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carla jaques
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Situação de aprendizagem:

A crônica narrativa e suas características específicas

Texto: Avestruz de Mário Prata

Ano/ série: 6º ano

Tempo previsto: 8 a 10 aulas

Conteúdos e temas: Elementos da narrativa (retomada); características específicas da "crônica narrativa", com ênfase na descrição da personagem; expressão de opiniões pessoais; leitura; levantamento de vocabulário. 

Competências e habilidades: Reconhecer características do gênero "crônica narrativa"; ler e comparar diferentes textos narrativos (texto escrito, o filme, a imagem da avestruz).

Estratégias: levantamento prévio partindo do título do texto e biografia/ produções do autor; leitura silenciosa; leitura oral pelo professor; leitura colaborativa pelos alunos; levantamento de vocabulário desconhecido que dificulta a leitura e sentido global do texto.

Recursos utilizados: caderno do aluno e do professor (volume 2); lousa/ giz; filme escolhido. 

Avaliação: produção de texto/ a descrição do próprio animal de estimação ou daquele que gostaria de ter (caso haja alguém que não o tenha); avaliação oral através de debate regrado abordando o comportamento do garoto do texto e seus pais; breve relato escrito de apreciação do filme assistido e o inusitado no texto e no filme que permite- nos a intertextualidade.

Aplicação da aprendizagem.

. Levantamento de hipóteses:

Falaríamos sobre o escritor Mário Prata: quem é ele e seu estilo de escrito.

Questionamento sobre o título do texto: o que vocês acham que vai tratar esse texto com o título Avestruz? Você já foi a um zoológico? Quem já viu ou conhece uma avestruz? Do que você acha que ele se alimenta? Como vive? Será que é domesticável? O que esse animal está fazendo na história?

. Leitura do texto:

-silenciosa;

- oral pelo professor;

- leitura compartilhada pelos alunos.

. Questionamento oral do texto/ debate:

Que animais é costumamos ter como domésticos?

Não é normal um garoto de 10 anos querer uma avestruz como animal de estimação. Como você imagina que seja esse garoto? Ele é mimado, paparicado?

É correto os pais concordarem com essa imposição do garoto?

Encontre no texto uma justificativa para o garoto querer tanto essa avestruz.

. Trabalhando o gênero "crônica- narrativa":

Retomar as características da crônica- narrativa; observar a ênfase dada à personagem, inclusive à descrição da mesma no decorrer do texto. E na sequência, a produção da descrição feita por eles.

.  Pesquisa na internet:

Pesquisarem sobre a ave: sua imagem, alimentação, hábitos, habitat e outras informações que julgarem pertinentes.

. Assistir ao filme Os pinguins do papai:

Verificarem o inusitado também no filme, onde os pinguins são criados dentro do apartamento; após assistirem, o debate regrado sobre o filme e por fim, a produção do relato do mesmo como combinado antes. 
Boa semana para todos. Me identifiquei com muitos depoimentos e aqui está o meu. 
Meu pai faleceu quando eu tinha dois anos de idade, minha mãe precisava trabalhar e eu ficava com minha querida avó que era analfabeta e me ensinava muito com suas músicas religiosas. Passava pouco tempo com minha mãe porém, eram momentos preciosos, mamãe estudou pouco e acreditava na educação escolar como um degrau importante na minha vida; ela lia para mim todos as noites e fazia desenhos com as sombras de suas mãos na parede do nosso quarto e eu amava isso. 
Eu tinha uma coleção de livros de historinhas  que vinham acompanhadas por um disco e era muito bom acompanhar as historinhas com ele e ouvir  a voz suave da minha mãe ao interpretar a fala dos personagens; sempre quis aprender a ler para contar aos meus amigos a historinha do Patinho Feio que era a minha predileta, aprendi a ler e a escrever pequenas frases com seis anos de idade e nunca tive grandes dificuldades porque minha mãe estava muito presente quando algum obstáculo aparecia. Sou saudosista e tenho meus cadernos das primeiras séries do ensino fundamental guardados até hoje pois eles representam meu início e meu empenho em melhorar sempre.
Me lembrei que minha madrinha de batismo presenteou-me com o livro O Pequeno Príncipe assim que entrei na escola e fiquei muito feliz, entendi pouco do que li (na primeira vez) porém, me senti muito importante por ter um livro só meu porque eu já sabia ler e as pessoas que me amavam reconheciam esse desenvolvimento.

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Boa semana para todos. Me identifiquei com muitos depoimentos e aqui está o meu. 
Meu pai faleceu quando eu tinha dois anos de idade, minha mãe precisava trabalhar e eu ficava com minha querida avó que era analfabeta e me ensinava muito com suas músicas religiosas. Passava pouco tempo com minha mãe porém, eram momentos preciosos, mamãe estudou pouco e acreditava na educação escolar como um degrau importante na minha vida; ela lia para mim todos as noites e fazia desenhos com as sombras de suas mãos na parede do nosso quarto e eu amava isso. 
Eu tinha uma coleção de livros de historinhas  que vinham acompanhadas por um disco e era muito bom acompanhar as historinhas com ele e ouvir  a voz suave da minha mãe ao interpretar a fala dos personagens; sempre quis aprender a ler para contar aos meus amigos a historinha do Patinho Feio que era a minha predileta, aprendi a ler e a escrever pequenas frases com seis anos de idade e nunca tive grandes dificuldades porque minha mãe estava muito presente quando algum obstáculo aparecia. Sou saudosista e tenho meus cadernos das primeiras séries do ensino fundamental guardados até hoje pois eles representam meu início e meu empenho em melhorar sempre.
Me lembrei que minha madrinha de batismo presenteou-me com o livro O Pequeno Príncipe assim que entrei na escola e fiquei muito feliz, entendi pouco do que li (na primeira vez) porém, me senti muito importante por ter um livro só meu porque eu já sabia ler e as pessoas que me amavam reconheciam esse desenvolvimento.

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Boa semana para todos. Me identifiquei com muitos depoimentos e aqui está o meu. 
Meu pai faleceu quando eu tinha dois anos de idade, minha mãe precisava trabalhar e eu ficava com minha querida avó que era analfabeta e me ensinava muito com suas músicas religiosas. Passava pouco tempo com minha mãe porém, eram momentos preciosos, mamãe estudou pouco e acreditava na educação escolar como um degrau importante na minha vida; ela lia para mim todos as noites e fazia desenhos com as sombras de suas mãos na parede do nosso quarto e eu amava isso. 
Eu tinha uma coleção de livros de historinhas  que vinham acompanhadas por um disco e era muito bom acompanhar as historinhas com ele e ouvir  a voz suave da minha mãe ao interpretar a fala dos personagens; sempre quis aprender a ler para contar aos meus amigos a historinha do Patinho Feio que era a minha predileta, aprendi a ler e a escrever pequenas frases com seis anos de idade e nunca tive grandes dificuldades porque minha mãe estava muito presente quando algum obstáculo aparecia. Sou saudosista e tenho meus cadernos das primeiras séries do ensino fundamental guardados até hoje pois eles representam meu início e meu empenho em melhorar sempre.
Me lembrei que minha madrinha de batismo presenteou-me com o livro O Pequeno Príncipe assim que entrei na escola e fiquei muito feliz, entendi pouco do que li (na primeira vez) porém, me senti muito importante por ter um livro só meu porque eu já sabia ler e as pessoas que me amavam reconheciam esse desenvolvimento.

Situação de aprendizagem:

A crônica narrativa e suas características específicas

Texto: Avestruz de Mário Prata

Ano/ série: 6º ano

Tempo previsto: 8 a 10 aulas

Conteúdos e temas: Elementos da narrativa (retomada); características específicas da "crônica narrativa", com ênfase na descrição da personagem; expressão de opiniões pessoais; leitura; levantamento de vocabulário. 

Competências e habilidades: Reconhecer características do gênero "crônica narrativa"; ler e comparar diferentes textos narrativos (texto escrito, o filme, a imagem da avestruz).

Estratégias: levantamento prévio partindo do título do texto e biografia/ produções do autor; leitura silenciosa; leitura oral pelo professor; leitura colaborativa pelos alunos; levantamento de vocabulário desconhecido que dificulta a leitura e sentido global do texto.

Recursos utilizados: caderno do aluno e do professor (volume 2); lousa/ giz; filme escolhido. 

Avaliação: produção de texto/ a descrição do próprio animal de estimação ou daquele que gostaria de ter (caso haja alguém que não o tenha); avaliação oral através de debate regrado abordando o comportamento do garoto do texto e seus pais; breve relato escrito de apreciação do filme assistido e o inusitado no texto e no filme que permite- nos a intertextualidade.

Aplicação da aprendizagem.

. Levantamento de hipóteses:

Falaríamos sobre o escritor Mário Prata: quem é ele e seu estilo de escrito.

Questionamento sobre o título do texto: o que vocês acham que vai tratar esse texto com o título Avestruz? Você já foi a um zoológico? Quem já viu ou conhece uma avestruz? Do que você acha que ele se alimenta? Como vive? Será que é domesticável? O que esse animal está fazendo na história?

. Leitura do texto:

-silenciosa;

- oral pelo professor;

- leitura compartilhada pelos alunos.

. Questionamento oral do texto/ debate:

Que animais é costumamos ter como domésticos?

Não é normal um garoto de 10 anos querer uma avestruz como animal de estimação. Como você imagina que seja esse garoto? Ele é mimado, paparicado?

É correto os pais concordarem com essa imposição do garoto?

Encontre no texto uma justificativa para o garoto querer tanto essa avestruz.

. Trabalhando o gênero "crônica- narrativa":

Retomar as características da crônica- narrativa; observar a ênfase dada à personagem, inclusive à descrição da mesma no decorrer do texto. E na sequência, a produção da descrição feita por eles.

.  Pesquisa na internet:

Pesquisarem sobre a ave: sua imagem, alimentação, hábitos, habitat e outras informações que julgarem pertinentes.

. Assistir ao filme Os pinguins do papai:

Verificarem o inusitado também no filme, onde os pinguins são criados dentro do apartamento; após assistirem, o debate regrado sobre o filme e por fim, a produção do relato do mesmo como combinado antes. 
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