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Marilene Alagia
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VOU POR AI...QUEM SABE CHEGO?
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TENTANDO ENCARAR!


Aos poucos fui entendendo que encarar a verdade dói mais do que representar
A nós é dado o direito de amar e de enganar..Depende de cada um e suas atitudes julgar
E nesse emaranhado confuso..De ensaiar e encenar..As vezes o aluno supera o mestre
Na arte do ignorar.
Ao reclamar de posturas..esquecemos que somos apenas criaturas estamos aqui para errar.

Como se aceitar como é? Como se olhar no espelho as marcas das ludibriações?
As enganações . Os escárneo..Das Zombarias frequentes..Para mostrar que é diferente
No fundo é tudo igual
Como dizer..Das agruras das dores das criaturas ..Que transformou num vilão?

Como contar desse amor? Que entregou-se de alma. Que nada mais existia ..A não ser primazia
Daquele amor que sonhava..
Não culpes o amor por isso..Amor é sempre amor..Pois ele tem o poder de fazer esquecer a dor
Que tu provocou um dia como arrancar de uma flor.

Notou? Reflexo do teu querer? Amou e machucou..
E agora se pergunta porque o amor feriu? Será que não está ponto a culpa em quem a culpa não existiu?
Amor não machuca ! Ampara! Amor é uma jóia rara..Guardada com muito carinho
Feito pluma delicada ..Que o vento leva solta para pousar noutros vazios.

É difícil compreender..Aceitar a realidade..Queremos tudo pra si..E não doamos verdade
Guardamos o amor verdadeiro e exportamos maldade..Fingindo amor sem se ter
Para não machucar-nos demais..E matamos que nos quer bem sem mesmo lhes ouvir os ais
Prossigo a questionar no caos do meu labirinto a onde encaro fraquezas e a coragem do ser.

A perigrinação de minha alma é como garimpar os destroços.
Separar as coisas boas ..Dos velhos pedaços perdido
Incinerar o que é ruim.. E sepultar todas as mágoas
Para não deixar sair..Para que não sejas ferido!
Marilene Azevedo 19/09/2018
Direitos preservados pela lei 9610/1998
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PATRONO – Fernando Sabino
ACADEMICA – Marilene Alagia Azevedo
CADEIRA - 39

NAÚFRAGA!

Naúfraga ..Mergulhada em sentimentos
Que arrecadou das andanças dessa estrada tão ingreme
A onde os pés são descalços pelos percalsos encontrados
Com gestos de dor.desesperados Caminhou nos seus silêncios

Como dói ouvir gracejos..Como dói nada mostrar
É um uivo dilacerante que sai do peito roubante
E vai nas entranhas habitar
Silenciar..A cada passo ..Sem um ruido notar

Caminhar ..Tornar rotina..As mágoas ..Abrir feridas
Curar-se ..Num cicatrizar silencioso porque o leve tocar
Desperta um riso jogoso..Que zomba a sua dor com gestos tão perigoso
Silêncio! Do silenciar..Que diz amar..Não sabe o que é sorrir
E a alma triste a chorar.

Porque não aprendi a fazer poesia que só contasse alegrias
Que não falasse as dores que a humanidade ..Silencia?
Porque eu sou tão covarde..Que venho abrir feridas na alma dessa gente sofrida
Porque me fiz poesia ..Para morrer dia a dia?

Talvez por ser uma naúfraga no recôncavo do ser
Para ter a liberdade ..De poder compreender
E levar um aconchego
Para esse silencioso ser..Que vive naufragada em mim
Não deixo transparecer.
Marilene Azevedo 18.09/2018
Ireitos preservados pela lei 9610/1998
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MUDO OLHAR!


Cato palavras e traço..Os rumos desse recitar
Buscando verdades contidas ..Em cada frase ..Ou olhar
Porque dizer versos rimados..Nem sempre se acha o lugar
Ali estou eu e você ..Quem disse que é esse o estar?

Desconhecido interior..Que nunca soubemos contar
Os gestos ..As alegrias ..Tudo a representar
Porque a verdade real está no fundo do olhar
E só olhar bem fundo que tu aprendes amar

No auge do conhecimento..Perdida ..Aprendiz que ouve e vê
Crer no amor ..Oculta flor..Que vive dentro do Eu..Nem mesmo o que se sente
Descreve os jardins do ventre ..Por onde passa vertente que alimenta a vida
Desse humano carente.

Ao romper com as estruturas ..Essa nobre criatura deixa amostra ..Interior
Transbordando sentimentos ..Que ao rolar em breves momentos
Nem sempre será de amor..Apenas algumas fendas que ao romper-se
Da passagem para cruzar gotas soltas ..De algum amor de verdade

Acostumamos dizer..Falar ..Até demonstrar.
Mas o sentir ..Onde a alma flutua ..Dança..E se entrega
Não se reconhece regras apenas se quer amar
E esse amor que vós falo..As vezes até me calo
Porque só quem amou de verdade ..Nunca irá demonstrar!
Procure no fundo do mudo olhar!
Marilene Azevedo..18/09/2018
Direitos preservados pela lei 9610.1998

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JEITO MEU!

O meu amor se desenha
Na palma da minha mão
Na tua pele ..Na minha
Feita de pura emoção

Desliza pelo teu rosto
Levemente com cuidado
Para não machucar com os dedos
A face do ser amado

Ao tocar a tua boca
A minha seca ansiosa
Como a sorver pela pele
O sabor dessa fruta deliciosa

A maciez dessa boca
Que a minha boca deseja
O estremecer o toque
O salivar na minha boca ..Goteja

O delinear sinuoso
Que ao percorrer teu queixo
Desce serpenteando
Para se espalhar no peito
Que ali..está esperando

Brinca de la..Para cá
Como criança perdida
Não sabe o que pegará
Não sabe se lamberá
Ou se lhe dará mordidas

É o respeito mais puro
De quem deseja o que é seu
Jamais abandona o que ama
Esse é o jeito meu!
Marilene Azevedo 17/09/2018
Direitos preeservados pela lei 9610/1998

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TEATRO DA VIDA!

Estamos num amplo teatro onde cada um sobressai
Representando o papel que escolheu para si
Embora nesse existir é a vida que dita suas regras
Não adianta insistir.

Ela te faz pregador..Para observar tuas verdades
Te faz de apaixonado e sentir a tua realidade
Ela apenas te mostra que se não for verdadeiro
A farsa é a tua cara metade.

É um teatro que encanta..Pelos arroubos que surgem
Falácias ! Crenças! Convicção.
Apenas atos e fatos..Que ao fechar da cortina
Se esfacela ao chão.

Sem um final..Sem início.
Prossegue continuamente
Até que repentinamente
Ela te bate no ombro
E diz....Agora é com nós!
É com a gente.

Chegada..A tua vez..Irás ser o ator
As tuas verdades expostas
Mostrarás tua rudez
Mas..Se tiveres bondade
E a capacidade do ser
O grande teatro se ergue
Para te receber sem temer!
Marilene Azevedo 17/09/2018
Direitos preservados pela lei 9610/1998
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MUNDO DESCONHECIDO!

Nesse inextricável obtuso caótico que angustia..Diria!
Que não conheço o mundo que pertencias..Mas é um mundo igual
Daqueles que se prenuncia.
A tempos ouço histórias desse desconhecido..Que vou invadir agora
Para ver como serei recebido.

Acredito no Universo energia pura abrangente ..Que nos cobre de muita Luz
A nos salvar e guiar simplesmente.
Mas esse mundo que falo..Quero entender de onde vem..
A mente produz criaturas que não nos serve também.

O bem e o mal sempre tem..E quem comanda é você
Não adianta dizer que já não pode conter.
Porque a Luz divinal Não nos deixa cometer
Até nas noites escuras o azeviche da coberta
Aquece e faz compreender.
Que a claridade existe ! Esta dentro do seu ser.

Eis-me diante do nada..Sou o pó de uma estrada
Que o vento toca leve a andar dependurada
Nas belezas do Universo
Pela Luz iluminada

Me acompanhe nessa invasão que farei
Na certa estranharei ..Esse fascinante mundo
Que para chegar compreender terei que aprender
Que cada um é um e tem o seu submundo.
Marilene Azevedo 15/09/2018
Direitos preservados pela lei 9619/1998

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ME DEIXE ESCREVER!

Eu escrevo tão pouco
Com frases tão loucas
E que não são tantas
Difícil ..Entender

Me leva a crer
Que quero expressar
Algo que habita
O nosso interior
Sem deixar se mostrar

Escrevo ..Escrevo
As vezes não devo
Dizer o que digo
Mas já está escrito
Não vale apagar.

Palavras que rolam
São entrecortadas
De formas jogadas
Numa folha deixada
Rascunhos riscar.

Porque tenho vontades?
De escrever tanto e tanto?
Porque se a vida que corre lá fora
Não e essa mesmo
Que aqui dentro mora?

Até o próprio Sol
Que brilha lá longe
Contrasta com esse
Que ilumina meu ser
Que o brilho ofusca
O olho do ventre
E dá-lhe a certeza
Que a luz que emana
Está dentro do ser
Me deixe escrever!
Marilene Azevedo..16/09/2018
Direitos preservados pela lei 9610/1998
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MUNDO DE POETA!

Ao cruzar por entre as frestas
Do emaranhado pensar
Pergunto se devo para desse sonhar que alucina
Desconhecidos caminhos dessa robusta vivenda

Aqui....Tenho quase tudo.
Do alimento da vida ao alimento do corpo
Produzo em abundância sorrisos e esperanças~
Como fosse real o amor feito criança.

Vais dizer-me ..Pobre poeta..Que vive de sonhos vãos
E eu te responderei...Enquanto tiver meus sonhos..A alma terá seu pão!

Meu interior não é pobre..O exterior pouco importa
A vida retribui em dobro para aqueles que a suporta.
Eu sei que achas ..Loucura meu escrever desligado
Mas eu vivo a sorrir com meus sonhos ..E tu tão sério calado.

Eu hoje amo de fato ! Eu hoje te sou até grato!
Por me fazer entender ..
Que nessas idas e vindas eu pude compreender
Que o amor não tem mais porta ..Entra e sai quando ele quer
E para saber guardar tem que sentir e se ter!
Marilene Azevedo.15/09/2018
Direitos preservados pela lei 9610.1998


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BENDITO SEJA O UNIVERSO!

Nunca procure esconder esse amor verdadeiro
Não importa se primeiro! O valor é o sentido
Totalitário vivido..Sem meras representações
Fruto das emoções extraidas dessa alma

Que um dia em alvoroço jurou que não amaria
Devido a tanto desgosto.
Ironica é a vida..Como Vociferamos besteiras
Eis-me aqui..Diante de vós..Implorando forças e fé
Para me manter de pé até encontrar as forças
Para dizer ..Voltei amar!

Não importa quando dure..Pois o tempo não tem tempo
Sabe apenas que não esqueceu..Das alegrias que o amor
Faz criaturas crianças..Sorrir com a esperança de ser amada também
A energia universal que se chama amor maior hoje não esconde mais
A alma da criatura pois limpou toda sisura e fez-lhe brilhar além!

Bendito o despertar..Na luz desse horizonte
Bendito seja o sorriso
Bendito seja teu nome
Que baila no meu semblante
Bendito seja o universo
Que não te permite distante!
Marilene Azevedo 14/09/2018
Direitos preservados pela lei 9610/1998
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