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João Pedro Pereira
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Uma longa cadeia de invenções (e de visionários)

A ideia clássica do inventor isolado no seu escritório não se coaduna com a história das invenções tecnológicas do último meio século.

Alguns inventores ou visionários acabaram por ficar famosos (ou, pelo menos, razoavelmente conhecidos). É o caso de Vint Cerf (o chamado “pai” da Internet, cuja fama ensombra a do colega de trabalho Robert Khan) e de Tim Berners-Lee, que em cima da invenção de Cerf e Khan criou a World Wide Web. Os nomes de inovadores com mais fama são frequentemente os que se tornaram em empresários de sucesso: Steve Jobs e Bill Gates são exemplos óbvios.

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A corrida ao espaço (e outras manias) dos super-ricos da tecnologia

Em tempos, a corrida ao espaço fez-se entre países determinados a mostrar a sua superioridade ideológica, científica e militar. Hoje, com vários exemplos de cooperação internacional (alguns dos quais peculiares*), a corrida ao espaço faz-se entre magnatas que fizeram enormes fortunas na tecnologia.

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Este trabalho não é para robôs

Parece grassar, em alguns círculos, o entusiasmo com a possibilidade de muitos tipos de trabalho serem feitos por máquinas. Um argumento recorrente é o de que robôs e demais sistemas de inteligência artificial farão com eficácia os trabalhos entediantes, libertando-se assim o criativo espírito humano para tarefas mais enriquecedoras e com maior potencial de trazer avanços para a sociedade.


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O outro lado dos telemóveis

É um ritual que se cumpre todos os anos. Muitas marcas de telemóveis passaram a semana passada a apresentar novidades no Mobile World Congress, em Barcelona. A feira atrai a habitual enchente de profissionais do sector e de jornalistas, que discutem avidamente a qualidade dos materiais de construção, o tamanho dos ecrãs, a velocidade dos processadores e a sofisticação das câmaras.

Mas nem tudo no mundo dos telemóveis é reluzente, e há coisas que parecem continuar como antes.

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Selfie minha, selfie minha, há alguém mais genuíno do que eu?

Acha que as suas selfies são genuínas, ao passo que as dos outros são um divertimento exibicionista? Se respondeu afirmativamente, provavelmente está enganado, mas não é o único.

Dois académicos de uma universidade alemã exploraram algumas das causas e dos efeitos das selfies e concluíram – em linha com o que o senso comum deixaria adivinhar – que as pessoas avaliam as fotografias que tiram de si próprias de forma muito diferente da avaliação que fazem das selfies alheias.

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Devem os robôs pagar impostos? – e outras questões sobre o futuro próximo

Um leitor de ficção científica depara-se ocasionalmente com momentos em que o futuro descrito nos livros parece estar a tornar-se realidade. Um desses momentos aconteceu na semana passada, quando o Parlamento Europeu citou as leis da robótica do escritor Isaac Asimov e discutiu se os robôs devem pagar impostos e segurança social.

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Uma réplica digital e questões de vida e de morte


Na tecnologia, sete anos é muito tempo.

Quando, em 2010, escrevi sobre o problema do legado digital (aquilo que fica online após a morte do utilizador), a inteligência artificial não era um tema da moda, os smartphones eram uma novidade relativamente recente, e a ideia de criar uma réplica de alguém com base naquilo que ela deixa na Internet não estava prestes a chegar às lojas de aplicações.

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A realidade virtual já não precisa de perfume barato

Foi inventado um aparelho que permite fazer uma espécie de percurso virtual de mota pelas ruas de Nova Iorque. Para além da imagem e som, é possível sentir movimento, o vento e até os cheiros dos locais por onde se passa. A máquina, chamada Sensorama, foi construída no final da década de 1950. O inventor, Morton Heilig, numa visão presciente, viria a argumentar que a tecnologia era útil não apenas para entretenimento, mas também para treinar militares e profissionais da indústria, e para ensinar estudantes.

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A facilidade de computação e a conectividade ubíqua estão a trazer versões informatizadas de luxos típicos das elites económicas. Agendas mais ou menos inteligentes fazem o papel de secretários e alertam para a próxima reunião. A Uber e demais aplicações permitem ter uma espécie de motorista privado sempre à disposição. É natural que o próximo passo sejam mordomos polivalentes. 
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