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Pedro Moura
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Pedro Moura
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Actualidade e Partidos Políticos  - 
 
Eis um tema muito interessante e que paradoxalmente parece já não interessar a ninguém - Os papeis do Panamá.
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Houve, como continua certamente a haver, quem esteja condicionado por interesses no exercício das suas funções, quem tenha fugido às obrigações fiscais e quem conte com a candura da sociedade portuguesa ou com a ineficiência do sistema judicial, mas permitir o abafamento do caso das avenças por via da voragem noticiosa que, sem critério, dita o que conta e o que não conta, é demais. Uma vergonha!
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António Santos (Asantix)'s profile photo
 
Pois...como tudo neste País! Engraçado que ainda hoje disse a alguém que se o caso Dilma fosse cá ela estaria bem ou continuaria igual! Coisas que se dizem!
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Pedro Moura

Futebol  - 
 
Entretanto em Fevereiro deste ano, soubemos deste interessante pormenor:
- a renovação do contrato do Ruben possibilitou que a SAD não se sabe a troco de quê, oferecesse a um tal josé caldeira, 5% de uma futura venda do jogador, que passariam a 10% se a proposta final fosse negociada pelo próprio josé.
- por acaso esse josé tem um irmão chamado adelino.
- por coincidência esse adelino é administrador de uma SAD.
- e como o mundo é pequeno, calhou que essa SAD seja a do FC Porto.
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Tenho aqui no Aventar uns amigos benfiquistas (obcecados pelo Porto?) que gostam muito de zurzir no FC do Porto a propósito de tudo e de nada. Já lhes disse que deviam olhar mais para dentro de cas…
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Rui Pires's profile photo
 
Eles que se preocupem.com o Benfica
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Pedro Moura
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Actualidade e Partidos Políticos  - 
 
Irritam-me tanto estas elites superiores que acham o povo ignorante e estúpido...
O BCE nunca falou em remunerações oh belezinha!!
Nunca.
Falou em conflito de interesses, falou em incompetência, falou numa lei portuguesa que foi violada e falou em excesso de administradores (19)!
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CGD. Leonor Beleza surpreendida com veto do BCE - Apontada para futura administradora não executiva da Caixa Geral de Depósitos, a ex-ministra reitera que o cargo seria não remunerado
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Apontada para futura administradora não executiva da Caixa Geral de Depósitos, a ex-ministra reitera que o cargo seria não remunerado
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Pedro Moura
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Actualidade e Partidos Políticos  - 
 
Ainda estamos a limpar as feridas do último Tsunami, quando começa já a ganhar força o próximo.
Esta cultura da dívida como única alavanca do "crescimento" económico, vai acabar por se transformar no veículo da nossa extinção como sociedade.
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Esta subida acontece pelo terceiro mês consecutivo, com os 587 milhões de euros a representarem mais 18% do que o emprestado em Maio.
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Paulo Veloso's profile photo
 
Quando não se aprende com o passado, o mais certo é repetir-se a asneira. Fico triste é pelas vitimas da austeridade que muitas nem dividas tinham.
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Pedro Moura
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Actualidade e Partidos Políticos  - 
 
Estes eunucos continuam a vender ilusões e há sempre quem as compre... edp=empresa dos deficits pantomineiros
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A EDP vendeu 200 milhões de euros do défice tarifário de 2015 e 2016, em duas operações separadas, de 100 milhões de euros, anunciou na sexta-feira a eléctrica liderada por António Mexia.
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Pedro Moura
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Actualidade e Partidos Políticos  - 
 
O ciclo vicioso do Estado Paga.

As pessoas não limpam as matas, vem o calor e as florestas ardem, dos incêndios geram-se prejuízos nas pessoas e o Estado paga as faturas. Como o Estado suporta os prejuízos, as pessoas continuam com a sua vidinha como de costume, e continuam sem limpar as matas e a agir irresponsavelmente.
O exemplo pode ser e é com certeza muito simplista. Estúpido até, mas nas suas entrelinhas está a explicação para muita desta crónica inércia nacional.
Vejamos outro exemplo, vindo de uma área totalmente diferente.
Os títulos de obrigações, também designados de "Papel Comercial" tem um risco na sua definição, que é o risco do emissor da dívida, não cumprir com o pagamento dos juros ou do reembolso total do capital. As pessoas sabem (ou deviam saber) desta importante característica deste tipo de investimentos, mas como vimos recentemente, o Estado acaba sempre por resgatar os grupos de auto-proclamados lesados do papel comercial e assim, a ignorância continuará a povoar estes "investidores". Não há um verdadeiro incentivo para corrigir o comportamento.
Ainda outro exemplo, alargando o cenário. Os bancos sabem (ou deviam saber) que cada empréstimo que fazem tem um risco associado e que portanto devem ser muito exigentes na sua concessão. Sempre que se trate de um projeto de investimento o banco deve pedir colaterais que cubram pelo menos parte dos eventuais prejuízos ou imparidades. No entanto. como estamos fartos de assistir o Estado acaba sempre por dar mão aos bancos náufragados evocando, o nunca testado, perigo de contágio. Como isto acontece sistematicamente, os gestores bancários continuam sem ter incentivos reais para avaliar corretamente os riscos e assim mantêm-se a alimentar sucessivas bolas de sabão.
A minha conclusão é esta: Enquanto os cidadãos e as empresas não começarem a viver sem as "rodinhas" do Estado, assumindo as responsabilidades dos seus atos ou omissões, o Estado será para sempre insustentável, porque não haverá nunca receita que acomode tantos "acidentes".
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Constança Urbano de Sousa deslocou-se a um dos locais atingidos pelo fogo que deflagrou na tarde de terça-feira em Sentieiras, no concelho de Abrantes.
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Pedro Moura

Futebol  - 
 
Agora já se percebem melhor as imagens do Ruben a chorar no banco, no jogo com a Roma.
O funcionário do Jorge Mendes (aka), Nuno Espírito Santo, recebeu instruções para abortar a entrada do jovem, para não prejudicar as negociações...
É isto a que foi reduzido o nosso querido clube. Um entreposto comercial, ao serviço dos negócios.
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Empresário português terá oferecido o jogador do FC Porto ao clube de Turim.
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bernardino oliveira's profile photojose rocha's profile photo
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+bernardino oliveira Se viu o jogo com o Estoril no sabado, quantas vezes deu por si a ver Braimi a cruzar, e Aboubakar a finalizar?
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A pergunta que se impõe depois do jogo de ontem é:
O Braga este ano está mais forte ou mais fraco que na época passada?
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Pedro Moura
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Actualidade e Partidos Políticos  - 
 
Esperem lá...
Eu sei que nomes são apenas letras que se juntaram para termos algo que chamar às coisas, mas MPLA/CDS? A sério?
O que estará na cabeça dos dirigentes do CDS para se afirmarem em cada vez mais sintonia com um partido Marxista Leninista e totalitarista?
Terá sido muito sol que apanharam no algarve, ou perderam a noção da realidade?
Em que mundo é que um partido que defende a liberalização e privatização total da economia, se alia a outro que defende a centralização no Estado de todos os meios de produção?
Sabemos que há algo muito mais forte que as convicções ideológicas a atraí-los mutuamente - o amor incondicional ao dinheiro, e é esse amor que cada vez mais os aproxima, mas nunca pensei ver este remake do senhor dos anéis onde o Golum, e o Frodo se juntam novamente para adorar o vil metal.
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Hélder Amaral sublinhou que agora com existem “muitos mais pontos em comum” com o partido liderado por José Eduardo dos Santos e manifestou satisfação pelo primeiro convite para participar num congresso do Movimento Popular de Libertação de Angola. Paulo Portas também esteve presente
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Vai ao congresso MPLA em representação do partido CDS, mas nas entrevistas fala em nome pessoal... para onde quer que se olhe só avistamos badamecos nesta politicazinha nacional.
Este héldermeco podia era aproveitar a viajem e ficar por lá, devidamente filiado no MPLA que deve ser o seu partido desde pequenino.
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Pedro Moura
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Actualidade e Partidos Políticos  - 
 
Mais um Made in Portugal, deprimente
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Portugal a arder em nome dos tachos, boys, e outros interesses obscuros---- VEJA O VIDEO E PASME
O ALBERGUE PARA PARASITA QUE ESTAVA EM EXPANSÃO ACELERADA.
NESTE VIDEO TENTE PERCEBER PARA QUE SERVIA A EMA. UMA EMPRESA COM APENAS 3 ANOS, JÁ TINHA 15 DEPARTAMENTOS, E DISTRIBUÍA TACHOS E SALÁRIOS DE LUXO.
Portugal que arda que eles precisam do tacho. (em 2014 o governo tenta liquidar a EMA, mas não consegue)
ARDEM casas e terrenos, matas e animais, morrem inocentes, tudo porque o importante é manter as negociatas e os tachos.
Foi publicado em Diário da República, o Decreto-Lei nº 8/2014, que procede à dissolução da EMA.
EMA deveria fechar portas a 31 de OUT/2014, já com um atraso de três anos, mas o OE para 2015 ainda reserva quase 20 milhões para a empresa.
Miguel Macedo anunciou que a EMA seria extinta em Outubro de 2011. Na altura, o ministro explicou que o fecho da empresa, criada em 2007 para gerir dez aeronaves do Estado, permitiria poupar cerca de oito milhões de euros aos cofres do Estado. Porém, o encerramento nunca chegou a avançar.
Olhando para o portal Base, verifica-se que desde o anúncio de Miguel Macedo, há três anos, a empresa gastou mais de 11 milhões de euros.
Entretanto, dois dos seis Kamov foram penhorados por uma empresa privada, a Heliportugal, que tem tratado da manutenção dos helicópteros pesados e que se queixa de uma dívida de milhões por parte do MAI. Jornal I
Ten. Cor. Piloto Aviador -Brandão Ferreira expõe o regabofe e abuso dos impostos.
"Uma das primeiras intervenções do Ministro da Defesa (MDN), efectuada numa visita à Força Aérea (FA), foi a de perspectivar o regresso daquele Ramo militar ao combate aos incêndios florestais (IF).
A ideia é boa, apesar de requentada, e mereceu desde logo – e bem – um alerta do respectivo Chefe de Estado Maior, lembrando que tal desiderato não seria viável de um dia para o outro.
Como as pessoas em Portugal têm a memória curta por esquecimento ou conveniência, vamos tentar dilucidar, sucintamente, todo este imbróglio. Porque de um imbróglio se trata, apesar da aparente candura das palavras ministeriais.
O Governo tinha adquirido, em 1982, equipamentos com o acrónimo “MAFFS”, que foram adaptados aos aviões C-130, e que permitiam largar sobre os incêndios uma quantidade apreciável de uma calda retardante. Custaram, na altura, cerca de 200.000 contos.
Para além disto, na “época dos fogos” distribuíam-se pelo país meia dúzia de helicópteros AL III, que ficavam em alerta aos incêndios. Estes helicópteros tinham uma capacidade muito reduzida de actuação, pois apenas podiam transportar equipas até cinco elementos e largar um pequeno balde de água sobre o fogo.
Com o agravamento anual do número de fogos e área ardida, cada vez foi necessário alugar mais hélis e aviões a empresas privadas, o que gerou um negócio de muitos milhões.
Em 1997, durante o governo do Eng. Guterres, o Secretário de Estado da Administração Interna, Armando Vara, decidiu (presume-se que com o assentimento do MDN), retirar a FA do combate e prevenção aos IF. Tal decisão abriu o caminho para se vir a adquirir, mais tarde, meios aéreos para esta missão, que foram colocados na dependência do MAI.
A fundamentação para tudo baseou-se – como se encontra descrito em vários documentos – na pouca capacidade que a FA possuía para atacar os IF, já que as poucas aeronaves C-130 existentes (cinco, mais tarde seis), o reduzido número de tripulações e o número substancial de outras missões cometidas à esquadra, nunca ter permitido o uso simultâneo dos dois equipamentos MAFFS existentes, a que acrescia as limitações do AL III (para o fim a FA já tinha muitas dificuldades em comprar a calda, pois esta já estava adjudicada a terceiros).
Para além disto, referia-se, o Estado gastava muitos milhões de contos a alugar, sazonalmente, aviões e hélis, não era dono de nenhum e estava sujeito ao mercado.
Salvo melhor opinião, as principais razões que levaram à alteração da política governamental não têm nada a ver com a argumentação aduzida, ou tem pouco a ver.
As razões, creio, radicam-se na “luta de capelinhas”; na proeminência que o MAI passou a ter sobre a Defesa; na paranóia em querer afastar os militares de tudo o que não tivesse exclusivamente a ver com a vida nos quartéis, substituindo-os por “boys e girls” – uma peça insaciável dos partidos – e, também porque nos negócios a efectuar, a FA a Armada e o Exército não terem por hábito pagar comissões ou horas extraordinárias. Senão não teriam feito o disparate que fizeram que é sempre pago pelo contribuinte.
Tudo, aliás, tem resultado num desastre: os fogos não param, a legislação não é adequada, não há prevenção, há muitos acidentes com os bombeiros (os poucos que se apresentam dos cerca de 30.000 inscritos…), etc.
Não se sabendo o que fazer com o que restava dos Guardas Florestais, nem como os enquadrar, resolveu-se incorporá-los na GNR que, por ser um corpo militar, é pau para toda a obra; e até se inventou um grupo especial de intervenção contra os fogos, dentro daquela corporação, cuja missão nada tem a ver com isto.
Ora se tivesse havido boa mente na apreciação da situação, o que deveria ter sido feito era ter aumentado os meios da FA (já que eram insuficientes…) e, ou, dotá-la de meios apropriados que pudessem ser aproveitados noutro tipo de missões, de modo a rentabilizá-los todo o ano. Manter-se-ia, deste modo, os meios aéreos sob comando e controle centralizado (sem embargo da descentralização da execução), a serem operados por quem sabe e tem experiência e capacidade de os operar e manter.
Mas não, decidiu-se pegar no dinheiro – que pelos vistos nunca faltou no MAI – e ir-se inventar a pólvora, pois no nosso desgraçado país os últimos 30 anos têm sido um farró! E o “negócio dos Incêndios” lá continuou de vento em popa.
Constituiu-se mais um dos inúmeros grupos de trabalho (GT), que pulularam no país, como cogumelos, para se equacionar a coisa. As conclusões deste GT foram entregues, em 6 de Setembro de 2005 e daqui surgiu a EMA, Empresa de Meios Aéreos (de capitais públicos), na dependência do MAI.
Do plano inicial fazia parte a compra de hélis ligeiros (quatro) e pesados (seis) e aviões pesados (quatro). Mas continuava a advogar-se o aluguer de 20 (!) hélis e 14 (!) aviões ligeiros e médios. Afinal…
Só para se ter uma ideia da insanidade em que se caiu, em 2010 chegaram a operar, em simultâneo, 56 meios aéreos, o que representa 40% da totalidade das aeronaves do inventário da FA!
Acabou por só se adquirir os helicópteros, um negócio atribulado com a Rússia (os Kamov) e, ainda os AS350B3, da Eurocopter (tudo cerca de 54-56 Milhões de euros), e já não se adquiriram os aviões por não haver dinheiro. Os hélis chegaram entre Junho de 2007 e Março de 2008.
O intermediário foi a empresa Heli Portugal, a quem foi adjudicado, também, por cinco anos, a manutenção das aeronaves, o que vale 16 Milhões de euros/ano.
A chefia da FA ainda fez uma proposta, em finais de 2004, avançando com a ideia de uma esquadra de aviões tipo Canadair (oito a 10), de multiuso. Este avião tem a vantagem de já ter dado boas provas e ser operado por Marrocos, Espanha, França, Itália e Grécia, podendo-se equacionar uma futura “poole“ destes meios. Ficou, ainda, em aberto a hipótese de reconfiguração dos 10 SA 330 Puma existentes e em desactivação, mas aproveitáveis, apesar de não serem os ideais. Hoje estão à venda e não se lhes encontra comprador.
Não deixa de ser curioso notar, contudo, que a chefia da FA, entre 1997 e 2000, não se ter mostrado nada interessada na questão dos IF, nem nos “Canadair”.
A FA, com realismo militar, mas com falta de “perspicácia” política, sempre foi dizendo que necessitava de cinco anos para tudo estar operacional, o que logo foi aproveitado pelos políticos, como óbice pela falta de celeridade. Menos, certamente, por preocupação com os fogos, mas por estarem sempre de olho nas próximas eleições e no papelinho do voto…
É claro que a proposta ficou na gaveta da política e só não temos a certeza do grau de assertividade com que esta dama foi defendida. E devia tê-lo sido, não só pela FA mas pelo Conselho de Chefes.
E, assim, se avançou para a organização de uma empresa para operar helicópteros num organismo que sabia rigorosamente nada sobre tal “negócio”. O Estado Português tem destas coisas e é, como se sabe, rico.
Faltava agora decidir sobre o dispositivo, isto é, onde estacionar os meios. A Autoridade Nacional de Protecção Civil pretendia meios colocados em Loulé e S. Comba Dão (e outros locais) mas, para além disto, era necessária uma base central.
O MAI António Costa, ainda tentou colocá-los na antiga base de Tancos (que tem todas as infra-estruturas, espaço e está despido de meios aéreos, e para isso reuniu com os Chefes do Exército e da FA. A reunião correu mal (para variar), e nenhum acordo foi atingido.
Resultado, foi-se gastar uma nota gorda (cerca de 15 Milhões de euros), a fazer uma “base” no aeródromo municipal de Ponte de Sor (a 50 km de Tancos…), que foi completamente remodelado.
Como houve dificuldades, no inicio, em recrutar pilotos para os “Kamov”, a EMA foi generosa e passou a oferecer 6000 euros/mês a um comandante, fora as alcavalas. Afinal só não há dinheiro é para os hélis dos Ramos, nem para aumentar o risco de voo dos pilotos militares… Para já não falar nos diferentes pesos e medidas, que o mesmo patrão (o Estado), usa para com os seus servidores.
Como ninguém, aparentemente, explicou com algum detalhe aos senhores do MAI, que operar meios aéreos não é propriamente o mesmo que colocar uma asa num carro de bombeiros, os custos da empresa não mais pararam de derrapar e o passivo (dividas) já ultrapassa os 40 milhões, se é que se podem acreditar nas contas que por aí correm. Tentou-se,” in extremis” impor quotas de horas de voo à GNR, PSP, ANPC, SEF, IMTT, etc., o que tem gerado uma apreciável confusão.
E agora ninguém sabe o que fazer. Daí o anzol lançado pelo MDN.
A desintonia e os desencontros, entre MDN, MAI, bem como entre as principais entidades que têm andado ligadas a esta problemática, têm sido a regra.
Os incêndios, esses, continuam a surgir por geração espontânea e fazem o seu percurso placidamente. Deve ser das alterações climáticas. "
Por: Brandão Ferreira, Ten. Cor. Piloto Aviador - Cmd. Linha Aérea
http://apodrecetuga.blogspot.pt/…/portugal-arder-em-nome-do…

Não votem em corruptos!: Portugal a arder em nome dos tachos, boys, e outros interesses obscuros
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Pedro Moura
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Economia e Fiscalidade  - 
 
Não é nada de diferente do que andaram a fazer os outros bancos, até rebentarem, a pergunta recorrente é também sempre a mesma. Terá de ser sempre assim? Não haveria possibilidade de alterar as regras de funcionamento desta banca terrorista?
Há.
A primeira alteração era acabar com a liberdade que eles têm de produzir dinheiro a partir do ar, sempre que concedem crédito a alguém. É esse à vontade que abre portas a estes empréstimos "assassinos" concedidos com a leviandade de um negócio à mesa de café...
Uma segunda alteração era separar completamente a banca de retalho, da banca de investimento, reservando para esta ultima este tipo de brincadeiras empresariais.
Uma terceira, era acabar de vez com a possibilidade dos Estados salvarem bancos à custa dos contribuintes, invocando o mandamento do "too big to fail", e deixar o mercado atuar nos bancos, tal como em qualquer outra empresa.
Já agora porque não extinguir os créditos concedidos por bancos falidos. Não seria mais saudável para todos que isto acontecesse, em vez de cobrar esses "mal parados" a gente inocente (nós contribuintes) que nada tiveram que ver com esses negócios fraudulentos, e que agora têm de pagar as dívidas que os Limas, os Vieiras e os Caprichosos, deste mundo fizeram?
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Entre os empréstimos de risco, encontram-se créditos concedidos ao Grupo Espírito Santo, ao Grupo Lena ou ao empresário angolano António Mosquito.
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Especialistas em carne. Convém reservar pq é pequeno mas vale bem a pena.
Food: Very GoodDecor: Very GoodService: Very Good
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Provei a francesinha deles no festival na baixa e foi decididamente a pior que comi até hoje.
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Boas e económicas refeições
Quality: GoodAppeal: GoodService: Good
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Não esquecer de pedir miscaros e a fabulosa Pizza de cogumelos selvagens e trufas negras... Já agora experimentem o hamburger especial deles e a francesinha híbrida!
Food: ExcellentDecor: Very GoodService: Very Good
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Atmosfera acolhedora, confortável e boa comida.
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Gostei muito do anho com arroz de forno e da vazulaque de anho! Querem saber o que é vazulaque? Ide lá meus amigos, ide lá.
Food: Very GoodDecor: GoodService: Good
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Ambiente mt tranquilo, projecto interessante
Food: Very GoodDecor: ExcellentService: Excellent
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