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Eustáquio J. Silva
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Mas aí o mito Getúlio Vargas surgiu. Curioso é que o mito Getúlio Vargas é posterior ao Macunaíma de Mário de Andrade e enquanto mito maduro. Este sempiterno senhor gaúcho criou aquilo que se chamou de personalidade populista. Positivista, fascista, simpatizante de Hitler e do eixo ao qual este pertencia criou o "Estado Novo" (todos os golpes dados em política brasileira ganharam o adjectivo novo, por algum motivo) e fez de seu governo o governo régio. Não adianta a República expurgar a Monarquia se tem quem queira ser rei a todo o tempo. Getúlio, o Vargas, então continuou o seu populismo de "pai dos pobres" e fica de fora de toda e qualquer virulência da esquerda socialista, cultural e comunista do Brasil. Ninguém parece atacá-lo porque o regime militar, posterior em algumas décadas, é o alvo, enquanto o regime varguista, baseado em leis fascistas, criou a CLT: Consolidação das Leis Trabalhistas, que emprega até hoje o maior golpe na economia brasileira justamente porque super-protege um lado e abandona quase que totalmente outro. Coisas do Brasil.

Após estes regimes veio as "Diretas", cantadas em verso e prosa pela péssima dramaturgia brasileira com uma ode ao mau gosto que é a minissérie ou super-série (o que seja) de nome "os dias eram assim". Sucessivamente os presidentes eleitos todos estão envolvidos (com excepção ao finado Itamar Franco) em esquemas de corrupção, maiores ou menores, e o legislativo ensaia passos de uma peça burlesca cujo brasileiro faz o papel de coro a repetir vozes como "Fora Temer", "Diretas Já", "Meu corpo, minhas regras!" e assim por diante.

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A política do Brasil - ao menos a republicana - dando o ar da graça

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Os símbolos judeus, a história completamente devotada à sua depreciação, inclusive as piadas que os politicamente correctos insistem em fazer, pois estas podem enquanto as outras são ofensivas, apenas comprovam que Israel é o alvo moderno de um movimento globalista. Israel é o Estado responsável pela violência quando, na verdade, é o único que tem leis respeitadas e paz interna em um médio oriente que respira confusão e retrocesso. Enquanto o Estado Islâmico devasta territórios e cidades inteiras, nunca se teve composição terrorista alguma que tenha partido da religião judaica. Os avanços técnicos, científicos, culturais e de entretenimento são como uma grande resposta deste povo aos ataques constantes que sofrem. A religião monoteísta mais antiga do mundo. O povo totalmente identificado com as suas tradições e um Estado politicamente legítimo e são em um oriente próximo cheio de primitivismo. Mesmo com todos os pontos contra (colocados por tantos) eu suporto o meu discurso: eu apoio integralmente Israel e sigo meu instinto infantil, de juventude. Apoio Israel e ainda posso dedicar mais e mais textos a este apoio, que faço totalmente público e notório.

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A revolução francesa representa, portanto, o Novo. Aquilo que em termos gerais desencadeou numa obscena cena de interesses políticos com a entrada no palco da representatividade, democracia, entre outros pontos tidos como sacros e totalmente questionáveis. E o tempo antigo não significa aquilo que João Pereira Coutinho, notório conservador português, alerta na figura do lunático expectador de uma volta a 1788 no famoso ottantotto. O antigo, deste tempo antigo, é o conservar claro e preciso daquilo que foi-nos tirado pela famigerada Revolução Francesa. Retirar o descaso e a desfaçatez desta divisão reducionista entre "esquerda e direita" e a tentativa de, primeiro fazer conhecer um mundo sem a distorção escolar e midiática de nossos dias e depois fazer argumentar o quão a evolução nem sempre reflecte-se no número de anos que passaram e nem na linearidade das coisas. Que sejam bem vindos ao tempo antigo como queria que ele fosse a vocês.

Os textos aqui serão escassos, pelos motivos de trabalhos e ocupações pessoais (assim como no meu blogue História sem Ideologia) e contribuirão para divulgação da página no facebook e, se calhar, outras linhas oficiais virtuais e físicas. Espero que apreciem e que interajam de alguma forma com o conteúdo e tenham tido a pergunta título respondida.

A cultura histórica tem o objectivo de manter viva a consciência que a sociedade humana tem do próprio passado, ou melhor, do seu presente, ou melhor, de si mesma"
Benedetto Croce.

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Este é o começo do blogue da minha página no facebook! Apreciem sem moderação!

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Ao entrar num ônibus (autocarro aos portugueses) normalmente, razoavelmente cheio, mas sem alardes para o caos que costuma ser andar nos "colectivos", eu pensei estar voltando para casa de uma tarde agradável entre amigos. Tudo corria bem, na perfeita ordem, quando em uma das paragens a porta traseira do ônibus foi invadida por oito elementos todos menores de idade. É importante dizer que eram menores de idade porque há sempre quem defenda que a sociedade, principalmente a sociedade classificada como conservadora e de direita, crucifica estes "desfavorecidos sociais"; que o crime deles é ser de um estrato marginal da sociedade. Mas não era isto que aqueles meninos estavam prestes a fazer. E só não o fizeram porque "entraram no ônibus errado". Não iriam descer onde queriam. Diante de passageiros assustados e atônitos, eles empurravam a porta e entravam um a um com o carro em movimento e aos gritos. Batiam nas laterais do carro, no vidro e diziam coisas de baixíssimo teor todo o tempo. Eram sim aptos ao crime. Não poderiam ser jovens que queriam apenas voltar às suas casas "daquela maneira". O pânico deu lugar ao cenário de horror e revolta posterior. Todos naquele ônibus sabiam: aquilo acontece em muitos ônibus todos os dias e nada é feito. A não ser deputadas como Maria do Rosário e outras "ativistas" defenderem este estado de excepção que tornou-se o país.

Outro dia um menino de quinze anos foi morto dentro de um ônibus sem chance de defesa. Por que? Estava junto a outro "menor" prestes a assaltar este mesmo autocarro. Quem atirou? Alguém que estava na parte traseira do veículo que NINGUÉM quis identificar. Estamos em um campo de coisas que para livrar-se de um crime comete-se outro. A polícia do Rio de Janeiro já conta com 100 oficiais mortos pelos bandidos e nada foi feito. Cem oficiais nos últimos tempos. Zonas inteiras estão cercadas com aparatos eléctricos, com segurança de última geração e com muros maiores que as casas. Pessoas mudam-se e deixam o Brasil todo o tempo. Muitos têm histórias tristes de alguém que morreu vítima da violência crescente em todos os estados, grandes cidades, becos. E alguns políticos, alguns guetos ideológicos chamam isto de preconceito e não de criminalidade. Incentivam o revanchismo e apontam o dedo sujo como se fossem defensores das vítimas.

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Goebbles criou o mito salvador de Hitler. Regou-o com muito esmero e preencheu as páginas e o semblante do austro-germânico com toda a persuasão que lhe fora característica. Afinal "uma mentira contada ou repetida tantas vezes torna-se verdade". E o que é que sempre ouvimos de políticos hoje em dia. Uma mentirosa alegação de inocência que de tanto ser proferida alguns até creem que estejam diante de uma verdade incontestável do género da verdade de Alfred Tarski de que "a neve é branca se e somente se a neve é branca". O logicismo parece ter invadido a política quando Lula diz que tudo é um complô contra ele. Quando um senador diz que Dilma é a presidente mais honesta do país. Quando Aécio Neves nega ter feito algo ilícito, sem contar figuras icônicas como Paulo Maluf, como Nícolas Maduro, entre outros. Quantas lições de Goebbles estão implícitas aí. As mesmas que convenceram o sofrido povo alemão - arrasados pela primeira guerra mundial - de que judeus eram inimigos e de que os alemães eram a raça, por excelência, superior.

Diz ainda Goebbles:

Tal é nossa tarefa como Nacional Socialistas. Nós fomos os primeiros a reconhecer as conexões, e os primeiros a começar a luta. Porque somos socialistas, sentimos primeiro as maiores bençãos da nação e porque somos nacionalistas quisemos promover a justiça socialista na nova Alemanha.

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Aqui nascia um dos maiores responsáveis pelo meio medíocre da política de hoje! E de cunho socialista!
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