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A ESCOLA PROFa ODISSÉIA DE ALBUQUERQUE

Maria José acordou cedo, como, aliás, já estava bastante acostumada a fazer. A tensão que sente, acompanhada de um leve "frio na barriga", não é a de um dia "normal" de trabalho. Sim, pois hoje realmente não é o que se poderia chamar de "um dia comum". É o dia em que assumirá seu posto de diretora da Escola Profª Odisséia de Albuquerque Mariano, conhecida por todos somente por Odisséia.
Pelas informações que procurou obter no período de escolha, a Odisséia é uma escola com aproximadamente 1.700 alunos, situada em uma comunidade pobre, com problemas de violência e histórico de algumas agressões. Opera em quatro turnos, com quinze salas de aula, e ocupação média de 33 alunos por sala.
Maria José está ansiosa mais pelo fato de, apesar de sua já considerável experiência na rede de ensino, nunca haver ocupado o cargo de Diretora de Escola. Mas, pelo menos, quase todas as siglas ela já conhece...
Ela não está iludida quanto às dificuldades que irá enfrentar. Sua experiência na rede foi suficiente para saber das restrições materiais, financeiras e de pessoal com que vai ter de lidar no novo cargo. Por ora, já a caminho da escola, ela espera apenas ser bem recebida pela equipe em seu primeiro dia de trabalho...
Depois da demorada viagem até a Odisséia, Maria José chega à escola. Vencido o pequeno contratempo para abrir o portão e poder estacionar o carro, entra na escola e procura falar primeiramente com a professora Ivete, a vice-diretora.
Maria José dirige-se à secretaria para perguntar por Ivete. No caminho, foi impossível não notar um cartaz colocado logo acima da grade de ferro que protege a secretaria, que diz algo parecido com:

IMPORTANTE
DESACATAR FUNCIONÁRIO PÚBLICO NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES É CRIME PASSÍVEL DE PENA DE PRISÃO (ART...)

Maria José entra na secretaria e encontra três pessoas trabalhando. Trabalhando, aliás, parece expressão aplicável somente a uma das pessoas, provavelmente a Secretária da Odisséia, que parecia estar dando andamento a um processo. Uma Segunda funcionária falava ao telefone e tomava nota do que parecia ser uma receita de sobremesa. Quase salivava... A terceira comia um pedaço de pão e tomava café, provavelmente o desjejum que não teve tempo de fazer em casa. Por ser a única que não tinha ouvidos e boca ocupados, Maria José dirigiu-se à mesa da Secretaria e parou a sua frente, como indicando que gostaria de perguntar-lhe algo. Nenhuma reação... Ela sequer levantou a cabeça dos papéis que examinava.
Diante da reação (ou falta de reação) da secretária, Maria José interrompeu-a, dizendo:
_ Bom-dia, meu nome é Maria José, Sou a nova Diretora.
_ Prazer, sou a secretária escolar - respondeu, indiferente, voltando a baixar os olhos para o processo.
Maria José teve uma sensação ruim. Além da recepção indiferente da Secretária, também as outras duas funcionárias que estavam na secretaria pareciam não notar sua presença. Teve então, de tomar nova iniciativa:
_ Qual é o seu nome?
_ Regina
_ Sei que está muito ocupada, Regina, mas será que poderia ajudar-me a encontrar a professora Ivete?
_ A diretora? Sim, claro. Basta virar totalmente à esquerda. É a última sala do corredor, à direita. Pode aguardar lá. Se ela não chegou até agora, talvez esteja na Diretoria regional ou em algum treinamento, não sei ao certo, disse Regina, voltando ao trabalho.
_ Obrigada pela atenção, respondeu Maria José, que, na verdade, não sentira muita atenção na forma como foi recebida.
Foi para a sala de Ivete, refletindo sobre seu primeiro contato com parte da equipe. Sentia-se constrangida pelo desprezo com que foi tratada. Não parecia ser a diretora concursada, mas quase uma intrusa, uma estranha que veio quebrar o equilíbrio num ambiente que já estava acomodado.
Sentou-se na sala de Ivete e, enquanto esperava, teve mais quarenta minutos para pensar na diferença entre chegar a uma nova escola como professora e como diretora. Realmente, havia sido muito diferente.
Parece que as pessoas enxergam os professores como precisam ser recebidos e, pelo menos, apresentadas aos demais, enquanto o diretor ou diretora parece estar acima dessas necessidades básicas. Começava a entender uma expressão que ouvira algumas vezes. "O diretor é um solitário"... Não gostava muito da expressão, mas estava sendo obrigada a concordar com ela, um pouco que fosse.
Seus pensamentos incompletos foram interrompidos pela chegada de Ivete:
_ Bom dia - disse Ivete, parecendo simpática - você deve ser a Profª. Maria José, a nova diretora, não?
_ Profª Ivete? Muito prazer.
_ O prazer é meu. Realmente não via a hora de sair da direção.
Maria José estranhou a fala de Ivete, pois pelo que ouvira dizer era uma pessoa muito apegada à direção da Odisséia, tendo lutado muito para ser eleita para o posto. Tinham mesmo dito que Maria José teria problemas com ela. Bem, talvez apenas fofocas sem fundamentos...
Ivete encaminhou Maria José até a sala da Diretoria, apontou alguns arquivos e desculpou-se por não poder recebe-Ia melhor e com mais atenção. Era final de ano e todos estavam muito ocupados na escola. Colocou-se, no entanto, à disposição caso Maria José desejasse alguma coisa e saiu da sala. Ao sair, disse que pediria a uma servente para acompanha-Ia em uma visita a todas as dependências da Odisséia.
Maria José decidiu, então. como aproveitar seu primeiro dia como Diretora: percorreria a escola na próxima hora e depois passaria o resto do dia -"tomando pé" da situação da Odisséia em relação a tudo que, como prevê o regimento, são competências e atribuições do Diretor. E são muitas!
E assim foi. Enquanto circulava pela escola, notou que muitos eram os reparos necessários. Salas de aula, quadras, banheiros, sala de leitura, secretaria, refeitório, sala dos professores, saleta de reuniões e até mesmo sua própria sala tinham problemas. É claro que nem todos eram graves, mas mereciam reformas. Seria difícil decidir por onde começar. Os recursos disponíveis certamente não seriam suficientes para tudo o que era necessário.
Alguns professores, apesar do horário de suas aulas já haver começado, tomavam café e conversavam calorosamente sobre a indisciplina dos alunos. Diziam que a situação estava ficando insustentável. Maria José decidiu apresentar-se para entender melhor o que estava acontecendo.
_ Bom dia! Sou Maria José. a nova Diretora. Não pude deixar de ouvir o que vocês falavam e gostaria de entender melhor o que se passa.
_ Bom dia, como vai? Seja bem-vinda disse um deles, sem muito entusiasmo e um pouco constrangido. A situação está cada vez mais difícil. As aulas são a última prioridade dos alunos. Não respeitam os professores, destroem carteiras e quadra que eles mesmos usam, agridem-se, conversam o tempo todo, reclamam de tudo e não aceitam regras. Desconfiamos até que andam "passando" drogas aqui dentro.
_ Foi mesmo bom você se apresentar porque podemos aproveitar para pedir seu apoio ao "Código Disciplinar dos alunos" que, finalmente, conseguimos que a Ivete elaborasse. É nossa última esperança - disse o outro professor.
_ Depois podemos conversar sobre o código - disse Maria José, que, não resistindo, acrescentou - por ora, não quero mais atrapalhá-los, pois sei que já estão atrasados para as aulas. Até logo.
Pela forma como se referiam a ela, Maria José percebeu que Ivete era muito querida por todos na Odisséia.
No restante do dia, Maria José examinou vários documentos da Odisséia, tais como o Plano Escolar, atas de reuniões do Conselho de Escola e demais reuniões com pais, comunicações recentes da diretoria regional, frequência do pessoal, prestações de contas, documentos da vida escolar dos alunos e da vida funcional do pessoal. Ao final do dia, havia muito ainda por examinar. Maria José decidiu que continuaria a leitura nas horas vagas, procurando reservar sempre, pelo menos, de três a quatro horas por semana para essa tarefa. Sim, pois, a partir do dia seguinte, decidiu que ela mesma iria apresentar-se a cada um, já que ninguém se dispusera a acompanhá-la. Faria individualmente e de modo informal, porque entendeu que seria um transtorno muito grande para todos, nessa época de final de ano, ocupar os poucos espaços de reuniões que o calendário permite com atividade para Diretora conhecer sua equipe.
Essa decisão deixou-a aliviada. Ela ainda estava insatisfeita com a maneira como fora recebida e também preocupada com muitas das coisas que vira e ouvira nesse primeiro dia. Não sabia, ainda, como ia tratar de tudo.
As semanas seguintes

As semanas que se seguiram à chegada de Maria José à Odisséia foram cheias de novidades, constatações e alguma_ angústias, também.
Por um lado, essas primeiras semanas serviram para deixar Maria José mais segura de sua opção pela direção. Ela realmente sentiu que o cargo de Diretora de Escola, com todas as dificuldades que apresenta, é, na escola, o que maior impacto pode causar na melhoria do processo ensino-aprendizagem.
De outro lado, no entanto, pelo menos na Odisséia, viu que o desafio não seria fácil. Durante suas primeiras três semanas na escola, percebeu que a documentação disponível não lhe daria toda a informação que esperava.
Além disso, eram cada vez mais perturbadoras as reações dos professores à forma como Maira José vinha procurando tratar os problemas da escola. Em relação às poucas cobranças que fez sobre atrasos e faltas de professores era frequente ouvir como resposta expressões do tipo:
_ No tempo da Ivete não era assim. Ela não fazia tempestade em copo d'água.
_ Não fazemos nada diferente do que se faz nas outras escolas. Afinal, faltar é direito nosso e não é justo usar o abono para fazer pressão.
_ Como nosso salário... era só o que faltava.
Mas o que mais a surpreendeu foi a mobilização dos professores nas últimas reuniões de trabalho pedagógico coletivo para finalizar as avaliações finais. Como no caso do Plano Escolar, eles pareciam realizar as avaliações finais do ano apenas realizando pequenas modificações no trabalho do ano anterior.
Seus temores se confirmaram quando Maria José fez circular a convocação e a pauta das reuniões de avaliação final, previstas para os dois últimos dias do ano. A convocação, que incluiu toda a equipe, trazia o lembrete de que todos deveriam estar presentes no período das 8h às 17h.
Desde a convocação, Maria José parecia sentir que o clima na Odisséia estava mais pesado que o de costume. Quando não a olhavam feio nos corredores, os professores, pelo menos a maioria, baixavam os olhos, como que para evitar um confronto.
Como não podia mais conviver com essa situação, aproveitou um pequeno espaço de uma reunião em que estavam alguns dos professores aparentemente mais contrariados para perguntar o que estava acontecendo, demonstrando sua perplexidade com a forma como estava sendo tratada desde a convocação para os dias de avaliação.
Olhe, Maria José, essa reunião foi a gota d'água - disse impulsivamente uma professora. Na verdade - continuou - desde que você assumiu, vem tratando os professores como se nós fôssemos culpados por todas as mazelas do ensino público no Brasil. Nós sempre estivemos por aqui dando duro antes de você chegar, bem ou mal, sempre fizemos o melhor. Em vez de reconhecimento, o que recebemos? Reclamações por atrasos
insignificantes, dificuldades para ter um abono de falta corriqueiro como em todas as escolas e agora essa: ficar aqui o dia todo no final do ano sem fazer nada! Meus filhos estão contando com nossa viagem.
Maria José procura controlar-se e entender melhor o que estava acontecendo:
_ Mas gente, eu não acho que tenha exigido, nesse pouco tempo em que estou aqui, nada além do mínimo. E, em relação à reunião de avaliação, é um dos poucos períodos em que nosso calendário irá permitir um momento de reflexão sobre nossa atuação.
_ Mas de que adiantará os professores ficarem aqui discutindo o próprio trabalho sem ninguém para ouvir? Perguntou outra professora.
_ Ora, é importante avaliarmos o que fizemos, identificar falhas a serem corrigidas, pontos fortes a serem reforçados - tentou justificar Maria José, o que para ela era óbvio. Mesmo que eu não estivesse chegando agora, já seria importante. Mas, considerando que convivemos ainda muito pouco até agora, é fundamental, para mim, saber o que vocês pensam do trabalho feito na Odisséia até o momento e receber suas sugestões para trabalharmos cada vez melhor.
Um professor que não havia esboçado nenhuma reação até o momento fez, então, uma pergunta desconcertante para Maria José:
_ Você, por acaso, está querendo nos dizer que vai estar aqui conosco no dia da avaliação?
Maria José ficou tão surpresa com a indagação que nem se lembra da resposta que deu para o professor.
Ela procurou, então, em um caderno de anotações que comprara especialmente para isso, resumir suas impressões sobre a Odisséia, para poder começar a planejar o que fazer.
Em três semanas, ela constatara:
Os professores parecem apáticos. Vêm trabalhar mecanicamente, como se não tivessem responsabilidade pela construção de um ambiente de vivências do aprendizado.
O ambiente da escola é muito permissivo em relação a faltas e atrasos de professores e demais funcionários.
Os poucos momentos disponíveis para reflexão são desperdiçados, o que parece ser encarado com muita naturalidade por toda equipe.
Pelo que me disseram, do que ainda não estou muito convencida, meus contatos com eles têm se resumido a cobranças a respeito de suas falhas.
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Vanderlei Santos

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ALGUMAS SITUAÇÕES DIDÁTICAS FUNDAMENTAIS PARA A
PRÁTICA DE PRODUÇÃO DE TEXTOS

Os projetos são situações para que os alunos produzam textos de forma contextualizada se organizam a leitura, escuta de leituras, produção de textos orais. Reflexão sobre aspectos próprios do gênero que será produzido. Os alunos como professores sobre o fato de que cartazes produzidos com textos longos o aluno aprenda a produzir textos escritos mais completos, com características de textos escritos a ortografia ajudar na compreensão de quem lê que, dificilmente, as pessoas ler textos cuja letra que não atende a escrita dos alunos, a necessidade de revisão e de cuidado com o trabalho passa a ser um objetivo deles também e não só do professor os projetos é possível que os conteúdos de diferentes por um lado, há os projetos da área de Língua Portuguesa em função do objetivo de trabalhar com textos registro pode elaboração de textos específicos. O fato de o objetivo ser compartilhado, desde o início, e de haver um produto final em torno do qual o trabalho de todos se organiza,contribui muito o aluno nas tarefas como um todo, do que quando essas são definidas pelo professor, determinadas práticas que não fazem qualquer sentido quando trabalhadas de forma descontextualizada podem ganhar significado no interior dos projetos a cópia, o ditado, a produção de textos, a correção , a exigência de uma ortografia correta.
O processo da didática para que o aluno perceba o textos e analise seu próprio erros e acertos nesse sentido a revisão do texto assume um papel fundamental na prática de produção, o planejamento ao longo de todo o processo durante e depois. Produção com apoio
as dificuldades de escrever textos para os alunos iniciantes que, de certa forma, possam errar algumas delas, para que se concentrem em outras. Uma situação didática onde a proposta é que os alunos produzam textos tendo à disposição diferentes materiais de consulta, em função do que vão produzir outros textos do mesmo gênero,dicionários, enciclopédias, atlas, jornais, revistas e todo tipo de fonte impressa necessária até mesmo que personagens criados e caracterizados pelos próprios alunos para serem utilizados nas oficinas a possibilidade de avaliar é importante para a tomada de consciência das questões envolvidas no processo de produção de textos a prática e reflexão do aluno favorece seu processo importante para as atividades de escrita.

ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A LÍNGUA
As atividades de análise lingüística são aquelas que tomam determinadas características da
linguagem como objeto de reflexão. O trabalho didático de análise lingüística, aqui denominado análise e reflexão sobre a língua, cujo objetivo principal é melhorar a capacidade de compreensão e expressão dos alunos, em situações de comunicação tanto escrita como oral.Em relação à escrita de textos, a prática de análise e reflexão sobre a língua atividade favorece de formulação e verificação do funcionamento da linguagem que se realiza por meio da comparação de expressões novos conhecimento escrever novos sentidos a formas lingüísticas .A produção oral essa prática é os alunos utilizar mas não têm consciência deque o fazem e por que ou seja um trabalho da linguagem se a análise lingüística refere-se a atividades que se podem classificar em epilingüísticas e metalingüísticas. Nas atividades epilingüísticas a reflexão está voltada para o uso, no próprio interior da atividade lingüística em que se realiza. Já as atividades metalingüísticas estão relacionadas a um tipo de análise voltada para a descrição, por meio da categorização e sistematização dos elementos lingüísticos,compreendidos, podem contribuir para o desenvolvimento da capacidade de produzir textos orais mais eficazes: a comparação, por exemplo, entre formas de falar utilizadas em variadas situações,com o objetivo de que o aluno diferentes registros a língua oral, diversidade lingüística é um recurso fundamental possibilita o reconhecimento do tipo de linguagem característica, a interpretação crítica das mensagens ou a identificação do papel complementar os elementos não lingüísticos, como a imagem e a trilha sonora, para conferir sentido às mensagens. A compreensão crítica é algo que depende do exercício da capacidade de, mais do que ouvir,ler com atenção,trabalhar com o que se ouve ou se lê. Um recurso didático no caso do texto oral, vídeo de uma exposição oral, como por meio do rádio ou da televisão, de um debate, entrevista, permite observar com atenção coisas que não seriam possíveis apenas a partir da escuta direta e voltar sobre elas, seja da fala do outro ou da própria fala.Situações de busca da fala ou da escrita própria avaliação de certas expressões no uso oral ou escrito, sobre formas de falar ou escrever oralidade na escrita a comparação entre diferentes sentidos do texto lidos ou ouvidos.

Revisão de texto

As práticas de leitura e produção escrita,a reflexão sobre a língua a comparação entre linguagem oral e escrita as atividades de revisão de texto o conjunto de procedimentos por meio dos quais um texto é trabalhado escrito. Rascunhos sobre os quais se trabalha, produzindo alterações no conteúdo como a forma do texto,precisam aprender a detectar os pontos onde o que está errado identificar os problemas do texto os conhecimentos sobre a língua ou transformando o texto, com o objetivo escrever e aprendido por meio da participação do aluno em situações grupo de revisão do texto escrito, atividades realizadas o professora reflexão sobre a organização das idéias, os procedimentos utilizados, a ortografia, a pontuação. Essas situações, nas quais são trabalhadas as questões que surgem na produção do conhecimento que precisa ir se da atividade de escrita, para melhorar, a revisão de texto seria a qualidade da produção, necessário desde o planejamento e ao longo do processo de redação.

Aprendendo com textos

Análise lingüística é qualidade dos textos produzidos pelos alunos de observar textos
impressos e diferentes dos autores.

Alfabetização

São atividades que exigem uma atenção a análise tanto quantitativa como qualitativa texto escritos. Nas atividades de leitura o aluno precisa analisar e descobrir o significado do escrito e poder realizar a leitura de duas formas pelo ajuste da leitura do texto, que conhece de cor escritos,estratégias de as informações no texto,por meio de pistas com índices pelo próprio texto, relacionados a correspondência fonográfica.
A escrita mais produtivas são que permitem aos alunos analisar sua própria produção escolher o texto a ser escrito a função conhecimento que cada aluno tem sobre a escrita orientar a busca de fontes de consulta, colocar questões a análise e oferecer informação .

Ortografia

O ensino da ortografia e repetição verbal regras, correção que o professor faz de redações e ditados uma tarefa onde o aluno copia várias vezes as palavras que escreveu errado. As estratégias didáticas para o ensino da ortografia são dois eixos básicos produtivo ,reprodutivo a ortografia da língua, o descobrimento de regras de notações corretas ou não da linguagem
o ensino da ortografia organizar-se como observação preciso fazer com que os alunos escrevem as palavras, reflitam sobre possíveis alternativas de ortografia.A tomada de consciência de que existem palavras cuja ortografia não é definida por regras e exigem, portanto, a consulta a fontes autorizadas e o esforço.
A aprendizagem da ortografia das palavras irregulares a escrita não se orienta da norma exige em primeiro lugar não há regras que justifiquem as formas corretas fixadas pela norma e, em segundo lugar, um posicionamento do professor a respeito de quais dessas formas deverão receber um maior investimento no ensino.É preciso que se diferencie atenção do aluno para outros aspectos da escrita e o que pode ser objeto de consulta ao dicionário.
Deve estar voltado para o desenvolvimento de uma atitude crítica em relação à própria escrita, preocupação com a adequação e correção dos textos. A escrita como a pontuação as restrições da norma ortográfica estão definidas basicamente no nível da palavra. Isso faz com que o ensino da ortografia possa desenvolver-se por meio tanto de atividades que tenham o texto como fonte de reflexão como de atividades .

Pontuação
O ensino da pontuação que os alunos a pontuação a seus textos. O costume de ler apenas com os olhos que caracteriza a forma de ler a pontuação considerados os brancos da escrita espaços organização do texto para a leitura reencontrar articulação visual da página intelectuais e o raciocínio e possível aprender fazendo juntamente com quem sabe
conversando sobre as decisões que cada um tomou ao pontuar e por quê analisando alternativas tanto do ponto de vista do sentido os aspectos parece melhor entre as possíveis observando os usos característicos da pontuação nos diferentes gêneros a grande quantidade de vírgulas aposições nas notícias jornalísticas como instrumento o texto.

Aspectos gramaticais
A produção de texto o aluno monitora a própria escrita assegurar sua coerência e correção e ganham utilidade os conhecimentos sobre os aspectos gramaticais. Os aspectos gramaticais e outros discursivos como a pontuação devem ser selecionados a partir dos das produções escritas dos alunos. O que pode contribuir para maior adequação dos textos e por outro a capacidade dos alunos em cada momento. O princípio didático básico das atividades que os alunos já sabem sobre o que se pretende ensinar e focar o trabalho nas questões que representam dificuldades para que adquiram conhecimentos que possam melhorar sua capacidade de uso da linguagem. Nesse sentido o aluno o monitoramento da própria atividade lingüística. o objetivo é que os alunos utilizem os conhecimentos adquiridos por meio da prática de reflexão sobre a língua para melhorar a capacidade de compreensão e expressão, tanto em situações de comunicação escrita quanto oral, é preciso organizar o trabalho educativo nessa perspectiva.
.
Os recursos didáticos e sua utilização
O Recursos didáticos para o trabalho pedagógico na Língua Portuguesa os seguintes aspectos são, sua utilização nas diferentes situações de comunicação de fato e as necessidade colocadas pelas situações de ensino e aprendizagem. Os principais recursos que precisam estar disponíveis na escola didática da área estão os textos autênticos. Na biblioteca escolar é necessário que sejam colocados à disposição dos alunos textos dos mais variados os livros de contos, romances, poesia,enciclopédias, dicionários, jornais, revistas infantis, em quadrinhos, de palavras cruzadas e outros jogos, livros de consulta das diversas áreas do conhecimento, almanaques, revistas de literatura de cordel, textos gravados em áudio e em vídeo, entre outros.
Mais variados projetos de estudo podem compor o acervo da biblioteca escolar: coletâneas de
contos, trava-línguas, piadas, brincadeiras e jogos infantis, livros de narrativas sobre assuntos diários de viagens, revistas, jornais.A biblioteca de classe não precisa ser ampla no que se refere ao número de volumes disponíveis. O papel da escola e principalmente do professor é fundamental, tanto no que se refere a biblioteca escolar quanto a classe, para a organização de seleção de material de qualidade e para a orientação dos alunos, de forma a leitura autônoma, a aprendizagem de procedimentos de utilização de bibliotecas empréstimo utilização de índices, consulta a diferentes fontes de informação, seleção de textos adequados às suas necessidades o cuidado e conservação do material disponível para consulta.O gravador é um recurso bastante útil nas atividades de revisão de textos orais produzidos pelos alunos A gravadas leituras expressivas de textos, simulações de anúncios e programas de rádio e entrevistas, é possível que os alunos revisem esses textos de maneira que sua atenção sobre alguns aspectos da produção oral, o ritmo, ao uso de certos termos e a organização do discurso.O vídeo nas atividades de revisão de texto permite que se volte sobre as produções orais dos alunos para analisar tanto aspectos lingüísticos como não lingüísticos gesto,postura corporal, expressão facial, da produção do discurso,Na alfabetização alguns materiais podem ser de grande utilidade ao professor alfabetos, crachás ou cartazes com os nomes dos alunos, cadernos de textos conhecidos pela classe pastas de determinados gêneros de textos, dicionários organizados pelos alunos com suas dificuldades ortográficas mais freqüentes, jogos didáticos que proponham exercícios lingüísticos no computador alguns programas possibilitam a digitação e edição de textos produzidos pelos alunos na classe ou da escola outros permitem a comunicação com alunos de outras escolas possibilitam o trabalho com aprendizagens sobretudo a leitura.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os objetivos são elaboração de critérios para avaliar a aprendizagem dos conteúdos. Que cada equipe escolar julgar necessárias precisam corresponder adaptações também dos critérios contribuir para a reflexão sobre esses aspectos.Para muitos alunos esforços informações não previstas para o vocabulário maior cuidado na escolha das palavras para ser mais preciso não utilização repetições de informações já oferecidas, uso de uma maior quantidade e diversidade de recursos utilização de frases mais longas e períodos compostos,com a expectativa do professor o cuidado maior de adequação do texto para garantir a compreensão do leitor a qualidade do texto do esforço, o desempenho fosse muito diferente no caso do aluno com o texto de qualidade discursiva isso seria de sua competência.
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Não tenha medo de ser firme comigo. Prefiro assim Isto faz com Que eu me sinta mais seguro. Não me estrague, sei que não devo Ter tudo o que . só Estou experimentando você. Não me corrija com raiva e nem na presença de estranhos. Aprenderei muito mais se me falar com calma e em particular. Não me proteja das conseqüências dos meus erros. Não leve muito a sério as minhas pequenas dores, necessito delas Para obter a atenção que desejo. Não me faça promessas que não poderá profundamente desapontado. Não ponha á prova a minha honestidade. Sou facilmente tentado A dizer mentiras. Não desconverse quando faço perguntas, se não, procurarei, nas Ruas respostas que não tiver em casa. Não se mostre para mm uma essa perfeita e infalível, Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro seu. Não diga que meus temores são bobos, mas, ajude-me a Compreendê-los. não me trate como uma pessoa sem personalidade, lembre-se que eu tenho o meu próprio jeito de ser. Não viva me apontando os defeitos das pessoas que me cercam, Pois isto criará em mm mesmo desde cedo, um espírito intolerante. Não desista de me ensinar o bem, mesmo que pareça não estar Aprendendo. NO FUTURO VOCÊ TERÁ EM MIM O FRUTO DAQUILO QUE PLANTOU.
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1) Por mais que lhe falem da tristeza... ... prossiga Sorrindo.
2) Por mais que lhe demonstrem rancor.... ... prossiga Perdoando.
3) Por mais que lhe tragam decepções.... ...prossiga Confiando.
4) Por mais que ameacem de fracasso... ... prossiga apostando na Vitória.
5) Por mais que lhe apontem erros... ...prossiga com os seus Acertos.
6) Por mais que discursem sobre a ingratidão... ...prossiga Ajudando.
7) Por mais que noticiem a miséria... ...prossiga crendo na Prosperidade.
8) Por mais que lhe mostrem destruições... ...prossiga na Construção.
9) Por mais que lhe acenem doenças... ...prossiga vibrando Saúde.
10) Por mais que exibam ignorância... ...prossiga exercitando sua Inteligência.
11) Por mais que o assustem com a velhice... ...prossiga sentindo-se Jovem.
12) Por mais que plantem o mal... ...prossiga semeando o Bem.
13) Por mais que lhe contem mentiras... ...prossiga na sua Verdade.

Por mais difícil que lhe pareçam essas 13 tarefas, prossiga acreditando na capacidade que Deus lhe deu para cumprí-las. ...e se lhe disserem que 13 é um número de azar, lembre-se que Sua Sorte não depende de um número, mas sim do quanto você acredita Nela.
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Conflito e paradigmas
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