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Leila Silveira
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Voltando do sem fim.
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Da série...Ninguém tá vendo...

Ontem era abril…
Tanto vento neste outono, levando tudo para o sempre,
como as folhas douradas das sacudidas árvores.

Era mesmo de desconfiar.

A vida cansa e se deixa levar pelos ventos em algum final de mês em alguma noite fria.

Meu último ídolo se foi, ouvindo música, imerso no sonho de um mundo melhor.

Transcendeu, desprendeu, sem alardes.

Era mesmo de desconfiar.

Este mundo caótico, quer energia de crianças e velhos sem rugas, jovens imbecilizados e massas inanimadas.

Tudo de plástico sem cor sem cheiro sem razão.

Almas criativas não são bem vindas, imprudentes.
Filosofar é desajuizado.

Era mesmo de desconfiar.

As estrelas são ultrapassadas, o cosmos agora é selfie colorida.
O pensador é perigoso e divergente.

E dizem:
que quem sabe talvez, se tenha sorte
e lá no trópico
a vida esteja a mil...


Leila

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Nunca fui tão linda, nem tão boa, nem tão eu.  Mais facilmente me balanço na teia da aranha, vejo flores de outras cores. Passarinhos patinadores cachorros cantores. Nunca fui tanto. Caracóis com espanto e grilos com cara de doutores. Cada passo tem outro s...
Borboletas Não Param de Voar
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leila-silveira.blogspot.com

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Crônicas aéreas
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Dia de ser o que se quiser :-D
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Na casa branca da esquina, em letras verdes, se lia acima da porta, ‘Armazém Vasco’. Seu dono era o português Manuel, que vendia fiado e fraudava na balança. Até que um dia, caiu da escada e quebrou perna e braço. Quem o socorreu foi a judia Bertha, do mercadinho, que vendia mil-folhas amanhecidos, pela metade do preço.
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