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BRASIL - DESAFIOS À CONSTITUIÇÃO - Após nova fala sobre #intervençãoMilitar, Exército destitui general

SÃO PAULO - O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, decidiu retirar o general Antonio Hamilton Mourão do posto de secretário de Economia e Finanças da instituição e designá-lo para o cargo de adido na Secretaria-Geral do Exército. A decisão foi comunicada neste sábado (9) pelo Centro de Comunicação Social do Exército. Na quinta-feira (7), Mourão se manifestou sobre intervenção militar pela segunda vez em três meses, reafirmando a possibilidade de atuação das Forças Armadas caso haja uma situação de "caos" no país. Em setembro ele havia falado sobre a possibilidade de ocorrer intervenção no Brasil se o Judiciário não conseguir resolver "o problema político".

Desta vez, o oficial também criticou o governo Michel Temer, dizendo que ele se equilibra mediante um "balcão de negócios". Pela decisão do comandante, irá para o lugar de Mourão na secretaria o general Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, atualmente adido no Estado-Maior do Exército.

O informe de Villas Bôas com a alteração, que deve ser distribuído a todos os comandos, chefias e direções de organizações militares, vem um dia depois de o Exército informar à Folha que as declarações emitidas por Mourão estavam "sendo objeto de análise pelo Comando da Força".

Na palestra que fez esta semana no Clube do Exército, em Brasília, a convite do grupo Ternuma (Terrorismo Nunca Mais), o militar disse que a instituição poderia ter o papel de "elemento moderador e pacificador", agindo "dentro da legalidade", se o "caos" fosse instalado no país.

"E o que a gente chama de caos? Não houver mais um ordenamento correto, as forças institucionais não se entenderem, terá que haver um elemento moderador e pacificador nesse momento", afirmou. Sobre a situação política, o general disse: "Não há dúvida que atualmente nós estamos vivendo a famosa 'Sarneyzação'. Nosso atual presidente [Michel Temer] vai aos trancos e barrancos, buscando se equilibrar, e, mediante o balcão de negócios, chegar ao final de seu mandato". Em setembro, ele já tinha criado polêmica na instituição ao falar sobre a possibilidade de intervenção militar. Na época, o comandante Villas Bôas afirmou que o subordinado não receberia punição pelas afirmações.

Segundo o Exército, Villas Bôas apresentará a proposta de movimentação do oficial ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, "para encaminhamento" ao presidente Temer. Se a alteração de função se confirmar, será a segunda vez que Mourão é trocado de cargo depois de expressar posicionamentos políticos. Em 2015, ele foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, e transferido para a Secretaria de Economia e Finanças, em Brasília, após fazer críticas ao governo de Dilma Rousseff. No evento de que participou nesta semana, o militar disse que passará para a reserva em 31 de março do ano que vem e que, depois disso, deverá morar no Rio de Janeiro. Diante de pedidos para se candidatar nas eleições de 2018, o oficial respondeu: "Eu apenas digo uma coisa: não há portas fechadas na minha vida". Ele também fez várias críticas aos governos de Lula e de Dilma Rousseff (ambos do PT) e falou que integrantes das Forças Armadas veem "com muito bons olhos" a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) a presidente da República.

http://www.valor.com.br/politica/5222991/apos-nova-fala-sobre-intervencao-militar-exercito-destitui-general






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#KIRKdouglas - La estrella de Hollywood que cumple ¡101 años! Kirk Douglas, ícono del cine y padre de Michael, celebra hoy más de un siglo de vida

¿Cuántos pueden decir que sobrevivieron a una guerra, a varios accidentes de avión, a otras tantas enfermedades y, además, brillaron como celebridad del cine mundial? Casi nadie. Kirk Douglas, sí.

El actor, uno de los más famosos y casi el único que queda de la época dorada de Hollywood, cumple hoy nada menos que 101 años. Kirk lo celebra junto a su familia, entre ellos, su también famoso hijo Michael.

Y no es para menos. El protagonista de títulos como Espartaco, Sed de vivir, El ídolo de barro, Cautivos del mal, entre muchísimas más. Sólo hay que pensar que empezó su carrera en 1946 y filmó hasta el 2005, casi sin parar: medio Hollywood compartió escenas con él.

Kirk nació en las afueras de Nueva York en 1916, hijo de una familia de campesinos rusos muy pobres. De hecho, el actor recordó sus orígenes humildes en su autobiografía El hijo del trapero.

Cuando nació fue bautizado como Issur Danielovitch Demsky, nombre que cambió por el más artístico y accesible de Kirk Douglas. Su imponente físico le dio la oportunidad de hacer personajes como el del boxeador de El ídolo de barro por el que fue candidato a un Oscar en 1949 o el del esclavo que se subleva en Espartaco.

Pero no todo fue brillo y esplendor ​de estrella de cine en su vida. Además de pasar necesidades durante su infancia y su adolescencia, encontró refugio en el teatro, en Broadway en sus primeros años como actor. Pero tuvo que abandonar eso porque fue convocado al ejército durante la Segunda Guerra Mundial. Después de pasar dos años destinado en el Océano Pacífico, volvió a Nueva York.

Su vida dio un giro cuando se casó con Diana Dill, madre de sus hijos mayores, Michael y Joel, y comenzó a ser reconocido por sus películas.

Su época de mayor esplendor cinematográfico también coincidió con una cantidad de romances con las actrices más famosas de entonces: desde Joan Croawford a Marlene Dietrich, pasando por Patricia Neal, Lana Turner, Gene Tierney y Faye Dunaway.

La consecuencia fue el divorcio de la madre de sus hijos. Con su segunda esposa, Anne Buydens tuvo otros dos hijos, Peter y Eric, y continúa casado hasta hoy.

Pero la vida de Douglas también estuvo atravesada por algunas tragedias. La peor, la muerte de su hijo Eric, en 2004, como consecuencia de una sobredosis.

Siendo combatiente en la Segunda Guerra, sufrió más de un accidente aéreo. Y más tarde volvió a salvarse de milagro cuando a último momento decidió no subirse al avión privado del famoso productor Michael Todd (por entonces marido de Elizabeth Taylor) que se estrelló. En 1999, nuevamente la suerte lo acompaño cuando salió ileso de un accidente de helicóptero.

Pero Douglas llega a los 101 años demostrando que es un sobreviviente a muchas circunstancias. En 1996 sufrió un infarto cerebral que le paralizó parte de la cara y del cuerpo y le hizo perder e habla. Se recuperó y en 2005, pasó por varias operaciones en las rodillas.

Después de haber trabajado con los mejores directores: Billy Wilder, VIncent Minelli, Stanley Kubrick, John Houston, Brian De Palma entre muchos otros, en 1996 recibió un Oscar Honorífico a su trayectoria que incluye más de 50 películas.

Su personaje, en Espartaco, dice una frase que bien podría pronuciar el actor cuando sople las 101 velitas: "¿Temes a la muerte, Espartaco?. No más que a la vida".

https://www.clarin.com/espectaculos/fama/estrella-hollywood-cumple-101-anos_0_HyjknFF-z.html

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*BRASIL - MAIS UM EJACULADOR MULTADO POR OFENSA AO PUDOR - Gol quer banir homem que ejaculou em duas mulheres durante voo. Passageiro, que quase foi agredido pelos passageiros, foi detido e levado à polícia, onde prestou depoimento e foi liberado; punição prevê apenas multa *

A GOL Linhas Aéreas disse que estuda uma forma de banir para sempre o passageiro de 51 anos que ejaculou em duas mulheres – de 24 e 32 anos – durante um voo da companhia de Belém a Brasília na sexta-feira, 8, e que vai prestar “total assistência às vítimas e colaborar com as autoridades”. A empresa também disse que “repudia veementemente qualquer manifestação de violência como a ocorrida”.

“A GOL informa que está tomando todas as medidas cabíveis para buscar formas de banir definitivamente o passageiro de todos os voos da empresa”, disse a empresa em nota. Segundo a companhia, a tripulação do avião “agiu rapidamente imobilizando o agressor” e comunicando a Polícia Federal, que fez a prisão do passageiro assim que o voo aterrissou no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitscheck, em Brasília.

Ao perceberam que tinham sido vítimas da agressão sexual, as vítimas gritaram – alguns passageiros tentaram agredir o homem, cuja identidade não foi divulgada. As mulheres registraram queixa na 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul, em Brasília. O agressor foi ouvido, assinou termo circunstanciado, foi liberado e vai responder por contravenção de importunação ofensiva ao pudor, previsto no artigo 61 da Lei das Contravenções Penais (decreto-lei 3.688, de 1941), que prevê apenas o pagamento de multa.

Ele negou o ataque – em depoimento, disse apenas que estava dormindo e tossiu. As mulheres relataram à polícia que ele estava com o pênis para fora da calça. As duas disseram que haviam sido atingidas por esperma.

https://veja.abril.com.br/brasil/gol-quer-banir-homem-que-ejaculou-em-duas-mulheres-durante-voo/

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ARGENTINA - Uma ferida aberta: o atentado que agora atinge Cristina Kirchner. Carro-bomba que matou 85 em associação judaica há 23 anos virou um labirinto de investigações e falsas saídas. Será que agora pode ser elucidado?

Pistas falsas, investigações de fachada, policiais bandidos, juízes mendazes, inquéritos que se arrastam há décadas, políticos comprados e um escandaloso suicídio-assassinato são alguns dos componentes do poço sem fundo aberto no dia 18 de julho de 1994, quando uma van branca explodiu sua carga de 275 quilos de nitrato de amônio e TNT em frente à AMIA, uma associação benemerente judaica no centro de Buenos Aires.

O arco dos envolvidos no atentado ou em seu acobertamento se estende de Buenos Aires ao Líbano do Hezbollah e o Irã, passando pela Tríplice Fronteira e pela Venezuela chavista. O horror da explosão que derrubou o prédio inteiro da Rua Pasteur acabou obscurecendo o atentado que a precedeu em dois anos, contra a embaixada de Israel, com 29 mortos.

A matriz foi a mesma e o motivo era retaliar, através de alvos judeus, a suspensão dos contratos de construção de uma usina de purificação de urânio e de fornecimento de materiais para o programa nuclear iraniano. Carlos Menem, o presidente à época, tinha agido a pedido de George Bush pai.

Menem foi um dos governantes com atitudes ambíguas, possivelmente criminosas. Chamou o FBI e o Mossad para investigar o atentado contra a AMIA. Ao mesmo tempo, também está sendo processado por tentativa de sabotar o inquérito.

Nestor Kirchner disse que era uma vergonha para a Argentina não fechar o caso. Agora, um juiz pediu a prisão preventiva de sua mulher e substituta por nada menos que traição à pátria.

Outros elementos ligados ao governo de Cristina Kirchner, protegida pela imunidade que o mandato de senadora lhe dá e a maioria peronista no Congresso garante, foram presos. Luís D’Elia, um brutal e sagaz líder sindical, entrou na cadeia gritando “Abaixo a ditadura macrista”.

Seria ridículo, mas faz parte de uma tática perfeitamente conhecida pelos brasileiros. Cristina Kirchner a repetiu em termos igualmente dramáticos, acusando o presidente Mauricio Macri de ser “o principal responsável pela organização política e judicial para perseguir a oposição”.

Por mais absurdo que pareça, D’Elia e outras figuras bizarras do círculo kirchnerista tiveram um papel na “diplomacia informal”, ou criminosa, segundo o juiz Claudio Bonadio, que levou o governo de Cristina a fazer um acordo com o Irã para beneficiar os envolvidos iranianos no atentado.

Muitas das acusações que embasam as 365 páginas das ordens de prisão preventiva assinadas por Bondado já eram conhecidas desde que o corpo do procurador Alberto Nisman foi encontrado com um tiro na cabeça no banheiro de seu apartamento em 18 de janeiro de 2015.

As interpretações telefônicas pedidas por Nisman mostram D’Elia falando com seus contatos iranianos até dentro da Casa Rosada. “Tenho uma mensagem urgente do governo argentino para passar para lá antes de amanhã”, dizia ele num dos telefonemas.

O acordo com o Irã em sua parte pública, que nunca saiu do papel, era um pacote comercial de dez bilhões de dólares que, cinicamente, criava uma comissão da verdade para investigar o atentado da AMIA.

Na verdade, o objetivo era o oposto. O juiz Bonadio escreveu que os acusados, incluindo a ex-presidente, “negociaram, participaram, acordaram com e coadjuvaram para conseguir os objetivos de uma potência estrangeira – o Irã – que ficou demostrado judicialmente que ordenou/organizou/financiou/instigou dois atos de guerra no território nacional contra cidadãos argentinos desarmados e inocentes”.

Para se ter uma ideia das complexidades envolvidas, existem duas organizações de parentes de vítimas do atentado. Uma era simpática a Cristina Kirchner e suas promessas de elucidar tudo.

Hector Timerman, o ministro das Relações Exteriores de Cristina, em prisão domiciliar por motivo de saúde, foi à Etiópia assinar o acordo com o Irã. Ele é filho de Jacobo Timerman, o dono de jornal supliciado durante a ditadura militar por torturadores que gritavam “judeu, judeu”.

O atentado, e as escandalosas pistas falsas que o obscureceram, têm aspectos ainda misteriosos. A identidade do terrorista suicida, Ibrahim Hussein Berro, ainda é contestada.

Em 2014, Yitzhak Aviran, ex-embaixador israelense na Argentina, fez uma declaração excepcionalmente franca: “A maioria dos responsáveis não está mais neste mundo e fomos nós que fizemos isso”.

O nome mais conhecido que não está mais neste mundo é Imad Mugnieh, um dos fundadores do Hezbollah. Ele chegou a ser indiciado na Argentina, sem maiores consequências. Em 12 de fevereiro de 2008, ao sair de uma recepção oferecida pelo embaixador do Irã em Damasco, um dos pneus de seu Pajero explodiu. Foi o único morto.

Como uma bomba nesses casos cai duas vezes no mesmo lugar, o filho dele, Jihad Mugnieh, foi morto em 2015 por um helicóptero israelense. Estava na Síria, onde o Hezbollah combate a favor do regime.

A decisão do juiz Bondado foi crivada de críticas, como era previsível. Muitos argentinos acreditam que Cristina está sendo perseguida. Outros, que a ferida aberta há 23 anos ainda está longe de cicatrizar.

https://veja.abril.com.br/blog/mundialista/uma-ferida-aberta-o-atentado-que-agora-atinge-cristina-kirchner/

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JUDEUS X PALESTINOS - Confrontos e bombardeios deixam mortos em Gaza. Exército israelense lança ataques aéreos contra Hamas em retaliação a foguetes lançados a partir de Gaza, e deixa dois mortos. Confrontos entre soldados de Israel e palestinos em protestos fazem outras duas vítimas.

Corpos de dois palestinos foram encontrados na madrugada deste sábado (09/12) na Faixa de Gaza, na sequência de bombardeios do Exército de Israel contra posições militares do movimento Hamas, informou o Ministério da Saúde palestino.

Os mortos foram identificados como Abdullah al Atal, de 28 anos, e Mohamed Safadi, de 30 anos. Ao menos 25 pessoas ficaram feridas, incluindo seis crianças.

Com as novas vítimas, sobe para quatro o número de mortos em Gaza desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu que Jerusalém é a capital de Israel, na última quarta-feira, e decidiu transferir a embaixada americana atualmente instalada em Tel Aviv.

Nesta sexta, dois palestinos morreram em confrontos com soldados israelenses. Segundo um porta-voz do Ministério da Saúde local, forças de segurança de Israel teriam disparado com arma de fogo contra os manifestantes. Os confrontos violentos em Gaza ainda deixaram mais de 150 feridos, a maioria atingida por bala.

Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas em vários países árabes e muçulmanos nesta sexta para mais um dia de protestos contra a decisão dos EUA. O Exército de Israel, por sua vez, defendeu que, em razão de "tumultos violentos" na região, "os soldados responderam de forma a dispersar o motim".

Ainda segundo os militares israelenses, protestos em reação à decisão americana ocorreram em ao menos 30 localidades da Cisjordânia e da Faixa de Gaza nesta sexta-feira, um dia depois das manifestações que também terminaram em confrontos violentos e dezenas de feridos na região.

Na quinta-feira, em discurso durante uma manifestação em Gaza, o líder do movimento palestino Hamas, Ismail Haniyeh, havia convocado palestinos, árabes e muçulmanos a realizarem novos protestos nesta sexta. "Façamos do 8 de dezembro o primeiro dia da nova intifada [levante popular]" contra o Estado israelense, pediu o líder.

Ataques aéreos

Na madrugada deste sábado, três ataques aéreos israelenses atingiram o norte, centro e sul de Gaza, destruindo a infraestrutura das Brigadas Izz ad-Din al-Qassam, braço militar do Hamas.

A força armada israelense informou que os bombardeios aéreos foram uma resposta aos foguetes que haviam sido disparados mais cedo a partir de Gaza em direção a cidades israelenses.

"Em resposta aos foguetes disparados contra as comunidades israelenses durante o dia de ontem [sexta-feira], a aviação militar atingiu quatro infraestruturas da organização terrorista Hamas na Faixa de Gaza", confirmou o Exército de Israel.

O comunicado militar indicou uma fábrica de armas, um armazém de armas e um complexo militar foram atingidos. Outro bombardeio aéreo israelense realizado mais cedo atacou as posições do Hamas deixou ao menos 15 feridos, entre eles um bebê.

Líderes palestinos reagem

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Liga Árabe se reúnem em caráter de emergência neste sábado no Cairo para discutir a decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

A Liga Árabe manifestou preocupação, considerando que a atitude de Trump pode "destruir por completo o processo de paz" e representar uma ameaça à segurança e à estabilidade na região. França, Reino Unido, China e Portugal também manifestaram receio sobre uma escalada da violência.

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, adiantou que não irá se reunir com o vice-presidente americano, Mike Pence, que fará uma visita à região ainda em dezembro. "Não haverá nenhum encontro com Pence. Os EUA cruzaram uma linha vermelha que não deveriam ter cruzado", declarou o assessor diplomático presidencial Majdi al Jalidi.

Na quinta-feira, Jibril Rajoub, um dos líderes do movimento nacionalista Al Fatah, disse que Pence não será bem recebido na Palestina.

A liderança palestina se reuniu neste sábado em Ramala para concretizar as medidas que serão adotadas em resposta à decisão de Trump. Entre as possíveis medidas, estão a revisão dos acordos de Oslo, o encerramento o papel de mediação dos EUA no processo de paz, o fortalecimento da reconciliação palestina e um pedido à ONU para que delimite as fronteiras de Jerusalém.

Pence pretendia se reunir com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e depois com Abbas.

Críticas da Coreia do Norte

A Coreia do Norte lançou críticas à medida tomada pelo presidente americano.

O reconhecimento de Jerusalém como capital israelense e a transferência da embaixada americana "merecem a condenação e a rejeição global, já que representam um desafio aberto e um insulto à legitimidade internacional e à vontade unânime da comunidade internacional", declarou em comunicado um porta-voz do regime norte-coreano.

O status de Jerusalém "é um assunto muito sensível que deve ser resolvido de uma forma justa e que permita que o povo palestino recupere seus direitos, bem como alcançar uma solução duradoura e pactuada ao problema do Oriente Médio", acrescenta.

A decisão de Trump sobre Jerusalém "permitirá ao mundo discernir melhor quem é o destruidor da paz e a segurança global, e qual é o verdadeiro lado dos 'hooligans' da sociedade internacional", conclui a declaração do porta-voz norte-coreano.
KG/efe/lusa/rtr/ap

http://www.dw.com/pt-br/confrontos-e-bombardeios-deixam-mortos-em-gaza/a-41724069

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INTERNACIONAL - Iraque anuncia final da guerra contra Estado Islâmico no país. Três anos e meio de conflito deixaram seis milhões de deslocados; segundo a ONU, 11 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária

O primeiro-ministro iraquiano, Haider al Abadi, anunciou neste sábado que o exército do Iraque deu por finalizada a guerra que fez o país sangrar durante três anos e meio, ao confirmar a retomada do controle dos últimos redutos que o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) mantinha no país. Os jihadistas controlavam as províncias de Ninawa e Al Anbar, na fronteira com a Síria.

Em pronunciamento, o primeiro-ministro afirmou que “a vitória foi conquistada graças à unidade de todos os iraquianos na luta contra um inimigo que não pensava que veríamos neste dia”.

“As forças iraquianas libertaram todo o território iraquiano dos terroristas e controla todas as fronteiras e suas passagens. Os últimos terroristas no Iraque foram eliminados hoje”, assegurou o Ministério de Defesa em um comunicado.

A coalizão internacional contra o EI, liderada pelos Estados Unidos, felicitou em um comunicado a vitória e destacou que continuarão lhe prestando apoio “enquanto estabelecem as condições para um futuro seguro e próspero”.

“Destacamos a histórica vitória de hoje conscientes do trabalho que ainda é preciso fazer”, disse o enviado especial dos Estados Unidos para a coalizão internacional, Brett McGurk, em sua conta no Twitter.

Histórico

Embora no último dia 10 de julho, com a libertação total de Mossul, a principal cidade ocupada pelos jihadistas, as autoridades tenham decretado a derrota do Estado Islâmico, a luta continuou até o anúncio de hoje.

Após a inflamada batalha de Mossul, que começou em 17 de outubro de 2016, os demais territórios que o EI controlava no país foram caindo pouco a pouco.

Em agosto foi a vez de Tel Afar, no oeste da província de Ninawa, da qual Mossul é capital. Depois de Tel Afar, uma das fortificações insurgentes e situada perto da Síria, se seguiu em outubro a comarca de Al Hauiya, na província de Kirkuk.

Em 5 de outubro, as forças iraquianas centraram seus esforços no deserto fronteiriço com a Síria, onde na outra parte da fronteira os jihadistas estavam sendo acossados pelas forças leais ao presidente Bashar al Assad e por milícias curdas.

Nesta última operação das forças iraquianas foi recuperado o controle de 183 quilômetros de fronteira, desde o município de Al Romena, reconquistado em 11 de novembro, até a cidade de Tel Safuk, perto da fronteira com a Síria, e recuperada em 8 de junho.

Estes três anos e meio de conflito deixaram seis milhões de deslocados, três milhões e meio dos quais buscaram refúgio em acampamentos. Os demais encontraram alojamento em casas alugadas, de familiares ou conhecidos.

Segundo os últimos dados de setembro do Escritório da ONU para os Refugiados (OCHA), ainda restam 3.200.000 deslocados internos e 11 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária, apesar de que, em muitas áreas, a população começou a retornar aos seus lares.

https://veja.abril.com.br/mundo/iraque-anuncia-final-da-guerra-contra-estado-islamico-no-pais/

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INTERNACIONAL - Iraque anuncia final da guerra contra Estado Islâmico no país. Três anos e meio de conflito deixaram seis milhões de deslocados; segundo a ONU, 11 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária

O primeiro-ministro iraquiano, Haider al Abadi, anunciou neste sábado que o exército do Iraque deu por finalizada a guerra que fez o país sangrar durante três anos e meio, ao confirmar a retomada do controle dos últimos redutos que o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) mantinha no país. Os jihadistas controlavam as províncias de Ninawa e Al Anbar, na fronteira com a Síria.

Em pronunciamento, o primeiro-ministro afirmou que “a vitória foi conquistada graças à unidade de todos os iraquianos na luta contra um inimigo que não pensava que veríamos neste dia”.

“As forças iraquianas libertaram todo o território iraquiano dos terroristas e controla todas as fronteiras e suas passagens. Os últimos terroristas no Iraque foram eliminados hoje”, assegurou o Ministério de Defesa em um comunicado.

A coalizão internacional contra o EI, liderada pelos Estados Unidos, felicitou em um comunicado a vitória e destacou que continuarão lhe prestando apoio “enquanto estabelecem as condições para um futuro seguro e próspero”.

“Destacamos a histórica vitória de hoje conscientes do trabalho que ainda é preciso fazer”, disse o enviado especial dos Estados Unidos para a coalizão internacional, Brett McGurk, em sua conta no Twitter.

Histórico

Embora no último dia 10 de julho, com a libertação total de Mossul, a principal cidade ocupada pelos jihadistas, as autoridades tenham decretado a derrota do Estado Islâmico, a luta continuou até o anúncio de hoje.

Após a inflamada batalha de Mossul, que começou em 17 de outubro de 2016, os demais territórios que o EI controlava no país foram caindo pouco a pouco.

Em agosto foi a vez de Tel Afar, no oeste da província de Ninawa, da qual Mossul é capital. Depois de Tel Afar, uma das fortificações insurgentes e situada perto da Síria, se seguiu em outubro a comarca de Al Hauiya, na província de Kirkuk.

Em 5 de outubro, as forças iraquianas centraram seus esforços no deserto fronteiriço com a Síria, onde na outra parte da fronteira os jihadistas estavam sendo acossados pelas forças leais ao presidente Bashar al Assad e por milícias curdas.

Nesta última operação das forças iraquianas foi recuperado o controle de 183 quilômetros de fronteira, desde o município de Al Romena, reconquistado em 11 de novembro, até a cidade de Tel Safuk, perto da fronteira com a Síria, e recuperada em 8 de junho.

Estes três anos e meio de conflito deixaram seis milhões de deslocados, três milhões e meio dos quais buscaram refúgio em acampamentos. Os demais encontraram alojamento em casas alugadas, de familiares ou conhecidos.

Segundo os últimos dados de setembro do Escritório da ONU para os Refugiados (OCHA), ainda restam 3.200.000 deslocados internos e 11 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária, apesar de que, em muitas áreas, a população começou a retornar aos seus lares.

https://veja.abril.com.br/mundo/iraque-anuncia-final-da-guerra-contra-estado-islamico-no-pais/

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‘BRASIL-POLITICA-Não debato com condenados por crime’, diz Moro sobre Lula. Após evento na Petrobras, juiz federal se negou a comentar declarações do ex-presidente de que a Lava Jato prejudicou a estatal e o Rio de Janeiro

Após participar nesta sexta-feira do 4º Evento “Petrobras em Compliance”, na sede da estatal, no centro do Rio de Janeiro, o juiz federal Sergio Moro se negou a comentar a fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para quem a Operação Lava Jato tem servido para desmoralizar a Petrobras e o Rio. “Não debato publicamente com pessoas condenadas por crime” respondeu Moro, quando indagado sobre o assunto.

Em caravana pelo estado, Lula disse que “a Lava Jato não pode fazer o que está fazendo com o Rio” e que, “por causa de meia dúzia que eles dizem que roubou, e que ainda não provaram, não podem causar o prejuízo que estão causando à Petrobras”.

Depois do evento, Moro ainda criticou o foro privilegiado e disse que casas legislativas podem agir “com desvio de poder”, ao evitar a prisão de parlamentares. “O foro privilegiado fere o princípio da igualdade. Todas as pessoas têm que ser tratadas de maneira igual perante a lei. O princípio da igualdade está na base da nossa democracia. Por outro lado, na prática, os tribunais superiores estão assoberbados de processos, estão sobrecarregados de recursos”, afirmou.

Segundo o juiz, é preciso pensar também nos mecanismos de proteção jurídica dos agentes políticos. “Houve aquela discussão se está sujeita ou não uma prisão de um parlamentar a uma casa legislativa, não vou entrar no mérito da controvérsia. Mas, ainda que se for reconhecer alguma espécie de proteção, ela deve ser utilizada para proteger o parlamentar quanto a eventual perseguição política por conta da sua opinião pública e não para protegê-lo de investigações ou perseguições por corrupção”, acrescentou.

Por meio de nota, a defesa do ex-presidente lembra que a Petrobras figura como parte interessada em processos da Lava Jato e afirma que “em nenhum lugar do mundo seria aceitável que o juiz da causa fosse visitar uma parte para dar conselhos jurídicos a ela”. “O discurso feito hoje pelo juiz Sergio Moro na sede da Petrobras por si só compromete a aparência de imparcialidade e pode motivar o reconhecimento da sua suspeição”, completa o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula.

Protestos contra Moro e Bretas

Antes do evento na sede da Petrobras, um grupo de manifestantes protestava, debaixo de chuva, contra a presença de Sergio Moro na empresa. O juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelo braço fluminense da Lava Jato, que acompanhava Moro, também foi alvo do protesto.

Em nota de repúdio, funcionários da Petrobras chamaram Moro de “corrupto e golpista”. O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) participou da manifestação. Segundo ele, o magistrado ajudou a “destruir a empresa”.

“O fato de ser figura polêmica conduzindo uma operação questionável em seus objetivos declarados já configuraria um bom motivo para que a direção da empresa não o convidasse”, diz a nota. “Porém, uma vez que os trabalhadores não foram consultados quanto ao destaque conferido ao juiz nas dependências da empresa, este manifesto de repúdio visa a evidenciar que ele não conta com aprovação plena de toda Petrobras.”

Segundo o manifesto, a Operação Lava Jato parece uma série de TV, “atuando em parceria com a mídia monopolista e empresarial e alçando ao estrelato juízes e procuradores que deveriam agir de modo independente e discreto, sem pronunciamentos e ações espetaculosas conforme exige a profissão, opostamente ao que temos assistido”.

https://veja.abril.com.br/politica/nao-debato-com-condenados-por-crime-diz-moro-sobre-lula/

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BRASIL - VEÍCULOS - Inspeção veicular será obrigatória no país até o fim de 2019. A regulamentação determina que a inspeção deverá ser realizada a cada dois anos em todos os veículos

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta sexta-feira as regras do programa de inspeção técnica veicular. De acordo com a resolução 716, os órgãos de trânsito dos estados e do Distrito Federal terão até 31 de dezembro de 2019 para implantar o programa em suas áreas de atuação.

De acordo com o Contran, o objetivo da medida é evitar acidentes provocados pela falta de manutenção dos veículos.

A regulamentação determina que a inspeção deverá ser realizada a cada dois anos em todos os veículos, conforme cronograma que será estabelecido por cada Departamento de Trânsito (Detran) estadual. O valor da taxa de inspeção será definida por cada Detran e deve ser a mesma em todos as cidades do estado ou Distrito Federal.

Segundo o Contran, a inspeção veicular será pré-requisito para o licenciamento anual. Ou seja, carros que não fizerem a inspeção não poderão ser licenciados e, dessa forma, ficarão em situação irregular.

Veículos de transporte escolar e de passageiros deverão fazer a inspeção a cada seis meses. O prazo será de doze meses para os veículos de transporte internacional de cargas ou de passageiros.

Já os carros zero-quilômetro com capacidade para até sete passageiros e que não tenham sofrido acidentes graves poderão fazer a primeira inspeção três anos após o emplacamento.

A resolução prevê que a inspeção veicular poderá ser feita pelos órgãos executivos de trânsito, ou através de empresa credenciada, como acontecia na cidade de São Paulo.

Segundo o Contran, serão reprovados no primeiro ano de operação da inspeção os veículos que apresentarem defeitos muito graves (DMG); defeito grave (DG) no sistema de freios, pneus, rodas ou nos equipamentos obrigatórios ou utilizando equipamentos proibidos; ou quando reprovado na inspeção de controle de emissão de gases poluentes e ruído.

No segundo ano de operação, veículos com defeito grave no sistema de direção serão reprovados.

Em caso de reprovação, a primeira reinspeção será isenta de taxas.

https://veja.abril.com.br/economia/inspecao-veicular-sera-obrigatoria-no-pais-ate-o-fim-de-2019/
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