Profile cover photo
Profile photo
Boteco Behaviorista
53 followers
53 followers
About
Posts

Post has attachment
Tá todo mundo jogando Pokemon Go, e enquanto tem gente se dando mal (tipo batendo o carro¹ ou sendo assaltado²) outras pessoas estão usando o aplicativo para o bem da humanidade. O que a análise do comportamento tem a ver com isso? Exemplos de aplicações possíveis e a interpretação comportamental dos processos envolvidos serão tema do nosso painel no próximo domingo.

Dentre os convidados especialistas no assunto está o psicólogo Túlio Andrade, que junto com alguns colegas como o Germano Henning já faziam grupos de RPG para trabalhar com adolescentes e agora começaram a fazer grupos de Pokemon Go com crianças e adolescentes com deselvolvimento atípico. Como isso tudo funcionou a gente também não sabe mas eles vão explicar pra gente no programa.

Pra complementar a discussão também participará com a gente mais uma vez a Izadora Perkoski, que fez mestrado no Laboratório de Avaliação e Desenvolvimento de Jogos Educativos (UEL) e tem ministrado vários cursos de gamificação e desenvolvimento de games.

¹ http://goo.gl/Jz2qsN ² http://goo.gl/vCL3dQ

Boteco Behaviorista #53 - Pokemon Go!

Cesar Rocha
Felipe Epaminondas
Germano Henning
Izadora Perkoski
Marcela Ortolan
Túlio Andrade
Add a comment...

Post has attachment
Tá todo mundo jogando Pokemon Go, e enquanto tem gente se dando mal (tipo batendo o carro¹ ou sendo assaltado²) outras pessoas estão usando o aplicativo para o bem da humanidade. O que a análise do comportamento tem a ver com isso? Exemplos de aplicações possíveis e a interpretação comportamental dos processos envolvidos serão tema do nosso painel no próximo domingo.

Dentre os convidados especialistas no assunto está o psicólogo Túlio Andrade, que junto com alguns colegas como o Germano Henning já faziam grupos de RPG para trabalhar com adolescentes e agora começaram a fazer grupos de Pokemon Go com crianças e adolescentes com deselvolvimento atípico. Como isso tudo funcionou a gente também não sabe mas eles vão explicar pra gente no programa.

Pra complementar a discussão também participará com a gente mais uma vez a Izadora Perkoski, que fez mestrado no Laboratório de Avaliação e Desenvolvimento de Jogos Educativos (UEL) e tem ministrado vários cursos de gamificação e desenvolvimento de games.

¹ http://goo.gl/Jz2qsN ² http://goo.gl/vCL3dQ

Boteco Behaviorista #53 - Pokemon Go!

Cesar Rocha
Felipe Epaminondas
Germano Henning
Izadora Perkoski
Marcela Ortolan
Túlio Andrade
Add a comment...

Post has attachment
Historicamente muito atrelada às ciências da saúde, a pesquisa translacional já teve seus objetivos definidos como "promover pesquisa interdisciplinar e acelerar a troca bidirecional entre ciência básica e clínica para mover os achados de pesquisa básica do laboratório para ambientes aplicados envolvendo pacientes e populações". (http://goo.gl/HKQsUC)

No caso da análise do comportamento, o ramo da pesquisa translacional se interessa especialmente em estabelecer vias de comunicação entre o estudo de processos comportamentais básicos e variados contextos aplicados. Mas quais seriam os principais desafios para a pesquisa translacional em AC? Quais são os temas de pesquisa mais quentes nessa área? O que temos produzido a respeito em anos recentes?

Boteco Behaviorista #52 - Pesquisa translacional na Análise do Comportamento

- César Rocha
- Felipe Epaminondas
- Fernanda Calixto (doutoranda UFSCar - Universidade Federal de São Carlos)
- Marcela Ortolan
- Saulo Velasco (professor Paradigma Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento)
Add a comment...

Post has attachment
Um dia você está tomando banho e pá, do nada vem uma boa ideia, ou a solução para um problema difícil. Será que elas realmente vem tão "do nada" assim? Outro dia vc encontra um novo app, vai a uma exposição ou lê um livro, e pensa: como esse cara teve a manha de fazer isso?

Chega uma hora em que todo analista do comportamento se pergunta: será que o Behaviorismo Radical é capaz de explicar coisas tão incríveis quanto o insight e a criatividade? Esta é uma pergunta antiga que tem gerado várias pesquisas na área.

Entre elas estão os estudos clássicos de Epstein, que apontam a generalização funcional e a interconexão de repertórios como fatores explicativos do insight. Por outro lado, pesquisas mais recentes indicam que outros processos podem estar envolvidos nesse fenômeno. Afinal, o que sabemos sobre criatividade e insight? Como são realizadas as pesquisas na área? E como esses achados se transpõem ao campo aplicado?

Para falar sobre o tema, recebemos dois pesquisadores da área: o Dr. Hernando Borges (PUC-GO) e o Dr. Paulo Elias Delage (UEPA). É domingo, 8 de maio, as 20h.

- Cesar Antonio Alves da Rocha
- Felipe Epaminondas
- Hernando Borges
- Marcela Ortolan
- Paulo Elias Delage
Add a comment...

Post has attachment
Em sua “Nota técnica sobre processo transexualizador e demais formas de assistência às pessoas trans”, o Conselho Federal de Psicologia considera, dentre outras coisas, que “a assistência psicológica não deve se orientar por um modelo patologizado ou corretivo da transexualidade e de outras vivências trans, mas atuar como ferramenta de apoio ao sujeito, de modo a ajudá-lo a certificar-se da autenticidade de sua demanda, englobando todo o seu contexto social.”

Tal nota representa mais um dentre os tantos esforços para a correção de equívocos históricos concernentes à transexualidade. O modelo patologizado, que de modo pervasivo atravessou diferentes disciplinas da saúde por décadas, inspirou práticas nefastas em diferentes campos, e a psicoterapia não é exceção. Lamentavelmente, ainda hoje são comuns confusões entre noções muito básicas como identidade de gênero e orientação sexual, e relatos de práticas de adequação a estereótipos de gênero, como registrado na fala de um dos entrevistados no tocante “Bichas, o documentário”: https://www.youtube.com/watch?v=0cik7j-0cVU

Apesar disso, uma vez respaldadas pela ciência e pela ética profissional, a psicologia em geral e a análise do comportamento, em particular, devem servir não à adequação, mas à emancipação individual: “É objetivo da assistência psicológica a promoção da autonomia da pessoa, a partir de informações sobre a diversidade de gênero e esclarecimentos sobre os benefícios e riscos dos procedimentos de modificação corporal e social.”¹

Para falar sobre a assistência psicológica a pessoas trans, questões relativas à cirurgia de redesignação, terapia hormonal, vivências pessoais e muito mais, o Boteco Behaviorista #50 recebe uma galera muito querida. ♥

¹ http://goo.gl/KHRAiZ

- César Rocha
- Felipe Epaminondas
- Gabriela Zin (UFSCar)
- Marcela Ortolan
- Vânia Sant'Ana (UEM)
- Marcela Ortolan
Add a comment...

Post has attachment
Daí seu filho diz que vai largar a faculdade pra se tornar um jogador profissional de videogame. Se você achou isso estranho é porque está por fora da cena dos esportes eletrônicos, ou e-sports. Segundo o site “Esports Observer¹”, só no ano passado ocorreram quase 2800 campeonatos de diferentes jogos eletrônicos, distribuindo um total de aproximadamente 40 bilhões de dólares em prêmios. No Brasil, um dos games mais jogados é o League of Legends, que na final do campeonato brasileiro de 2015 lotou um estádio com 12 mil pessoas.

Os jogadores contratados pelas equipes, ou ciberatletas, costumam ter entre 17 e 25 anos e treinam diariamente por horas. Alguns deixam a casa dos pais parar morar junto com os colegas nas chamadas “gaming houses”. A rotina é exaustiva, e para isso as grandes equipes contam com uma comissão técnica de vários profissionais, inclusive um psicólogo do esporte.

Neste Boteco Behaviorista #49, receberemos o Gustavo "Melão13" Ruzza, que é psicólogo, analista e comentarista de partidas de League of Legends, além dos nossos colegas analistas do comportamento Victoria Albertazzi e Gabriel Carelli, assíduos jogadores de LoL, e Eduardo Cillo, psicólogo da Pain Gaming, equipe vencedora do Campeonato Brasileiro de 2015, que irá contar um pouco sobre os desafios do psicólogo do esporte neste novo ramo. 

¹ http://goo.gl/2iH7oO

Boteco Behaviorista #49 - Psicologia nos e-sports: League of Legends

- Cesar Rocha
- Eduardo Cillo (PaiN Gaming)
- Felipe Epaminondas
- Gabriel Careli (neulogic)
- Gustavo "Melao13" Ruzza
- Marcela Ortolan
- Victoria Albertazzi
Add a comment...

Post has attachment
Chega de lenga-lenga! O Boteco Behaviorista começa 2016 perguntando aquilo que todos querem saber mas, muitas vezes, têm receio de perguntar: como ganhar dinheiro com a análise do comportamento?

A variedade de aplicações da análise comportamental garante um amplo leque de possibilidades no campo profissional. Seja ele um clínico, um acompanhante terapêutico, um tutor/educador, um perito em avaliação psicológica, um psicólogo escolar, hospitalar, forense, do trânsito, do esporte, organizacional etc, o analista do comportamento, para empreender, precisa estar atento às demandas e demonstrar como seu trabalho é capaz de satisfazê-las.

Quais são os principais desafios para o psicólogo empreendedor, em geral, e para os analistas do comportamento que atuam como profissionais liberais, em particular? O que têm a dizer aqueles que se aventuraram e prosperam na área?

Para conversar sobre isso, o Boteco orgulhosamente recebe um painel de experts no assunto: Bruno Soalheiro, criador da página "Empreendorismo para Psicólogos", Denise Lettieri, do Grupo Atitude, e Felipe Leite e Lidiane Queiroz, da "Imagine: Tecnologia Comportamental". 

Boteco Behaviorista #48: Empreendedorismo e Análise do Comportamento

- Bruno Soalheiro (Empreendedorismo para Psicólogos) 
- César Rocha 
- Denise Lettieri (Grupo Atitude)
- Felipe Epaminondas 
- Felipe Leite (Universidade de Fortaleza) 
- Helder Lima Gusso (Universidade Federal de Santa Catarina)
- Lidiane Queiroz (Imagine: Tecnologia Comportamental) 
- Marcela Ortolan
Add a comment...

Post has attachment
Temas (e termos) como “ressurgimento”, “ressurreição” e “renascimento” atravessaram de modos diversos a mitologia, a religião e a história: da antiguidade clássica, com o mito da fênix, pássaro inflamado que ressurge das cinzas, às histórias sobre ressurreição presentes em diferentes tradições religiosas, até o célebre movimento cultural que eclodiu na Europa a partir do fim do século XIV. 

Um pouco adiante no tempo, o termo “regressão” adquiriu uma acepção bastante específica na psicanálise: Sigmund Freud (1856-1939) empregou-o em alusão a um fenômeno que consistia no reaparecimento, diante de situações de dificuldade, de padrões comportamentais típicos de outrora.

No contexto da análise experimental do comportamento, pesquisadores passaram a investigar o que se denominou “ressurgência comportamental”. Mas em que consiste exatamente a expressão? Em que circunstâncias o fenômeno ocorre? E por que é importante que o compreendamos? 

Para falar disso e muito mais, o Boteco Behaviorista convidou especialistas que estudaram tais questões em suas relações com equivalência de estímulos e esquemas de reforçamento.

Boteco Behaviorista #47: Ressurgência comportamental 

- Carlos Renato Xavier Cançado (UnB)
- César Antonio Alves da Rocha
- Felipe Epaminondas
- Marcela Ortolan
- Tatiane Carvalho Castro Marin (UFGD)
Add a comment...

Post has attachment
Morte é um assunto tabu em nossa sociedade, e dois temas correlatos, de interesse de todos que trabalham na promoção da saúde, merecem ser discutidos mais amiúde: suicídio e luto.

Segundo a OMS, 800 mil pessoas cometem suicídio todos os anos: acredita-se que a prevenção é possível, ainda que complexa, passando pelas condições dadas a crianças e adolescentes, pelo tratamento eficaz de perturbações mentais e pelo controle ambiental dos fatores de risco. O que a análise do comportamento pode fazer para ajudar na prevenção? O que ela tem a dizer sobre suicídio?

O luto, por sua vez, é comumente definido como o conjunto de reações diante de uma perda. É bastante difundida a proposta de Elizabeth Kubler-Ross sobre as 5 fases: negação e isolamento, raiva, barganha, depressão e aceitação. Estas fases parecem descrever a reação "natural" do ser humano diante de uma perda significativa. Como um analista do comportamento pode fazer uma leitura deste processo?

Para tratar destes temas convidamos analistas do comportamento que têm se dedicado a estudá-los: Tiago Zortea, da University of Glasgow, Dafne Oliveira, da USP, e Diogo Nascimento, da PUC-PR:

Boteco Behaviorista #46: Luto e Suicídio

- César Rocha
- Dafne Oliveira (USP)
- Diogo Nascimento (PUC-PR)
- Felipe Epaminondas
- Marcela Ortolan
- Tiago Zortea (University of Glasgow)
Add a comment...

Post has attachment
Domingo passado a gente se empolgou na gravação do Conversa de Boteco e acabamos falando sobre um monte de coisa, desde BBB à Clauda Leite. Dá só uma olhada no naipe da conversa: http://youtu.be/_pgi7bdXLqY
Add a comment...
Wait while more posts are being loaded