo passar. Traçava as pernas. Esperar é um à-toa muito ativo."
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Leia o conto completo no site: http://goo.gl/OQPwQS
Orientação - João Guimarães Rosa
Orientação - João Guimarães Rosa
poemario-prosaeverso.blogspot.com
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"A fantasia, minha agora, nesta conversa – o senhor me atalhe. Se não, o senhor me diga: preto é preto? branco é branco? Ou: quando é que a velhice começa, surgindo de dentro da mocidade."
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- João Guimarães Rosa, em Grande Sertão: Veredas.
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"Isso era um sinal? Porque os prazos principiavam... E, o que eu fazia, era que eu pensava sem querer, o pensar de novidades. Tudo agora reluzia com clareza, ocupando minhas idéias, e de tantas coisas passadas diversas eu inventava lembrança, de fatos esquecidos em muito remoto, neles eu topava outra razão; sem nem que fosse por minha própria vontade. Até eu não puxava por isso, e pensava o qual, assim mesmo, quase sem esbarrar, o todo tempo."
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- João Guimarães Rosa, em Grande Sertão: Veredas.
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"... Como comprovo, continuo coexistindo concerto conviventes coevos, contradizendo crença conterrâneos cariocas, certamente contando com completa combustão, cremação, calcinação corpos cônsules caipiras cisatlânticos..."
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Leia a carta completa no site: http://goo.gl/peBrhx
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"Ah, as coisas influentes da vida chegam assim sorrateiras, ladroalmente."
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- João Guimarães Rosa, em "Grande Sertão: Veredas".
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"Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura."
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- João Guimarães Rosa, em "Grande Sertão: Veredas".
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