Profile cover photo
Profile photo
Mauricio Fernandes
909 followers -
Dedalus
Dedalus

909 followers
About
Mauricio's posts

Post has shared content
Criamos a Dedalus há muito tempo. E sempre fizemos coisas que eram nossas, ideias e conceitos que eu e outras pessoas trouxemos de nossas vidas e de nossos sonhos. Por muitos anos preferimos nos isolar de tendências e práticas de gestão vigentes. Isto fez com que a Dedalus se tornasse uma empresa única, com uma cultura autêntica.
Desde o início colocamos as pessoas em primeiro lugar, dando espaço e incentivando os colaboradores a participar num ambiente aberto e colaborativo. Décadas atrás isto era ridículo mas agora isto se tornou padrão – embora a maioria das empresas tenha nesta iniciativa apenas uma promessa. Uma prática nossa se tornou algo da moda.
Quando eu comecei, nossos principais clientes eram empresas que estavam se informatizando ou revendo suas estruturas de TI. Eram empresas grandes, tradicionais. Eram indústrias e não empresas de serviços, que são nossos típicos clientes de hoje. E naquela época eu visitava estas empresas e encontrava coisas que eu me identificava. Planos de longo prazo, metas para dali há muito tempo. A história da empresa exposta na recepção ou numa sala de espera com fotos amareladas sobre a fundação e os primórdios daquela empresa. Isto me inspirava – e continua a faze-lo.
Naquela época me parecia que as pessoas estavam mais ligadas nestes valores de longo prazo, perenes. E a Dedalus seguiu esta inspiração que, obviamente, caiu de moda.
Não somente no nosso setor de tecnologia mas em geral o mundo de hoje é instantâneo. Vende-se o futuro por um presente adequado. No âmbito empresarial isto significa focar nas metas deste momento – deste trimestre tipicamente – e se ignora os investimentos e planejamentos que são essenciais para o futuro.
Obviamente isto leva a um empobrecimento de toda a atividade. Ao deixar de investir, o futuro é aquilo que eventualmente chega e não aquilo que se planta. Viramos caçadores-coletores novamente?
As pessoas reagem a isso facilmente. Pois é mais cômodo deixar de pensar no futuro. É mais prático. Você faz o que tem de fazer hoje e acabou. E se as coisas estiverem chatas, sem desafios realmente audaciosos, a culpa é da crise ou desta empresa chata que a pessoa trabalha e então atualize o linkedin e busque novos desafios. Há alguma medição de quanto reduziu o tempo médio de cada emprego?
Há exceções a esta forma de pensar, como por exemplo a Amazon e por extensão a Amazon Web Services que desde sempre e cada vez mais foca no futuro e num plano maior a sua missão. Surpreende a todos com iniciativas de seu fundador como por exemplo os investimentos na área aeroespacial. Não por acaso a Dedalus escolheu a AWS para trabalhar e obviamente o sucesso veio, como sintonia destes valores.
Vou seguir adiante com nosso estilo pois sei que modas vão e vem. Como disse David Bowie, “não sigo a moda, eu a faço”.
E há um futuro que virá onde todos seremos mais conscientes de nossa capacidade e de nossos planos mais amplos para um mundo em evolução real.

Post has attachment
Criamos a Dedalus há muito tempo. E sempre fizemos coisas que eram nossas, ideias e conceitos que eu e outras pessoas trouxemos de nossas vidas e de nossos sonhos. Por muitos anos preferimos nos isolar de tendências e práticas de gestão vigentes. Isto fez com que a Dedalus se tornasse uma empresa única, com uma cultura autêntica.
Desde o início colocamos as pessoas em primeiro lugar, dando espaço e incentivando os colaboradores a participar num ambiente aberto e colaborativo. Décadas atrás isto era ridículo mas agora isto se tornou padrão – embora a maioria das empresas tenha nesta iniciativa apenas uma promessa. Uma prática nossa se tornou algo da moda.
Quando eu comecei, nossos principais clientes eram empresas que estavam se informatizando ou revendo suas estruturas de TI. Eram empresas grandes, tradicionais. Eram indústrias e não empresas de serviços, que são nossos típicos clientes de hoje. E naquela época eu visitava estas empresas e encontrava coisas que eu me identificava. Planos de longo prazo, metas para dali há muito tempo. A história da empresa exposta na recepção ou numa sala de espera com fotos amareladas sobre a fundação e os primórdios daquela empresa. Isto me inspirava – e continua a faze-lo.
Naquela época me parecia que as pessoas estavam mais ligadas nestes valores de longo prazo, perenes. E a Dedalus seguiu esta inspiração que, obviamente, caiu de moda.
Não somente no nosso setor de tecnologia mas em geral o mundo de hoje é instantâneo. Vende-se o futuro por um presente adequado. No âmbito empresarial isto significa focar nas metas deste momento – deste trimestre tipicamente – e se ignora os investimentos e planejamentos que são essenciais para o futuro.
Obviamente isto leva a um empobrecimento de toda a atividade. Ao deixar de investir, o futuro é aquilo que eventualmente chega e não aquilo que se planta. Viramos caçadores-coletores novamente?
As pessoas reagem a isso facilmente. Pois é mais cômodo deixar de pensar no futuro. É mais prático. Você faz o que tem de fazer hoje e acabou. E se as coisas estiverem chatas, sem desafios realmente audaciosos, a culpa é da crise ou desta empresa chata que a pessoa trabalha e então atualize o linkedin e busque novos desafios. Há alguma medição de quanto reduziu o tempo médio de cada emprego?
Há exceções a esta forma de pensar, como por exemplo a Amazon e por extensão a Amazon Web Services que desde sempre e cada vez mais foca no futuro e num plano maior a sua missão. Surpreende a todos com iniciativas de seu fundador como por exemplo os investimentos na área aeroespacial. Não por acaso a Dedalus escolheu a AWS para trabalhar e obviamente o sucesso veio, como sintonia destes valores.
Vou seguir adiante com nosso estilo pois sei que modas vão e vem. Como disse David Bowie, “não sigo a moda, eu a faço”.
E há um futuro que virá onde todos seremos mais conscientes de nossa capacidade e de nossos planos mais amplos para um mundo em evolução real.

Post has shared content
Muito me ocupa entender como tivemos sucesso em transformar a Dedalus numa empresa líder em Cloud Computing. Primeiro pois se não entender, cometemos a falha da omissão de tratar da evolução de nossa empresa. Segundo pois as lições que aprendemos, o conhecimento de ter feito, é a meu ver um ativo que precisa ser compartilhado. O Brasil precisa de mais competitividade neste momento. Se nossa história e nosso conhecimento puder influenciar e inspirar a outros, como aliás tem feito, então de fato nossa missão está bem cumprida.
Sendo objetivo, nosso sucesso se deve ao equilíbrio. E é sobre ele que quero falar aqui. Trabalhar com “alta tecnologia”, com ofertas disruptivas, com sonhos que podem se tornar realidade (sem passar pela condição de pesadelos!) é fundamentalmente uma atividade que nos tenta a ser ousados, acreditar no poder da tecnologia, assumir riscos em prol do entusiasmo.
Ter o equilíbrio de balancear este maravilhamento que todos nós, seres humanos, sentimos diante das novidades da tecnologia com os fatores humanos mais fundamentais é o que melhor explica como conseguimos transformar uma empresa tradicional de TI numa empresa líder em Cloud Computing.
Pois não foi apenas colecionando certificações e títulos com nossos clientes e parceiros de tecnologia que chegamos aqui. Estas conquistas, que muito nos orgulham, são básicas, obrigatórias, convencionais. O que foi a chave que abriu as portas de nosso posicionamento hoje foi entender como é que estas coisas se traduziam em serviços bem feitos para o mercado. Serviços que garantem a análise, mudança e bom uso de Cloud por empresas de todos os portes, culturas, objetivos e histórias. E isto sim, precisa ser entendido e interpretado.
A gestão de ambientes em Cloud tem se mostrado algo muito complexo e que, mesmo quando usamos toda nossa experiência desde os primórdios disso tudo na década de 1980, tem mostrado ser desafiador. Pois as expectativas com Cloud são enormes. A urgência de migrar idem (nosso ciclo médio de venda, entre primeiro contato com o cliente e o fechamento de contrato é menos de um mês; migrações tem de acontecer em dias, às vezes em horas). Entregar de verdade serviços de Cloud Computing transcende a tecnologia de Cloud. Transcende tecnologia em geral. Ter sucesso aqui requer não somente experiência, processos, ITIL e tudo o mais que nós de TI aparentemente sabemos bem. Requer entender de pessoas. Entender de gente que precisa mudar, quer mudar, espera que a mudança traga resultado mágicos. Ajudar estas pessoas e acompanhar seus aprendizados requer um entendimento que nossos conhecimentos tecnológicos não alcança: precisa ir além.
Na frase que acompanha nossa recém anunciada marca expressamos esta constatação. Sabemos – e não foi tão fácil aprender – que nossa missão, sucesso e contribuição é ir além da tecnologia de Cloud Computing. Garantindo que nossos clientes usem Cloud com precisão e resultados excelentes. E garantindo também que nossos colaboradores e parceiros de negócios acompanhem este processo de maneira positiva e evolutiva. Assim, muito mais que vender Cloud, sentimos que estamos ajudando o mundo, potencializando a todos e a todas as empresas que atendemos a serem melhor (sim, frase inspirada na nova missão que o Satya Nadella trouxe a Microsoft).
Entendendo como chegamos aqui, e compartilhando isso com vocês leitores, minha missão para 2016 passa a ser guiar a um crescimento que garanta que a Dedalus mantenha seu espírito equilibrado, a satisfação dos clientes e o anseio de ajudar o mundo, especialmente o Brasil,  a ser mais competitivo. Uma missão que claramente entusiasma todos aqui na nossa empresa.

Post has attachment
Muito me ocupa entender como tivemos sucesso em transformar a Dedalus numa empresa líder em Cloud Computing. Primeiro pois se não entender, cometemos a falha da omissão de tratar da evolução de nossa empresa. Segundo pois as lições que aprendemos, o conhecimento de ter feito, é a meu ver um ativo que precisa ser compartilhado. O Brasil precisa de mais competitividade neste momento. Se nossa história e nosso conhecimento puder influenciar e inspirar a outros, como aliás tem feito, então de fato nossa missão está bem cumprida.
Sendo objetivo, nosso sucesso se deve ao equilíbrio. E é sobre ele que quero falar aqui. Trabalhar com “alta tecnologia”, com ofertas disruptivas, com sonhos que podem se tornar realidade (sem passar pela condição de pesadelos!) é fundamentalmente uma atividade que nos tenta a ser ousados, acreditar no poder da tecnologia, assumir riscos em prol do entusiasmo.
Ter o equilíbrio de balancear este maravilhamento que todos nós, seres humanos, sentimos diante das novidades da tecnologia com os fatores humanos mais fundamentais é o que melhor explica como conseguimos transformar uma empresa tradicional de TI numa empresa líder em Cloud Computing.
Pois não foi apenas colecionando certificações e títulos com nossos clientes e parceiros de tecnologia que chegamos aqui. Estas conquistas, que muito nos orgulham, são básicas, obrigatórias, convencionais. O que foi a chave que abriu as portas de nosso posicionamento hoje foi entender como é que estas coisas se traduziam em serviços bem feitos para o mercado. Serviços que garantem a análise, mudança e bom uso de Cloud por empresas de todos os portes, culturas, objetivos e histórias. E isto sim, precisa ser entendido e interpretado.
A gestão de ambientes em Cloud tem se mostrado algo muito complexo e que, mesmo quando usamos toda nossa experiência desde os primórdios disso tudo na década de 1980, tem mostrado ser desafiador. Pois as expectativas com Cloud são enormes. A urgência de migrar idem (nosso ciclo médio de venda, entre primeiro contato com o cliente e o fechamento de contrato é menos de um mês; migrações tem de acontecer em dias, às vezes em horas). Entregar de verdade serviços de Cloud Computing transcende a tecnologia de Cloud. Transcende tecnologia em geral. Ter sucesso aqui requer não somente experiência, processos, ITIL e tudo o mais que nós de TI aparentemente sabemos bem. Requer entender de pessoas. Entender de gente que precisa mudar, quer mudar, espera que a mudança traga resultado mágicos. Ajudar estas pessoas e acompanhar seus aprendizados requer um entendimento que nossos conhecimentos tecnológicos não alcança: precisa ir além.
Na frase que acompanha nossa recém anunciada marca expressamos esta constatação. Sabemos – e não foi tão fácil aprender – que nossa missão, sucesso e contribuição é ir além da tecnologia de Cloud Computing. Garantindo que nossos clientes usem Cloud com precisão e resultados excelentes. E garantindo também que nossos colaboradores e parceiros de negócios acompanhem este processo de maneira positiva e evolutiva. Assim, muito mais que vender Cloud, sentimos que estamos ajudando o mundo, potencializando a todos e a todas as empresas que atendemos a serem melhor (sim, frase inspirada na nova missão que o Satya Nadella trouxe a Microsoft).
Entendendo como chegamos aqui, e compartilhando isso com vocês leitores, minha missão para 2016 passa a ser guiar a um crescimento que garanta que a Dedalus mantenha seu espírito equilibrado, a satisfação dos clientes e o anseio de ajudar o mundo, especialmente o Brasil,  a ser mais competitivo. Uma missão que claramente entusiasma todos aqui na nossa empresa.

Post has shared content
Não pode haver um momento mais importante para alguém se dedicar a apoiar seus clientes.
Épocas como agora, onde o mercado exige redução de custos, busca de novas fontes de receita, mais agilidade e uma revisão de tudo o que temos e fazemos, o que nos une é a necessidade de seguir adiante da melhor forma e sairmos fortalecidos destes desafios.
Como já aconteceu em outros momentos parecidos, a busca por Cloud Computing como solução é muito forte – por isso na Dedalus estamos registrando o maior crescimento deste século em nossa história. É bem direto: Cloud traz redução de custo e agilidade, não resta mais dúvidas sobre isto. Aliás, como Cloud amadureceu tão rápido em nosso mercado brasileiro! Clientes, provedores, consultorias, cloud brokers… de repente, a cadeia de oferta de Cloud funciona muito bem.
Mas nem tudo é tão simples assim, nem tudo funciona tão claramente assim. Em resumo, não há mágica: os benefícios de Cloud são consequência de decisões muito importantes.
Nosso trabalho durante 2015 tem sido ajudar clientes a tomar estas decisões e acompanhar seus projetos durante tarefas de consultoria, arquitetura, implementação e operação. É um cliente novo por dia, além de muitos projetos em clientes que já estão conosco, em alguns casos, desde 2009 (pois é, já apostávamos em Cloud naquela época). Isto torna nossa tarefa algo muito complexo devido ao volume de projetos, diversidade de tecnologias, variedade de empresas em tamanho, estilo e foco.
O que temos visto em 2015 e vamos aprofundar em 2016 é que, em geral, a necessidade de se ter resultados tangíveis e imediatos se tornou crítica. O negócio de cada empresa requer correções de rumo imediatas. Todos querem cortar custos, ter mais agilidade, lançar novos produtos e entregar serviços e produtos da maneira mais ampla, rápida e de preferência apoiado numa presença digital. Por isso, o que antes era apenas uma recomendação, agora é um mantra: não vá sozinho nesta jornada. Não perca tempo testando, medindo, pensando e outros gerúndios inapropriados. Basei-se em quem já fez e faz todos os dias desafios semelhantes. Busque ajuda na tecnologia de Cloud e assim foque-se nos aspectos humanos, de negócios, de estratégia de produto.
Todas as vezes que conseguimos convencer empresas a seguir desta forma vimos resultados surpreendentes.
Tornaremos esta mensagem ainda mais clara na Dedalus. E estamos trabalhando em todas as áreas da empresa para garantir que isto aconteça e que todos as centenas de clientes que temos e que vamos conquistar durante 2016 tenham sucesso em seus projetos. Pois nosso trabalho aqui vai além de Cloud, vai além da tecnologia em si e se expressa na nossa atitude e obsessão em ajudar.
Boa leitura,
Maurício Fernandes.

Post has attachment
Não pode haver um momento mais importante para alguém se dedicar a apoiar seus clientes.
Épocas como agora, onde o mercado exige redução de custos, busca de novas fontes de receita, mais agilidade e uma revisão de tudo o que temos e fazemos, o que nos une é a necessidade de seguir adiante da melhor forma e sairmos fortalecidos destes desafios.
Como já aconteceu em outros momentos parecidos, a busca por Cloud Computing como solução é muito forte – por isso na Dedalus estamos registrando o maior crescimento deste século em nossa história. É bem direto: Cloud traz redução de custo e agilidade, não resta mais dúvidas sobre isto. Aliás, como Cloud amadureceu tão rápido em nosso mercado brasileiro! Clientes, provedores, consultorias, cloud brokers… de repente, a cadeia de oferta de Cloud funciona muito bem.
Mas nem tudo é tão simples assim, nem tudo funciona tão claramente assim. Em resumo, não há mágica: os benefícios de Cloud são consequência de decisões muito importantes.
Nosso trabalho durante 2015 tem sido ajudar clientes a tomar estas decisões e acompanhar seus projetos durante tarefas de consultoria, arquitetura, implementação e operação. É um cliente novo por dia, além de muitos projetos em clientes que já estão conosco, em alguns casos, desde 2009 (pois é, já apostávamos em Cloud naquela época). Isto torna nossa tarefa algo muito complexo devido ao volume de projetos, diversidade de tecnologias, variedade de empresas em tamanho, estilo e foco.
O que temos visto em 2015 e vamos aprofundar em 2016 é que, em geral, a necessidade de se ter resultados tangíveis e imediatos se tornou crítica. O negócio de cada empresa requer correções de rumo imediatas. Todos querem cortar custos, ter mais agilidade, lançar novos produtos e entregar serviços e produtos da maneira mais ampla, rápida e de preferência apoiado numa presença digital. Por isso, o que antes era apenas uma recomendação, agora é um mantra: não vá sozinho nesta jornada. Não perca tempo testando, medindo, pensando e outros gerúndios inapropriados. Basei-se em quem já fez e faz todos os dias desafios semelhantes. Busque ajuda na tecnologia de Cloud e assim foque-se nos aspectos humanos, de negócios, de estratégia de produto.
Todas as vezes que conseguimos convencer empresas a seguir desta forma vimos resultados surpreendentes.
Tornaremos esta mensagem ainda mais clara na Dedalus. E estamos trabalhando em todas as áreas da empresa para garantir que isto aconteça e que todos as centenas de clientes que temos e que vamos conquistar durante 2016 tenham sucesso em seus projetos. Pois nosso trabalho aqui vai além de Cloud, vai além da tecnologia em si e se expressa na nossa atitude e obsessão em ajudar.
Boa leitura,
Maurício Fernandes.

Post has shared content
Ainda é cedo para fazer um balanço de 2015, afinal estamos num momento em que tudo pode mudar a cada instante. Sob a forte influência de notícias sobre economia e política, estamos aprendendo a viver em estado de constante alerta. Mas isto não pode nos impedir de analisar além disto tudo e entender o que está realmente acontecendo e para onde estamos indo.
Tirando todo o tempero e peculiaridades desta crise, ela é afinal uma crise, como tantas outras que vivemos e vamos viver. E ela tem características similares a todas as outras.
Vimos por exemplo uma polarização forte entre as pessoas e como consequência entre as empresas. Há os pessimistas apocalípticos e os otimistas inabaláveis. Enquanto os primeiros cortam despesas (como se devêssemos fazer isto apenas nestas horas), os outros buscam oportunidades de se sobressair nesta crise e após ela. Os primeiros reclamam, os outros não tem tempo para isto pois estão criando coisas novas. Os primeiros tentam tirar sobrevivência forçando as cadeias produtivas que estão inseridos, os outros buscam prosperidade na evolução de seus negócios.
Temos clientes de ambos os lados. Embora eu faça parte do segundo time, dos otimistas inabaláveis, a gente tem de respeitar o modelo mental e a estratégia de cada um. Às vezes é um baita desafio mas, francamente, se Cloud Computing realmente é bom, tem de se-lo para todos e é o que temos observado neste momento: se o seu plano é cortar custos ou mudar seu negócio, Cloud Computing deveria ser parte de sua estratégia. E é o que temos visto. Felizmente para o mercado e para nós, afinal apostamos todo nosso foco em Cloud há seis anos.
Do lado “cortar custos”, temos tido um sucesso continuado em atrair empresas com este foco, sejam empresas que estão saindo de estruturas próprias (on-premise) ou em datacenters convencionais, que juram ter suas nuvens mas não entregam flexibilidade e custo declinante de verdade. É um cliente novo por dia. Mas além destes, com mais de 800 clientes ativos, todos os dias estamos envolvidos em revisar a estrutura também de nossos valorosos clientes. São empresas que neste momento decidem realmente ir à fundo na otimização de seus ambientes, reservar servidores, mudar arquitetura, fazer mudanças que tornem seus ambientes mais leves e baratos. Economizamos alguns milhões de reais de nossos clientes ao rever seus contratos e arquiteturas e assim economizar seus orçamentos e perenizar nossas relações.
Mas há também o grupo das empresas que estão investindo além. Buscam custo menor mas algo mais. Quero contar duas histórias recentes, dois clientes que vamos explorar melhor na próxima edição de nossa revista Atmosfera mas vale a pena contar um pouco aqui para contextualizar este raciocínio todo.
A primeira é uma empresa que oferece uma solução de SaaS para o mercado de engenharia. Uma solução muito interessante para gestão de projetos de engenharia civil, uma empresa madura e que tem uma carteira de clientes que sofre com esta crise mas que é muito sólida e demanda soluções que automatizem a gestão. Pois esta empresa desistiu da parceria com um datacenter tradicional e depois de muito anos decidiu migrar para Amazon Web Services, contando com nossos serviços de migração e gestão. A visão da empresária à frente desta empresa buscava redução de custos, ok, mas fundamentalmente decidiu mudar para ganhar qualidade de serviços e foco. Foco no seu negócio. Deixar a Dedalus gerir sua infra enquanto ela e seu time se dedicam a criar novos produtos para agora e para depois da crise. Adorei ouvir isto nesta semana e isto me inspira dedicar toda a capacidade da Dedalus em garantir que este projeto seja um sucesso enorme.
O outro caso que quero brevemente mencionar aqui é de um novo cliente nosso dedicado a organização de grandes eventos esportivos. Decidiram abandonar o datacenter tradicional que contratavam desde sempre, além de migrar ambientes que estavam em servidores que ficavam no próprio escritório para ir para a nuvem conosco. O foco aqui, claro, redução de custo mas principalmente deixar que a gente toque a infra de TI – incluindo servidores na AWS e emails, colaboração e produtividade com Office 365. Mais um cliente buscando foco e simplificação de seus ambientes. A empreendedora à frente desta empresa (por que as mulheres tem uma visão mais cristalina do futuro?) terá toda nossa dedicação para que ela atinja seus objetivos imediatamente.
Em resumo, há semanas de encerrar 2015, nossa satisfação está em reconhecer que Cloud é de verdade algo central para garantir o sucesso de todas as formas de se encarar momentos como este. É que garante o sucesso de todos nossos clientes e também da Dedalus, que registra o maior crescimento de nossa história.
Boa leitura,
Mauricio Fernandes

Post has attachment
Ainda é cedo para fazer um balanço de 2015, afinal estamos num momento em que tudo pode mudar a cada instante. Sob a forte influência de notícias sobre economia e política, estamos aprendendo a viver em estado de constante alerta. Mas isto não pode nos impedir de analisar além disto tudo e entender o que está realmente acontecendo e para onde estamos indo.
Tirando todo o tempero e peculiaridades desta crise, ela é afinal uma crise, como tantas outras que vivemos e vamos viver. E ela tem características similares a todas as outras.
Vimos por exemplo uma polarização forte entre as pessoas e como consequência entre as empresas. Há os pessimistas apocalípticos e os otimistas inabaláveis. Enquanto os primeiros cortam despesas (como se devêssemos fazer isto apenas nestas horas), os outros buscam oportunidades de se sobressair nesta crise e após ela. Os primeiros reclamam, os outros não tem tempo para isto pois estão criando coisas novas. Os primeiros tentam tirar sobrevivência forçando as cadeias produtivas que estão inseridos, os outros buscam prosperidade na evolução de seus negócios.
Temos clientes de ambos os lados. Embora eu faça parte do segundo time, dos otimistas inabaláveis, a gente tem de respeitar o modelo mental e a estratégia de cada um. Às vezes é um baita desafio mas, francamente, se Cloud Computing realmente é bom, tem de se-lo para todos e é o que temos observado neste momento: se o seu plano é cortar custos ou mudar seu negócio, Cloud Computing deveria ser parte de sua estratégia. E é o que temos visto. Felizmente para o mercado e para nós, afinal apostamos todo nosso foco em Cloud há seis anos.
Do lado “cortar custos”, temos tido um sucesso continuado em atrair empresas com este foco, sejam empresas que estão saindo de estruturas próprias (on-premise) ou em datacenters convencionais, que juram ter suas nuvens mas não entregam flexibilidade e custo declinante de verdade. É um cliente novo por dia. Mas além destes, com mais de 800 clientes ativos, todos os dias estamos envolvidos em revisar a estrutura também de nossos valorosos clientes. São empresas que neste momento decidem realmente ir à fundo na otimização de seus ambientes, reservar servidores, mudar arquitetura, fazer mudanças que tornem seus ambientes mais leves e baratos. Economizamos alguns milhões de reais de nossos clientes ao rever seus contratos e arquiteturas e assim economizar seus orçamentos e perenizar nossas relações.
Mas há também o grupo das empresas que estão investindo além. Buscam custo menor mas algo mais. Quero contar duas histórias recentes, dois clientes que vamos explorar melhor na próxima edição de nossa revista Atmosfera mas vale a pena contar um pouco aqui para contextualizar este raciocínio todo.
A primeira é uma empresa que oferece uma solução de SaaS para o mercado de engenharia. Uma solução muito interessante para gestão de projetos de engenharia civil, uma empresa madura e que tem uma carteira de clientes que sofre com esta crise mas que é muito sólida e demanda soluções que automatizem a gestão. Pois esta empresa desistiu da parceria com um datacenter tradicional e depois de muito anos decidiu migrar para Amazon Web Services, contando com nossos serviços de migração e gestão. A visão da empresária à frente desta empresa buscava redução de custos, ok, mas fundamentalmente decidiu mudar para ganhar qualidade de serviços e foco. Foco no seu negócio. Deixar a Dedalus gerir sua infra enquanto ela e seu time se dedicam a criar novos produtos para agora e para depois da crise. Adorei ouvir isto nesta semana e isto me inspira dedicar toda a capacidade da Dedalus em garantir que este projeto seja um sucesso enorme.
O outro caso que quero brevemente mencionar aqui é de um novo cliente nosso dedicado a organização de grandes eventos esportivos. Decidiram abandonar o datacenter tradicional que contratavam desde sempre, além de migrar ambientes que estavam em servidores que ficavam no próprio escritório para ir para a nuvem conosco. O foco aqui, claro, redução de custo mas principalmente deixar que a gente toque a infra de TI – incluindo servidores na AWS e emails, colaboração e produtividade com Office 365. Mais um cliente buscando foco e simplificação de seus ambientes. A empreendedora à frente desta empresa (por que as mulheres tem uma visão mais cristalina do futuro?) terá toda nossa dedicação para que ela atinja seus objetivos imediatamente.
Em resumo, há semanas de encerrar 2015, nossa satisfação está em reconhecer que Cloud é de verdade algo central para garantir o sucesso de todas as formas de se encarar momentos como este. É que garante o sucesso de todos nossos clientes e também da Dedalus, que registra o maior crescimento de nossa história.
Boa leitura,
Mauricio Fernandes

Post has shared content
Agradeça esta crise.

Há excelentes oportunidades neste momento. Sim, moro no Brasil, sou empreendedor e não estou alienado das mesmas notícias que você recebe. E tenho os mesmos desafios de todo mundo para entender e conviver com uma situação política, econômica e também social que apavora todo mundo.
Mas decidi que é meu dever dar uma contribuição mais madura e objetiva do que simplesmente reclamar do que está aí. Pois o que está aí trará ao Brasil e a todos nós um futuro melhor. De fato, um presente melhor.
Do ponto de vista político, e não quero me demorar aqui pois o foco deste artigo é outro, é claro que este processo, este aprendizado, faz parte da jornada que o Brasil traça na sua evolução. É muito bom ver finalmente a sociedade envolvida no processo, especialmente os mais jovens, que estão amadurecendo em entender o que realmente querem no que tange a democracia, transparência, modelo de governança, honestidade, progresso e tudo o mais.
Do ponto de vista econômico o cenário é parecido. Aprendemos algumas coisas básicas, que provavelmente você já sabia mas o país pelo jeito ainda não: que não se gasta mais do que se ganha; que intervencionismo em setores da economia são sempre ruins (esta o tempo dirá se aprendemos); que ter uma política voltada ao social significa prover os fundamentos para que a economia cresça e assim, com uma economia forte, o social obviamente cresce junto.
Mas meu objetivo aqui é falar de outro aspecto desta crise, o aspecto que para mim é o motor do Brasil. Pois o Brasil é muito maior que Brasília, uma vantagem enorme: temos uma iniciativa privada competente, madura, inovadora e forte.
É a iniciativa privada, empreendedores de todos os tamanhos, que move este país. Somos nós que realmente traçamos nossos planos e metas que geram empregos, pagam impostos, movimentam a economia, trazem competitividade para o país. E de uns anos para cá, estendem suas missões para programas sociais e de sustentabilidade sérios. O país que funciona. O nosso Brasil de verdade.
Então esta crise nos dá a oportunidade de assumir nossa responsabilidade e ajudar com planos que significarão muito para nosso país e para nossos clientes, nossos colaboradores e para nossas empresas. Hora de mostrar como é que uma economia capitalista do século XXI, calcada numa história intensa, com um povo de uma riqueza cultural inigualável, vence.
Coisa óbvias que esquecemos quando perdemos tempo reclamando da situação:
1) Os avanços da tecnologia recente trouxeram inúmeras oportunidades de melhorias em muitos setores e isto foi pouco explorado no mundo todo. Neste momento vários empreendedores estão investindo sua energia em trazer ideias para ajudar no trasporte público e privado (depois do Uber parece que todo mundo entendeu o impacto que estas ideias podem ter), assim como na saúde, no turismo, na energia, no comércio eletrônico, no ensino à distância e tantos mais. Enfim, tecnologia e ideias estão aí e estão mudando o mundo. E terão o apelo de redução de custo e agilidade que é o que se busca num momento como este.
2) As pessoas estão abertas para a mudança. Ninguém se importa tanto assim com redução de custos ou mais agilidade nos negócios quando o mercado está em expansão. Mas agora as pessoas estão mais abertas para entender e explorar alternativas mais baratas e talvez ainda melhores. Minha experiência com Cloud Computing é um exemplo. Empresas que até pouco tempo atrás nem cogitavam isto agora são nossos clientes. E estão economizando muito dinheiro e trazendo uma agilidade e qualidade aos seus negócios que nem imaginavam.
3) As pessoas precisam de líderes. Há um processo global que vem reduzindo a quantidade e qualidade dos líderes em todos os meios. Não sei por que isto acontece mas o que sei é que momentos como este são propícios para o surgimento e rápido crescimento de líderes. Pois as pessoas precisam que alguém mostre o caminho. Que as inpire. Que  as organize em torno de um objetivo claro. Aquela chance que você esperava de ser ouvido e ter gente querendo apoiar seus projetos está aqui.
As grandes empresas de hoje, assim como as maiores e melhores economias do mundo, tem em seu passado crises que as moldaram. Foram crises como a que vivemos hoje ou ainda piores – algumas bem piores. Então escolha o caminho dos que não tem tempo de reclamar e mexa-se em prol de seu futuro e de todos nós.

Post has attachment
Agradeça esta crise.

Há excelentes oportunidades neste momento. Sim, moro no Brasil, sou empreendedor e não estou alienado das mesmas notícias que você recebe. E tenho os mesmos desafios de todo mundo para entender e conviver com uma situação política, econômica e também social que apavora todo mundo.
Mas decidi que é meu dever dar uma contribuição mais madura e objetiva do que simplesmente reclamar do que está aí. Pois o que está aí trará ao Brasil e a todos nós um futuro melhor. De fato, um presente melhor.
Do ponto de vista político, e não quero me demorar aqui pois o foco deste artigo é outro, é claro que este processo, este aprendizado, faz parte da jornada que o Brasil traça na sua evolução. É muito bom ver finalmente a sociedade envolvida no processo, especialmente os mais jovens, que estão amadurecendo em entender o que realmente querem no que tange a democracia, transparência, modelo de governança, honestidade, progresso e tudo o mais.
Do ponto de vista econômico o cenário é parecido. Aprendemos algumas coisas básicas, que provavelmente você já sabia mas o país pelo jeito ainda não: que não se gasta mais do que se ganha; que intervencionismo em setores da economia são sempre ruins (esta o tempo dirá se aprendemos); que ter uma política voltada ao social significa prover os fundamentos para que a economia cresça e assim, com uma economia forte, o social obviamente cresce junto.
Mas meu objetivo aqui é falar de outro aspecto desta crise, o aspecto que para mim é o motor do Brasil. Pois o Brasil é muito maior que Brasília, uma vantagem enorme: temos uma iniciativa privada competente, madura, inovadora e forte.
É a iniciativa privada, empreendedores de todos os tamanhos, que move este país. Somos nós que realmente traçamos nossos planos e metas que geram empregos, pagam impostos, movimentam a economia, trazem competitividade para o país. E de uns anos para cá, estendem suas missões para programas sociais e de sustentabilidade sérios. O país que funciona. O nosso Brasil de verdade.
Então esta crise nos dá a oportunidade de assumir nossa responsabilidade e ajudar com planos que significarão muito para nosso país e para nossos clientes, nossos colaboradores e para nossas empresas. Hora de mostrar como é que uma economia capitalista do século XXI, calcada numa história intensa, com um povo de uma riqueza cultural inigualável, vence.
Coisa óbvias que esquecemos quando perdemos tempo reclamando da situação:
1) Os avanços da tecnologia recente trouxeram inúmeras oportunidades de melhorias em muitos setores e isto foi pouco explorado no mundo todo. Neste momento vários empreendedores estão investindo sua energia em trazer ideias para ajudar no trasporte público e privado (depois do Uber parece que todo mundo entendeu o impacto que estas ideias podem ter), assim como na saúde, no turismo, na energia, no comércio eletrônico, no ensino à distância e tantos mais. Enfim, tecnologia e ideias estão aí e estão mudando o mundo. E terão o apelo de redução de custo e agilidade que é o que se busca num momento como este.
2) As pessoas estão abertas para a mudança. Ninguém se importa tanto assim com redução de custos ou mais agilidade nos negócios quando o mercado está em expansão. Mas agora as pessoas estão mais abertas para entender e explorar alternativas mais baratas e talvez ainda melhores. Minha experiência com Cloud Computing é um exemplo. Empresas que até pouco tempo atrás nem cogitavam isto agora são nossos clientes. E estão economizando muito dinheiro e trazendo uma agilidade e qualidade aos seus negócios que nem imaginavam.
3) As pessoas precisam de líderes. Há um processo global que vem reduzindo a quantidade e qualidade dos líderes em todos os meios. Não sei por que isto acontece mas o que sei é que momentos como este são propícios para o surgimento e rápido crescimento de líderes. Pois as pessoas precisam que alguém mostre o caminho. Que as inpire. Que  as organize em torno de um objetivo claro. Aquela chance que você esperava de ser ouvido e ter gente querendo apoiar seus projetos está aqui.
As grandes empresas de hoje, assim como as maiores e melhores economias do mundo, tem em seu passado crises que as moldaram. Foram crises como a que vivemos hoje ou ainda piores – algumas bem piores. Então escolha o caminho dos que não tem tempo de reclamar e mexa-se em prol de seu futuro e de todos nós.
Wait while more posts are being loaded