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Luciana Neder
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Em algum lugar do presente escrevo artigos.
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Bienal 2016
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Muita alegria, criatividade e fantasias coloridas são o que não faltam num bom carnaval, seja no Rio de Janeiro, no nordeste, seja no Brasil inteiro. Carnaval é colorir o momento com o entusiasmo pela vida, é vibrar, é esbanjar alegria, é pura magia e muita energia, para cair na folia. Tem diversão para todos os gostos e bolsos, tem os blocos de rua que brinquei em alguns, tem os bailes de clubes que brinquei em muitos, tem os trios elétricos que brinquei em apenas três, tem as escolas de samba com seus enredos, com os quais brinco até hoje pela televisão fazendo questão de decorar algumas músicas encantadoras para cantar na hora do desfile e escolher qual escola é a mais linda, tem os frevos e tem as bandas de rua. Vivi mais o carnaval de clube, com as matinês e os bailes. Nas matinês as crianças concorriam suas sonhadas fantasias que as mães bordavam meses antes e haja os trenzinhos de adolescentes animados que ainda não curtiam brincar nos bailes a noite, circulando pelo salão. Sacolinhas de confetes eram distribuídas para os pequenos notáveis que ficavam fazendo seus montes assentados no chão e as serpentinas eram atiradas pelos adolescentes e adultos, para o meio do salão, formando um arranha céu colorido. Nos bailes, a noite, os jovens e adultos também exibiam suas fantasias e minha primeira foi de cowboy, saia e colete de camurça marrom com direito a chapéu, bota, cinturão e um broche de xerife. Isso bem no auge dos meus 15 anos. O maior barato do carnaval de baile era brincar até o dia amanhecer, voltar a pé para casa com a turma de amigos, cansada, quase morta e feliz. Me recordo de uma amiga que se fantasiou de vedete, com tudo o que tinha direito, meia arrastão preta, corpete vermelho, sapatilha, pena na cabeça e na hora de voltar pra casa com o dia raiando, meu Deus, o trânsito no centro da cidade parou para vê-la passar. Foi divertidíssimo. Por anos seguidos eu e ela recordamos esse dia. Recordar é viver. Quando mencionei em casa, o tema desse artigo (eu sempre reparo o primeiro comentário) alguém logo disse: fala da música “Bandeira Branca”. E como não falar dessa música? Quem não a conhece? Pura poesia, paixão e amor, um verdadeiro hino nacional carnavalesco. Era uma loucura esse momento, quase no final do baile, a banda dava uma paradinha rápida e já era esperado que a música seria inesquecível. Os pares se dirigiam ao meio do salão para curtirem aquele momento que ficaria para sempre. Era só amor, beijos e abraços, aquela alegria contagiante, uma felicidade gigante. Isso sim era carnaval. E para recordar, cantemos a canção que nos faz sentir aquele aperto no peito de quem viveu essa maravilha: Bandeira branca amor/ não posso mais/ pela saudade que me invade eu peço paz/ Bandeira Branca amor/ Não posso mais/ pela saudade que me invade eu peço paz/ Saudade mal de amor, de amor/ saudade dor que dói demais/ vem meu amor, Bandeira Branca, eu peço paz...
Ah, essa mineira, de Leopoldina, brincou carnaval.
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Comecei o blog em setembro de 2015 na coluna de um jornal aqui na internet, o jornal que todo mundo lê, Jornal O Vigilante Online. Eu lhe darei o prazer de uma boa leitura. Em 2017, iniciei meu site: luciananeder.com e sou convidada a ser colunista social, com uma coluna exclusiva no jornal impresso. Em 2018 sou colunista e entrevistadora. 2019... muito está por vir!
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Esse mantra tá poderoso! É o que eu quero, que o vento da sorte me assopre e me leve para os livros, jornais, revistas, lugares e a pessoas interessantes!!!
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